Ele é a fonte de vida nova, e estabelece com a Samaritana um novo modo de relacionamento.
quinta-feira, 30 de abril de 2026
O abandono do “cântaro”
Ele é a fonte de vida nova, e estabelece com a Samaritana um novo modo de relacionamento.
Em poucas palavras... (Catedral)
A força simbólica de uma Catedral
“Pela sua força simbólica, a Catedral converte-se em casa de oração, em escola da verdade, lugar de escuta da Palavra e lugar de elevação do espírito e de encontro com Deus.
Amar e venerar a Catedral é amar a Igreja como comunidade de pessoas unidas pela mesma Fé, pela mesma Liturgia e Caridade.
É fundamental que a Catedral, presidida pelo Bispo com a participação do povo que forma a comunidade diocesana, seja expressão da Igreja Local viva e peregrina.
Espera-se também que a Catedral seja um centro modelador da Liturgia, da Evangelização, da Cultura e da Caridade sendo assim expressão e sinal de toda a vida da comunidade diocesana.” (1)
(1)https://diocese-braga.pt/documento/2022-08-28-o-eixo-de-uma-catedral-34709-1
Em poucas palavras...
“Quando a Igreja reza «Pai nosso que estais nos céus», professa que somos o povo de Deus já sentado nos céus em Cristo Jesus (Ef 2,6) escondidos com Cristo em Deus (Cl 3,3) e que, ao mesmo tempo, «gememos nesta tenda, ansiando por revestir-nos da nossa habitação celeste» (2 Cor 5, 2; Fl 3,21; Hb 3,14):
Os cristãos «estão na carne, mas não vivem segundo a carne. Passam a vida na terra, mas são cidadãos do céu» (Epístola a Diogneto).” (1)
(1)Catecismo da Igreja Católica – n. 2796
Em poucas palavras...
“O símbolo dos céus remete-nos para o mistério da Aliança...”
“O símbolo dos céus remete-nos para o mistério da Aliança que nós vivemos, quando rezamos ao Pai. Ele está nos céus: é a sua morada.
A casa do Pai é, pois, a nossa «pátria». Foi da terra da Aliança que o pecado nos exilou (Gn 3), e é para o Pai, para o céu, que a conversão do coração nos faz voltar (Jr 3,19-4,1a; Lc 15,18.21).
Ora, foi em Cristo que o céu e a terra se reconciliaram (Is 45,8; Sl 85,12), porque o Filho «desceu do céu», sozinho, e para lá nos faz subir juntamente consigo, pela sua cruz, ressurreição e ascensão (Jo 12,32; 14,2-3; 16,28; 20,17; Ef 4,9-10; Hb 1,3; 2,13).” (1)
(1) Catecismo da Igreja Católica – n. 2795
Em poucas palavras...
Os sinais realizados por Jesus
“Os sinais realizados por Jesus testemunham que O Pai O enviou (Jo 5,36; 10,25). Convidam a crer n'Ele (Jo 10,38).
Aos que se Lhe dirigem com fé, concede-lhes o que pedem (Mc 5,25-34). Assim, os milagres fortificam a fé n'Aquele que faz as obras do Seu Pai: testemunham que Ele é O Filho de Deus (Jo 10,31-38).
Mas também podem ser «ocasião de queda» (Mt 11,6). Eles não pretendem satisfazer a curiosidade nem desejos mágicos.
Apesar de os seus milagres serem tão evidentes, Jesus é rejeitado por alguns (Jo 11,47-48); chega mesmo a ser acusado de agir pelo poder dos demônios (Mc 3,22).” (1)
(1) Catecismo da Igreja Católica – parágrafo n.548
Amar, servir e a Palavra proclamar
Senhor Jesus, que amemos intensamente como nos mandastes; sirvamos com humildade e alegria ao nosso próximo e assim proclamemos, com coragem e ardor, a Vossa Palavra, incansáveis arautos da Vossa Boa-Nova. Amém. Aleluia!







