quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Fixemos nossos olhos no Senhor

                                                                          


Fixemos nossos olhos no Senhor

 “Diz-se que o sábio tem olhos na cabeça,
 enquanto o insensato caminha no escuro” (Ecl 2,14)

Com esta Homilia, o Bispo São Gregório de Nissa (séc. IV),  reflete  sobre este versículo da Bíblia, que encontramos no Livro do Eclesiastes.

“Se a alma levantar os olhos para sua cabeça, que é Cristo – conforme comparação de Paulo – considere-se feliz pela viva agudeza de seu olhar, porquanto tem os olhos ali onde não existe a escuridão do mal. O grande Paulo, e quem quer que seja igualmente grande, tem os olhos na cabeça, como também os tem todos os que vivem, se movem e são em Cristo. Pois como não é possível que veja trevas quem está na luz, também não pode acontecer que quem tem olhos em Cristo, os fixe em alguma coisa vã.

Quem, pois, tem os olhos na cabeça, entendendo cabeça por princípio de tudo, tem olhos em toda virtude (Cristo é a virtude absoluta e perfeita), na verdade, na justiça, na incorruptibilidade, em todo bem. Os olhos do sábio estão em sua cabeça; o insensato, porém, caminha nas trevas. Quem não põe sua lâmpada sobre o candelabro, mas coloca-a debaixo do leito, faz com que a luz seja trevas.

Ao contrário, quão numerosos são aqueles que, por suas lutas, se enriquecem com as realidades supremas, vivem na contemplação da verdade e, no entanto, são tidos por cegos e inúteis, tais como Paulo a gloriar-se, dizendo-se insensato por causa de Cristo. A prudência e sabedoria dele não se preocupavam nunca com aquilo que é objeto de nossos cuidados. Diz ele: Nós, estultos por Cristo, como se dissesse: ‘Nós, cegos em relação às coisas daqui de baixo, porque olhamos para cima e temos os olhos na cabeça’. Por este motivo era sem teto e sem mesa, pobre, peregrino, nu, sofrendo fome e sede.

Quem não o julgaria infeliz, vendo-o preso e açoitado como um infame, após o naufrágio, ser levado pelas ondas do mar alto, e conduzido daqui para ali em cadeias? E, no entanto, embora tratado desta maneira entre os homens, não despregou os olhos, mantendo-os sempre em Cristo, Cabeça e dizia: ‘Quem nos separará da caridade de Cristo, que está em Cristo Jesus? aflição, angústia, perseguição, fome, nudez, perigos, espada’? Como se dissesse: ’Quem arrancará meus olhos da Cabeça e os voltará para aquilo que se calca aos pés?’ A nós também nos exorta a agir de modo semelhante quando ordena ter gosto pelas coisas do alto; não é isto o mesmo que dizer termos os olhos em Cristo, Cabeça?”

Como discípulos missionários pela adesão ao Senhor, Sua Palavra e Projeto, temos que manter sempre os filhos fixos n’Ele, para jamais recuarmos na vida de fé.

Com os olhos fixos no Senhor, sentiremos a Sua presença em todos os momentos, como testemunhou o Apóstolo Paulo e tantos outros, ao longo da história.

Com os olhos fixos no Senhor, na plena fidelidade a Ele, não caminharemos nas trevas, mas teremos a Luz da Vida (cf. Jo 8,12), e assim poderemos ser testemunhas desta Luz que ilumina toda a humanidade. 

Urge que sejamos luminosos!

                                                                   

Urge que sejamos luminosos!

Reflitamos o Comentário sobre o Eclesiastes, do Bispo São Gregório de Agrigento (séc. VI), renovando o nosso desejo, mais que necessário, que nos acompanha incessantemente: aproximarmo-nos de Deus, pois quanto mais próximos d’Ele, mais luminosos o seremos.

“Suave, diz o Eclesiastes, é esta luz e extremamente bom, para nossos olhos penetrantes, é contemplar o sol esplêndido. Pois sem a luz o mundo não teria beleza, a vida não seria vida. Por isto, já de antemão, o grande contemplador de Deus, Moisés, disse: E Deus viu a luz e declarou-a boa.

Porém é conveniente para nós pensar naquela grande, verdadeira e eterna luz que ilumina a todo homem que vem a este mundo, quer dizer, Cristo, Salvador e Redentor do mundo, que, feito homem, quis assumir ao máximo a condição humana.

D’Ele fala o Profeta Davi: Cantai a Deus, salmodiai a Seu nome, preparai o caminho para Aquele que Se dirige para o ocaso; Senhor é Seu nome; e exultai em Sua presença.

Suave declarou o Sábio ser a luz e prenunciou ser bom ver com Seus olhos o sol da glória, aquele sol que no tempo da divina encarnação disse: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não caminha nas trevas, mas terá a luz da vida.

E outra vez: Este o juízo: a luz veio ao mundo. Desta maneira, pela luz do sol, gozo de nossos olhos corporais, anunciou o Sol da justiça espiritual, tão suave àqueles que foram encontrados dignos de conhecê-Lo.

Viam-no com seus próprios olhos, com Ele viviam e conversavam, como um homem qualquer, embora não fosse um qualquer. Era, de fato, verdadeiro Deus que deu vista aos cegos, fez os coxos andar, os surdos ouvir, limpou os leprosos, aos mortos devolveu a vida.

Todavia, mesmo agora é realmente delicioso vê-Lo com olhos espirituais e contemplar demoradamente Sua simples e divina beleza. Além disso, é delicioso, pela união e comunicação com Ele, tornar-se luminoso, ter o espírito banhado de doçura e revestido de santidade, adquirir o entendimento e vibrar de uma alegria divina que se estenda a todos os dias da presente vida.

O sábio Eclesiastes bem o indicou quando disse: Por muitos anos que viva o homem, em todos eles se alegrará. É evidente que o Autor de toda alegria o é para os que veem o Sol de justiça. D’Ele disse o Profeta Davi: Exultem diante da face de Deus, gozem na alegria; e também: Exultai, ó justos, no Senhor; aos retos convém o louvor”.

Há situações difíceis pelas quais passamos que por vezes parecem querer ofuscar ou mesmo apagar a Divina Chama que em nós, um dia no Batismo foi acesa.

Retomo alguns trechos para aprofundamento:

“Além disso, é delicioso, pela união e comunicação com Ele, tornar-se luminoso, ter o espírito banhado de doçura e revestido de santidade, adquirir o entendimento e vibrar de uma alegria divina que se estenda a todos os dias da presente vida.”

Luminosidade, doçura e santidade, entendimento, vibração de alegria... Tudo isto e muito mais alcançamos quando, D’Ele, a Divina Fonte de Luz e Amor, nos aproximamos: Cristo Jesus!

Fomos criados por Deus para sermos luminosos. Jamais deixemos as dificuldades apagarem nossa luz, nossa chama ardente da caridade, que se comunica com a Fonte Ardente de Caridade, Jesus. Não podemos permitir o ofuscar a luz nos olhos, que faz ressuscitar a confiança, a esperança, a bondade, a ternura, a serenidade, a misericórdia e o perdão em nosso coração.

Inebriados pela infinita doçura do Senhor, não sejamos amargos nos relacionamentos, pois nisto consiste o caminho da santidade de quem experimentou a verdadeira alegria de nutrir-se e renovar-se, a cada dia, na Mesa da Santa Eucaristia. 

Radiantes ao contemplar o Senhor

                                                                   

Radiantes ao contemplar o Senhor

São Gregório de Agrigento (séc. VI) nos oferece um “Comentário sobre o Livro de Coélet” que muito pode nos ajudar em nosso discipulado, na fidelidade ao Senhor, que jamais nos desampara, pois é próprio do Amor de Deus jamais se afastar de nós, porque nos fez por amor e para o amor viver, até que um dia com Ele alcancemos a graça de viver na plenitude do Amor, o céu.

“Doce é a luz, como diz o Eclesiastes, e é coisa muito boa contemplar com nossos olhos este sol visível. De fato, sem a luz o mundo se encontraria privado de sua beleza, a vida deixaria de ser tal. Por isso Moisés, o vidente de Deus, já tinha dito anteriormente: E Deus viu que a luz era boa. Mas nós devemos pensar naquela magna, verdadeira e eterna luz que vindo a este mundo ilumina a todo homem, isto é, Cristo, Salvador e Redentor do mundo, o qual feito homem, compartiu até o fim a condição humana; a respeito do qual diz o salmista: Cantai a Deus, tocai em Sua honra, atapetai o caminho d’Aquele que avança pelo deserto; Seu nome é Senhor: alegrai-vos em Sua presença.

Aplica a luz o apelativo de ‘doce’, e afirma ser coisa boa o contemplar com os próprios olhos o sol de glória, a saber: Aquele que no tempo de Sua vida mortal disse: Eu sou a luz do mundo; aquele que me segue não caminha nas trevas, mas terá a luz da vida. E também: O juízo consiste nisto: que a luz veio ao mundo.

Assim ao falar desta luz solar que vemos com nossos olhos corporais, anunciamos antecipadamente o Sol de justiça, o qual foi, na verdade, sobretudo doce para aqueles que tiveram a felicidade de serem instruídos por Ele e de contemplá-Lo com seus próprios olhos enquanto convivia com os homens, como outro homem qualquer, ainda que, na realidade, não fosse igual aos outros.

Na realidade, era também Deus verdadeiro, e, por isto, fez com que os cegos enxergassem, os coxos andassem, que os surdos ouvissem, limpou aos leprosos, ressuscitou aos mortos somente com o império de Sua voz.

Mas, também agora, é coisa dulcíssima fixar n’Ele os olhos do espírito, e contemplar e meditar interiormente Sua pura e divina beleza, e assim, mediantes esta comunhão e este consórcio, sermos iluminados e adornados, sermos cumulados de deleite espiritual, sermos revestidos de santidade, adquirir a sabedoria e, finalmente, transbordar de uma alegria divina que se estende a todos os dias de nossa vida presente.

Isto é o que insinuava o sábio Eclesiastes, quando dizia: Se alguém vive muitos anos, que desfrute de todos eles. Porque realmente aquele Sol de justiça é fonte de toda alegria para aqueles que lhe contemplam; referindo-se a Ele diz o salmista: Rejubilam-se na presença de Deus, transbordando de alegria; e também: Alegrai-vos, justos, no Senhor, porque Ele merece o louvor dos bons.” (1)

A história de cada pessoa é marcada por luzes e sombras, alegrias e tristezas, angústias e esperanças, faltas e sobras, momentos amargos e outros mais doces, mais áridos e outros menos...

Para que vivamos intensamente e bem cada dia, vencendo os obstáculos, suportando as intempéries próprias do cotidiano, precisamos ter os olhos voltados para o Senhor, o Sol Nascente que nos veio visitar.

Radiantes ao contemplá-Lo:

- não esmorecemos diante das dificuldades, não vacilamos na fé e não permitimos o murchar da esperança.

- teremos o coração consumido pelo Fogo Devorador do Amor Divino.

- rezaremos como o Salmista: “Javé é minha luz e minha Salvação: de quem terei medo?” (Sl 26).

Radiantes sempre ficamos ao contemplar o Senhor, e nada pode roubar a luminosidade divina que nos acompanha a cada dia para sermos sinal da Sua imprescindível Luz, que vem iluminar os caminhos sombrios da história em todos os âmbitos.



(1) Lecionário Patrístico Dominical – Editora Vozes - p.384-385

A proximidade com o Senhor nos faz luminosos

                                   

A proximidade com o Senhor nos faz luminosos
       
Senhor Jesus, suave é a Vossa luz, extremamente boa, 
e para os nossos olhos tão penetrante,.

Iluminai os mais sombrios caminhos que tenhamos que trilhar, 
até que possamos alcançar a luminosidade eterna, a plenitude de luz, em que, com Vossa Morte e Ressurreição, 
chegastes, e um lugar nos prometestes.
 
É como contemplar um sol esplêndido, 
porque sem a luz o mundo não teria beleza, 
a vida não seria vida, 
e com Moisés, também dizemos: 
E Deus viu a luz e declarou-a boa, 
e nós temos a graça de Vos contemplar, 
a verdadeira e eterna luz 
que ilumina a todo homem que vem a este mundo, 
o Redentor do  mundo, que, feito homem, 
quisestes  assumir ao máximo a nossa  condição humana.
 
Vós, que sois a luz do mundo, nos dissestes – 
“Quem me segue não caminha nas trevas, 
mas terá a luz da vida” 
e ainda “Este é o juízo: a luz veio ao mundo” (Jo 8,12), 
e viestes para conviver com nossa pequenez e fragilidade, 
e não Vos distanciastes de nossa enfermidade, 
e restituístes a vista aos cegos, f
izestes os coxos andarem, os surdos ouvirem, 
limpastes os leprosos, aos mortos devolvestes a vida.
 
É um deleite vê-Lo com olhos espirituais e contemplarmos demoradamente Vossa simples e divina beleza, 
e pela união e comunicação convosco, 
tornar-nos luminosos, com o espírito banhado de doçura 
e revestido de santidade, 
com o dom do entendimento, 
vibrarmos de uma alegria divina todos os dias.
 
Exultemos com todos os juntos, diante de Vossa presença, 
que nos revela a face do Pai de Misericórdia, ternura e bondade, e  com os que trilham os retos caminhos, 
somemos nossos cantos e louvores 
para que subam mais fortes a Vós, 
que mereceis toda a honra, glória, poder e louvor! 
Amém! Aleluia! Aleluia!
 
PS: Livre Adaptação - Do Comentário sobre o Eclesiastes, do Bispo São Gregório de Agrigento, (Séc. VI). 
 

A frutuosa participação Eucarística

                                                            

A frutuosa participação Eucarística

“Vem, come com alegria teu Pão
e bebe com coração feliz o teu Vinho,
porque tuas obras já agradaram a Deus”.

Sejamos enriquecidos pelo Comentário sobre o Livro do Eclesiastes, escrito pelo Bispo São Gregório de Agrigento (séc. VI), que nos convida a exultar nossa alma no Senhor, a quem rendemos toda honra, glória, poder e louvor.

“‘Vem, come com alegria o teu Pão e bebe com coração feliz o teu Vinho, porque tuas obras já agradaram a Deus’.

A explicação mais simples e óbvia desta frase parece-me ser uma justa exortação que nos dirige o Eclesiastes: abraçando um tipo de vida simples e apegados à instrução de uma fé sincera para com Deus, comamos o Pão com alegria e bebamos o Vinho de coração feliz; sem resvalar para as palavras maldosas, nem nos comportarmos com duplicidade.

Pelo contrário, pensemos sempre o que é reto, e, quanto nos seja possível, auxiliemos com misericórdia e liberalidade os necessitados e mendigos, isto é, atentos aos desejos e ações com que o próprio Deus Se deleita.

No entanto, o sentido místico nos leva a mais altos pensamentos e ensina-nos a ver o Pão celeste e sacramental, que desceu do céu e trouxe a vida ao mundo.

Ensina-nos, também, com o coração feliz, a beber o Vinho espiritual, aquele Vinho que jorrou do lado da verdadeira vide, no momento da paixão salvífica.

Destes fala o Evangelho de nossa salvação: ‘Tendo Jesus tomado o pão, abençoou-o e disse a Seus santos discípulos e apóstolos: Tomai e comei: isto é meu Corpo que por vós é repartido para a remissão dos pecados; o mesmo fez com o Cálice e disse: Bebei todos dele; este é o meu Sangue da nova Aliança, que por vós e por muitos é derramado em remissão dos pecados.’

Aqueles que comem deste Pão e bebem o Vinho sacramental, na verdade enchem-se de alegria, exultam e podem exclamar: ‘Deste alegria a nossos corações’.

Ainda mais – julgo eu – este pão e este vinho designam, no livro dos Provérbios, a sabedoria de Deus, subsistente por si mesma, Cristo, o nosso salvador, quando diz: Vinde, comei do meu Pão e bebei do Vinho que preparei para vós; indicando assim a mística participação do Verbo.

Aqueles que são dignos desta participação trazem em todo o tempo vestes ou obras não menos luminosas do que a luz, realizando o que o Senhor diz no Evangelho:

Que vossa luz brilhe diante dos homens, para que vejam vossas obras boas e glorifiquem vosso Pai que está nos céus.

Igualmente se percebe que em suas cabeças corre sempre o óleo, isto é, o Espírito da verdade que os protege e defende contra todo dano do pecado”.

De fato, a verdadeira alegria pode ser encontrada tão somente no Senhor, como nos disse o Apóstolo Paulo: “Alegrai-vos sempre no Senhor. Repito: alegrai-vos!” (Fl 4, 4).

Na participação autêntica, ativa, piedosa e frutuosa da Mesa da Palavra e da Eucaristia, somos iluminados pela Palavra Divina, que é luz para nosso caminho; somos nutridos pelo Diviníssimo Corpo e Sangue do Senhor.

Evidentemente esta participação não termina em si mesma, pois, como lembra o Bispo, exige daqueles que das Mesas sagradas participam a não “duplicidade de vida”, e a não multiplicação de “palavras maldosas”, e tão somente assim, a luz de Deus brilhará diante da humanidade, e o Pai que está nos céus será glorificado.

Supliquemos o Espírito da verdade, que vem socorro de nossa fraqueza, para que a participação eucarística seja sempre acompanhada de gestos concretos de solidariedade, amor e partilha, para que sal da terra e luz sejamos, e o Sermão da Montanha, que deve pautar nossa vida, seja, com ousadia e coragem, no chão do cotidiano vivido.

Oração do(a) Secretário(a) Paroquial

                                           


Oração do(a) Secretário(a) Paroquial 

Ó Deus, Vos peço a assistência do Espírito Santo, para que, como secretário(a), seja sinal da presença do Vosso Filho Jesus Cristo, a quantos vierem ao nosso encontro. 

Enriquecido (a) pelos dons da Sabedoria, Entendimento, Conselho, Fortaleza, Ciência, Temor e Piedade, corresponda à missão que fui agraciado (a), sem mérito algum, mas porque sois infinitamente misericordioso. 

Que ao terminar o dia, diga apenas: fui um(a) simples servo(a) e fiz apenas o que devia fazer (cf. Lc 17,10), no pensamento, palavra e ação. Amém.

Em poucas palavras...

                                                 


A necessária Catequese Permanente

“A catequese das crianças, dos jovens e dos adultos visa a que a Palavra de Deus seja meditada na oração pessoal, atualizada na oração litúrgica e interiorizada em todo o tempo, para que dê fruto numa vida nova.

A catequese é também o momento em que se pode purificar e educar a piedade popular.

A memorização das orações fundamentais oferece um suporte indispensável à vida de oração, mas é importante que se faça saborear o seu sentido.

 

 

(1) Catecismo da Igreja Católica – parágrafo n. 2688

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4º Bispo da Diocese de Guanhães - MG