sábado, 18 de julho de 2026

Em poucas palavras...



O tempo não apaga amores verdadeiros

O tempo não apaga amores verdadeiros - assumem-se mutuamente rugas e cicatrizes: “De modo que eles já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, o homem não separe” (1)

(1)        cf. Mt 19,6; Mc 10,9


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Ser Catequista à luz das sete parábolas do Senhor

                                         

Ser Catequista à luz das sete parábolas do Senhor

“Naquele dia, saindo Jesus de casa, sentou-Se à beira-mar. Em torno d’Ele reuniu-se uma grande multidão. Por isto, entrou num barco e sentou-Se, enquanto a multidão estava em pé na praia. E disse-lhes muitas coisas em parábolas.” (Mt 13,1-3).

Sete Parábolas saíram dos lábios do Senhor, e chegam aos nossos ouvidos e nas entranhas do coração, que tão somente Deus pode conhecer plenamente.

Sete Parábolas: do semeador, sua Palavra e nosso coração; do joio e do trigo; do grão de mostarda; do fermento na massa; do tesouro escondido; da pérola preciosa e da rede lançada ao mar (Mt 13,3-50).

Nisto consiste a missão do(a) Catequista: acolher a Palavra, a melhor semente no próprio coração; e discípulo missionário do Divino Semeador, Jesus; e, também, no coração dos catequizandos, a semente da Palavra lançar, na esperança da acolhida em férteis terrenos do chão do coração, com os frutos a produzir, por Deus sempre esperados.

Perseverança e paciência ao lançar as sementes do bem, do amor e da verdade, com ousadia e coragem ainda que o inimigo venha semear as sementes do mal, do ódio, da mentira e da pseudofelicidade, pois a autêntica, somente Ele, o Senhor, pode nos alcançar.

Catequese é como um grão de mostarda: ainda que pareça tão pequena e insignificante, pela graça de Deus, faz crescer e florescer, frutos produzir, ainda que não os vejamos e os frutos não saboreemos, mas outros com certeza o farão.

Catequese, fermento que leveda a massa: fermento do amor que faz toda a diferença: tão somente o amor é capaz de gerar o novo em cada um e em cada uma de nós. Há que se apresentar e levedar a humanidade com o eterno fermento do amor que jamais acabará, tão pouco jamais passará (1Cor 13).

Tesouro encontrado e a pérola preciosa de nossa vida é o Senhor Jesus, com a Sua Palavra, Pessoa , e com Ele, a alegria do Reino de Deus entre nós presente. Por este tesouro e pérola, nossas renúncias nada são, ainda que muito o façamos, incomparável valor, por isto tão somente este Tesouro e Pérola fazem nosso coração crepitar com chamas eternas de amor.

Ser catequista é lançar as redes, sem medo, nas águas mais profundas (Lc 5,1-11), para resgatar do mar da vida homens e mulheres, para que entrem na comunhão com o Senhor, do Reino parte façam, e o coração transborde de alegria.

Catequista, acolha as palavras do Senhor ao final das sete Parábolas:

"Entendestes todas essas coisas?’ Responderam-lhe: ‘Sim”. Então lhes disse: ‘Por isso, todo escriba que se tornou discípulo do Reino dos Céus é semelhante ao proprietário que do seu tesouro tira coisas novas e velhas.” (Mt 13,51).

Ser Catequista é, com a presença e ação do Espírito, rezar e viver da Palavra de Deus, em permanente leitura, meditação, oração, contemplação, colocando-se como barro na mão do oleiro, porque imperfeitos e inacabados todos o somos, para que mais imagem e semelhança de Deus o sejamos. Amém.

Humildade e paciência (XVIDTCA)

                                                 

Humildade e paciência

Senhor Jesus Cristo, medito em Tua Parábola sobre o Reino de Deus em que o compara à semente lançada na terra, que germina e cresce sem que saibamos.

Senhor Jesus Cristo, medito também a Parábola do grão de mostarda, a menor de todas as sementes, mas que, depois de semeada, cresce e se torna maior que todas as outras hortaliças, com ramos grandes, a tal ponto que os pássaros dos céus podem fazer seus ninhos.

Senhor Jesus Cristo, ajuda-nos a tomar cada vez mais consciência de que a realização do Reino é iniciativa divina e resposta nossa, e, portanto, precisamos ser pacientes em sua construção.

Senhor Jesus Cristo, dá-nos nova mentalidade, conscientes de que Deus em nós age, sem prender-Se ao nosso tempo e aos nossos desejos.

Senhor Jesus Cristo, por isto, renove em nós a paciência, como colaboradores da construção do Reino, em total atitude de disponibilidade e pobreza.

Senhor Jesus Cristo, não permita que, como discípulos Teus, venhamos a nos refugiar num descomprometido quietismo, ficando tranquilo e esperando que tudo aconteça.

Senhor Jesus Cristo, que, a cada dia, tenhamos consciência de que é Teu Pai quem nos chama, quando e como quer; Se serve de nós, mas não sabemos de que modo, em que ocasião e para quais pessoas.

Senhor Jesus Cristo, dai-nos a Sabedoria para vivermos a verdadeira pobreza;  fazer tudo sem atribuir-nos o mérito de nada; trabalhar com todas as nossas forças sem pretender ver o resultado.

Senhor Jesus Cristo, dá-nos, portanto, a paciência e a humildade necessárias, para aprendermos as belas lições de Tuas Parábolas. Amém.


Fonte inspiradora: Missal Dominical – Editora Paulus p.933- Evangelho Mc 4,26-34; Mt 13,24-43
PS: Oportuno para a passagem do Evangelho de Lucas (Lc 17,5-10)

A graça divina da missão

                                                       

A graça divina da missão

Discípulos missionários do Senhor, somos,
Pela graça do Batismo, um dia recebido.
De modo que possamos dizer como o Apóstolo:
Para nós o viver é Cristo, morrer é lucro (Fl 1,21).
Que graça maior, poderíamos ter recebido?

Vivemos, mas não nós, como disse o Apóstolo:
“Eu vivo, mas não eu: é Cristo que vive em mim.
Minha vida atual na carne, eu a vivo na fé,
Crendo no Filho de Deus, que me amou
E se entregou por mim” (Gl 2,20)

Sendo assim, seus passos haveremos de seguir,
Com renúncias, a cruz cotidiana carregar,
Revelando Sua presença e Suas marcas,
Como no selo, no coração, indelevelmente marcar:
Humildade, mansidão, fé, amor e esperança.

Em todo lugar, Sua luz divina irradiar;
Por lugares onde normalmente circulamos,
E em novos areópagos que nos desafiam,
Usar de todos os meios, inclusive os mais modernos,
Para o Seu Amor, Pessoa e Projeto, testemunhar.

Verdadeiramente servos por amor,
D’Aquele que Se fez servo humilde e obediente,
Que de tudo Se esvaziou para nos enriquecer.
Que nada reivindicou para Si,
Mas viveu em constante atenção ao próximo.

Discípulos missionários de Jesus, sejamos em todo o tempo;
D’Ele que está presente no Pão da Palavra e Pão da Eucaristia,
Expressão máxima da caridade que recria e renova,
Na constante atenção e solidariedade com o próximo,
Bom Samaritano da misericórdia, mansidão e paciência. Amém.


Fonte inspiradora: Mt 12,14-21; Lc 10,25-37

Em poucas palavras...

                                                                


“Jesus convida os pecadores para a mesa do Reino...”

"Jesus convida os pecadores para a mesa do Reino: «Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores» (Mc 2, 17).

Convida-os à conversão sem a qual não se pode entrar no Reino, mas por palavras e atos, mostra-lhes a misericórdia sem limites do Seu Pai para com eles e a imensa «alegria que haverá no céu, por um só pecador que se arrependa» (Lc 15, 7).

A prova suprema deste amor será o sacrifício da Sua própria vida, «pela remissão dos pecados» (Mt 26, 28)."

 

(1) Catecismo da Igreja Católica – parágrafo n. 545

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A caridade é a alma da santidade

“A caridade é a alma da santidade à qual todos são chamados: «É ela que dirige todos os meios de santificação, lhes dá alma e os conduz ao seu fim» (Lumen Gentium n. 42):

«Compreendi que, se a Igreja tinha um corpo composto de diferentes membros, o mais necessário, o mais nobre de todos não lhe faltava: compreendi que a Igreja tinha um coração, e que esse coração estava ardendo de amor.

Compreendi que só o Amor fazia agir os membros da Igreja; que se o Amor se apagasse, os apóstolos já não anunciariam o Evangelho, os mártires recusar-se-iam a derramar o seu sangue...

Compreendi que o Amor encerra todas as vocações, que o Amor é tudo, que abarca todos os tempos e lugares ... numa palavra, que ele é Eterno» (Santa Teresa do Menino Jesus).” (1)

 

(1) Catecismo da Igreja Católica – parágrafo n. 826

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