sexta-feira, 27 de março de 2026

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Domingo de Ramos e da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo (Ano A)

                                                     

Domingo de Ramos e da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo

                              “Contemplemos e fiquemos abismados diante da mais bela História do Amor de Deus por nós:
Jesus Cristo, 0 Filho Amado do Pai.”

Com a Santa Missa do Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor, iniciamos a Semana Santa, que culminará na Ressurreição do Senhor.

A Liturgia (Ano A) nos convida a contemplar a ação de Deus que vem ao encontro da humanidade, por meio de Jesus Cristo, que Se fez o Servo da humanidade, em doação total de Sua vida por amor, não fugindo do horizonte da Cruz sempre presente em Sua missão.

Na passagem da primeira Leitura (Is 50,4-7), é nos apresentado o terceiro Cântico de Javé, e a figura do Servo sofredor, que a fé cristã identifica perfeitamente com a pessoa de Jesus Cristo no Mistério de Sua Paixão e Morte:

“A vida de Jesus realiza plenamente esse destino de dom e entrega da vida em favor de todos; e a sua glorificação mostra que uma vida vivida deste jeito não termina no fracasso, mas na Ressurreição que gera vida nova” (1)

O Servo sofredor escuta, sofre, resiste e confia na intervenção de Deus que jamais abandona aqueles a quem chama. O Profeta tem convicção de que não está só, e que a força de Deus é sempre mais forte que a dor, o sofrimento e a perseguição, e que jamais ficará decepcionado.

Reflitamos:

- Temos coragem de fazer da nossa vida uma total entrega ao Projeto de Deus, no compromisso de libertação de tudo que seja sinal de morte e opressão?

- De que modo vivemos a vocação profética que Deus nos concedeu pela graça do Batismo?

- Temos confiança na força de Deus, como o Servo sofredor que é o próprio Senhor?

O Apóstolo Paulo, na passagem da segunda Leitura (Fl 2, 6-11), apresenta-nos o exemplo de Jesus Cristo que viveu obediência, fidelidade e amor total ao Pai por amor à humanidade.

Embora a comunidade de Filipos, gozando de afeto especial do Apóstolo, seja entusiasta, generosa e comprometida, é exortada a aprofundar sua prática de desprendimento com maior humildade e simplicidade, como pode acontecer com toda comunidade que adere ao Senhor.

Paulo nos apresenta, portanto, numa breve e densa passagem, a missão de Jesus:

“Em traços precisos, o hino define o ‘despojamento’ (‘Kenosis’)  de Cristo: Ele não afirmou com arrogância e orgulho a Sua condição divina, mas aceitou fazer-Se homem, assumindo com humildade a condição humana, para servir, para dar a vida, para revelar totalmente aos homens o Ser e o Amor do Pai.

Não deixou de ser Deus, mas aceitou descer até aos homens, fazer-Se servidor dos homens, para garantir vida nova para os homens. Esse ‘abaixamento’ assumiu mesmo foros de escândalo: Jesus aceitou uma Morte infamante – a Morte de Cruz – para nos ensinar a suprema lição do serviço, do Amor radical, da entrega total da vida” (2).

Em consequência disto, Deus o fez “Kyrios” (Senhor), para reinar sobre toda a terra e sobre toda a humanidade.

A comunidade dos seguidores de Jesus haverá de fazer sempre este mesmo caminho de despojamento, amor, doação e fidelidade total a Deus, para alcançar a glória da eternidade.

Com a passagem do Evangelho (Mt 26,14-27,66),  Mateus, o primeiro Evangelista nos apresenta a Paixão de Nosso Senhor Jesus. 

Contemplamos a Sua vida vivida como dom, amor e serviço,  culminando na morte de Cruz para que a humanidade seja redimida.

Na narrativa de Mateus tem algumas particularidades em relação aos outros Evangelistas: a iniquidade do processo e a inocência de Jesus; o sonho da mulher de Pilatos, sugerindo que não foi o império romano, mas sim o próprio judaísmo que rejeitou Jesus e Sua Proposta do Reino; a descrição dos fatos que acompanharam a Sua Morte (o véu do Templo que se rasga em duas partes, de alto a baixo; o tremor da terra e o fender das rochas; a abertura dos túmulos e muitos corpos de santos que tinham morrido ressuscitaram; o episódio da guarda do sepulcro, com o objetivo de confirmar que o corpo não foi roubado, mas Ele foi Ressuscitado).

A mensagem central: a morte de Jesus é a consequência lógica do anúncio do Reino, que provocou tensões, resistências, pelos que detinham o poder religioso, econômico, político e social do Seu tempo.

A Morte de Jesus é o culminar de Sua vida: “é a afirmação última, porém, mais radical e mais verdadeira (porque marcada com Sangue), daquilo que Jesus pregou com Palavras e com gestos: o Amor, o dom total, o serviço” (3)

Que a celebração da Semana Santa, rica em espiritualidade, repleta de ritos significativos, renove nosso apaixonamento por Jesus, assim como Ele foi um apaixonado de Deus Pai, com a força e presença do Espírito, em todos os momentos.


Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor (Domingo de Ramos)

                                                                       


Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor

Ao celebrarmos o Domingo de Ramos e a Paixão e Morte do Senhor, silenciaremo-nos diante da Cruz e contemplamos o Senhor, que por amor a Deus e a nós, Se fragilizou.

É a mais espantosa e incrível História de Amor: como não nos abismarmos ao contemplá-la, e como não renovar, no mais profundo de nós, os Sagrados compromissos de fidelidade no seguimento deste Jesus, com renúncias necessárias, e a cruz cotidiana carregando, com a firme convicção de que ela assumida, com coragem, nos levará a contemplar, um dia, a face deste Deus de Amor?

“Celebrar a Paixão e Morte de Jesus é abismar-se na contemplação de um Deus a quem o amor tornou frágil…

Por amor, Ele veio ao nosso encontro, assumiu os nossos limites, experimentou a fome, o sono, o cansaço, conheceu a mordedura das tentações, tremeu perante a morte, suou Sangue antes de aceitar a vontade do Pai; e, estendido no chão, esmagado contra a terra, atraiçoado, abandonado, incompreendido, continuou a amar.

Desse Amor resultou vida plena, que Ele quis repartir conosco ‘até ao fim dos tempos’: esta é a mais espantosa História de Amor que é possível contar; ela é a Boa Notícia que enche de alegria o coração dos crentes...

Contemplar a Cruz, onde se manifesta o Amor e a entrega de Jesus, significa assumir a mesma atitude e solidarizar-se com aqueles que são crucificados neste mundo: os que sofrem violência, os que são explorados, os que são excluídos, os que são privados de direitos e de dignidade…

Significa denunciar tudo o que gera ódio, divisão, medo, em termos de estruturas, valores, práticas, ideologias. Significa evitar que os homens continuem a crucificar outros homens. Significa aprender com Jesus a entregar a vida por amor…

Viver deste jeito pode conduzir à morte; mas o cristão sabe que amar como Jesus é viver a partir de uma dinâmica que a morte não pode vencer: o amor gera vida nova e introduz na nossa carne os dinamismos da Ressurreição” (1)

Celebrando e meditando a Paixão de Cristo, sejamos fortalecidos na solidariedade e compaixão com  sofrimento de tantos irmãos e irmãs que vivem em situações que clamam por vida e dignidade. 

Paixão de Cristo e Paixão do mundo são indissociáveis! 

Cremos que o caminho da Cruz é inevitavelmente, 
o caminho que nos conduz à glória, e através de nosso agir, 
nos tornamos viva expressão 
e sinal do Amor de Deus 
por toda a humanidade.
Amém.


Presbítero: a fecundidade da fidelidade no Ministério Presbiteral

 


Presbítero: a fecundidade da fidelidade no Ministério Presbiteral

“Uma fidelidade que gera futuro”

A fecundidade do ministério presbiteral é diretamente proporcional à fidelidade vivida, garantia de um futuro fecundo.

Deste modo,  o presbítero viverá com zelo de Pastor a identidade presbiteral, para que seja sacerdote segundo o amor do Coração de Jesus.

A cada dia, será renovada a chama do primeiro amor do encontro pessoal com Cristo, que deu um novo horizonte e um rumo decisivo à sua vida; aquele memorável encontro que o Senhor o amou, escolheu, chamou e confiou a graça da vocação de discípulos Seu.

Nos passos do Bom Pastor, a Ele configurado, tem os passos firmados e cresce na familiaridade e íntima amizade com Ele, de tal modo que, é envolvida toda a sua pessoa, coração e inteligência, sem cansaço ou desânimo indesejáveis.

A fidelidade deve ser expressa no serviço, na fraternidade, na sinodalidade, na missão gera futuro:

- Fidelidade e serviço uma vida oferecida ao celebrar o Sacrifício de Cristo na Eucaristia; no anúncio da Palavra de Deus; na absolvição dos pecados; na generosa dedicação a serviço da comunhão e no necessário cuidado dos que mais sofrem e passam necessidades.

Conta com a sabedoria divina para viver o chamado ao ministério ordenado, como dom livre e gratuito de Deus, e sua vida é generosa resposta marcada pela graça, gratidão e gratuidade, envolvido pela divina ternura que sabe trabalhar com as fragilidades e limitações humanas.

Tão somente aberto ao sopro do Espírito, que conduz a Igreja, cuida da formação permanente, acompanhada da cotidiana conversão e vigilância, para que não caia na tentação do imobilismo ou o fechamento.

- Fidelidade à fraternidade - imprescindível o estabelecimento de vínculos de comunhão com os bispos e presbíteros, superando toda tentação de individualismo; de tal modo que a fraternidade presbiteral é elemento constitutivo do ministério pela Igreja confiado; jamais mergulhado na empobrecedora solidão ou reclusão em si mesmo.

A concórdia e harmonia na caridade será um hino a Jesus Cristo, na vida em comum, unidade irrepreensível, para que cada vez mais  inserido na fecunda comunhão de Amor da Vida Trinitária.

- Fidelidade e sinodalidade - aberto ao sopro do Espírito, que conduz e anima a Igreja, vive sadia e fecunda relação no cuidado das  comunidades, sem jamais concentrar tudo em suas mãos ou cair na tentação de trabalhar sozinho; e assim vive o ministério da síntese e não a síntese de todos os Ministérios na edificação de uma Igreja ministerial, sinodal, misericordiosa e missionária.

- Fidelidade e missão exala o odor do óleo que ungiu as suas mãos em alegre atitude de doação, serviço, com humildade e mansidão; vivendo a compaixão, proximidade e coerência, sem cair na tentação da eficiência expressa na preocupação com a quantidade de atividades e projetos realizados, ou em empobrecedor quietismo, fechado em si mesmo, assustado pelos contexto nos qual inserido.

Na graça da missão, o fogo da caridade pastoral garante o equilíbrio e a unificação da vida de todo presbítero na vida cotidiana, de tal modo que a missão alcança todas as dimensões da sociedade, em particular a cultura, a economia e a política, para que tudo seja recapitulado em Cristo (cf. Ef 1,10).

Na missão vivida com sabedoria, cuida da necessária harmonia entre a contemplação e a ação, afastando toda a tentação do individualismo e a celebração de si mesmo, em empobrecedora autorreferencialidade; e com João Batista, aprende a se fazer pequeno para que Ele, Jesus, cresça e seja conhecido e glorificado (cf. Jo 3,30).

Na necessária presença no mundo midiático, usa as redes sociais e todos seus instrumentos à disposição com discernimento e sabedoria, para ver o que de fato contribui para a sadia evangelização, lembrando as palavras do Apóstolo Paulo – “Tudo me é lítico! Sim, mas nem tudo convém.” (1 Cor 6,12).

- Fidelidade e futuro empenha-se na vivência do ministério, por um renovado Pentecostes vocacional dentro da Igreja, cuidando das pastorais e dentre elas a pastoral familiar e juvenil, sem jamais se esquecer que “não há futuro sem cuidar de todas as vocações!”.

Por fim, pode contar e confiar na intercessão da Virgem Imaculada, Mãe do Bom Conselho, e de São João Maria Vianey, padroeiro dos párocos, para que viva “um amor tão forte que dissipa as nuvens da rotina, do desânimo e da solidão: um amor total que nos é dado em plenitude na Eucaristia. Amor Eucarístico, amor sacerdotal.” Amém.

 

PS: Reflexão inspirada na Carta Apostólica “Uma fidelidade que gera futuro” – Papa Leão XIV -8/12/25 – Solenidade da Imaculada Conceição da Bem-Aventurada Virgem Maria.

“Oração a Cristo”

                                                     

“Oração a Cristo”

Elevemos a Deus esta Oração a Cristo do Papa São Paulo VI, em que se dirige a Cristo, nosso único medianeiro.

“Ó Cristo, nosso único medianeiro.

Tu és necessário: para entrarmos em comunhão com Deus Pai; 
para nos tornarmos contigo, que és Filho único e Senhor nosso, 
Seus filhos adotivos; 
para sermos regenerados no Espírito Santo.

Tu és necessário, ó único verdadeiro mestre das verdades ocultas e indispensáveis da vida, 
para conhecermos o nosso ser e o nosso destino, o caminho para O conseguirmos.

Tu és necessário, ó Redentor nosso, para descobrirmos a nossa miséria e para a curarmos; 
para termos o conceito do bem e do mal e a esperança da santidade; para deplorarmos os nossos pecados e para obtermos o Seu perdão.

Tu és necessário, ó irmão primogênito do gênero humano, 
para encontrarmos as razões verdadeiras da fraternidade entre os homens, os fundamentos da justiça, os tesouros da caridade, o sumo bem da paz.

Tu és necessário, ó grande paciente das nossas dores, 
para conhecermos o sentido do sofrimento e 
para lhe darmos um valor de expiação e de redenção.

Tu és necessário, ó vencedor da morte, 
para nos libertarmos do desespero e da negação e 
para termos certezas que nunca desiludem.

Tu és necessário, ó Cristo, ó Senhor, ó Deus conosco, 
para aprendermos o amor verdadeiro e 
para caminharmos na alegria e na força da Tua caridade, 
ao longo do caminho da nossa vida fatigosa, 
até ao encontro definitivo contigo amado, esperado, 
bendito nos séculos. Amém”.

Jesus: O Deus que Se fez homem

                                                                  

Jesus: O Deus que Se fez homem

A Liturgia da 6ª feira da Quinta Semana da Quaresma nos apresenta, na primeira Leitura, a confissão do Profeta Jeremias como que em forma de Oração (Jr 20,10-13).

O contexto é dificílimo: o Profeta foi açoitado, preso durante uma noite, mas fica irremovível na confiança em Deus – “O Senhor, porém, está ao meu lado como valente guerreiro”, assim ele falou.

Ele enfrenta as adversidades olhando para o Alto, e tem confiança presença de Deus, ainda que se esteja sozinho, pelos amigos abandonado.

Jeremias viveu a incompreensão, o abandono, teve que viver a dramaticidade de lutar sozinho e firmar passos contra a corrente. No entanto, não se curvou, não desistiu. 

Do seu coração, porque crê, brota um cântico de alegria e louvor (Jr 20,13).

Reflitamos:

- Será esta a nossa atitude diante das dificuldades?
- Será também inabalável e serena a nossa confiança em Deus?

- Será este o cântico que sai de nossos lábios, nos momentos das adversidades, perseguições, abandonos, incompreensões, difamações?

Urge que nossa súplica seja acompanhada da confiança, que será seguida do louvor e gratidão pela ação d’Aquele que nunca nos abandona, é o que nos ensina o Profeta Jeremias e que podemos rezar com o Salmo (Sl 17, 2-7).

Também ouvimos, na passagem do Evangelho (Jo 10,31-43), em que o Evangelista continua a nos falar da perseguição dos judeus contra Jesus. 

Querem apedrejá-Lo por não reconhecerem que Ele é o Messias no meio dos homens, e O acusam de blasfemo:

“Os judeus, interrogados por Jesus, procuram justificar a explosão do seu ódio dando-lhe uma aparência aceitável: ‘Não queremos apedrejar-Te por boas obras, mas por blasfêmia: Tu és apenas um homem e fazes-Te passar por Deus (Jo 8,33).

Mas a verdade é completamente contrária: enquanto Jesus não é um homem que Se faz Deus, mas é Deus que Se faz homem; quem é cego aos sinais e às obras de Deus, quem pensa só em salvaguardar sem escrúpulos a própria segurança, eliminando tudo o que se lhe opõe, não pode perceber o Mistério maravilhoso da Encarnação”. (1)

Jesus não foi um homem que Se fez Deus, mas exatamente o contrário, um Deus que Se fez homem, que Se fez carne, que habitou em nosso meio, que viveu nossa condição humana.

É este Deus que Se Encarnou em nosso meio que amamos e queremos seguir.Um Deus que Se fez  exatamente como nós, exceto no pecado, que queremos conhecer, amar, seguir, anunciar, testemunhar.

De fato, o cristianismo não é uma ideologia que passa, mas uma Boa Nova Eterna que seduziu, e há de seduzir muitos, por causa do poder radiante da Cruz que nos acompanha em todo tempo.

Assim fez Jeremias antes da Encarnação do Verbo, assim fizeram todos os que aceitaram o chamado do Senhor desde o princípio, e o farão para sempre.

Aquele que existiu desde sempre, Se encarnou e veio morar entre nós, e morando, amando, a humanidade redimiu, a Salvação nos alcançou.

Não foi um homem que veio e Se fez Deus para nos salvar, mas o contrário, Deus que Se encarnou e veio, por Amor incondicional, extremo e total, nos salvar. Amém.

(1) Lecionário Comentado - Vol. Quaresma/Páscoa – Editora Paulus – p. 253. 

Campanha no momento, compromisso sempre! (CF 2026)

 


Campanha no momento, compromisso sempre!


A Igreja no Brasil realiza mais uma Campanha da Fraternidade, com uma proposta extremamente atual e de importância indiscutível.
 
Tema: “FRATERNIDADE E MORADIA”

Lema: “Ele veio morar entre nós ” (cf. Jo 1,14)

Exorto que nos empenhemos em acompanhar, refletir e ajudar a desenvolver esta Campanha, que não se encerra, como se diz, indevidamente, com a Páscoa.

 

Oração da Campanha da Fraternidade 2026 – CNBB

Deus, nosso Pai,

em Jesus, vosso Filho,

viestes morar entre nós e

nos ensinastes o valor da dignidade humana.

 

Nós vos agradecemos

por todas as pessoas e grupos que,

sob o impulso do Espírito Santo,

se empenham em prol da moradia digna para todos.

 

Nós vos suplicamos:

dai-nos a graça da conversão,

para ajudarmos a construir uma sociedade mais justa e fraterna,

com terra, teto e trabalho para todas as pessoas,

a fim de, um dia, habitarmos, convosco, a casa do céu.

Amém.

 

PS: A Campanha da Fraternidade inicia na Quarta-feira de Cinzas.

 

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