quarta-feira, 22 de julho de 2026

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE LEÃO XIV PARA O VI DIA MUNDIAL DOS AVÓS E DOS IDOSOS (síntese) (2026)

 


MENSAGEM DE SUA SANTIDADE LEÃO XIV
PARA O VI DIA MUNDIAL DOS AVÓS E DOS IDOSOS  (síntese)

“Eu nunca te esquecerei” (Is 49, 15)

A Mensagem para o VI Dia Mundial dos Avós e dos Idosos (2026), do Papa Leão XIV tem como lema a passagem do Livro do Profeta Isaías – “Eu nunca te esquecerei” (Is 49,15).

O Papa ressalta a experiência do povo de Deus que pode contar sempre com a ternura e bondade divinas, que jamais o esquece, renovando a consolação e a confiança na Sua providência.

Com isso, alerta para a dolorosa sensação de ser esquecida vivida por muitas pessoas, especialmente pelos idosos.

Ao longo da Mensagem, há exortações para multiplicarmos gestos de acolhida, atenção e ternura para com os idosos, avôs e avós, tanto na família como em outros espaços, como nos asilos onde a singularidade de cada pessoa corre o risco de ser reduzido ao número da sua cama ou à sua patologia.

Dessa forma, a celebração do Dia Mundial dos Avós e dos Idosos é uma oportunidade para redescobrir que a Igreja é chamada a ser mãe de todos e que é sempre possível, em qualquer idade, descobrir-se filhos e filhas de Deus.

O Papa também nos alerta para a cultura digital que multiplica as conexões e oferece novas possibilidades de encontro; no entanto, o coração humano conserva uma necessidade inalienável de proximidade (Carta enc. Magnifica humanitas, 239), daí a importância da proximidade exortada.

Citando Santo Agostinho, recorda que, neste novo caminho de atenção e solicitude para com os idosos, pode-se reconhecer Deus aquele que  «é mãe porque aquece, porque alimenta, porque amamenta, porque protege» (Comentário ao Salmo 26, II, 18).

Recorda as palavras do Papa Francisco que se referiu aos idosos como um “novo povo” (Catequese, 23 de fevereiro de 2022), uma vez que o número de pessoas de idade avançada nunca foi tão elevado na história da humanidade. Nela, a fragilidade se faz presente e não pode ser causa de medo.

Trata-se de viver este tempo como tempo de renascimento na velhice (Jo 3,4-6), assumindo juntos compromissos renovados para a superação da violência bélica e social, assegurando um futuro onde possam crescer os próprios netos.

A Mensagem termina agradecendo pelas orações dirigidas a ele, especialmente no  terço, e retribui pedindo que o Senhor renove a todos na fé, na esperança e na caridade, na certeza de que Deus nunca se esquece de nós.

 

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