A corresponsabilidade feminina na evangelização
“A
história da Igreja reconhece muitas figuras femininas sem cujos dons proféticos
e místicos ou iniciativas de caridade a ação apostólica da Igreja seria
impensável.
É preciso
citar ao lado de BENTO, sua irmã ESCOLÁSTICA, ao lado de BONIFÁCIO suas
companheiras LIOBA E WALBURGA, ao lado de FRANCISCO CLARA, ao lado de FRANCISCO
DE SALES JOANA DE CHANTAL, ao lado de VICENTE DE PAULO LUISA DE MARILLAC; e
tampouco se pode pensar em DOM BOSCO sem sua mãe, MARGARIDA, como em Agostinho
sem sua mãe, MÔNICA.
Pode se
apresentar uma longa lista de mulheres influentes na história da Igreja: HILDEGARD
DE BINGEN, CATARINA DE SENA, BRÍGIDA DA SÚECIA, ISABEL DA HUNGRIA, até TERESA
DE CALCUTÁ.
Podemos
lembrar de místicas que marcaram a espiritualidade da Igreja de forma duradoura
e continuaram a marcá-la: JULIANA DE LIÉGE, TERESA DE ÁVILA, MARGARIDA MARIA
ALACOQUE, TERESA DE LISIEUX.
Por fim,
também pertencem a essa série duas filósofas e mártires: CATARINA DE ALEXANDRIA
e EDITH STEIN (a carmelita TERESA BENEDITA DA CRUZ).
Sem
dúvida, na nova situação missionária, cabem às mulheres importantes tarefas;
por isso, é uma importante tarefa promover a cooperação responsável das
mulheres na Igreja.”(1)
(1)Servidores
da alegria – existência sacerdotal – Cardeal Walter Kasper – Edições Loyola –
p.51
PS:
oportuno para reflexão da passagem do Evangelho de Lucas (Lc 8,1-3)
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