terça-feira, 16 de junho de 2026

Em poucas palavras...

 

 


O olhar amoroso de Deus para conosco

“Deus não se repete nunca, é novidade, vivacidade, porque amor. Olha sempre com ‘olhos novos’ para toda criatura. Chama-nos também a participarmos deste seu olhar.

Conservar para cada encontro a limpidez do olhar, sem preconceitos.

Saber renovar-se no amor até nas circunstâncias mais duras. Não por nossa força, mas em humilde adesão ao único que ‘nos vê’ de verdade.” (1)

 

(1) Comentário da passagem (1Rs 21,17-29) – Missal Cotidiano – Editora Paulus - pág. 907

“Fidelidade Constante”

                                                    

“Fidelidade Constante”

Na fidelidade a Ti, Jesus, felicidade encontrarei.
Na fidelidade a Ti, Jesus, para sempre eu viverei.

Fidelidade aos Mandamentos da Lei Divina,
Ao Projeto de Amor tão belo e imensurável,
À Missão por Jesus a Igreja confiada,
Com o Sopro do Espírito, indispensável.

Fidelidade ao anúncio do Evangelho,
Aos Mistérios a serem celebrados,
E na vida de conteúdo acompanhados,
Frutos de eternidade são garantidos.

Fidelidade na construção do Reino,
Como servos inúteis, mas por Deus queridos.
Incansáveis, corajosos, ardorosos,
Porque pelo Paráclito assistidos.

Fidelidade na busca de um novo céu,
De uma nova terra em que tudo se renovará;
Nem mais dor, luto e pranto.
Ó que alegria! Quem do coração a roubará?

Fidelidade constante em tudo e em todas as circunstâncias,
Dentro da Igreja e em todos os âmbitos da vida,
Em todos os espaços, atividades e promessas feitas,
em todos os compromissos, renovada,  vivida.

Fidelidade às promessas feitas
No Sacramento do Matrimônio diante do altar.
Fidelidade, amor e aliança para sempre,
Com tua força e sabedoria que não hão de faltar. 

Fidelidade às promessas feitas
Na ordenação de Seus eleitos
Que os sagrados compromissos se renovem,
Pastor e rebanho mais santos e perfeitos.

Assim são as coisas divinas:
Exigem de nós a “fidelidade constante”,
Sem a cruz renunciar, no amor a Deus,
Que será o nunca bastante.

Fidelidade a Ti, Jesus,
Felicidade encontrarei.
Fidelidade a Ti, Jesus,
Para sempre eu viverei.

Amém. Aleluia!

Passagens bíblicas: 1 Rs 21,1-16; Mt 19,3-12; 21,28-32; Mc 10,1-12; Lc 10,1-12

Amar como o Senhor ama

                                                             

Amar como o Senhor ama

“Amai os vossos inimigos e
rezai por aqueles que vos perseguem” (Mt 5,44)

Com a Liturgia da terça-feira da 11ª Semana do Tempo Comum, somos convidados a trilhar o caminho cristão, que é inacabado e exige compromisso sério e radical em contínua conversão, progredindo a cada dia na prática da Lei divina, que o Senhor deu pleno cumprimento, pois quem ama como Jesus ama, cumpre plenamente a Lei, à luz da passagem do Evangelho de Mateus (Mt 5,43-48).

Com os olhos fitos no Senhor que nos espera ao final da “viagem”, continuamos a refletir sobre o Sermão da Montanha, e seus desdobramentos em nossos relacionamentos.

Já muito antes no Livro do Levítico (Lv 9, 1-2;17-18) encontramos um apelo veemente à santidade que passa pelo amor ao próximo – “Sede Santos, porque Eu, o Vosso Deus sou Santo” (v.2).

As Leis de Deus e seus Preceitos existem para nos ajudar a viver em comunhão com Deus, que passa necessariamente na comunhão com o outro; iluminam a vida cultual e a vida social.

Arrancando as raízes do mal, que podem crescer em cada um de nós, haveremos de multiplicar esforços para permanecer no caminho da santidade, que exige um processo contínuo de conversão. Ser santo, portanto, é permitir que o Amor de Deus seja derramado através de nossos gestos e palavras.

Reflitamos:

- Em que consiste e como testemunhar a santidade no mundo hoje?
- O que ainda me impede de viver e dar um testemunho de santidade?

Retomando a passagem do Evangelho, continuamos a refletir sobre mais dois exemplos que nos desafiam para que, de fato, sejamos sal da terra e luz do mundo. Viver as Bem-Aventuranças implica em superar a Lei do talião”, conhecida pela fórmula “olho por olho, dente por dente” (Ex 21,24; Lv 24,20; Dt 19,21)  e o maior de todos os desafios, amor aos inimigos.

Viver como Deus ama, eis o nosso mais belo e maior desafio, acabando com a espiral da violência, como tão bem viveu e testemunhou Nosso Senhor: um Amor sem medida, um amor que se estende aos inimigos.

Jesus nos revela a face misericordiosa de Deus, um amor universal que faz brilhar o sol e envia a chuva sobre os bons e os maus. E nos exorta a sermos perfeitos como O Pai Celeste é perfeito, superando a lógica legalista, casuística e fria que não cria proximidade e comunhão.

Para que se viva em comunhão total com Deus é preciso deixar que a vida e o amor  de Deus preencha nosso coração, resplandecendo Sua Luz no cotidiano, e tão somente assim seremos também o sal da terra e nisto consiste o embarcar na aventura do Reino que O Senhor nos convida.

Reflitamos:

- Como sal da terra e luz do mundo de que modo vivo a força desarmada do amor para que se instaurem novos relacionamentos humanos e fraternos, quebrando a espiral da violência?

- Como amar os inimigos, como o Senhor nos exorta?
- O que falta em nossa vida para que vivamos a perfeição do Pai Celeste?

Tão somente assim, iluminados por Deus, iluminadores em situações mais obscuras também sejamos.

Oremos:

Ó Deus, com a presença e ação do Espírito Santo em nós, continuemos trilhando o caminho da santidade, em permanente conversão, envolvidos pelo Vosso amor, pleno em nosso coração, para que jamais, como sal, percamos o sabor, e jamais percamos o brilho e o esplendor da Verdade de Deus. Amém.


PS: Passagem do Evangelho proclamada no primeiro sábado da Quaresma

“O Amor do Pai dá vertigem”

                                                             

“O Amor do Pai dá vertigem”

Ouvimos, na terça-feira da 11ª Semana do Tempo Comum, a passagem do Evangelho de Mateus (Mt 5,43-48), na qual Jesus nos diz: "Vós ouvistes o que foi dito: 'Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo!' Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos perseguem" (Mt 5,43-44).

Vejamos o que nos diz o comentário do Missal Dominical:

“O Amor do Pai é tão absolutamente gratuito que dá vertigem. Quando encontramos nas pessoas com quem vivemos, algum reflexo de tal amor, sentimo-nos comovidos e abalados...

Toda Celebração Eucarística, comparada com nossa vida, é uma verificação da sinceridade com que reconhecemos a gratuidade do Amor do Pai e o transferimos ao nosso próximo”. (1)

Vertigem? Assim define o Aurélio sobre a "vertigem": sensação de instabilidade causada pela perda do equilíbrio;  sensação de desfalecimento;  perturbação, desvario;  perda momentânea do controle sobre si próprio.

Assim é a lógica do Amor de Deus ultrapassa a lógica humana, que muitas vezes se pauta por mesquinha medida, quando muito no amor aos amigos.

Deus faz chover sobre todos: bons e maus, ricos e pobres, Sua Misericórdia permite que “o joio e o trigo” cresçam ao mesmo tempo, no mesmo lugar.  

Como é próprio do Amor não se enganar, Ele no final dos tempos é quem nos julgará e para junto de Si levará quem bem quiser, quem ao Seu amor soube corresponder e no mundo o bem soube amar.

Nossa identificação com Ele é diretamente proporcional ao quanto amamos, não somente aos queridos e bons amigos, mas aos inimigos. Aqui a verdadeira grandeza, largueza, profundidade e intensidade do Amor de Deus.

Deus que jamais Se repete é sempre novidade porque amor. Deus sempre nos vê “com olhos novos”. Não só nos vê, mas nos convida a participação deste Seu olhar de Amor.

Amar como Deus ama é conservar em cada encontro com o outro a limpidez do olhar, sem preconceitos, sem limites. Quando olhamos com o olhar divino, nossos horizontes se alargam, mais ainda, se eternizam, porque não vemos mais com o olhar da cobiça, da mesmice, dos estreitos egoísmos, individualismos.

Verdadeiramente com o olhar divino os horizontes são intangíveis, e não desistimos de alcançá-los, pois o serão na exata medida do amor que se perpetua no definitivo encontro com Ele: céu.

O Amor de Deus é imperativo para que ele se renove até as circunstâncias mais difíceis. Deus não nos vê pelas aparências, mas na essência, ou seja, vê com um Coração que ama, incondicionalmente, o mais profundo de cada ser humano.

Amor assim causa vertigem porque nos desestabiliza, leva-nos a reencontrar com o verdadeiro Amor, para o mais desejável e perfeito equilíbrio que só encontra quem ama:

O amor é a força que nos equilibra em todos os momentos. Sem amor, tudo se desmorona, nada mais resta!

Só o amor nos põe em pé, nos aquece e ilumina o coração. Só o amor permite que “os cantos escuros” de nossos pensamentos e sentimentos  sejam divinamente iluminados, para que os mais belos e santos  propósitos sejam realizados.
 
(1) Missal Cotidiano - Editora Paulus - p. 909
PS: Apropriado para o primeiro sábado da Quaresma. 

Santifiquemos o nome do Senhor

                                                      


Santifiquemos o nome do Senhor

"Pai Nosso que estais nos céus, santificado seja o Vosso nome..."

Aprofundemos a oração do Senhor, o “Pai Nosso”, com o Tratado  de São Cipriano, bispo e mártir (séc. III), sobretudo quando dizemos “Santificado seja o Vosso nome”.

“Quanta indulgência do Senhor, quanta consideração por nós e quanta riqueza de bondade em querer que realizássemos nossa oração, na presença de Deus, chamando-o de Pai, e que, da mesma forma que Cristo é Filho de Deus, também nós recebamos o nome de filhos de Deus.

Nenhum de nós ousaria chamá-lo Pai na oração, se Ele próprio não nos permitisse orar assim. Irmãos diletíssimos, cumpre-nos ter sempre em mente e saber que, quando damos a Deus o nome de Pai, temos de agir como filhos: como a nossa alegria está em Deus Pai, também Ele encontre Sua alegria em nós.

Vivamos quais templos de Deus, para que se veja que em nós habita o Senhor. Não seja a nossa ação indigna do Espírito, pois se já começamos a ser espirituais e celestes, pensemos e façamos somente coisas celestes e espirituais, conforme disse o próprio Senhor Deus: Àqueles que me glorificam, Eu os glorificarei e àqueles que me desprezam, os desprezarei. Também o santo apóstolo escreveu em uma epístola: Não vos possuís, pois fostes comprados por alto preço. Glorificai e levai a Deus em vosso corpo.

Em seguida dizemos: Santificado seja o Vosso nome, não que desejemos ser Deus santificado por nossas orações, mas que peçamos ao Senhor seja Seu nome santificado em nós. Aliás, por quem seria Deus santificado, Ele que santifica? Mas já que disse: Sede santos porque Eu sou santo, pedimos e rogamos que nós, santificados pelo batismo perseveremos no que começamos a ser. Cada dia pedimos o mesmo. A santificação cotidiana é necessária para nós pois, cada dia, falhamos e temos de purificar nossos delitos por assídua santificação.

O apóstolo descreve qual seja a santificação que, pela condescendência de Deus, nos é dada: Nem fornicadores nem idólatras, adúlteros, nem efeminados, sodomitas, nem ladrões nem fraudulentos, nem ébrios, maldizentes, nem usurpadores alcançarão o reino de Deus. Na verdade fostes tudo isto, mas fostes lavados, fostes justificados, santificados, em nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus.

Diz-nos santificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus. Oramos para que esta santificação permaneça em nós. Se o Senhor e nosso juiz advertiu aquele que curara e vivificara de não mais pecar, para que não lhe adviesse coisa pior, fazemos este pedido por contínuas orações, suplicamos dia e noite a fim de que, por sua proteção, nos seja guardada a santificação vivificante que procede da graça de Deus.” (1)

Seja nossa vida por pensamentos, palavra e ação a santificação do nome de Deus em todos os momentos.

Deste modo, não podemos rezar a oração que o Senhor nos ensinou de qualquer modo, sem a devida ressonância em nossa vida.

Seja a nossa oração acompanhada de gestos e compromissos concretos em favor de nossos irmãos, em relações mais fraternas, e tão somente assim poderemos a Deus chamar de Pai e o Seu nome santificar. Amém.


(1) Liturgia das Horas - Vol. III - Tempo comum - pág. 324-325

A mais bela Oração o Senhor nos ensinou

                                                             

A mais bela Oração o Senhor nos ensinou

Reflexão sobre o Tratado da Oração do Senhor, escrito peloo Bispo e Mártir São Cipriano (Séc. III), oportuno para que melhor rezemos e vivamos a Oração que o Senhor nos ensinou, o "Pai-Nosso".

“Antes do mais, o Doutor da paz e Mestre da unidade não quis que cada um orasse sozinho e em particular, como rezando para si só. De fato, não dizemos: Meu Pai que estais no céu; nem: Meu pão dai-me hoje.

Do mesmo modo, não se pede só para si o perdão da dívida de cada um ou que não caia em tentação e seja livre do mal, rogando cada um para si.

Nossa Oração é pública e universal e quando oramos não o fazemos para um só, mas para o povo todo, já que todo o povo forma uma só coisa.

O Deus da paz e Mestre da concórdia, que ensinou a unidade, quis que assim orássemos um por todos, como Ele em Si mesmo carregou a todos.

Os três jovens, lançados na fornalha ardente, observaram esta lei da Oração, harmoniosos na prece e concordes pela união dos espíritos.

A firmeza da Sagrada Escritura o declara e, narrando de que maneira eles oravam, apresenta-os como exemplo a ser imitado em nossas preces, a fim de nos tornarmos semelhantes a eles.

Então, diz ela, os três jovens, como por uma só boca, cantavam um hino e bendiziam a Deus. Falavam como se tivessem uma só boca e Cristo ainda não lhes havia ensinado a orar.

Por isto a Palavra foi favorável e eficaz para os orantes. De fato, a Oração pacífica, simples e espiritual, mereceu a graça do Senhor.

Do mesmo modo vemos orar os Apóstolos e os discípulos, depois da Ascensão do Senhor. Eram perseverantes, todos unânimes na Oração com as mulheres e Maria, a mãe de Jesus, e Seus irmãos.

Perseveravam unânimes na Oração, manifestando tanto pela persistência como pela concórdia de sua Oração, que Deus que os faz habitar unânimes na casa, só admite na eterna e divina casa aqueles cuja Oração é unânime.

De alcance prodigioso, irmãos diletíssimos, são os Mistérios da Oração dominical! Mistérios numerosos, profundos, enfeixados em poucas palavras, porém, ricas em força espiritual, encerrando tudo o que nos importa alcançar!

Rezai assim, diz Ele: Pai nosso, que estais nos céus

O homem novo, renascido e, por graça, restituído a seu Deus, diz, em primeiro lugar, Pai!, porque já começou a ser filho. Veio ao que era Seu e os Seus não O receberam. A todos aqueles que O receberam, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus, aqueles que creem em Seu nome. 

Quem, portanto, crê em Seu nome e se fez filho de Deus, deve começar por aqui, isto é, por dar graças e por confessar-se filho de Deus ao declarar ser Deus o seu Pai nos céus.” (1)

O “Pai-Nosso”, a Oração que o Senhor nos ensinou, e que em todas as Missas rezamos. 

Vejamos as diferentes opções de motivações proferidas pelo Sacerdote antes de rezá-lo:

- “Rezemos, com amor e confiança, a Oração que o Senhor Jesus nos ensinou: Pai nosso...”

- "Somos chamados filhos de Deus e realmente o somos, por isso, podemos rezar confiantesPai nosso..."

- “O Senhor nos comunicou o Seu Espírito. Com a confiança e a liberdade de filhos e filhas, digamos juntos: Pai nosso...”

- O banquete da Eucaristia é sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna. Unidos como irmãos e irmãs, rezamos, juntos, como o Senhor nos ensinou: Pai nosso..."

- “Guiados pelo Espírito de Jesus e iluminados pela Sabedoria do Evangelho, ousamos dizer: Pai nosso...”

- "Guiados pelo Espírito Santo, que ora em nós e por nós, elevemos as mãos ao Pai e rezemos juntos a oração que o próprio Jesus nos ensinou: Pai nosso..."

“Obedientes à Palavra do Salvador e formados por Seu divino ensinamento, ousamos dizer: Pai nosso...”

Como vemos, a Oração do "Pai-Nosso" é pública e universal, de modo que, ao rezá-la, aprofundamos nossa relação de comunhão com Deus e com o próximo.

Sendo assim, seja a nossa Oração a Deus elevada pacífica, simples e espiritual, bem como sejamos perseverantes na Oração como eram os Apóstolos (At 2,42-47).

Todas as motivações nos levam a rezar com a alma, com o coração, com a vida, em plena comunhão com o Espírito, na fidelidade ao que o Senhor Jesus nos ensinou, para a vontade do Pai, na terra e nos céus, realizar, em tudo e acima de tudo. Amém. 


(1) Liturgia das Horas - Vol. III - Tempo Comum - pp. 320-321

Em poucas palavras...

 



A indispensável proximidade

“Cultivemos relacionamentos! Numa era que privilegia a velocidade e a fragmentação, o ser humano ainda anseia por receber cuidado e reconhecimento de mentes atentas, palavras gentis e mãos capazes de ternura.

A cultura digital multiplica as conexões e oferece novas oportunidades de interação; contudo, o coração humano conserva uma necessidade irrevogável de proximidade genuína.

Convido a todos a valorizar lugares e momentos em que a presença física permanece crucial, como refeições compartilhadas, encontros da comunidade cristã, tempo dedicado aos solitários e ao serviço aos pobres.

Esses são sinais de uma humanidade que continua a crer que o corpo de cada pessoa é morada de Deus e templo do Espírito Santo.

É precisamente essa aliança entre glória e fragilidade que se torna o critério para avaliar os modelos antropológicos oferecidos pela cultura contemporânea.” (1)

 

(1) Encíclica Magnifica Humanitas (2026) – Papa Leão XIV – parágrafo n. 239

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