Semana
Santa: Tempo de recolhimento, silêncio e oração (Parte I)
“Pai,
se este cálice não pode passar sem que eu o beba, seja feita a tua vontade!”
(Mt 26,42).
Oremos:
“Nós vos
adoramos, Senhor Jesus Cristo, e Vos bendizemos porque pela Vossa Santa Cruz
remistes o mundo.”
Cremos que somente a
Cruz Vos importava; ensinamentos, milagres, cumprimento de profecias – tudo
isso estava estreitamente subordinado à Vossa Missão na Terra: ser como grão de
trigo que passaria pelo inverno de um Calvário e então se tornaria o Pão da Vida,
como Vosso Apóstolo nos falaria mais tarde: sois a semente que morreria para
viver (2 Cor 5,15-16).
Cremos que, doente,
nossa natureza precisava de ser curada; decaída, ser reerguida; morta, ser
ressuscitada, pois havíamos perdido a posse do bem; era preciso que nos fosse
restituída.
Cremos que estávamos
enclausurados nas trevas, de modo que era preciso trazer-nos à luz; cativos,
esperávamos um Salvador; prisioneiros, um socorro; escravos, um libertador. Por
isso descestes à nossa natureza humana para visitá-la, uma vez que a humanidade
se encontrava em estado tão miserável e infeliz. Quem nos amaria tanto assim?
Amém.
PS: Fontes - Magistério e Tradição da Igreja e outras fontes litúrgicas que se encontram neste blog
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