PS: Fonte de pesquisa: www.Dehonianos.org/portal
Dom Otacilio F. Lacerda
segunda-feira, 10 de agosto de 2026
Sejamos como um grão de trigo
Sejamos como um grão de trigo
Reflitamos sobre a passagem do Evangelho de João (Jo 12,24-26), que nos apresenta a parábola do grão de trigo que deve morrer para não ficar só.
Este grão é o próprio Senhor que por amor deu Sua vida por nós: contemplemos o Mistério do Amor sem limites, que assegurou vida sem limites na obediência, fidelidade, radicalidade do Amor, numa verdadeira entrega de uma vida em favor de todos nós, pecadores que somos.
Vivemos neste tempo como o tempo de germinação secreta. Aos poucos, vemos o que é preciso “morrer” dentro de cada um de nós, para que possa rebentar em flores pascais.
A morte é aparente epílogo de uma história, mas cremos que o grande epílogo é a vida eterna, cujos capítulos primeiros escrevemos no tempo presente.
Urge viver na fidelidade ao Senhor, trilhando o caminho da salvação e vida definitiva, atentos ao que Deus quer e espera de nós.
O Evangelista nos aponta o caminho da Cruz, aparente fracasso e morte, mas é dela que brota a Vida verdadeira e eterna, que Deus tem preparada para aqueles que O amam e são fiéis.
Na Cruz, se manifestará a glória de Deus. Será nela o último ato de Amor ao extremo, total, incondicional. Nela, conhecemos Jesus, que morre para ensinar aos homens o Amor sem limites. É dela que nasce a Vida. Quando o Coração de Jesus é trespassado, jorra água e sangue: Batismo e Eucaristia, Vida e Alimento.
Sua glorificação, como Palavra última do Pai, foi o selo de Deus. Os discípulos não trilham um caminho de fracasso e morte, mas de glorificação e vida.
Jesus há de ser, para quem O quiser conhecer e crer, o Salvador, o centro da História e não apenas uma “pequena nota no rodapé da história humana”.
É sempre tempo de rever o caminho que estamos trilhando; rever nossa fidelidade e amor incondicional por Jesus e Sua Igreja; avaliar a coragem que temos no carregar da cruz, e de nos solidarizarmos com os crucificados da história.
É tempo de germinação secreta – silêncio profundo e frutuoso. Precisamos ter coragem de fazer morrer nossos instintos egoístas, autossuficientes, caprichos, vaidades, preguiça, omissão, comodismo, e tudo quanto possa ser dito.
Sem morte, renúncias, purificação, ousadia na entrega da vida, como expressão de amor e doação total, como Jesus o fez, jamais poderemos alcançar a graça da glória.
Não desperdicemos a graça que Deus nos concede, e tenhamos coragem de ser como grão de trigo, que morre para não ficar só, e rebentar em flores e frutos de eternidade; flores e frutos pascais, uma grande e eterna Páscoa.
PS: Fonte de pesquisa: www.Dehonianos.org/portal
Diácono São Lourenço, mártir do Senhor
Diácono São Lourenço, mártir do Senhor
Ao Celebrarmos a Festa do Diácono e Mártir São Lourenço (séc. III), ouvimos a passagem do Evangelho de São João (Jo 12,24-26), em que Jesus nos diz – “Se o grão de trigo, que cai na terra não morre, ele continua só um grão de trigo; mas se morrem então, produz muito fruto”.
Contemplemos o Mistério do Amor sem limites, que Nosso Senhor Jesus viveu em favor de todos nós, na obediência, fidelidade, e radicalidade do Amor, até a morte, e morte de Cruz.
Jesus nos ensina que vivemos em tempo de germinação secreta. Aos poucos, vemos o que é preciso “morrer” dentro de cada um de nós, para que possa rebentar em flores pascais.
É o que contemplamos na passagem da Epístola aos Hebreus (Hb 5, 7-9) que nos apresenta Jesus como o Sumo Sacerdote da Nova Aliança, que se solidariza com a humanidade e aponta o caminho da Salvação através da obediência e fidelidade a Deus. Escreve para estimular a vida cristã. É imperativo do crescimento na fé.
Impressiona-nos como descreve Jesus, verdadeiramente homem e verdadeiramente Deus, como fora definido pelos Concílios.
Como homem, sofreu, chorou, teve medo, angústia, cansaço. Um homem que, vivendo entre os homens, compreendeu as fraquezas humanas. Fez-Se igual a todos nós, exceto no pecado.
Somente na oração pôde viver a adesão incondicional ao Pai, fazendo de Sua vida uma perfeita oferenda, como fonte de Salvação eterna.
Ele, Ressuscitado, caminha conosco, e, conhecedor das fragilidades humanas, pôde cumprir integralmente o Projeto de Amor do Pai para toda a humanidade, ontem, hoje e sempre.
Retomando a passagem do Evangelho, Jesus nos apresenta o caminho da Cruz, que consiste num aparente fracasso, mas é dela que brota a Vida verdadeira e eterna, que Deus tem preparada para aqueles que O amam e são fiéis.
Na Cruz, Se manifestará a glória de Deus. Será nela o último ato de Amor ao extremo, total, incondicional. Nela, conhecemos Jesus, que morre para ensinar aos homens o Amor sem limites. É dela que nasce a Vida. Quando o Coração de Jesus é trespassado, jorra sangue e água: Batismo e Eucaristia, Vida e Alimento.
Sua glorificação, como Palavra última do Pai, foi o selo de Deus. Os discípulos não trilham um caminho de fracasso e morte, mas de glorificação e vida.
Jesus há de ser, para quem O quiser conhecer, o Salvador, o centro da História e não apenas uma “pequena nota no rodapé da história humana”.
Urge rever o caminho que estamos trilhando; rever nossa fidelidade e amor incondicional por Jesus e Sua Igreja.
É tempo de avaliar a coragem que temos no carregar da cruz, e de nos solidarizarmos com os crucificados da história.
É tempo de germinação secreta – silêncio profundo e frutuoso. Precisamos ter coragem de fazer morrer nossos instintos egoístas, autossuficientes, caprichos, vaidades, preguiça, omissão, comodismo, e tudo quanto possa ser dito.
Sem morte, renúncias, purificação, ousadia na entrega da vida, como expressão de amor e doação total, como Jesus o fez, jamais poderemos alcançar a graça da glória.
Não desperdicemos a graça que Deus nos concede em todo o tempo. Sejamos como grão de trigo que morre para não ficar só, mas rebentar em flores e frutos de eternidade. Será nossa grande Páscoa.
Contemos com a intercessão e a comunhão de todos os santos, e de modo especial o Diácono e Mártir São Lourenço:
Oremos:
“Ó Deus, o vosso diácono Lourenço, inflamado de amor por vós, brilhou pela fidelidade no vosso serviço e pela glória do martírio; concedei-nos amar o que ele amou e praticar o que nos ensinou. Por N.S.J.C. Amém”.
PS: Fonte de pesquisa: www.Dehonianos.org/portal
“Amemos Cristo em Sua vida e O imitemos em Sua morte!”
“Amemos Cristo em Sua vida e O imitemos em Sua morte!”
O Diácono e Mártir São Lourenço, cuja memória a Igreja celebra dia 10 de agosto, serviu o Sagrado Sangue de Cristo.
Morreu no ano de 258, queimado vivo ao declarar que a única riqueza que possuía eram os pobres a ele confiados pela Igreja. Seu exemplo suscitou um grande número de jovens generosos ao serviço da Igreja e dos pobres.
Morreu no ano de 258, queimado vivo ao declarar que a única riqueza que possuía eram os pobres a ele confiados pela Igreja. Seu exemplo suscitou um grande número de jovens generosos ao serviço da Igreja e dos pobres.
No Sermão de Santo Agostinho (século V) faz referência a ele e a seu eloquente e corajoso testemunho.
“A Igreja Romana apresenta-nos hoje o dia glorioso de São Lourenço quando ele calcou o furor do mundo, desprezou sua sedução e num e noutro modo venceu o diabo perseguidor. Nesta mesma Igreja – ouvistes muitas vezes – Lourenço exercia o Ministério de Diácono.
Aí servia o Sagrado Sangue de Cristo; aí, pelo nome de Cristo, derramou seu sangue. O santo Apóstolo João expôs claramente o Mistério da Ceia ao dizer: Como Cristo entregou Sua vida por nós, também nós devemos entregar as nossas pelos irmãos (1 Jo 3,16).
São Lourenço, irmãos, entendeu isto; entendeu e fez; e da mesmíssima forma como recebeu daquela mesa, assim a preparou. Amou a Cristo em Sua vida, imitou-o em Sua morte.
Também nós, irmãos, se de verdade amamos, imitemos. Não poderíamos produzir melhor fruto de amor do que o exemplo da imitação; Cristo sofreu por nós, deixando-nos o exemplo para seguirmos Suas pegadas (1Pd 2,21).
Nesta frase, parece que o Apóstolo Pedro quer dizer que Cristo sofreu apenas por aqueles que seguem Suas pegadas e que a Morte de Cristo não aproveita senão àqueles que caminham em Seu seguimento.
Seguiram-no os santos mártires até a efusão do sangue, até a semelhança da Paixão; seguiram-no os mártires, porém não só eles.
Depois que estes passaram, a ponte não foi cortada; ou depois que beberam, a fonte não secou.
Tem, irmãos, tem o jardim do Senhor não apenas rosas dos mártires; tem também lírios das virgens, heras dos casados, violetas das viúvas.
Absolutamente ninguém, irmãos, seja quem for, desespere de sua vocação; por todos morreu Cristo. Com toda a verdade, d'Ele Se escreveu: Que quer salvos todos os homens, e que cheguem ao conhecimento da verdade (1Tm 2,4).
Compreendamos, portanto, como pode o cristão seguir Cristo além do derramamento de sangue, além do perigo de morte.
O Apóstolo diz, referindo-se ao Cristo Senhor: Tendo a condição divina, não julgou rapina ser igual a Deus. Que majestade! Mas aniquilou-Se, tomando a condição de escravo, feito semelhante aos homens e reconhecido como homem (Fl 2,7-8). Que humildade!
Cristo humilhou-Se: aí tens, cristão, a que te apegar. Cristo Se humilhou: por que te enches de orgulho? Em seguida, terminada a carreira desta humilhação, lançada por terra a morte, Cristo subiu ao céu; sigamo-Lo.
Ouçamos o Apóstolo: Se ressuscitastes com Cristo, descobri o sabor das realidades do alto, onde Cristo está assentado à destra de Deus (Cl 3,1).”
Um maravilhoso testemunho de coragem da História da Igreja, que se soma a outros que amaram a Deus acima de tudo como seu Bem Maior, em total entrega e compromisso com os pequenos, os pobres, os preferidos de Deus!
Hoje e sempre a Igreja precisa de pessoas como São Lourenço que expressem mesmo amor e ardor na missão evangelizadora, e a exemplo deste grandioso luminar da Igreja procuremos “amar Cristo em Sua vida, e imitá-Lo em Sua morte” como caminho da construção do Reino e alcance do mais santo desejo de eternidade!
Oremos:
“Ó Deus, o Vosso Diácono Lourenço, inflamado de amor por Vós, brilhou pela fidelidade no Vosso serviço e pela glória do martírio; concedei-nos amar o que ele amou e praticar
o que ensinou. Por N.S.J.C. Amém!”
PS: Liturgia das Horas – Editora Paulus - Vol. IV – pág. 1177-1178.
Diácono Lourenço: uma provada fé Pascal
Diácono Lourenço: uma provada fé Pascal
“Se o grão de trigo, lançado à terra,
morrer, dará muito fruto”
No dia 10 de agosto, celebramos a Memória do Diácono São Lourenço (séc. III), e ouvimos a passagem do Evangelho de João (Jo 12,20-33), sobre a parábola do grão de trigo, que deve morrer para produzir muitos frutos.
Este Grão de Trigo é o próprio Jesus:
“Tal como o grão de trigo caído na terra, se tornará uma árvore de vida carregada de frutos para nosso alimento.
A Cruz em que foi elevado ergue-se diante dos nossos olhos e não deixa de se ouvir o eco da voz vinda do céu: ‘Glorifiquei-O e tornarei a glorificá-Lo’”. (1)
Como discípulos missionários do Senhor, devemos percorrer o mesmo caminho, certos de que este é um caminho de obediência custosa, exigindo de nós renúncias, empenho, coragem e fidelidade.
No entanto, cremos que este caminho de Paixão e Morte vivido com o Senhor, desembocará na manhã radiosa da Páscoa eterna.
Intensifiquemos nossa fidelidade incondicional ao Senhor, com renúncias necessárias, inclusive a nós mesmos, cada dia, tomando a nossa cruz, a fim de segui-Lo até o fim.
(1) Missal Quotidiano, Dominical e Ferial – Editora Paulus – Lisboa-2012 – p.442
A Sagrada Aliança Matrimonial (Semana da Família)
A Sagrada Aliança Matrimonial
Reflitamos sobre a Aliança Matrimonial que, no Projeto de Deus, consiste na formação de uma comunidade de amor, estável e indissolúvel, que seja reflexo do próprio Amor de Deus.
Acolher a Boa-Nova do matrimônio na construção do Reino, é testemunhar ao mundo a indissolubilidade deste Sacramento, passando pelo amor-doação, com entrega, renúncias e sacrifícios.
O casal deve contemplar no Amor de Cristo a fonte inspiradora e inovadora do matrimônio, que tem propriedades essenciais e irrenunciáveis: amor, liberdade, fidelidade, indissolubilidade, fecundidade.
O matrimônio cristão, dentro do Plano Divino, sinaliza para o mundo o Amor de Deus pelo Povo, o Amor de Cristo pela Igreja. O casal cristão, pelo amor vivido, viabiliza o movimento do Amor de Deus que é desde sempre e eterno.
Assim vemos na passagem do Livro de Gênesis (Gn 2,18-25), que fala da união do homem e mulher pelo vínculo do matrimônio, formando uma só carne.
Uma comunhão de amor indissolúvel; um amor que é mais forte do que qualquer outro vínculo, de modo que uma vida compartilhada é caminho para a felicidade a ser alcançada.
O texto é antes uma catequese sobre a origem da vida. A criação de Deus somente se completa com a criação da mulher.
O sono profundo revela que a criação é um “segredo de Deus” e a mulher goza de igualdade, complementaridade em relação ao homem (não há qualquer possibilidade de uma relação de dominação e dominado, de escravidão, prepotência, egoísmo, machismo...).
O que deve ser buscado é a unidade a que estão destinados, vivendo em comunhão um com o outro.
Portanto, somos vocacionados para o amor. A solidão (mesmo acompanhada de todos os bens) é caminho da infelicidade, da incompletude. O sentido da existência é a realização humana no amor, porque obra do Amor de Deus.
Na passagem da Carta aos Hebreus (Hb 2,9-11), vemos que a “qualidade do Amor de Deus” é uma doação até às últimas consequências. Assim também o casal cristão deve amar, na doação total e eterna, sem limites.
Na passagem do Evangelho (Mc 10, 1-12), Jesus é questionado sobre o divórcio, e reafirma a indissolubilidade do matrimônio desde o princípio da criação.
A concessão ao divórcio deve-se à mediocridade humana, pelo matrimônio homem e mulher formam uma só carne, comunhão total, amor eterno.
Jesus coloca o matrimônio no patamar mais alto do amor: amor estável, duradouro e indissolúvel.
É preciso que se edifique a família em bases sólidas, para que se evite o fracasso do amor. Com simplicidade e confiança, devem amadurecer num processo constante, fortalecendo os vínculos do amor, de modo que o Sacramento do matrimônio segue na contramão da sociedade, apresentando ao mundo a marca da indissolubilidade e indestrutibilidade da Aliança abençoada por Deus.
Evidentemente, a Igreja não deixa de reconhecer e acolher com misericórdia os casais que vivem em segunda união.
Em nenhuma circunstância as pessoas divorciadas devem ser marginalizadas da vida da comunidade cristã, que deve, em todos os instantes, acolher, integrar, compreender, ajudar aqueles a quem as circunstâncias da vida impediram de viver o projeto ideal de Deus.
Entretanto, não se trata de renunciar, revogar o ideal que Deus propõe, antes é o testemunho da bondade e misericórdia de Deus para com todos que, por diversas razões não puderam realizar o ideal que um dia diante de Deus, do altar e de toda a comunidade, se comprometeram a viver.
Os Documentos da Igreja (Papa São João Paulo II, Papa Francisco), exortam ao acolhimento com misericórdia e envolvimento dos mesmos, em atividades de caridade para com o próximo.
Como vimos, o Sacramento do matrimônio é um dos sinais do Amor de Deus. Que em cada Eucaristia celebrada as forças sejam renovadas para sua solidificação e santificação.
O casal cristão experimenta nas provações, dificuldades, ventos contrários, a presença e a ajuda de Cristo que dá força, conforto e esperança.
Urge anunciar e testemunhar o valor sagrado e irrevogável do Sacramento do matrimônio, para que tenhamos famílias sólidas e felizes, sem nunca esquecermos:
“Como Jesus não abandonou nem a Humanidade, nem a Igreja quando O pregavam na Cruz, assim cada Matrimônio contraído ‘no Senhor’ conserva a indissolubilidade da união entre Cristo e a Igreja, mesmo quando a Cruz está presente” (1).
E ainda: “Quem se reveste deste Espírito nos dias felizes, poderá continuar a viver desta mesma esperança nas horas difíceis da prova. E isto como a ‘criança’ que nos braços da mãe se sente segura, porque sabe acolher na transparência e na proximidade tudo o que lhe reserva a vida, certa do amor materno que a envolve” (2)
Que todos os que desejam um dia contrair esta aliança indissolúvel de amor, reflitam a beleza do sagrado compromisso , para que sejam um sinal do Amor eterno e indissolúvel de Deus.
(1) (2) Lecionário Comentado - Volume II - Tempo Comum - Editora Paulus - Lisboa - pág. 493.
Não mais rodar por aí, mas voar… (Semana da Família)
Não mais rodar por aí, mas voar…
Rodar por aí…
Rodar por aí de vez em quando é bom!
Duro é carregar dentro do carro a si mesmo…
Carregar dentro de si mesmo o que não se quer carregar:
o sentimento, a inquietação, a dúvida, a dor, a revelação, a solidão, a desolação…
Sentimentos que devoram e parece não ter salvação.
Sentimentos não se deletam,
como diante da tela do computador,
Sentimentos se enfrentam,
ainda que por um tempo causem profunda dor.
Quando menos se espera, num exato momento,
Aquilo que tinha aparência de insolubilidade,
Coloca-nos face a face com a mais profunda felicidade.
Rodar por aí de vez em quando é bom!
Duro é carregar dentro do carro a si mesmo…
Carregar dentro de si mesmo o que não se quer carregar:
o sentimento, a inquietação, a dúvida, a dor, a revelação, a solidão, a desolação…
Sentimentos que devoram e parece não ter salvação.
Sentimentos não se deletam,
como diante da tela do computador,
Sentimentos se enfrentam,
ainda que por um tempo causem profunda dor.
Quando menos se espera, num exato momento,
Aquilo que tinha aparência de insolubilidade,
Coloca-nos face a face com a mais profunda felicidade.
Rodar por aí…
Rodar por aí de vez em quando é bom!
É como fazer uma viagem para dentro de si mesmo,
Para iluminar o canto escuro que existe dentro de cada um de nós,
Para ouvir entre tantas vozes a Verdadeira Voz…
A Voz de um Deus que em nós não se cala,
Falando-nos o que precisamos escutar,
Mandando-nos calar, o que não se deve falar.
A Voz de Deus que escutada, rompe a escuridão
Alcança-nos a mais bela e doce ternura e mansidão.
Rodar por aí de vez em quando é bom!
É como fazer uma viagem para dentro de si mesmo,
Para iluminar o canto escuro que existe dentro de cada um de nós,
Para ouvir entre tantas vozes a Verdadeira Voz…
A Voz de um Deus que em nós não se cala,
Falando-nos o que precisamos escutar,
Mandando-nos calar, o que não se deve falar.
A Voz de Deus que escutada, rompe a escuridão
Alcança-nos a mais bela e doce ternura e mansidão.
Rodar por aí…
Rodar sem medo de voltar...
Voltar não como se foi.
Voltar para recomeçar,
Sem medo de tropeçar,
Pois Alguém está sempre pronto,
Em nossas quedas nos levantar…
Incansavelmente, um Caminho nos apontar…
Rodar sem medo de voltar...
Voltar não como se foi.
Voltar para recomeçar,
Sem medo de tropeçar,
Pois Alguém está sempre pronto,
Em nossas quedas nos levantar…
Incansavelmente, um Caminho nos apontar…
Agora vocês queridos noivos rodarão por aí…
Não mais solitários, porque deixaram de ser dois,
Não mais sobre uma moto ou dentro de um carro.
Aliás, não mais rodarão por aí, digo que voarão
sobre algo infinitamente melhor.
Farão voos mais altos, em velocidade maior...
Voarão em profundezas sempre inalcançáveis
Alturas jamais imagináveis e intocáveis.
Não mais solitários, porque deixaram de ser dois,
Não mais sobre uma moto ou dentro de um carro.
Aliás, não mais rodarão por aí, digo que voarão
sobre algo infinitamente melhor.
Farão voos mais altos, em velocidade maior...
Voarão em profundezas sempre inalcançáveis
Alturas jamais imagináveis e intocáveis.
Vocês farão voos por aí…
Nas Asas do Espírito que os selou por amor.
Nas asas de um Anjo que sempre os acompanhou.
Voarão nas alturas da fidelidade,
Na profundidade do Amor Trindade.
Voarão em busca da Fonte dos laços da indissolubilidade.
Jamais cairão e tropeçarão se nutrirem sadia espiritualidade.
Nas Asas do Espírito que os selou por amor.
Nas asas de um Anjo que sempre os acompanhou.
Voarão nas alturas da fidelidade,
Na profundidade do Amor Trindade.
Voarão em busca da Fonte dos laços da indissolubilidade.
Jamais cairão e tropeçarão se nutrirem sadia espiritualidade.
Vocês farão voos por aqui…
Para que diante da Mesa da Palavra possam se colocar,
Em sua alegre acolhida e escuta.
Caminhos e projetos há de sempre iluminar.
Ao redor do Altar do Senhor hão de se voltar,
Para da Mesa Sagrada participar,
Do Pão da Eucaristia da Vida nutrir-se e alimentar-se.
Alegria e força, compromisso com o Reino jamais há de faltar.
Para que diante da Mesa da Palavra possam se colocar,
Em sua alegre acolhida e escuta.
Caminhos e projetos há de sempre iluminar.
Ao redor do Altar do Senhor hão de se voltar,
Para da Mesa Sagrada participar,
Do Pão da Eucaristia da Vida nutrir-se e alimentar-se.
Alegria e força, compromisso com o Reino jamais há de faltar.
Vocês farão voos por aí…
Testemunhando a santidade do matrimônio,
Que passa no carregar da cruz.
Cruz que traz em si as marcas da dor,
Cruz que traz também em si as marcas do esplendor.
Na Cruz ecoa o grito, a agonia, o sangue e a dor,
Mas também ecoa que a vida é mais forte do que a morte,
Porque o Amor que amou por amor, até o fim nos amou.
Por tamanho Amor vivido e testemunhado, o Pai o Ressuscitou.
Matrimônio Sacramento, mesmo amor se há de testemunhar:
Amor que ama até o fim, amor que Paulo na Bíblia cantou,
O amor que jamais passará.
Testemunhando a santidade do matrimônio,
Que passa no carregar da cruz.
Cruz que traz em si as marcas da dor,
Cruz que traz também em si as marcas do esplendor.
Na Cruz ecoa o grito, a agonia, o sangue e a dor,
Mas também ecoa que a vida é mais forte do que a morte,
Porque o Amor que amou por amor, até o fim nos amou.
Por tamanho Amor vivido e testemunhado, o Pai o Ressuscitou.
Matrimônio Sacramento, mesmo amor se há de testemunhar:
Amor que ama até o fim, amor que Paulo na Bíblia cantou,
O amor que jamais passará.
Voos hão de fazer…
Mas jamais voar sem a cruz carregar.
Voos sem cruz são quedas preanunciadas,
Vidas de sentido esvaziadas,
Casas sobre a areia edificadas...
Mas jamais voar sem a cruz carregar.
Voos sem cruz são quedas preanunciadas,
Vidas de sentido esvaziadas,
Casas sobre a areia edificadas...
Agora que uma só carne são pelo Sacramento celebrado,
Renovem como eternos namorados,
O amor, por Deus, ricamente abençoado.
Que Cristo seja a rocha, a solidez desejada,
Para n’Ele edificar aquela casa, casa do amor um dia iniciada,
Por amor e no amor cada dia edificada.
Ventos e tempestades jamais desmoronam
Vidas que no Amor se edificam.
Acolham com todo carinho
Estas palavras que tantos casais,
Vidas que no Amor se edificam.
Acolham com todo carinho
Estas palavras que tantos casais,
aqui, testemunham e ratificam.
Em poucas palavras... (Semana da Família)
Os sete Sacramentos
“Os sacramentos da nova Lei foram instituídos por Cristo e são em número de sete, a saber: o Baptismo, a Confirmação, a Eucaristia, a Penitência, a Unção dos Enfermos, a Ordem e o Matrimônio.
Os sete sacramentos tocam todas as etapas e momentos importantes da vida do cristão: outorgam nascimento e crescimento, cura e missão à vida de fé dos cristãos.
Há aqui uma certa semelhança entre as etapas da vida natural e as da vida espiritual (São Tomás de Aquino).” (1)
(1) Catecismo da Igreja Católica - parágrafo n. 1210
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