A autêntica devoção à Nossa Senhora das Dores
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A autêntica devoção à
Nossa Senhora das Dores
A devoção às dores de Maria foi a
princípio mais popular do que litúrgica, difundida particularmente pelos
Servitas e Passionistas na Idade Média, especialmente entre os séculos XII e
XIII.
A introdução na Liturgia se deu com o papa
Pio VII (séc. XIX) . Atualmente, esta Memória se concentra melhor sobre ela,
Maria, e o sacrifício de Cristo que ela própria oferece com Ele ao Pai.
O caminho que Maria nos ensina, como
peregrinos da esperança, nos dá coragem para sermos fiéis discípulos
missionários do seu Amado Filho, Jesus.
Com Maria aprendemos a fidelidade ao
carregar da cruz de cada dia, acompanhada das renúncias necessárias.
Oportuno que retomemos para
aprofundamento as sete dores de Maria:
1ª – A profecia de Simeão (Lc 2,35); 2ª – A fuga para o Egito (Mt 2,13s); 3ª – A perda de Jesus no templo (Lc 2,48); 4ª – O caminho de Jesus para o calvário (Lc
23,27); 5ª – A crucificação de Jesus (Lc 23,33); 6ª – Jesus deposto da cruz (Jo
19,38); 7ª – A sepultura de Jesus (Jo 19,40s)
Façamos sempre nossa declaração de amor
à Maria, acompanhada da imitação de suas virtudes em total fidelidade ao Seu
Amado Filho.
Nossa Senhora das Dores,
Mãe das dores do tempo presente e das alegrias eternas, rogai por nós! Amém.
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