segunda-feira, 30 de março de 2026

“Ó bem-aventurado São Brás”

 


“Ó bem-aventurado São Brás”

“Ó bem-aventurado São Brás, que recebeste de Deus o poder de proteger os homens contra as doenças da garganta e outros males, afastai de mim a doença que me aflige.

(Faça seu pedido)

Conservai a minha garganta sã e perfeita para que eu possa falar corretamente e assim proclamar e cantar os louvores de Deus.

Com a graça de Deus e com a Vossa ajuda, prometo esforçar-me, ó glorioso Mártir São Brás, para que a fala que sair da minha garganta seja sempre:

De verdade e não de mentira;
De justiça e não de calúnia;
De bondade e não de aspereza;
De compreensão e não de intransigência;

De perdão e não de condenação;
De desculpa e não de acusação;
De respeito e não de desacato;
De conciliação e não de intriga;

De calma e não de irritação;
De desapego e não de egoísmo;
De edificação e não de escândalo;
De ânimo e não de derrotismo;

De conformidade e não de lamúrias;
De amor e não de ódio;
De alegria e não de tristeza;
De fé e não de descrença;
De esperança e não de desespero.

São Brás intercedei diante de Deus por mim, por minha família e por todos os que sofrem dos males da garganta. Que por nossas palavras possamos bendizer a Deus e cantar os seus louvores.

São Brás, rogai por nós! (3 x)

Ó Deus, por intercessão de São Brás bispo e mártir, nos livre dos males da garganta e de toda e qualquer doença. Amém.” (1)

 

(1)   Autor desconhecido

 

Minhas reflexões no Youtube

 
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Em poucas palavras... (Semana Santa)

 


 

Com o Senhor no “inverno” de Seu Calvário

“Só a Cruz importava; ensinamentos, milagres, cumprimento de profecias – tudo isso estava subordinado à Sua Missão na Terra: ser como grão de trigo que passaria pelo inverno de um Calvário e então se tornaria o Pão da Vida.

Mais tarde, São Paulo retomou o tema da semente que morreu para viver e o descreveu aos coríntios (2 Cor 5,15-16).” (1)

 

(1)Vida de Cristo – Fulton J. Sheen – Editora Molokai – 2024 – p.613

 

“O festim do triste adeus”

                                                      

“O festim do triste adeus”

Ouvimos na segunda-feira da Semana Santa, a passagem do Evangelho de João (Jo 12,1-11), em que Jesus seis dias antes da Páscoa foi a Betânia, onde morava Lázaro, aquele a quem havia ressuscitado dos mortos.

A passagem que retrata o festim do triste adeus de Jesus aos amigos antes de Sua Morte, apresenta-nos cinco personagens que nos convidam a reflexão, sobretudo nesta Semana Santa, a Semana Maior.

A primeira é Maria, que tomando quase meio litro de perfume de nardo puro e muito caro, ungiu os pés de Jesus e os enxugou com seus cabelos. O Evangelista diz que a casa inteira ficou cheia do perfume do bálsamo.

Maria exalta e presta sua homenagem, numa atitude de generosidade que brota de seu coração sensível e amoroso.

Como quê, há uma prefiguração da instituição da Eucaristia em que o Senhor lavará os pés dos discípulos, e ainda mais, o sepultamento que em breve haveria de acontecer.

O segundo é Judas, que numa atitude de mesquinhez desdenha o gesto de Maria, revelando-se um mentiroso, com a insinuação de que seria melhor socorrer os pobres com aquele valor, mas na verdade seria para roubar o valor possivelmente oferecido. No entanto, o esbanjamento deplorado por Judas é aprovado por Jesus.

O terceiro personagem são os chefes dos sacerdotes que se revelam intolerantes com Jesus, e queriam matar não somente Jesus, mas também Lázaro.

O quarto personagem é o próprio Lázaro que por causa de seu testemunho, muitos deixavam os judeus e acreditavam em Jesus.

O último é o próprio Jesus, o Servo Sofredor que contemplamos na primeira Leitura proclamada do Profeta Isaías (Is 42,1-7).

Participemos deste festim e vejamos com quem nos identificamos:

- Com a generosidade de Maria que oferece o melhor que tem para o amigo Jesus?

- Com Judas, que pauta a vida pelos interesses mesquinhos, apropriando-se até mesmo do que não lhe pertence?

- Com os chefes dos sacerdotes que queriam matar Jesus, em absoluto fechamento e rejeição a Sua Pessoa e Boa Notícia?

- Com Lázaro, o ressuscitado que mais do que um amigo, uma corajosa testemunha de Jesus Cristo, que tem poder sobre a vida e a morte?

- E de que modo nos configuramos a Jesus Cristo, o Servo Sofredor, que na fidelidade ao Plano de amor do Pai, foi fiel até o fim, mesmo sacrificando a própria vida, no Mistério de Sua Paixão e Morte na Cruz, mas por Deus Ressuscitado?

Oremos:

“Concedei, ó Deus, ao vosso povo que desfalece por sua fraqueza, recobrar novo alento pela paixão do vosso Filho. Por N. S. J. C., na unidade do Espírito Santo. Amém.”

Em poucas palavras...

 


Adoremos o Inocente e Santíssimo

Esvaziando-Se de tudo, de toda Sua condição divina, Jesus Cristo morreu na Morte infame da Cruz, mas o Pai O exaltou, O glorificou, dando ao Amor a última palavra e a promessa da eternidade para todos que n’Ele crerem:

“Inocente, Jesus quis sofrer pelos pecadores. Santíssimo, quis ser condenado a morrer pelos criminosos. Sua morte apagou nossos pecados e Sua Ressurreição nos trouxe vida nova”. (1)

 

(1)Prefácio da Missa Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor

 

Em poucas palavras...

 


“Seja feita a tua vontade!”

“Pai, se este cálice não pode passar sem que eu o beba, seja feita a tua vontade!” (1)

“Repito sempre: Senhor, faça-se a Tua vontade (Mt 26,42); não o que quer este ou aquele, mas o que Tu queres.

Esta é a minha torre, minha pedra imóvel; este, o meu báculo firme.

Se Deus quer isto, faça-se. Se quiser que permaneça aqui, agradecerei. Onde quer que me queira, darei graças.” (2)

 

 

(1)Mt 26,42 – Antífona da Comunhão da Missa do Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor

(2)               Homilia do Bispo São João Crisóstomo (séc. IV)

Em poucas palavras...

                                                         


“Inclinai o vosso ouvido para mim”

 

“De mim não oculteis a Vossa face,
No dia em que estou angustiado!
Inclinai o Vosso ouvido para mim,
Ao invocar-Vos, atendei-me sem demora!
 

 

Fonte: Antífona da Missa da Segunda-feira da Semana Santa – (Sl 101,3) - Missal Romano – pág. 227

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