sexta-feira, 1 de maio de 2026

Diocese de Guanhães: 40 anos de ação Evangelizadora (2026)

                                                            


Diocese de Guanhães: 40 anos de ação Evangelizadora 

No dia 1º de maio de 2026, Festa de São José Operário, temos a graça de, também, celebrar 40 anos de evangelização de nossa amada Diocese.

E para bem celebrar, torna-se importante conhecermos um pouco da sua história:

- A Diocese pertence à Província Eclesiástica de Diamantina e foi criada a 18 de dezembro de 1985 pela Bula Pontifícia “Recte Quidem”, do Papa São João Paulo II, tendo seu território desmembrado da Arquidiocese de Diamantina e das Dioceses de Governador Valadares e Itabira - Coronel Fabriciano;

- Sua instalação solene aconteceu em 1º de maio de 1986, pelo Exmo. e Revmo. Sr. Núncio Apostólico no Brasil, Dom Carlo Furno, que também, nesta data, deu posse ao primeiro Bispo Diocesano, Dom Antônio Felippe da Cunha, SDN (Missionário Sacramentino de Nossa Senhora); 

- Situada na Região centro-oriental de Minas Gerais, faz parte do Regional Leste II da CNBB (que compreende o Estado de Minas Gerais), limita-se ao Norte e Noroeste com a Arquidiocese de Diamantina; ao Nordeste, com a Diocese de Governador Valadares; ao Sul, com a Diocese de Itabira – Coronel Fabriciano e Diocese de Sete Lagoas;

- Possui uma superfície de 15.047 km2 e, conforme o censo de 1996, tinha uma população de 269.931 habitantes, distribuídos em 30 cidades de seu território. 

Fazemos memória de todos aqueles e aquelas que por aqui passaram e deixaram a sua preciosa semente de evangelização.

Destacamos o primeiro Bispo Dom Antônio Felippe da Cunha (in memoriam); Pe. Saint Clair Ferreira Filho (in memoriam), Administrador Diocesano; Dom José Heleno (Administrador Apostólico) (in memoriam); Dom Emanuel Messias de Oliveira, o segundo Bispo; o então Pe. Marcello Romano, Administrador Diocesano; Dom Jeremias Antônio de Jesus, Bispo Emérito, o terceiro; Dom Darci José Nicioli, Administrador Apostólico; e tantos outros padres, cristãos leigos e leigas, que ajudaram a construir a história desta Diocese. 

Com as luzes do Santo Espírito, contemos com a intercessão de São José Operário, Patrono de todos os trabalhadores; de São Miguel Arcanjo, padroeiro de nossa Diocese, e da Imaculada Conceição de Aparecida, a Padroeira do Brasil, na continuidade da graça da missão evangelizadora.

A madeira e o Madeiro

                                                                         

A madeira e o Madeiro

Com um dos Sermões do Diácono Santo Efrém (séc. IV),  contemplamos o admirável Amor de Deus por nós, testemunhado pela fidelidade de Seu Filho, na comunhão do Espírito.

“Nosso Senhor foi calcado pela morte, mas por Sua vez, esmagou-a como quem soca com os pés o pó da estrada. Sujeitou-Se à morte e aceitou-a voluntariamente, para destruir aquela morte que não queria morrer.

Nosso Senhor saiu para o Calvário, carregando a Cruz, para satisfazer as exigências da morte; mas ao soltar um brado do alto da Cruz, fez sair os mortos dos sepulcros, vencendo a oposição da morte.

A divindade ocultou-se sob a humanidade e assim aproximou-se da morte, que matou, mas também foi morta. A morte matou a vida natural e, por sua vez, foi morta pela vida sobrenatural. A morte não poderia devorá-Lo se não tivesse um corpo, nem o inferno tragá-Lo se não tivesse carne.

Foi por isso que desceu ao seio de uma Virgem para tomar um corpo que O conduzisse à mansão dos mortos. Com o corpo que assumira, lá entrou para destruir suas riquezas e arruinar seus tesouros.

A morte foi ao encontro de Eva, a mãe de todos os viventes. Ela é como uma vinha cuja cerca foi aberta pela morte, por meio das próprias mãos de Eva, para que pudesse provar de seus frutos.

Então, Eva, mãe de todos os viventes, tornou-se fonte da morte para todos os viventes.

Floresceu, porém, Maria, a nova videira, em lugar de Eva, a antiga videira; nela habitou Cristo, a nova vida, a fim de que, ao aproximar-se a morte com sua habitual segurança para alimentar a fome devoradora, encontrasse ali escondida no seu fruto mortal, a Vida destruidora da morte.

Quando, pois, a morte engoliu sem temor o fruto mortal, Ele libertou a vida e com ela, multidões. O Admirável Filho do carpinteiro, que levou Sua Cruz até os abismos da morte que tudo devoravam, também levou o gênero humano para a morada da vida.

E uma vez que o gênero humano, por causa de uma árvore, tinha se precipitado no reino das sombras, sobre outra árvore passou para o reino da vida.

Na mesma árvore em que fora enxertado um fruto amargo, foi enxertado um fruto doce, para que reconheçamos o Senhor a quem criatura alguma pode resistir.

Glória a Vós, que lançastes a Cruz como uma ponte sobre a morte, para que através dela as almas possam passar da região da morte para a vida!

Glória a Vós, que assumistes um corpo de homem mortal, para transformá-Lo em fonte de vida para todos os mortais! Vós que viveis para sempre!

Aqueles que Vos mataram, trataram Vossa vida como os agricultores: enterraram-Na como o grão de trigo; mas Ela ressuscitou e, junto com Ela, fez ressurgir uma multidão de seres humanos.

Vinde, ofereçamos o grande e universal sacrifício do nosso amor. Entoemos com grande alegria cânticos e orações Àquele que Se ofereceu a Deus no sacrifício da Cruz, para nos enriquecer por meio dela com a abundância de Seus dons”.

Verdadeiramente a Cruz de Cristo é salvação para todo o gênero humano!

Contemplemos José e o Menino Jesus...
O jovem Jesus trabalhando ao seu lado. O Filho do carpinteiro aprendendo com Seu pai adotivo o manejar das ferramentas, o labor com a madeira. A primeira casa, a primeira barca, a primeira cadeira, a primeira mesa...

Martelos, pregos, madeira na mão, algo novo nascendo das mãos do Salvador que Se fez criança, homem, assumindo nossa corporeidade, humanidade.

Contemplemos o Menino Jesus na carpintaria, na oficina de José:
Pregos, madeira... Ali martelando, pregando,  a criação continuando.

Contemplemos Jesus, verdadeiramente homem, verdadeiramente Deus, no Calvário, lá no alto da Cruz: Pregos, madeiro... Ali sendo crucificado e o mundo redimindo.

Contemplemos Jesus, Vivo e Ressuscitado, sentado à direita de Deus, a quem elevamos toda a honra, glória, poder e louvor.

Da contemplação ao compromisso de amor e fidelidade a Ele, o mesmo ontem, hoje e sempre. Amém. Aleluia! 

“A juventude mora no coração da Igreja”

                                           


“A juventude mora no coração da Igreja”
 
 A juventude mora no coração da Igreja
e é fonte de renovação da sociedade”
 
Voltemos ao que nos disseram os bispos em Documento dedicado especialmente à juventude:
 
"A juventude mora no coração da Igreja e é fonte de renovação da sociedade. Os jovens de todos os tempos e lugares buscam a felicidade. A Igreja continua olhando com amor para os jovens, mostrando-lhes o verdadeiro Mestre − Caminho, Verdade e Vida − que os convida a viver com Ele.
 
Nós, pastores, consideramos urgente e importante o tema da evangelização da juventude para refleti-lo à luz da Palavra de Deus e de tantas riquezas e desafios deste momento histórico-cultural em que vivemos” (Evangelização da Juventude  Desafios e perspectivas pastorais n. 85).
 
Mais que acreditar, é dedicar tempo e espaço para que a juventude seja protagonista da evangelização.
 
Não há nada mais precioso para nós do que sermos chamados pelo Senhor para trabalhar em Sua vinha. Ele é a nossa pérola preciosa de maior valor, Ele é o nosso tesouro escondido, pelo qual tudo vendemos, de tudo nos dispomos, para adquirir o terreno no qual Ele Se encontra (Mt 13,44-52), ou seja, que O tenhamos sempre no mais profundo de nós, mais íntimo a nós, do que nós a nós mesmos, como bem falou Santo Agostinho, em seu incansável e feliz encontro, quando partiu a procura de Deus.
 
Impossível ter-se encontrado com Jesus e retê-Lo somente para si.
 
É sempre tempo de todos avançarmos para águas mais profundas, e que cada jovem, ao fazer uma profunda experiência pessoal com Cristo, leve tantos outros jovens à mesma experiência, à mesma graça.
 
Concluímos com um convite a refletir sobre a passagem do Evangelho, em que Jesus chama os primeiros discípulos para segui-Lo (cf. Jo 1,38-39)

Foi por amor a ti

                                                

Foi por amor a ti

“Tendo amado os Seus que estavam no mundo,
amou-os até o fim.”
(Jo 13,1)

Foi por amor a ti
Que desci e vim e ao teu encontro na forma de uma criança.

Foi por amor a ti
Que aprendi palavras para falar contigo, Eu que sou a Palavra.

Foi por amor a ti
Que me fiz frágil e indefeso, Eu que sou o Deus forte.

Foi amor a ti
Que venci Satanás, para que comigo também possas vencer.

Foi por amor a ti
Que suportei a sede, para me tornar tua perene e salutar fonte.

Foi por amor a ti
Que suportei o abandono, para que não te sintas só.

Foi por amor a ti
Que mesmo negado e traído, fui adiante, sem desistir de ti.

Foi por amor a ti,
Para saciar tua fome de amor e vida, que me fiz Comida e Bebida.

Foi por amor a ti
Que, para vencer o peso da Cruz, me Transfigurei antecipando a visão da glória.

Foi por amor a ti,
Para secar tuas lágrimas, que também as vi em mim vertidas.

Foi por amor a ti
Que suportei o trespassar do coração, alargando-o, para nele tu coubesses.

Foi por amor a ti
Que enfrentei ventos e tempestades, para atravessar os mares contigo.

Foi por amor a ti
Que não tive onde reclinar a cabeça, a não ser no trono da Cruz.

Foi por amor a ti
Que venci a escuridão da noite, para fazer claros os teus dias: Ressuscitado fui.

 Foi por amor a ti,
Para que nunca te sintas sozinho, que o meu Espírito te foi enviado.

Foi por amor a ti
Que isto e muito mais Eu fiz, e muito mais o farei até o fim dos tempos. 

Amém. Aleluia!

Alegremo-nos! O Espírito Santo conduz a Igreja

                                                

Alegremo-nos! O Espírito Santo conduz a Igreja

"Não vos deixarei órfãos.
Eu virei a vós." (Jo 14,18)

O mês de maio tem beleza própria. É conhecido como o mês das noivas, dos casamentos, das mães, mas para nós, católicos, é por excelência dedicado à Maria: por sua vida junto ao Redentor da humanidade e pelo papel que desempenha no Plano da Salvação de Deus.

Maria, a escolha perfeita do Pai para ser a mãe do Seu Filho, em muito nos inspira para que renovemos nossos compromissos como discípulos missionários de Jesus.

A exemplo de Maria, cuja vida foi totalmente conduzida pela ação do Espírito, como Igreja, estamos vivendo o grande Tempo da Páscoa, que vai dando um matiz de alegria todo especial para os dias que antecedem a grande Festa de Pentecostes. Contemplamos e nos alegramos com a ação do Espírito Santo que conduz a Igreja.

Mais do que nunca, é tempo de intensificarmos a ação evangelizadora na alegre  acolhida e manifestação do Espírito Santo que ilumina, santifica, governa, orienta e edifica a Igreja em sua missão a serviço do Reino.

Que aprendamos com Maria as virtudes necessárias para colocar em prática o que ela dissera nas bodas de Caná: “Fazei tudo o que Ele vos disser”, quando intervindo, antecipou o primeiro sinal, na transformação da água em vinho. Pois, somente fazendo o que Jesus diz, estaremos contemplando e acolhendo a ação do Espírito em nossa vida, em absoluta fidelidade ao Pai, como ela, Maria, a perfeita escolhida, o fez.

Que ao celebrarmos Pentecostes, brevemente, reaprendamos a linguagem do Espírito para construirmos uma comunidade mais fraterna, missionária, em constante processo de formação, espaço da acolhida e da iniciação da fé, mas também espaço privilegiado do suscitar de novas e santas vocações cristãs (sacerdotes, religiosos, cristãos leigos comprometidos com a Boa Nova do Evangelho).

A exemplo de Maria e com ela, acolhamos a ação e presença do Santo Espírito de Deus que vem como chama e fogo devorador; como vento ou suave brisa; que vem como dom maior do amor. Vem Espírito Santo, vem!

Ressoe em nossos corações, as palavras do Bispo São Cirilo (séc. V): 

“A Sua chegada é precedida por esplêndidos raios de luz e ciência. Ele vem com o amor entranhado de um irmão mais velho: Vem para salvar, curar, ensinar, aconselhar, fortalecer, consolar, iluminar a alma de quem O recebe, e, depois por meio desse, a alma dos outros.”

Alegremo-nos, de fato, pois não estamos órfãos.
 O Espírito por Jesus prometido nos foi enviado. 
Aleluia!

Celebremos o Aniversário da Dedicação de nossa Igreja Catedral (2026)

                                                      


Celebremos o Aniversário da Dedicação de nossa Igreja Catedral

No dia 1º de maio de 2026, Festa de São José Operário,  celebraremos 40 anos da instalação de nossa amada Diocese e 17 anos da dedicação de nossa Igreja Catedral. Uma bela história para celebrar no altar do Senhor.

Sempre oportuno e necessário, para bem celebrar, conhecermos um pouco da sua história:

- A Diocese pertence à Província Eclesiástica de Diamantina e foi criada a 18 de dezembro de 1985 pela Bula Pontifícia “Recte Quidem”, do Papa São João Paulo II, tendo seu território desmembrado da Arquidiocese de Diamantina e das Dioceses de Governador Valadares e Itabira - Coronel Fabriciano;

- Sua instalação solene aconteceu em 1º de maio de 1986, pelo Exmo. e Revmo. Sr. Núncio Apostólico no Brasil, Dom Carlo Furno, que também, nesta data, deu posse ao primeiro Bispo Diocesano, Dom Antônio Felippe da Cunha, SDN (Missionário Sacramentino de Nossa Senhora).

Quanto à Igreja Catedral, assim lemos na placa comemorativa da dedicação da Igreja Catedral da Diocese de Guanhães – MG:

“No ano da graça de Nosso Senhor Jesus Cristo de 2009, sendo pontífice S. S. o Papa Bento XVI, Bispo Diocesano Dom Emanuel Messias de Oliveira, esta Catedral foi dedicada a Deus em honra do Arcanjo São Miguel. Guanhães, 1° de maio de 2009.”

A Igreja Catedral, conforme nos ensina a Igreja, tem extrema importância:

- “Inculque-se no espírito dos fiéis, da maneira mais oportuna, o amor e veneração para com a Igreja Catedral. Para isto, muito contribui a celebração do aniversário da sua dedicação, bem como peregrinações dos fiéis em piedosa visita, sobretudo em grupos organizados por paróquias ou regiões da diocese.”   (1)

- “Para melhor realçar a importância e dignidade da Igreja particular, festejar-se-á o aniversário da dedicação da sua Igreja Catedral: na própria Igreja Catedral, com o grau de solenidade; nas restantes Igrejas da diocese, com o grau de festa. Isto, no próprio dia em que ocorrer o aniversário da dedicação. Se esse dia estiver perpetuamente impedido, esta celebração será fixada no dia livre mais próximo. O aniversário da dedicação de Igreja própria será, nela, celebrada com o grau de solenidade.”  (2)

Agradecemos a Deus pela graça de uma bela Igreja Catedral, com traços modernos, e de uma beleza indizível, que nos favorece o bem celebrar, o recolhimento, a oração, e a renovação das forças para que no cotidiano vivamos nossa fé, como peregrinos de esperança, com gestos e compromissos com a caridade em todos os momentos e âmbitos:

 “Pela sua força simbólica, a Catedral converte-se em casa de oração, em escola da verdade, lugar de escuta da Palavra e lugar de elevação do espírito e de encontro com Deus. Amar e venerar a Catedral é amar a Igreja como comunidade de pessoas unidas pela mesma Fé, pela mesma Liturgia e Caridade. É fundamental que a Catedral, presidida pelo Bispo com a participação do povo que forma a comunidade diocesana, seja expressão da Igreja Local viva e peregrina. Espera-se também que a Catedral seja um centro modelador da Liturgia, da Evangelização, da Cultura e da Caridade sendo assim expressão e sinal de toda a vida da comunidade diocesana.” (3)

Com isto, temos um longo caminho a percorrer, para maior valorização da Igreja Catedral, para que não seja apenas um espaço, um prédio, mas realização de tudo quanto ela significa e nos desafia, sobretudo na ação evangelizadora, como Igreja sinodal, misericordiosa e missionária, em que nos faz cada vez mais compassivos, próximos e solidários com quem mais precisar; alegres, convictos, amorosos, zelosos e ardorosos arautos do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.

(1) Cerimonial dos bispos n. 45

(2)Idem n. 878


(3)https://diocese-braga.pt/documento/2022-08-28-o-eixo-de-uma-catedral-34709-1


Rezando com os Prefácios – Aniversário da dedicação de uma igreja

                                               


Rezando com os Prefácios – Aniversário da dedicação de uma igreja 

“...Pois, nesta casa visível, que nos destes a graça de construir, não deixais de conceder os vossos favores à família que peregrina ao Vosso encontro.

Neste lugar, manifestais e realizais de modo admirável o mistério da Vossa comunhão conosco, porque aqui edificais para Vós o templo que somos nós e fazeis crescer a Igreja, presente no mundo inteiro, unida como corpo do Senhor, até atingir a plenitude da paz, na Jerusalém Celeste...” (1)

 

“... Vós, doador da graça, Vos dignais habitar esta casa de oração para que, com vosso constante auxílio e favorecidos por Vossos dons, nos tornemos templo do Espírito Santo, resplandecendo pela santidade de vida.

Também, sem cessar, santificais a Igreja, esposa de Cristo, simbolizada nos templos visíveis, para que, como Mãe exultante de muitos filhos, seja acolhida em vossa glória no céu...” (2)

 

 

(1) Prefácio no Aniversário da Dedicação de uma Igreja  (na própria igreja dedicada) – “O Mistério do Templo de Deus, que é a Igreja” – Missal Romano – pág. 888

(2)Idem (em outra igreja) – “O Mistério da Igreja, Esposa de Cristo e Templo do Espírito Santo” - p. 890-891

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