quinta-feira, 17 de setembro de 2026

A corresponsabilidade feminina na evangelização

 


A corresponsabilidade feminina na evangelização

A história da Igreja reconhece muitas figuras femininas sem cujos dons proféticos e místicos ou iniciativas de caridade a ação apostólica da Igreja seria impensável.

É preciso citar ao lado de BENTO, sua irmã ESCOLÁSTICA, ao lado de BONIFÁCIO suas companheiras LIOBA E WALBURGA, ao lado de FRANCISCO CLARA, ao lado de FRANCISCO DE SALES JOANA DE CHANTAL, ao lado de VICENTE DE PAULO LUISA DE MARILLAC; e tampouco se pode pensar em DOM BOSCO sem sua mãe, MARGARIDA, como em Agostinho sem sua mãe, MÔNICA.

Pode se apresentar uma longa lista de mulheres influentes na história da Igreja: HILDEGARD DE BINGEN, CATARINA DE SENA, BRÍGIDA DA SÚECIA, ISABEL DA HUNGRIA, até TERESA DE CALCUTÁ.

Podemos lembrar de místicas que marcaram a espiritualidade da Igreja de forma duradoura e continuaram a marcá-la: JULIANA DE LIÉGE, TERESA DE ÁVILA, MARGARIDA MARIA ALACOQUE, TERESA DE LISIEUX.

Por fim, também pertencem a essa série duas filósofas e mártires: CATARINA DE ALEXANDRIA e EDITH STEIN (a carmelita TERESA BENEDITA DA CRUZ).

Sem dúvida, na nova situação missionária, cabem às mulheres importantes tarefas; por isso, é uma importante tarefa promover a cooperação responsável das mulheres na Igreja.”(1)

 

(1)Servidores da alegria – existência sacerdotal – Cardeal Walter Kasper – Edições Loyola – p.51

PS: oportuno para reflexão da passagem do Evangelho de Lucas (Lc 8,1-3)

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4º Bispo da Diocese de Guanhães - MG