Feliz quem a Deus se confia
“=1 Bendito seja o Senhor, meu rochedo,
que adestrou minhas mãos para a luta,
e os meus dedos treinou para a guerra!
–2 Ele é meu amor, meu refúgio,
libertador, fortaleza e abrigo;
– é meu escudo: é n’Ele que espero,
ele submete as nações a meus pés.
=3 Que é o homem, Senhor, para Vós?
Por que dele cuidais tanto assim,
e no filho do homem pensais?
–4 Como o sopro de vento é o homem,
os seus dias são sombra que passa.
–5 Inclinai Vossos céus e descei,
tocai os montes, que eles fumeguem.
–6 Fulminai o inimigo com raios,
lançai flechas, Senhor, dispersai-o!
=7 Lá do alto estendei Vossa mão,
retirai-me do abismo das águas,
e salvai-me da mão dos estranhos;
–8 sua boca só tem falsidade,
sua mão jura falso e engana.
–9 Um canto novo, meu Deus, vou cantar-Vos,
nas dez cordas da harpa louvar-Vos,
–10 a Vós que dais a vitória aos reis
e salvais Vosso servo Davi.
–11 Da espada maligna livrai-me
e salvai-me da mão dos estranhos;
– sua boca só tem falsidade,
sua mão jura falso e engana.
–12 Que nossos filhos, quais plantas viçosas,
cresçam sadios, e fortes floresçam!
– As nossas filhas, colunas robustas,
que um artista esculpiu para o templo.
–13 Nossos celeiros transbordem de cheios,
abastecidos de todos os frutos!
– Nossas ovelhas em muitos milhares
se multipliquem nas nossas campinas!
=14 O nosso gado também seja gordo!
Não haja brechas em nossas muralhas,
nem desterro ou gemido nas praças!
–15 Feliz o povo a quem isto acontece,
e que tem o Senhor por seu Deus!”
O Salmo
143(144) é uma Oração pela vitória e pela paz:
“Um rei
agradece a vitória, obtida não com sua força, mas com o auxílio divino;
reconhece sua indignidade diante de Deus, pede a graça de novos triunfos e de
uma era de paz e de prosperidade para o povo.” (1)
O Apóstolo Paulo faz ressoar estas palavras na passagem aos
Filipenses:
“Tudo posso naquele que me dá força” (cf. Fl 4,13).
Tenhamos também mesma atitude na prosperidade, acompanhado da
gratidão a Deus que caminha conosco e nos assiste em todo o tempo.
(1) Comentário da Bíblia Edições CNBB – p. 849


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