terça-feira, 11 de agosto de 2026

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Em poucas palavras... (Semana da Família)

                                           



O tempo não apaga amores verdadeiros

O tempo não apaga amores verdadeiros - assumem-se mutuamente rugas e cicatrizes: “De modo que eles já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, o homem não separe” (1)

(1)        cf. Mt 19,6; Mc 10,9


Em poucas palavras...

                                                    


Uma súplica pela paz!

“Ó Deus, que por Vosso Filho Unigênito quisestes dar com abundância a paz aos homens, concedei, por intercessão da sempre Virgem Maria, a desejada tranquilidade aos nossos tempos, para na paz formarmos uma só família e permanecermos sempre unidos no amor fraterno. Por N.S.J.C....”. Amém   (1)

 

 

(1) Oração do dia – Missa da Bem-Aventurada Virgem Maria, Rainha da Paz.

Catequista: coração para sempre seduzido e apaixonado pelo Senhor

                          


Catequista: coração para sempre seduzido e apaixonado pelo Senhor
 
Catequista, faça das palavras de Pedro, suas: “Senhor, a quem iremos? Só Tu tens Palavras de vida eterna e nós cremos e reconhecemos que és o Santo de Deus” (Jo 6,68-69).
 
De tal modo, ser catequista é:
 
- Tê-Lo encontrado, e por Ele sentido um eterno fascínio, que faz brilhar os olhos em todas as situações, sobretudo nas mais adversas;
 
- Ter gosto das coisas divinas, portanto, sede do bem, do  belo e da verdade;
 
- Ser consumido de paixão pelo Senhor não há discipulado, missão, profecia, evangelização;
 
- Ter a maturidade e abertura para constantes renúncias, vivendo na liberdade, no despojamento e na fidelidade;
 
- Renovar a coragem para carregar com fé a cruz cotidiana, no testemunho da vitória do Ressuscitado;
 
- Ter a consciência de que por mais que faça, e por melhor que o faça, deve reconhecer-se como inútil servo d’Ele;
 
- Alimentar-se e nutrir-se do Pão da Palavra  e da Eucaristia, para seguir  Senhor., e jamais cruzar os braços na construção de um mundo mais belo, fraterno e feliz, tão desenhado nas páginas do Gênesis ao Apocalipse;
 
- Quem crê que tão somente o Senhor é, de fato, o único Caminho que nos conduz a Deus, porque Se fez a Verdade que nos liberta; e Ele veio para que todos tenhamos vida plenamente (Jo 10,10);


- Tomar consciência de que como discípulo missionário, não pode se omitir no campo vasto e complicado da política, para que ela seja, de fato, expressão sublime de caridade na promoção do bem comum;
 
- Ter o coração transbordante de alegria por amar e servir o Senhor e à sua Igreja, como servidores do Reino, administradores dos Sagrados Mistérios que Ele mesmo nos confia (1Cor 4, 1-2);
 
- Renovar no Banquete da Eucaristia, compromissos com o Senhor e o Reino da vida, no aprofundamento da fé, para pôr em prática os Mandamentos da Sagrada Escritura, numa catequese permanente.


Ser catequista é enfim, saber que fez a melhor escolha, e não há melhor resposta: Somente Ele, Jesus,  tem Palavra de Vida Eterna, e poderá saborear as palavras do Livro do Cântico dos Cânticos, também fazendo suas estas palavras, numa expressiva declaração de amor ao Senhor Jesus:
 
“Águas torrenciais jamais apagarão o amor, nem rios poderão afogá-lo. Se alguém oferecesse todas as riquezas de sua casa para comprar o amor, seria tratado com desprezo.” (Ct 8,7). Amém.

Ser Catequista

                                                               


Ser Catequista

É ter um encontro pessoal com Cristo e senti-Lo junto de si como luz que aquece o coração e impulsiona o nosso viver ao encontro do irmão, com o desejo de deixá-Lo transparecer na singeleza de um sorriso, na troca de um olhar, num aperto de mão;

É sentir o coração arder pela Palavra e não se caber de contentamento ao transmiti-la às crianças, aos jovens e a tantos adultos que possam cruzar o seu caminho, transformando-a em uma fonte cristalina, que sacia os sedentos, numa transformação profunda de fé;

É dar testemunho de confiança no Amor de Deus revelado em Seu Filho Ressuscitado e presente na Eucaristia, que sustenta e  faz crescer a esperança de que é possível chegar a um mundo harmonioso, na fidelidade aos Seus ensinamentos;

É não perder de vista a vida missionária, comunicando luz em qualquer escuridão, entendendo que cada ser humano foi criado para vida plena e bela, num incessante exercício de Oração, confiança e esperança;

É viver a disponibilidade, acreditando que Deus não escolhe os instruídos, mas instrui e prepara os escolhidos;

É não ter medo e, assim como Maria que, na sua simplicidade, aceitou fazer parte dos Planos de Deus, trazendo ao mundo o Seu Filho, ter coragem e determinação de anunciar o Filho de Deus.

Celebraremos com a Igreja, o Dia do Catequista, e glorificaremos a Deus por todos os Catequistas que não medem esforços para anunciar o Evangelho, lembrando, de modo especial, aqueles que, tendo combatido o bom combate da fé, encontram-se na glória de Deus.

Em poucas Palavras... (Nossa Senhora)

                                     


Maria Santíssima que a Igreja nos ensina a crer

“Cremos que Maria Santíssima, que permaneceu sempre Virgem, tornou-se Mãe do Verbo Encarnado, nosso Deus e Salvador, Jesus Cristo; e que por motivo desta eleição singular, em consideração dos méritos de seu Filho, foi remida de modo mais sublime, e preservada imune de toda a mancha do pecado original; e que supera de longe todas as demais criaturas, pelo dom de uma graça insigne.

Associada por um vínculo estreito e indissolúvel aos mistérios da Encarnação e da Redenção, a Santíssima Virgem Maria, Imaculada, depois de terminar o curso de sua vida terrestre, foi elevada em corpo e alma à glória celestial; e, tornada semelhante a seu Filho, que ressuscitou dentre os mortos, participou antecipadamente da sorte de todos os justos.

Cremos que a Santíssima Mãe de Deus, nova Eva, Mãe da Igreja, continua no céu a desempenhar seu ofício materno, em relação aos membros de Cristo, cooperando para gerar e desenvolver a vida divina em cada uma das almas dos homens que foram remidos.” (1)

 

(1) Solene Profissão de fé na conclusão do «Ano da Fé» proclamado por ocasião do XIX centenário do martírio dos Apóstolos Pedro e Paulo em Roma – Papa São Paulo VI  – Praça de São Pedro -  30/06/1968 – parágrafos nn.14-15.

“Infância espiritual”: conquista da maturidade

                                                            

        “Infância espiritual”: conquista da maturidade 

“Em verdade vos digo, se não vos tornardes como crianças,
não entrareis no Reino dos Céus. Pois o que se humilhar
até fazer-se semelhante a uma destas crianças,
este será grande no Reino dos Céus’ (Mt 18,3)
 
Retomemos o Sermão do Papa São Leão Magno, e aprendamos a melhor forma de humildade que o Senhor nos ensina quando adorado pelos magos.
 
Os magos, guiados pela estrela, foram ver uma Criança, um Menino; uma frágil Criança silenciosa, guardada por Sua mãe, Maria. 

Viram Aquele que cresceria em tamanho, sabedoria e graça diante de Deus e que, com sinais e poder, inauguraria o Reino de Deus.
 
O maior sinal de Seu poder, ali era oferecido na forma de uma Criança, em extrema expressão de humildade, que sem nada dizer já estava ensinando aos magos e a toda humanidade.
 
Crescendo em fidelidade e obediência ao Pai, suportou com grande brandura as crueldades dos que se levantavam contra Ele, quanto mais nós temos que ser humildes e pacientes nas provações e dificuldades por que tenhamos que passar.
 
Também crescendo em sabedoria, nos ensinou que a sabedoria cristã não consiste nem na abundância de palavras, nem da habilidade para discutir, nem no desejo de louvor e de glória, mas na sincera e voluntária humildade, e por isto nos apresentou uma criança como o maior no Reino dos Céus, acenando para a desejável infância espiritual que devemos buscar permanentemente.
 
Urge que mantenhamos sempre a “infância espiritual”, expressa na humildade, na simplicidade, na confiança incondicional em Deus, na realização de Sua vontade, assim como o Senhor nos falou.
 
Ainda temos muito que aprender com Aquela Criança, que um dia foi posta numa humilde manjedoura, Seu primeiro altar, naquele singelo presépio, para que percebamos os sinais de Deus em nosso meio e d’Ele também sejamos sinal para o outro, pois tão somente assim viveremos a “infância espiritual” e alcançaremos a maturidade desejada e necessária.
 
 
Fonte inspiradora:  Mt 18,1-5.10.12-14; Lc 9,46-50; Mc 9,33-37; Mc 10,13-16

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