segunda-feira, 22 de junho de 2026

Não nos cabe julgar, mas orar e amar

 


                 Não nos cabe julgar, mas orar e amar
 
“Não faleis mal dos outros, irmãos. Quem fala mal de seu irmão ou o julga, fala mal da Lei e julga-a. Ora, se julgas a Lei, não és cumpridor da Lei,  mas sim, seu juiz.
Um só é o legislador e juiz:   Aquele que é capaz de salvar e de fazer perecer. Tu, porém, quem és,
para julgares o teu próximo?”   (1)
 
Na alegria de sermos Discípulos Missionários do Reino do Senhor, sinais e instrumentos de um Amor exigente, porque se funda e se nutre no Amor Trinitário, que se expressa na misericórdia, com feições de amor, testemunhado em gestos incontáveis de caridade, renovemos nossos sagrados compromissos na fidelidade incondicional ao Senhor.
 
Misericordiosos como o Pai (cf. Lc 6,36) não implica que, como discípulos do Senhor, vivamos um amor conivente que nada questiona e nada muda, porque antes falam os interesses mesquinhos e egoístas.
 
Como discípulos missionários do Senhor,  urge que vivamos um Amor exigente, jamais coniventes com o pecado!
 
Como seguidores do Senhor que somos, um só caminho é possível, mais do que evidente, que consiste no Caminho do amor que ama o pecador, que elimina todo pecado, porque puro e verdadeiro.
 
Assim ama o Senhor! Assim também devemos amar. Não como juízes do próximo, mas testemunhas do autêntico amor, pois quem o vive, cumpre plenamente a Lei (cf. Rm 13,10). Amém.
 
 
(1) Leitura breve das vésperas da segunda-feira da 27ª semana do Tempo Comum.
Apropriado para a passagem do Evangelho de Mateus (Mt 7,1-5)
 

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