domingo, 6 de setembro de 2026

A autêntica devoção à Nossa Senhora das Dores

 


A autêntica devoção à Nossa Senhora das Dores
 
A devoção às dores de Maria foi a princípio mais popular do que litúrgica, difundida particularmente pelos Servitas e Passionistas na Idade Média, especialmente entre os séculos XII e XIII.
 
A introdução na Liturgia se deu com o papa Pio VII (séc. XIX) . Atualmente, esta Memória se concentra melhor sobre ela, Maria, e o sacrifício de Cristo que ela própria oferece com Ele ao Pai.
 
O caminho que Maria nos ensina, como peregrinos da esperança, nos dá coragem para sermos fiéis discípulos missionários do seu Amado Filho, Jesus.
 
Com Maria aprendemos a fidelidade ao carregar da cruz de cada dia, acompanhada das renúncias necessárias.
 
Oportuno que retomemos para aprofundamento as sete dores de Maria:
1ª – A profecia de Simeão (Lc 2,35); 2ª – A fuga para o Egito (Mt 2,13s);  3ª – A perda de Jesus no templo (Lc 2,48);  4ª – O caminho de Jesus para o calvário (Lc 23,27); 5ª – A crucificação de Jesus (Lc 23,33); 6ª – Jesus deposto da cruz (Jo 19,38); 7ª – A sepultura de Jesus (Jo 19,40s)
 
Façamos sempre nossa declaração de amor à Maria, acompanhada da imitação de suas virtudes em total fidelidade ao Seu Amado Filho.
 
Nossa Senhora das Dores, Mãe das dores do tempo presente e das alegrias eternas, rogai por nós! Amém.
 

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4º Bispo da Diocese de Guanhães - MG