domingo, 28 de junho de 2026
Pedro e Paulo: as Colunas Mestras da Igreja (São Pedro e São Paulo)
Pedro e Paulo: as Colunas Mestras da Igreja
"E vós, quem dizeis que Eu Sou?" (São Pedro e São Paulo)
Jamais cessarei de falar sobre Ele.
Em poucas palavras...
A indispensável proximidade
“Cultivemos
relacionamentos! Numa era que privilegia a velocidade e a fragmentação, o ser
humano ainda anseia por receber cuidado e reconhecimento de mentes atentas,
palavras gentis e mãos capazes de ternura.
A cultura
digital multiplica as conexões e oferece novas oportunidades de interação;
contudo, o coração humano conserva uma necessidade irrevogável de proximidade
genuína.
Convido a
todos a valorizar lugares e momentos em que a presença física permanece
crucial, como refeições compartilhadas, encontros da comunidade cristã, tempo
dedicado aos solitários e ao serviço aos pobres.
Esses são
sinais de uma humanidade que continua a crer que o corpo de cada pessoa é
morada de Deus e templo do Espírito Santo.
É
precisamente essa aliança entre glória e fragilidade que se torna o critério
para avaliar os modelos antropológicos oferecidos pela cultura contemporânea.”
(1)
(1) Encíclica Magnifica Humanitas (2026) – Papa Leão XIV –
parágrafo n. 239
Pedro e Paulo: Testemunhas apaixonadas pelo Cristo Jesus! (São Pedro e São Paulo)
Apóstolos Pedro e Paulo: Colunas da Igreja (São Pedro e São Paulo)
Apóstolos Pedro e Paulo: Colunas da Igreja
Sem paixão não há discipulado
As palavras do Papa Bento XVI, no discurso inaugural da Conferência de Aparecida (2007), ecoam no coração de todo Presbítero e do Povo de Deus: “O discípulo, fundamentado na rocha da Palavra de Deus, sente-se impulsionado a levar a Boa Nova da Salvação a seus irmãos. Discipulado e missão são como os dois lados de uma mesma moeda: quando o discípulo está enamorado de Cristo, não pode deixar de anunciar ao mundo que só Ele Salva (At 4,12). Com o efeito, o discípulo sabe que sem Cristo não há luz, não há esperança, não há amor, não há futuro”. Sem paixão não há discipulado, apostolado, missão, evangelização… Enamorar-se por Cristo é assumir um compromisso irrenunciável com a Boa Nova do Reino por Ele inaugurado. Assim como a morte de Cristo foi um ato extremo de Amor, Seus fiéis seguidores trilharam o mesmo caminho. Enamorados por Cristo, Sacerdote e comunidade, devem cultivar profunda amizade pessoal com Ele, compartilhando os Seus sofrimentos (Fl 2,1-11). Em todo o tempo somos exortados a reler as página da história da nossa Igreja, o testemunho daqueles que professaram a fé em Cristo. Trazemos à memória a maravilhosa declaração de amor do Apóstolo Pedro ao próprio Senhor: “Simão, filho de Jonas, tu me amas mais do que estes?” - “Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que Te amo”. Somente após a confirmação do amor é que o Senhor lhe confiou o cuidado do rebanho – “Apascenta minhas ovelhas” (Jo 21,4-23). O Apóstolo Paulo nos dá inúmeras provas de amor por Cristo. Uma das mais expressivas encontramos em Gálatas –“Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim. Minha vida presente na carne , vivo-a pela fé no Filho de Deus que me amou e Se entregou a Si mesmo por mim” (Gl 2,20). Para o Apóstolo viver é Cristo e o morrer é lucro (Fl 1,21). Mais adiante declara: “Mas o que era para mim lucro, tive-o como perda, por amor de Cristo. Mais ainda: tudo considero perda, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor. Por Ele, perdi tudo e tudo tenho como esterco, para ganhar a Cristo e ser achado n’Ele…” (Fl 3,7-16). Quando da Solenidade de São Pedro e São Paulo, em um dos seus Sermões, assim nos falou Santo Agostinho (séc. V): “O martírio dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo consagrou para nós este dia (…) Estes mártires viram o que pregaram, seguiram a justiça, proclamaram a verdade, morreram pela verdade (…) Num só dia celebramos o martírio dos dois apóstolos. Na realidade, os dois eram como um só. Embora tinham sido martirizados em dias diferentes, deram o mesmo testemunho. Pedro foi à frente; Paulo o seguiu.Celebramos o dia festivo consagrado para nós pelo sangue dos apóstolos (...) Amemos a fé, a vida, os trabalhos, os sofrimentos, os testemunhos e as pregações destes dois Apóstolos”. De fato, derramaram o sangue por amor a Jesus e sofreram o Martírio: Pedro pela cruz e Paulo decapitado pela espada. Reflitamos: - Como tem sido nosso discipulado?- Quanto estamos verdadeiramente enamorados por Cristo, configurados a Ele, com mesmos sentimentos e pensamentos, como nos propõe o Apóstolo Paulo? Concluindo, somente enamorados por Cristo, seduzidos pela Sua Verdade, é que nos colocaremos intrepidamente no caminho, com Ele que é o próprio Caminho, e teremos Vida plenamente.
Quem nos ama tanto assim? (São Pedro e São Paulo)
Anéis de uma mesma corrente (São Pedro e São Paulo)
Celebrando a Solenidade de São Pedro e São Paulo, renovaremos a alegria de nossa pertença à Igreja, pela graça do Batismo, como pedras vivas que somos, como bem escreveu o Apóstolo Pedro:






