Dom Otacilio F. Lacerda
quinta-feira, 23 de julho de 2026
Oração - VI Dia mundial dos idosos e das idosas (2026)
Oração - VI Dia mundial dos idosos e das idosas (2026)
Oremos pelos nossos avós e idosos
Oremos
pelos nossos avós e idosos
Senhor Deus de ternura e
bondade, a Vós que prometestes - “Eu nunca te esquecerei” (1), nós Vos
pedimos: acolhei os avós e os idosos em Tua ternura e renovai neles a confiança
em Vossa eterna Providência, e fazei brilhar Vossa Luz nas horas sombrias de
solidão, e por vezes, até mesmo no abandono dos seus.
Concedei-nos, ó Deus, a
graça de multiplicarmos gestos de acolhida e carinho para com nossos avós e
idosos, e que nossas famílias sejam lares de proximidade, onde cada vida seja
respeitada em sua singularidade, e a fragilidade seja vista como dom de amor e
serviço, no irradiar de santa alegria.
Ajudai-nos, para que,
como Igreja, sejamos como uma mãe que aquece e protege, e juntos façamos
progressos na vivência da fé, esperança e caridade; convictos em Vossa
presença, animados e conduzidos pela Palavra do Vosso Filho, contando com a
ação e presença do Santo Espírito, que vem em socorro de nossas fraquezas (2).
Amém.
(1)
Is 49,15
(2)
Rm 8, 26-27
Que os sonhos não morram jamais
Sonhemos! Avancemos! Jamais recuemos...
Com a presença do Santo Espírito que nos conduz em todos os momentos.
Uma autêntica escuta...
para saciar nossa sede de vida,
pois somente Vós,
a mais preciosa e inesgotável Divina Fonte de Amor,
vida e paz sois. Amém”.
Temos sede de Deus
MENSAGEM DE SUA SANTIDADE LEÃO XIV PARA O VI DIA MUNDIAL DOS AVÓS E DOS IDOSOS (síntese) (2026)
MENSAGEM DE SUA SANTIDADE LEÃO XIV
PARA O VI DIA MUNDIAL DOS AVÓS E DOS IDOSOS
(síntese)
“Eu nunca te esquecerei” (Is 49, 15)
A Mensagem para o VI Dia
Mundial dos Avós e dos Idosos (2026), do Papa Leão XIV tem como lema a passagem
do Livro do Profeta Isaías – “Eu nunca te esquecerei” (Is 49,15).
O Papa ressalta a
experiência do povo de Deus que pode contar sempre com a ternura e bondade
divinas, que jamais o esquece, renovando a consolação e a confiança na Sua providência.
Com isso, alerta para a
dolorosa sensação de ser esquecida vivida por muitas pessoas, especialmente
pelos idosos.
Ao longo da Mensagem, há
exortações para multiplicarmos gestos de acolhida, atenção e ternura para com
os idosos, avôs e avós, tanto na família como em outros espaços, como nos asilos
onde a singularidade de cada pessoa corre o risco de ser reduzido ao número da
sua cama ou à sua patologia.
Dessa forma, a celebração
do Dia Mundial dos Avós e dos Idosos é uma oportunidade para redescobrir que a
Igreja é chamada a ser mãe de todos e que é sempre possível, em qualquer idade,
descobrir-se filhos e filhas de Deus.
O Papa também nos alerta
para a cultura digital que multiplica as conexões e oferece novas
possibilidades de encontro; no entanto, o coração humano conserva uma
necessidade inalienável de proximidade (Carta enc. Magnifica humanitas,
239), daí a importância da proximidade exortada.
Citando Santo Agostinho,
recorda que, neste novo caminho de atenção e solicitude para com os idosos,
pode-se reconhecer Deus aquele que «é
mãe porque aquece, porque alimenta, porque amamenta, porque protege» (Comentário
ao Salmo 26, II, 18).
Recorda as palavras do Papa
Francisco que se referiu aos idosos como um “novo povo” (Catequese,
23 de fevereiro de 2022), uma vez que o número de pessoas de idade avançada
nunca foi tão elevado na história da humanidade. Nela, a fragilidade se faz
presente e não pode ser causa de medo.
Trata-se de viver este
tempo como tempo de renascimento na velhice (Jo 3,4-6), assumindo juntos
compromissos renovados para a superação da violência bélica e social,
assegurando um futuro onde possam crescer os próprios netos.
A Mensagem
termina agradecendo pelas orações dirigidas a ele, especialmente no terço, e retribui pedindo que o Senhor renove
a todos na fé, na esperança e na caridade, na certeza de que Deus nunca se
esquece de nós.







