quarta-feira, 15 de julho de 2026

A fé ilumina nosso peregrinar

                                                     

A fé ilumina nosso peregrinar

Sejamos enriquecidos pelo Brevilóquio do Bispo São Boaventura (Séc. XIII), sobre o conhecimento de Jesus Cristo, que emana da compreensão de toda a Sagrada Escritura.

“A fonte da Sagrada Escritura não está na investigação humana, mas na divina revelação que brota do Pai das luzes, de quem toda paternidade no céu e na terra recebe o nome. 

Desse Pai, por Seu Filho Jesus Cristo, vem a nós o Espírito Santo e por este Espírito Santo, que reparte e distribui os dons a quem quer, é-nos dada a fé: pela fé Cristo habita em nossos corações. Ela é o conhecimento de Jesus Cristo, donde Se origina a firmeza e a compreensão de toda a Sagrada Escritura.

Por conseguinte, é impossível a alguém propor-se conhecer a Sagrada Escritura antes de receber a fé em Cristo em si, infundida como lâmpada, porta e mesmo fundamento de toda ela.

Enquanto estamos peregrinando longe do Senhor, a fé é o fundamento que sustenta, a lâmpada que orienta, a porta que introduz a todas as iluminações espirituais. Além do que nos é necessário medir pela medida da fé até mesmo a sabedoria que nos é dada por Deus, a fim de não saber mais do que convém, mas com sobriedade e cada um conforme a medida da fé a ele concedida por Deus.

Não é um resultado ou um fruto qualquer o benefício da Sagrada Escritura, em que estão as Palavras de vida eterna. Ela foi escrita não apenas para que crêssemos, mas para que possuíssemos a vida eterna, onde veremos, amaremos e teremos satisfeitos todos os nossos desejos.

Sendo assim, aprenderemos verdadeiramente a incomparável ciência da caridade e seremos repletos de toda a plenitude de Deus. Nesta plenitude, esforça-se a Sagrada Escritura por introduzir-nos segundo a verdade da citada afirmação apostólica. Com este fim e nesta intenção deve-se perscrutar, ensinar e também ouvir a Sagrada Escritura.

Para alcançarmos esse fruto e meta, avançando pelo reto caminho das Escrituras, cumpre começar do princípio. É necessário que nos aproximemos do Pai das luzes com fé pura, dobrando os joelhos do coração para que, por Seu Filho, no Espírito Santo, nos conceda o verdadeiro conhecimento de Jesus Cristo e, com o conhecimento, também o Seu amor.

Conhecendo-O, então, e amando-O, firmes na fé e arraigados na caridade, poderemos entender a largura, a extensão, a altura e a profundidade da Sagrada Escritura e por esta ciência chegar àquele intensíssimo conhecimento e desmedido amor da Santíssima Trindade. A ela atendem os desejos dos santos e nela se encontra a plenitude de toda a verdade e de todo o bem”.

Peregrinamos longe do Senhor e com Ele tão perto, ainda que não O vejamos. E para que este peregrinar nos conduza ao encontro desejado, precisamos da luz da  Sagrada Escritura.

No entanto, é preciso reler a Sagrada Escritura com o olhar de fé que se firma, quando olhos fixos no Senhor, e assim somos n’Ele enraizados na plena e verdadeira caridade.

Sejamos fortalecidos no testemunhar de nossa fé, iluminados pela Palavra, dando razão de nossa esperança e vivendo o Mandamento do Amor que Nosso Senhor nos deixou: amor a Deus e ao próximo, inseparavelmente.

Não basta o conhecimento da Palavra, é preciso colocá-la em prática, traduzi-la em pequenos e grandes gestos de compromisso com a Boa-Nova do Reino por Jesus inaugurado.

Bálsamo para as feridas de nossa alma

                                                                

Bálsamo para as feridas de nossa alma

Como afirmou o Papa Francisco, na Encíclica 'Laudato Si', o Universo desenvolve-se em Deus, que o preenche completamente.

Deste modo, temos um mistério a contemplar seja numa folha, numa vereda, no orvalho, no rosto do pobre.

O Papa ressalta que o ideal não é só passar da exterioridade à interioridade para descobrir a ação de Deus na alma, mas também chegar a encontrá-Lo em todas as coisas, como ensinava São Boaventura: 

A contemplação é tanto mais elevada quanto mais o homem sente em si mesmo o efeito da graça divina ou quanto mais sabe reconhecer Deus nas outras criaturas”.

Na nota deste parágrafo, cita um mestre espiritual, Ali Al-Khawwas, que, partindo da sua própria experiência, assinalava a necessidade de não separar demasiado as criaturas do mundo e a experiência de Deus na interioridade:

“Não é preciso criticar preconceituosamente aqueles que procuram o êxtase na música ou na poesia. Há um ‘segredo’ sutil em cada um dos movimentos e dos sons deste mundo. Os iniciados chegam a captar o que dizem o vento que sopra, as árvores que se curvam, a água que corre, as moscas que zunem, as portas que rangem, o canto dos pássaros, o dedilhar de cordas, o silvo da flauta, o suspiro dos enfermos, o gemido dos aflitos…” (2)

Sejamos revigorados e iluminados pela Sagrada Escritura, para rever nossas posturas diante da existência, rever nossos critérios, valores e princípios, que muitas vezes clamam por conversão, colocando a vida em primeiro plano, acima do lucro, da ambição, do egoísmo com consequências conhecidas e que maculam a história.

Bebamos da fonte da Tradição da Igreja, como nos falou São João da Cruz:

“As montanhas têm cumes, são altas, imponentes, belas, graciosas, floridas e perfumadas. Como estas montanhas, é o meu Amado para mim. Os vales solitários são tranquilos, amenos, frescos, sombreados, ricos de doces águas. Pela variedade das suas árvores e pelo canto suave das aves, oferecem grande divertimento e encanto aos sentidos e, na sua solidão e silêncio, dão refrigério e repouso: como estes vales, é o meu Amado para mim”. (3)

Nestes tempos difíceis por que passamos, com acontecimentos que vitimam tantas pessoas, até mesmo com a morte, destruição da vida em todos os sentidos (vidas humanas e da terra), o planeta em que habitamos, nossa casa comum, recorramos à música ou à poesia, como bálsamo para alívio de nossas dores. Através delas e de outros meios, redescubramos o reencantamento pela vida, revigoramento de nossas forças, para irrenunciáveis compromissos em sua defesa.

(1)         - Encíclica Laudato Si’– Papa Francisco – 2015 – n.233
(2)        -  Nota citado pelo Papa Francisco na Encíclica Laudato Si’ – n.233 –
Eva De Vitray-Meyerovitch (ed.), Anthologie du soufisme (Paris 1978), 200. –
(3)        Citado na Laudato Si’  - n.234.

Uma Oração que eleva pensamentos e refrigera a nossa alma!

                                                           


Uma Oração que eleva pensamentos e refrigera a nossa alma!

Com a Oração do Bispo São Boaventura (séc. XIII) somos agraciados por uma leve Brisa Divina, numa suave expressão do sopro do Espírito.

“Ó inefável beleza do Deus altíssimo e puríssimo esplendor da Luz eterna, Vida que vivifica toda vida, Luz que ilumina toda luz, e conserva em perpétuo esplendor a multidão dos astros, que desde a primeira aurora resplandecem do trono da Vossa divindade.

Ó eterno e inacessível, brilhante e suave manancial daquela Fonte oculta aos olhos de todos os mortais! Sois profundidade infinita, altura sem limite, amplidão sem medida, pureza sem mancha! De Ti procede o rio que vem trazer alegria à cidade de Deus,

Para que entre vozes de júbilo e contentamento possamos cantar hinos de louvor ao Vosso nome, sabendo, por experiência que em Vós está a Fonte da vida, e em Vossa Luz contemplamos a luz”.

Contemplemos o Sagrado Coração de Jesus, e n’Ele o Mistério do Amor de Deus por nós, do qual jorra uma torrente que tudo depura e arrasta, e assim teremos elevados nossos  pensamentos e nossa alma refrigerada, com este sopro que vem do Espírito.

Reflitamos:

- O que a oração, de São Boaventura nos desperta?
- O que significa o Amor de Deus em minha vida?

- Qual a profundidade e intensidade do Amor de Deus que sinto em minha vida?
- Como percebem em mim a presença do Amor vital de Deus?

- Tenho correspondido e agradecido o Amor de Deus por mim?
- Com que palavras posso agradecer o Amor de Deus por mim?

Supliquemos a Deus para que Seu inefável Amor, continue sendo derramado em nosso favor, e façamos silêncio diante da Palavra de todas as Palavras  e digamos depois:

Deus como Te amo!
E por mais que Te ame
É nada, absolutamente nada,
Diante do Teu amor, mas Te amo!
E quero amar, a cada dia,  cada vez mais. Amém.

Acorramos à Divina Fonte (SCJ)

                                                                

Acorramos à Divina Fonte

Reflexão à luz de um trecho das Obras do Bispo São Boaventura (Séc. XIII), em que ele nos apresenta Jesus como a fonte de vida para a humanidade:

Considera, ó homem redimido, quem é Aquele que por tua causa está pregado na Cruz, qual a Sua dignidade e grandeza.

A Sua morte dá a vida aos mortos; por Sua morte choram o céu e a terra, e fendem-se até as pedras mais duras.

Para que, do lado de Cristo morto na Cruz, se formasse a Igreja e se cumprisse a Escritura que diz:

‘Olharão para Aquele que transpassaram’ (Jo 19,37), a divina Providência permitiu que um dos soldados lhe abrisse com a lança o sagrado lado, de onde jorraram Sangue e Água.

Este é o preço da nossa salvação. Saído d'Aquela fonte divina, isto é, no íntimo do Seu Coração, iria dar aos Sacramentos da Igreja o poder de conferir a vida da graça, tornando-se para os que já vivem em Cristo Bebida da fonte viva que jorra para a vida eterna (Jo 4,14).

 Levanta-te, pois, tu que amas a Cristo, sê como a pomba que faz o seu ninho na borda do rochedo (Jr 48,28), e aí, como o pássaro que encontrou sua morada (cf. Sl 83,4), não cesses de estar vigilante; aí esconde como a andorinha os filhos nascidos do casto amor; aí aproxima teus lábios para beber a água das fontes do Salvador (cf. Is 12,3).

Pois esta é a fonte que brota no meio do paraíso e, dividida em quatro rios (cf. Gn 2,10), se derrama nos corações dos fiéis para irrigar e fecundar a terra inteira.

Acorre com vivo desejo a esta fonte de vida e de luz, quem quer que sejas, ó alma consagrada a Deus, e exclama com todas as forças do teu coração:

‘Ó inefável beleza do Deus altíssimo e puríssimo esplendor da luz eterna, vida que vivifica toda vida, luz que ilumina toda luz e conserva em perpétuo esplendor a multidão dos astros, que desde a primeira aurora resplandecem diante do trono da Vossa divindade. 

Ó eterno e inacessível, brilhante e suave manancial d'Aquela fonte oculta aos olhos de todos os mortais! Sois profundidade infinita, altura sem limite, amplidão sem medida, pureza sem mancha!’

De Ti procede o rio que vem trazer alegria à cidade de Deus (Sl 45,5), para que entre vozes de júbilo e contentamento (cf. Sl 41,5) possamos cantar hinos de louvor ao Vosso nome, sabendo por experiência que em Vós está a fonte da vida, e em Vossa luz contemplamos a luz (Sl 35,10).” (1)

Nesta Divina Fonte de Amor, bebemos da água cristalina do Amor:

- Que jamais termina, mesmo quando parece terminar nossas forças para trilhar o caminho da fé;

- Para que a secura de nossa alma, por vezes experimentada, seja novamente “hidratada”, e assim possamos avançar no horizonte da esperança que se dilata, amplia, redimensiona;

- Ao participamos do Altar em que Ele Se faz verdadeiramente Comida e Bebida para nos revigorar, e o Mandamento Maior que nos ordenou, ao mundo anunciar, testemunhar.

A esta Divina Fonte de Amor acorramos sem demora, de tal modo que,  fome e sede jamais teremos; senão a sede e fome de justiça, de ver acontecer um novo céu e uma nova terra, porque discípulos missionários do Senhor, que esta sede, no Sermão da Montanha, proclamou: “Bem-Aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados” (Mt 5, 6).

À esta Divina Fonte sempre acorramos, sem demora, porque tão apenas n’Ela encontramos a Fonte inesgotável e indizível de Amor. 


(1) Liturgia das Horas - Vol. III - Tempo Comum - p. 571-572

“Peregrinos longe do Senhor...”

                                                  

“Peregrinos longe do Senhor...”

“... enquanto peregrinamos em meio às coisas deste
mundo passageiro, aspiremos à imortalidade celeste...”

Sejamos enriquecidos pela reflexão do Bispo São Boaventura (séc. XIII).

“Enquanto estamos peregrinando longe do Senhor, a fé é o fundamento que sustenta, a lâmpada que orienta, a porta que introduz a todas as iluminações espirituais... é necessário que nos aproximemos do Pai das luzes com fé pura, dobrando os joelhos do coração, para que, por Seu Filho, no Espírito Santo, nos conceda o verdadeiro conhecimento de Jesus Cristo e, com o conhecimento, também o Seu Amor”.

Reflitamos:

“Enquanto estamos peregrinando longe do Senhor...” Nisto consiste o existir, o ato de viver, mas não viver tão apenas por viver. O tempo presente é o peregrinar.

A fé é o fundamento que sustenta...”
Como peregrinar sem fundamentos, sem princípios, sem âncoras? Como sustentar o existir, para que não seja um mero existir, sem perspectivas, horizontes, anseios, sonhos, projetos?

 “... a lâmpada que orienta...
É a fé que nos mostra por onde andar em meio à escuridão, na penumbra. Bem disse o Senhor: “quem me segue não caminhará nas trevas, mas terá a luz da vida” (Jo 8,12). N’Ele crendo, iluminados e iluminadores o somos...

“... a porta que introduz a todas as iluminações espirituais...”
Quem suportaria a escuridão pior, a escuridão da alma? Quais compromissos se renovariam e se multiplicariam de um coração ou alma na escuridão? Nenhum. Tudo o que fizermos seja porque por Ele iluminados, para o mundo iluminar.

“... dobrando os joelhos do coração, para que, por Seu Filho, no Espírito Santo, nos conceda o verdadeiro conhecimento de Jesus Cristo e, com o conhecimento, também o Seu Amor”.

A fé e o dobrar dos joelhos do coração nos alcançam o perfeito e verdadeiro conhecimento, e o essencial, o amor. Conhecimento e amor alcançados que só se renovam na perfeita busca, na perfeita prática. 

É próprio do Amor de Deus querer nosso crescimento e sustentar a nossa fé para que cresçamos no amor. E, assim ancorados pela fé e enraizados na caridade a nossa esperança vai se materializando...

Urge, portanto, traduzir a nossa fé, visibilizando-a em compromissos irrenunciáveis: a fé como experiência pessoal e sua manifestação comunitária e social.

Oremos

“Concedei-nos que, enquanto peregrinamos em meio às coisas deste mundo passageiro, aspiremos à imortalidade celeste, e que, pela fé, esperança e caridade, saboreemos desde já as alegrias do Vosso Reino.”

“Livrai-nos, Senhor, do delírio de onipotência”

 


“Livrai-nos, Senhor, do delírio de onipotência”

Ultrapassar os limites da condição humana é a grande tentação que vem desde o Éden, o grande pecado de nossos pais, que herdamos e que, como possibilidade, todos também o temos.

De fato, quantas vezes:

- Coloca-se de lado o Projeto d’Aquele que nos criou, para se seguir os próprios caprichos e astúcias, dando ouvido e asas aos desejos nem sempre pronunciáveis e desejáveis;

- A ilusão toma conta de nosso coração, com pretensa promessa de realização pessoal e solidificação da felicidade plena;

- O delírio de onipotência cega a humanidade, fazendo suas vítimas (holocaustos, promoção da miséria, guerras, discriminações, exclusões), vilipendiando a dignidade e sacralidade da existência humana.

Delírio de onipotência! Crudelíssimo delírio que nos afasta da Verdadeira Onipotência: Deus. Afastamento que traz consigo consequências nefastas, e mais que indesejáveis, numa palavra: deploráveis.

Maria também travou uma luta interior contra o mal. Teve de ultrapassar as mesmas dificuldades e tentações na realização do plano de Salvação de Deus para a humanidade; e foi concebida sem a mancha do pecado, da desobediência, da infidelidade, a Imaculada Conceição.

Maria tão humana, inteiramente sim para Deus e para a vontade divina.

Que nossa devoção consista em imitá-la em tamanha fidelidade, somente assim, estaremos libertos do terrível delírio de onipotência e de suas marcas de pecado. 

Com o Nascimento do Redentor, visibilizou-se e visibiliza a Onipotência da Misericórdia Divina.

Quanto mais nos abrirmos para a Divina Onipotência, mais libertos seremos do desejo de onipotência, que, paradoxalmente, nos fragiliza. 

Reflitamos:

- Quem melhor do que Maria, que lutou corajosamente contra a serpente e o mal, para nos ensinar a tornar a desejada libertação um fato em nossa vida?

Oremos:

Livrai-nos, Senhor, do delírio de onipotência, que nos cega, nos faz prisioneiros de nós mesmos, de nossos interesses, desejos, cobiça, presunção, petulância.

Livrai-nos, Senhor, do delírio de onipotência, que rompe os laços sagrados da fraternidade.

Livrai-nos, Senhor, do delírio de onipotência, que nos afasta de Vós, que Se faz e quer fazer-Se tão próximo e íntimo a nós.

Livrai-nos, Senhor, de todo delírio de onipotência; Vos pedimos com o coração contrito e confiante em Vossa misericórdia. 

Livrai-nos, Senhor, de todo delírio de onipotência, para que tomemos consciência de que quando somos fracos, com a Vossa graça, é que nos tornamos fortes.

Livrai-nos Senhor, de todo delírio de onipotência, para jamais prescindirmos de Vossa presença, peregrinando na esperança de novos céus e nova Terra.

Livrai-nos, Senhor de todo delírio de onipotência, para que jamais façamos verter lágrimas de tristeza e decepção dos divinos olhos do Vosso Filho.

Livrai-nos Senhor, de todo delírio de onipotência, para que a nossa a vida de pequeninos do Vosso rebanho, leve Vosso Filho cantar louvores a Vós. Amém.

 

 

PS: Is 10,5-7.13-16; Sl 137,6; Mt 11, 25-27.

Dez compromissos ao usar o escapulário de Nossa Senhora do Carmo

                                                   

Dez compromissos ao usar o 

escapulário de Nossa Senhora do Carmo

1 - É preciso colocar Deus em primeiro lugar em nossa vida e buscar sempre realizar a vontade d’Ele - amá-Lo sobre todas as coisas;

2 - Escutar a Palavra de Deus na Bíblia multiplicando momentos de oração, sobretudo através da Leitura Orante;

3 - Colocar em prática a Palavra de Deus na vida;

4 -  Aprofundar a comunhão com Deus por meio da oração, que é um diálogo íntimo que temos com Aquele que tanto nos ama;

5 - Viver a compaixão e proximidade com o próximo, sobretudo os que mais sofrem. solidarizando-se com ele em suas necessidades, procurando juntos a superação;

6 - Participar, com frequência, dos sacramentos da Igreja, da Eucaristia e da Confissão, para poder aprofundar o mistério de Cristo na própria vida;

7 - Viver uma autêntica devoção à Nossa Senhora na superação de um estéreo Devocionismo;

8 - Esforço em colocar em prática as virtudes e ensinamentos de Nossa Senhora;

9 - Como peregrino da esperança, contar com a presença de Nossa Senhora em todos os momentos;

10 - Não reduzir seu uso a simples modismo e tão pouco usá-lo como adorno/enfeite.

Oremos:

“Ó Senhora do Carmo, revestido de vosso escapulário, 
eu vos peço que ele seja para mim 
sinal de vossa maternal proteção, em todas as necessidades, 
nos perigos e nas aflições da vida. 

Acompanhai-me com vossa intercessão, 
para que eu possa crescer na Fé, Esperança e Caridade, 
seguindo a Jesus e praticando Sua Palavra. 

Ajudai-me, ó mãe querida, para que, 
levando com devoção vosso santo Escapulário, 
mereça a felicidade de morrer piedosamente com ele, 
na graça de Deus, e assim, alcançar a vida eterna. Amém.” (1)

 

(1) Católico Orante

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