sábado, 24 de outubro de 2026

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Amor a Deus e ao próximo, dois Amores inseparáveis (XXXDTCA)

                                                  

Amor a Deus e ao próximo, dois Amores inseparáveis

O Mandamento do Amor é a essência da vida cristã

Com a Liturgia do 30º Domingo do Tempo Comum (ano A) refletimos sobre a inseparabilidade do amor a Deus e ao próximo, que são os maiores Mandamentos da Lei Divina.

Amor que está no centro da experiência cristã, pois Deus espera que cada coração humano esteja submergido no Seu Amor.  

É preciso a imersão no Amor de Deus para transbordar, comunicar o amor ao próximo: eis o sentido do existir e do ser cristão em todo tempo.

A passagem da primeira Leitura (Ex 22,20-26) nos remete ao “Código da Aliança” que se trata de um conjunto de prescrições, soluções, disposições justas, sãs e sólidas que norteiam, orientam a conduta humana nas mais diversas situações.

Esta passagem é como um extrato deste Código: a defesa do pobre e da viúva (desprotegidos); a acolhida do estrangeiro (desenraizado); a defesa do pobre (carente e em extrema necessidade).

Somente a defesa destes é que manterá viva a Aliança de Deus com a humanidade. 

A dura experiência vivida no exílio leva ao aprendizado e a compromissos renovados, para que a vida e a liberdade sejam resplandecentes em cada amanhecer, de modo que é preciso ver no rosto do pobre, do órfão, da viúva e do estrangeiro o rosto de Deus.

Reflitamos:

- Onde estão os pobres em nossas comunidades?
- Como os amamos e os defendemos?
- Quais os espaços que ocupam em nossas preocupações, organizações e pastorais?
- Como não compactuar com situações que favoreçam o roubo da vida e da dignidade dos pobres?

Na passagem da segunda Leitura (1Ts 1,5c-10), voltamos a refletir sobre a comunidade de Tessalônica: uma comunidade entusiasta e exemplar, pela fé ativa, caridade esforçada e de firmeza na esperança. 

A comunidade é convidada a dar mais um passo, ou seja, manter a alegria apesar dos sofrimentos, das dificuldades, das perseguições, pois este é necessariamente e inevitavelmente o dinamismo do Evangelho.

A alegria e o sofrimento fazem parte do dinamismo da missão evangelizadora, de modo que na obscuridade, o Evangelho é luz. Na secura, Água Cristalina. Na fome de amor e vida, o Pão. Em situações de opressão, a Palavra que liberta...

A comunidade de Tessalônica, apesar de toda dificuldade, não é uma ilha. Confiando em Deus ela se tornou a semente de fé e de amor que gerou frutos em outras comunidades. 

De fato não somos uma ilha, pois a fé nos faz uma só Igreja: missionária, misericórdia, viva e solidária.

Na passagem do Evangelho (Mt 22,34-40), mais uma vez, Jesus enfrenta os líderes religiosos de Seu tempo. 

Após as questões polêmicas do tributo a César e da Ressurreição (não acreditada pelos Saduceus), Jesus é interrogado sobre qual é o maior Mandamento.

Consideremos que os fariseus conservavam 613 mandamentos (sendo 365 proibições e 248 prescrições). Um verdadeiro emaranhado de preceitos e prescrições. 

Evidentemente, os pobres estavam impossibilitados deste conhecimento, e por eles eram considerados impuros e distantes de Deus.

A resposta de Jesus unifica e equipara os dois Mandamentos: “’Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda tua alma e de todo o teu entendimento!’ Esse é o maior Mandamento. O segundo é semelhante a esse: ‘Amarás ao teu próximo como a ti mesmo’”. 

Com isto podemos afirmar que toda revelação de Deus se resume no amor: amor a Deus e ao próximo. A Lei e os Profetas são apenas comentários, desdobramentos destes dois Mandamentos.

O Mandamento do Amor é o resumo de toda Lei, pois a vida cristã consistirá em amar como Jesus ama ao Pai, com Seu Espírito – o Amor Trinitário. 

Tudo que Deus faz é simplesmente por amor, e esta é essencialmente a marca de Seu agir. Assim, tudo quanto fizermos, tanto os gestos mais grandiosos de fidelidade quanto os menores, se ausente o amor, perdem a sua beleza e consistência.

Na verdade, os dois Mandamentos são o resumo de toda a Bíblia: que a vontade de Deus seja feita, numa entrega cotidiana de amor em favor do Reino, fazendo da vida um dom total de si mesmo, como Jesus o fez - o Missionário amado pelo Pai, na força do Espírito, o Amor que nos acompanha em todo momento.

Amando a Deus escutaremos Sua palavra e haveremos de nos empenhar no cumprir da vontade divina. No amor aos irmãos haveremos de nos solidarizar com todos os que encontrarmos pelo caminho. O amor, a solidariedade, o serviço, a partilha, o dom da vida em favor do outro nos fazem adoradores de Deus, em espírito e verdade.

Na vivência do Amor a Deus e ao próximo Jesus fez cair as máscaras da hipocrisia de Seus opositores, que conhecedores da Lei, do Mandamento divino, mas tão apenas conhecedores, pois não os colocavam em prática, como Ele o fez em relação aos pequeninos, aos pobres, aos enfermos, aos marginalizados. 

Bem sabemos que este Amor que ama até o fim incomodou aqueles bem estabelecidos, porque com os preferidos de Deus jamais comprometidos.

Concluo com a afirmação do Missal Dominical:

“O Mistério de Cristo, no seu todo, é vivido na Igreja, no conjunto de seus membros em todos os séculos.

O contemplativo serve aos homens servindo a Deus; o ativo serve a Deus servindo aos homens...

O Santo Cura D’Ars suspirava por um convento e pela solidão, enquanto se dedicava inteiramente aos homens; e os conventos deram à Igreja grandes Papas, Bispos, Reformadores e Missionários, que passaram da contemplação e da solidão à ação mais perseverante e ininterrupta”. (1)


(1) Missal Dominical - Editora Paulus - p. 841

Alma vivente, Espírito Vivificante

                                        


Alma vivente, Espírito Vivificante

Sobre o Verbo que Se fez Carne, a Sabedoria de Deus presente na história da humanidade, o Bispo São Pedro Crisólogo (séc. V) nos enriquece com seu Sermão. 

“O santo Apóstolo refere que dois homens deram início ao gênero humano: Adão e Cristo. Dois homens, iguais quanto ao corpo, mas desiguais no valor. Com toda a verdade, inteiramente semelhantes na compleição física, mas, sem dúvida, diferentes por seu princípio. O primeiro homem, Adão, foi feito alma vivente; o último Adão, espírito vivificante (1Cor 15,45).

O primeiro foi feito pelo último, de quem também recebeu a alma para poder viver. É ele figura de Seu criador, que não espera de outro a vida, mas só Ele a concede a todos. Aquele de limo vil é plasmado; este vem do precioso seio da Virgem. Naquele a terra se muda em carne; neste a carne é promovida a Deus.

E que mais? É este o Adão que naquele primeiro pôs Sua imagem ao criá-lo, e d'Ele recebeu não só a personalidade, mas ainda o nome para que, tendo-o feito para Sua imagem, não viesse a perecer.

Primeiro Adão, último Adão. O primeiro tem começo, o último não conhece fim. Porque o último é na realidade o primeiro, conforme suas palavras: Eu, o primeiro, e Eu, o último (Is 48,12).

Eu sou o primeiro, isto é, sem começo. Eu, o último, absolutamente sem fim. Contudo, o que veio primeiro não foi o espiritual, mas o natural; em seguida, o espiritual (1Cor 15,46).

Na verdade, primeiro a terra, depois o fruto; mas não tão preciosa a terra quanto o fruto. Ela exige gemidos e trabalhos; este oferece Alimento e Vida.

Tem razão o Profeta de gloriar-se por tal fruto: Nossa terra deu seu fruto (cf. Sl 84,13). Que fruto? Aquele de que se fala em outro lugar: Do fruto de teu ventre porei sobre teu trono (Sl 131,11). O primeiro homem, diz o Apóstolo, vindo da terra, é terreno; o segundo, vindo do céu, é celeste.

Qual o terreno, tais os terrenos; qual o celeste, tais os celestes (1Cor 15,47-48). Não nasceram assim. De que maneira então se transformaram, deixando seu ser do nascimento, permanecem agora no ser em que renasceram?

Para isto, irmãos, o Espírito celeste fecunda por secreta infusão de sua luz a fonte do seio da Virgem, de sorte que aqueles que a origem da raça lamacenta produzira terrenos em mísera condição, sejam dados à luz celeste e elevados à semelhança de seu Criador.

Por conseguinte, já renascidos, já formados de novo à imagem de nosso Criador, realizemos a recomendação do Apóstolo: portanto, como trouxemos a imagem do terrestre, traremos também a imagem do celeste (1Cor 15,49).

Já renascidos, como dissemos, em conformidade com nosso Senhor, verdadeiramente adotados por Deus como filhos, traremos com plena semelhança a imagem perfeita de nosso Criador; não quanto à majestade em que é único, mas na inocência, simplicidade, mansidão, paciência, humildade, misericórdia, concórdia, em que, por condescendência, Ele Se fez tudo isto por nós e nos deu Sua Comunhão.”

Temos um magnífico paralelo feito entre Adão, o primeiro homem, que foi feito alma vivente, e o último Adão, o próprio Jesus, o espírito vivificante!

Seduzidos por Sua vida, amor e presença, cada vez mais nos configuremos ao Senhor, para viver na inocência, simplicidade,  mansidão, paciência, humildade, misericórdia e concórdia. Tão somente assim estaremos enraizados e fundados na Divina Fonte de Vida, Amor e Paz, Jesus (cf. Ef 3,14-21).

Abramos nosso coração ao Espírito vivificante que o Senhor nos comunicou, Espírito Santo, para que, como barro nas mãos de Deus, por Ele continuemos a ser plasmados, modelados...

“O amor não fala. O amor ama”

                                                      


“O amor não fala. O amor ama”

"Dou-vos um novo mandamento: Amai-vos uns aos outros.
Como Eu vos tenho amado, assim também vós deveis
amar-vos uns aos outros'' (Jo 13, 34) 

Vejamos o que diziam os pais do deserto sobre o “amor”:

“Perguntaram-lhe a um grande mestre:
Quando o amor é verdadeiro?
Quando é fiel – foi a resposta.
E quando é profundo?
Quando é sofredor – foi a resposta.
E como fala o amor?
A resposta foi:
O amor não fala.
O amor ama”. (1)

Reportemo-nos ao “Tratado sobre o Evangelho de São João”, do Bispo Santo Agostinho, para que melhor vivamos o duplo Preceito da Caridade, que nos torna verdadeiramente promotores da paz, realizando uma das Bem-Aventuranças que o Senhor, na Sagrada Montanha, nos apresentou, amando como Ele nos amou, e assim viver o Novo Mandamento que nos deu.

“Esses dois Preceitos devem ser sempre lembrados, meditados, conservados na memória, praticados, cumpridos. O amor de Deus ocupa o primeiro lugar na ordem dos Preceitos, mas o amor do próximo ocupa o primeiro lugar na ordem da execução. Pois, quem te deu esse duplo preceito do amor não podia ordenar-te amar primeiro ao próximo e depois a Deus, mas primeiramente a Deus e depois ao próximo”.

O Papa Bento XVI, em sua Encíclica “Deus caritas est”, assim afirmou:

“O amor ao próximo é também uma estrada que conduz a Deus. Não amar o próximo é tornar-se míope de Deus”.

Oremos:

Ó Deus de Amor, suplicamos o Vosso Espírito Santo, Espírito de Amor, para que vivamos um amor verdadeiro, fiel, profundo e sofredor, para que mais configurados ao Vosso Filho vivamos a fidelidade aos ensinamentos e Mandamento do Amor que Ele nos deu, curados de toda a miopia espiritual, e assim, a Trindade amar na primeira ordem dos preceitos e ao próximo em primeiro lugar na ordem da execução. Amém.



(1) Teologia da Ternura – Um “Evangelho a descobrir” – Ed. Paulus – 2002 – p.72

Ó Deus, humildes e confiantes, Vos suplicamos

                                                             

Ó Deus, humildes e confiantes, Vos suplicamos

Ó Deus de misericórdia, Vós que tomais sempre a iniciativa da Aliança, livrai-nos da atitude farisaica de nos vangloriarmos de merecimentos diante de Vós, colocando-nos num plano de igualdade convosco, até mesmo submetendo Vossa vontade à nossa.

Ó Deus bondoso e clemente, Vós que levastes o plano de amor para com a humanidade ao bom êxito, apesar da infidelidade de Israel, ou das infidelidades do povo da Nova Aliança, conduzi-nos por caminhos de fidelidade aos Vossos santos desígnios.

Ó Deus compassivo e paciente, Vós que respeitais e solicitais a adesão de cada um de nós, e quereis nos salvar com total fidelidade, redimindo-nos do limite último da condição humana, a morte, pela morte de Vosso amado Filho, orientai nossos pensamentos e passos para Vós.

Ó Deus de amor e bondade, Vós que nos escolhestes por amor incondicional e irrevogável, não permitais que nos voltemos para outro deus, além de Vós, tão pouco para outra lei e palavra, que nos arraste afastando-nos de Vós, e, portanto, da verdadeira felicidade.

Ó Deus clemente e fiel, ajudai-nos, para que em Cristo, Deus-e-Homem, reconheçamos Vossa presença e rosto, porque quem viu o Filho viu o Pai, pura e divina manifestação da Vossa Salvação que veio ao nosso encontro.

Ó Deus, nosso socorro e fortaleza, alimentai-nos pela Eucaristia, e ajudai-nos, para que a prolonguemos no cotidiano com gestos de amor, partilha, serviço e doação, promovendo a cultura da vida e da paz, sendo sinais autênticos de fé, esperança e caridade. Amém.


PS: Fonte de inspiração – Missal Cotidiano – Editora Paulus – p.200
Passagens bíblicas: Gn 26,16-19 e Lc 13,1-9

A necessária conversão cotidiana

                                                        

A necessária conversão cotidiana
 
“E se não vos converterdes,
todos morrereis do mesmo modo.” (Lc 13,5)
 
Reflexão à luz da passagem do Evangelho de Lucas (Lc 13,1-9), sobre a Parábola da figueira plantada na vinha e que não produzia frutos.


Vemos que o vinhateiro pediu ao dono da vinha para cavar ao redor da figueira e adubá-la, por mais um ano, pois há três, nada produzira.


Em todo o tempo, sobretudo em tempo de crise, temos  o imperativo da conversão se impõe a todos nós, como nos alertou Jesus Cristo na passagem da parábola.


Vivemos o tempo da graça que Deus nos concede para “cavar e adubar”.

Cavar” significa remover toda impunidade, imoralidade, corrupção, desvios de verbas, cumplicidade com atitudes e comportamento mesquinhos que mutilam a beleza da vida, de modo especial de uma nação, impondo-nos a vergonha, a desilusão e o opróbrio.Ao mesmo tempo, é preciso “adubar”, que significa fortalecer os pilares do amor, verdade, justiça e liberdade, os pilares da casa da paz, como nos disse o Papa São João XXIII.

Deus que nos criou sem nossa participação não quer nos salvar sem nossa colaboração, como afirmou Santo Agostinho. 

É tempo de renovar sagrados compromissos para fazer nascer e renascer sempre a fina flor da esperança de um novo tempo.

Que estas ações de “cavar” e “adubar” nos acompanhem em todo o tempo, pois tão somente assim seremos no mundo sinal e expressão da misericórdia divina, que espera que produzamos saborosos frutos, e que deles todos possam participar, como sinal do Reino, do qual somos instrumentos, como discípulos missionários.        

A misericórdia divina e a conversão necessária

                               

A misericórdia divina e a conversão necessária


Do deserto à montanha, da montanha à planície...
 Em todos os dias a conversão,
Mistério de Paixão e Morte: Transfiguração!
Gloriosa e desejada Ressurreição...

Reflexão à luz da passagem do Evangelho de Lucas (Lc 13,1-9), é um convite a repensarmos a nossa existência, para que sejamos homens novos e livres, com exigente mudança de mentalidade e atitudes.

Jesus nos revela a face misericordiosa de Deus, que deseja de todos os modos a salvação da humanidade, e ao mesmo tempo requer de todos nós a conversão à novidade do Reino de Deus por Ele inaugurado:

“Por maior que seja uma catástrofe que atinja os homens nos seus bens e até na sua sobrevivência terrena, muito mais grave é a catástrofe a que vai ao encontro quem não se abre à ação de Deus e não lhe responde.

Isto não significa que o Senhor seja um juiz vingativo e que o mal seja uma represália Sua. Pelo contrário, Ele é um Pai misericordioso, pronto a fazer mais festa por um só pecador que se tenha salvado do que por noventa e nove justos que O louvam (cf. Lucas 15)” (1)

De fato, a fé em Jesus requer a nossa sincera conversão que consiste numa reorientação geral da própria vida, como resposta à ação misericordiosa de Deus por meio d’Ele, o Filho Amado, Jesus.

A onipotência divina pode ser contemplada em sua ação misericordiosa, sendo livre para perdoar e criando o bem mesmo onde ele não existe.

Da mesma forma sua transcendência ultrapassa a distância entre o céu e a terra como reza o Salmista (Sl 102,11).

Lamentavelmente, pode se confundir a paciência de Deus contemplada no Evangelho com a indiferença para com nossos pecados, e permissividade para a continuidade marcada por uma vida descomprometida e desordenada.   

Jamais nos é permitido confundir misericórdia divina como cumplicidade e permissividade. Ao contrário, ela é uma força de Amor que rompe a dureza de nosso coração, incendeia com o fogo do Espírito a frieza do pecado.

Ela provoca que abramos a mente e o coração para um sincero e contínuo compromisso de conversão (Rm 2,4) de tal modo que nos tornemos misericordiosos como o Pai, e na solicitude para com os empobrecidos procuremos ter os mesmos pensamentos e sentimentos de Cristo Jesus.

Reflitamos:
  -   Onde e quando Deus nos oferece oportunidades para conversão?
  -   O que entendemos como conversão da mente e coração?

  -   Quais são os frutos que expressam nossos esforços de conversão?
  -  De que modo correspondemos à bondade e paciência de Deus, sem abuso da mesma?

  -   Como o tempo é breve, temos nos empenhado em busca sincera de conversão?

Jamais nos esqueçamos ou nos descuidemos, e que ressoe em nosso coração o forte apelo de conversão da mente e coração (metanoia), para que produzamos os frutos esperados por Deus.

A contemplação e correspondência ao Amor divino são verdadeiras quando nos fazem melhores, mais humanos, mais sinceros, mais fraternos.

Contemplemos a misericórdia, compaixão, bondade divinas, sem jamais abusar da paciência de Deus.

Do deserto para a montanha, da montanha para a planície, pois é nela que os apelos de conversão se multiplicam.


(1) Lecionário Comentado - Editora Paulus - Lisboa - p. 148

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