Jamais a perda da esperança e confiança em Deus
“=1 Junto aos rios da Babilônia
nos sentávamos chorando,
com saudades de Sião.
–2 Nos salgueiros por ali
penduramos nossas harpas.
–3 Pois foi lá que os opressores
nos pediram nossos cânticos;
– nossos guardas exigiam
alegria na tristeza:
– 'Cantai hoje para nós
algum canto de Sião!'
=4 Como havemos de cantar
os cantares do Senhor
numa terra estrangeira?
=5 Se de ti, Jerusalém,
algum dia eu me esquecer,
que resseque a minha mão!
=6 Que se cole a minha língua
e se prenda ao céu da boca,
se de ti não me lembrar!
– Se não for Jerusalém
minha grande alegria!”
O Salmo
136(137),1-6 expressa a realidade vivia no exílio, junto aos rios da Babilônia,
e este cativeiro do povo deve-se entender como símbolo do nosso cativeiro
espiritual (Santo Hilário).
Temos
retratado o “drama do povo exilado, depois que Jerusalém foi destruída e
incendiada. Longe da cidade santa, não podem esquecer-se da pátria. Conforme a
lei do talião (Ex 21,24), desejam ao opressor o mesmo mal que este lhes fez.”
(1)
Podemos
também viver situações difíceis, em que somos desafiados a renovar nossa
confiança em Deus, sem jamais permitir a perda da esperança. Fazer da
tribulação ocasião de purificação e amadurecimento na fé, impelidos pela
caridade (Gl 5,6).
(1) Comentário da Bíblia Edições CNBB – p. 845


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