A indispensável proximidade
“Cultivemos
relacionamentos! Numa era que privilegia a velocidade e a fragmentação, o ser
humano ainda anseia por receber cuidado e reconhecimento de mentes atentas,
palavras gentis e mãos capazes de ternura.
A cultura
digital multiplica as conexões e oferece novas oportunidades de interação;
contudo, o coração humano conserva uma necessidade irrevogável de proximidade
genuína.
Convido a
todos a valorizar lugares e momentos em que a presença física permanece
crucial, como refeições compartilhadas, encontros da comunidade cristã, tempo
dedicado aos solitários e ao serviço aos pobres.
Esses são
sinais de uma humanidade que continua a crer que o corpo de cada pessoa é
morada de Deus e templo do Espírito Santo.
É
precisamente essa aliança entre glória e fragilidade que se torna o critério
para avaliar os modelos antropológicos oferecidos pela cultura contemporânea.”
(1)
(1) Encíclica Magnifica Humanitas (2026) – Papa Leão XIV –
parágrafo n. 239


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