quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

MINISTÉRIO DE CATEQUISTAS: GRAÇA E MISSÃO


 

MINISTÉRIO DE CATEQUISTAS: GRAÇA E MISSÃO


Com a Carta Apostólica em forma de “Motu Proprio – Antiquum Ministerium” (03/12)21), o Papa Francisco  nos agraciou com a possibilidade da Instituição de Ministério de Catequistas.


Lembra-nos que o  bispo é o primeiro catequista com os presbíteros e conta com os catequistas para que a mensagem do Evangelho seja anunciada, recorda as palavras do Papa São Paulo VI:


“Os catequistas são preciosos para a implantação, a vida e o crescimento da Igreja e para a sua capacidade de irradiar a própria mensagem à sua volta  e para aqueles que estão distantes.” (São Paulo VI – EN – n. 73)


O Ministério de Catequista é um ministério estável, sem desmerecer a missão de tantos catequistas que continuam, ainda que sem a instituição, e que também devem viver mesmas exigências, e não se trata de maior ou menor importância na missão evangelizadora.


Algumas exigências para recebê-lo, apresentadas pelo Papa:


- Testemunha de uma fé profunda;
- Mestre para os que lhe são confiados;
 
- Mistagogo (instrutor dos mistérios divinos, enraizado na didática litúrgica);
- Acompanhador;
 
- Instrui em nome da Igreja;
- Possui maturidade humana;
 
- São colaboradores dos padres;
- Possuem atitude de acolhimento;
 
- Vivem a generosidade de vida;
- São instrumentos de comunhão fraterna;
 
- Possuem mínima formação bíblica, pastoral e pedagógica.
 

As exigências para manter vivo o Ministério:


- Oração (Sobretudo a Eucaristia);
- Estudo;
- Participação ativa da comunidade;
- Coerência de vida;
- Responsabilidade.

Fundamentais as Palavras do Papa São João Paulo II, na "Catechesi Tradendae" (1979), convidando os catequistas confiarem na ação do Espírito Santo e com a intercessão de Maria, Mãe e discípula de Jesus, um Catecismo vivo, a primeira catequista e modelo para os/as Catequistas.



PS: Parte da homilia da Missa celebrada dia 22 de fevereiro de 2026, na Catedral de Guanhães, quando foi Instituído o Ministério de Catequista para 19 catequistas de nossas paróquias da Diocese de Guanhães.

“Pai Santo...”

                                           

“Pai Santo...”

“Pedi, e vos será concedido; buscai e encontrareis;
batei e a porta será aberta para vós.” (Mt 7,7)

Pai Santo, nós Vos adoramos, pois sois a fonte da luz da vida e de todo dom perfeito. Suplicamos-Vos, por meio do Vosso Filho, Jesus Cristo, no Templo apresentado, a luz do Santo Espírito para iluminar nossos caminhos, pois por mais escuros que sejam, serão claros como o dia.

Pai Santo, nós Vos glorificamos por meio de Vosso Filho, que realizou o Projeto de nossa Salvação, elevado na Cruz, tendo-nos amado e nos amado até o fim. Suplicamos-Vos renovadas forças para suportarmos o peso da cruz, com as renúncias quotidianas necessárias, pois contamos com a presença do Santo Espírito, que não nos deixou órfãos.

Pai Santo, nós reconhecemos Vossa divina onipotência, revelada por meio do Vosso Amado Filho, quando por Palavra e ação dissipou as  trevas do mal, tornando livre e fecundo nosso coração, para que vivamos a liberdade do Espírito, e assim o dilatou para que fosse preenchido da caridade.  E assim, vivendo na fé e na esperança, sejamos a comunicação de ternura para quem mais precisar. Amém.



Fonte inspiradora: Lecionário Comentado – Editora Paulus - Lisboa – 2011 – Vol. I – Tempo Comum – p.144 - Evangelho de São Mateus (Mt 7,7-12).

A eficácia da Oração

                                                         

A eficácia da Oração

 “Pedi e vos será dado! Procurai e achareis!
Batei e a porta vos será aberta! Pois
todo aquele que pede recebe; quem
procura encontra; e a quem
bate a porta será aberta.”

Jesus Cristo é a prova mais convincente do Amor que Deus tem para com a humanidade. Ele nos revela esta face amorosa de Deus, sempre pronto a nos ouvir e nos atender se a Oração for sincera e brotar de um coração que O ama e teme e expressa este amor em solidariedade para com o próximo.

Deste modo, hoje somos iluminados sobre este tema tão precioso para a vida espiritual, que é a Oração, um dos três exercícios quaresmais propostos para este Tempo (Oração, jejum, esmola).

Oportuna é esta citação:

“O Tempo da Oração intensa e da caridade diligente (Prefácio I da Quaresma) opera em nós uma purificação espiritual, capaz de deixar para trás todas as escórias de uma procura interessada de Deus, porventura ligada à convicção errada de poder adquirir direitos sobre Ele, para nos fazer descobrir de novo o verdadeiro rosto do Pai” (1).

De fato, a Oração bem feita nos coloca diante de Deus, ou melhor, nos insere totalmente em Seu Mistério, e somos envolvidos numa relação profunda de ternura, amor, confiança, segurança, serenidade, e quanto mais possamos pensar neste sentido.

Urge que a Quaresma seja para nós Tempo privilegiado para tomarmos consciência das situações problemáticas e dramáticas de nossa existência e do mundo em que vivemos, e mais que aumentar o tempo da Oração, melhoraremos a sua qualidade para que nos leve a produzir os frutos desejados por Deus, já sinalizando as alegrias Pascais.

Rezemos não somente por nós, mas também pelos outros. Devemos rezar pessoalmente, mas também com os outros, lembrando as Palavras do Divino Mestre que afirmou que onde dois ou mais se reunissem em Seu nome, Ele prometeu Se fazer presente: “Pois onde se reunirem dois ou três em meu nome, ali Eu estou no meio deles" (Mt 18,20).

Continuemos nosso itinerário quaresmal com sinceros, corajosos e frutuosos passos para a fecunda Oração.

Continuemos nesta Escola de Oração, pois ainda temos muito que aprender e não podemos jamais parar, recuar tão pouco...

É preciso nos purificarmos de todas as escórias, e evitarmos todos e quaisquer ruídos que nos rompam a sintonia com Deus, que nos fala por Seu Espírito, em comunhão com o Filho. Amém!



(1)Leccionário Comentado - Quaresma/Páscoa - Editora Paulus - Lisboa - p. 82.
PS: Reflexão para a Liturgia  da quinta-feira da primeira semana da Quaresma (Est 4,17; Sl 137, 1-3.7-8; Mt 7,7-12). 

Enquanto peregrinamos, supliquemos!

                                                         

Enquanto peregrinamos, supliquemos!

Ó Deus Pai, que em Jesus Cristo destes aos seres humanos
A mais bela e gloriosa esperança e certeza:
A glória da eternidade, por Sua Ressurreição,
E a Vós invocamos com toda confiança:

Vós, que conduzistes Vosso povo pelo deserto,
E com a coluna de fogo o iluminastes,
Iluminai-nos, para que tenhamos tão apenas Cristo, hoje e sempre,
Como a Luz da nossa vida em todas as circunstâncias.   

Vós, que pela voz de Moisés ensinastes
O Vosso povo no monte Sinai a cumprir
O Sagrado Decálogo da Lei de amor e liberdade,
Abri nossos ouvidos e coração para a Palavra do Vosso Filho.

Vós, que com maná alimentastes Vosso povo peregrino
Na travessia do deserto rumo à Terra Prometida,
Enquanto caminhamos exilados para a eternidade,  
Dai-nos sempre Cristo na Eucaristia, o pão de vida e imortalidade.

Vós, que com a água do rochedo destes de beber
Ao Vosso povo, na aridez do deserto por longos anos,
Apesar da contestação, murmuração e dureza de coração,
Saciai nossa sede de amor pelo Espírito que dá vida.

Ó Deus Pai, por meio de Vosso Filho,
Senhor e Redentor nosso Ressuscitado,
Divina fonte de vida plena, abundante e definitiva.
Suplicamos, Vossa força, em comunhão com o Santo Espírito. Amém.

A Misericórdia verdadeira cria laços fraternos!

                                                         

A Misericórdia verdadeira cria laços fraternos!

Através da Homilia de Santo Astério de Amaseia, Bispo (Séc. V), somos exortados a imitar o exemplo de Cristo Bom Pastor.

“Se quereis parecer-vos com Deus porque fostes criados a Sua imagem, imitai o Seu exemplo. Se sois cristãos, nome que já é uma proclamação de caridade, imitai o amor de Cristo. Considerai as riquezas de Sua bondade.

Estando para vir como homem ao meio dos homens, enviou a Sua frente João, como pregoeiro e exemplo de penitência; e antes de João, tinha enviado todos os profetas para ensinarem aos homens o arrependimento, a volta ao bom caminho e a conversão a uma vida melhor.

Vinde a mim, todos vós que estais cansados e fatigados e Eu vos darei descanso (Mt 11,28). Como acolheu Ele os que ouviram a Sua voz? Concedeu-lhes sem dificuldade o perdão dos pecados e a imediata libertação de seus sofrimentos.

O Verbo os santificou, o Espírito os confirmou; o velho homem foi sepultado nas águas do Batismo e o novo, regenerado, resplandeceu pela graça. Que conseguimos ainda?

De inimigos de Deus, nos tornamos amigos; de estranhos, filhos; e de pagãos, santos e piedosos. Imitemos o exemplo de Cristo como Pastor.

Contemplemos os Evangelhos e vendo neles, como num espelho, o exemplo de Sua solicitude e bondade, aprendamos a praticá-las.

Vejo ali, em parábolas e figuras, um pastor de cem ovelhas que, ao verificar que uma delas se afastara do rebanho e andava sem rumo, não permaneceu com as outras que pastavam tranquilamente.

Saiu a sua procura, atravessando vales e florestas, transpondo altos e escarpados montes, percorrendo desertos, num esforço incansável até encontrá-la.

Tendo-a encontrado, não a castigou nem a obrigou com violência a voltar para o rebanho; pelo contrário, tomando-a nos ombros e tratando-a com doçura, levou-a para o aprisco, alegrando-se mais por esta única ovelha recuperada do que por todas as outras.

Consideremos a realidade oculta na obscuridade da parábola. Nem esta ovelha nem este pastor são propriamente uma ovelha e um pastor; são imagem de uma realidade mais profunda.

Há nesses exemplos um ensinamento sagrado: nunca devemos considerar os homens como perdidos e sem esperança de salvação, nem deixar de ajudar com todo empenho os que se encontram em perigo nem demorar em prestar-lhes auxílio.

Pelo contrário, reconduzamos ao bom caminho os que se afastaram da verdadeira vida e alegremo-nos com a sua volta à comunhão daqueles que vivem reta e piedosamente”. (1)

Somos questionados sobre o quanto somos capazes de acreditar na conversão do próximo; o quanto somos capazes de nos relacionar com misericórdia, como Deus assim espera de todos nós, e não só espera, mas conosco age.

É sempre tempo favorável para conversão e oração, desde que abramos nossa mente e coração, sobretudo o Tempo da Quaresma.

É bom dizer sempre diante do Amor de Deus: Deus sempre tão misericordioso, eu, muitas vezes, tão miserável!

Não fosse a misericórdia de Deus...

(1) Liturgia das Horas - Volume Quaresma/Páscoa - Editora Paulus - pp. 107-108

Lembra-te, catequista

                                                   


Lembra-te, catequista

“Irmãos, se, pois, com tua boca confessares Jesus como Senhor e, no teu coração, creres que Deus O ressuscitou dos mortos, serás salvo” (Rm 10,9)

Catequista, lembra-te sempre: creia no coração e professa com os lábios e com tua vida:

- Tens a missão de anunciar em comunhão com os ensinamentos da Igreja que “Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, foi sepultado, ao terceiro dia, foi ressuscitado, segundo as Escrituras; e apareceu a Cefas e, depois aos doze” (1Cor 15,3-5);

- Professa a fé no Mistério da Páscoa, o coração da fé da Igreja, pois como nos falou o Apóstolo Paulo – “Se Cristo não ressuscitou, vã é a nossa pregação, e vã nossa fé” (1 Cor 15,14);

- Viva a comunhão com Jesus Cristo, morto e ressuscitado, vivo e sempre presente, finalidade última de toda a ação eclesial, e, portanto, da catequese, sendo assim, de todo/a catequista.

Catequista, lembra-te sempre: creia no coração e professa com os lábios e com tua vida:

- Que és mensageiro de esperança que brota da fé na Ressurreição do Senhor, pois “se é só para esta vida que pusemos a nossa esperança em Cristo, somos dentre todos os homens, os mais dignos de compaixão”,  como também nos falou o Apóstolo Paulo, Doutor das Nações (1 Cor 15,19);

Que tendo feito o encontro dos encontros, com o Ressuscitado, és chamado a sair de si, indo ao encontro do outro, para comunicar a Sua Divina Presença que mudou a tua vida, dando a ela novo sentido, bem como alargou os seus horizontes, porque é próprio de quem ama, deleitar-se no encontro com o Amado, alegre e perseverante caminho de santificação;

Que és um servo inútil, de modo que Ele cresça e nós desapareçamos, pois Ele, Jesus Cristo, é o Alfa e Ômega, a chave de toda a história, e acompanha toda pessoa, para que revele o indizível e imensurável amor de Deus que nos criou à Sua imagem e semelhança, nos redimiu pelo Sangue Redentor de Seu Filho, e derramou o Seu amor em nossos corações por meio do Espírito Santo (Rm 5,5).

Catequista, lembra-te sempre: creia no coração e professa com os lábios e com tua vida:

Que “do lado do Senhor saiu Sangue e Água (Jo 19,34), e contempla sempre este significado místico e profundo: Água e Sangue, símbolos do Batismo e da Eucaristia;

-  Que “foi destes Sacramentos que nasceu a santa Igreja, pelo banho da regeneração e pela renovação no Espírito Santo, isto é, pelo Batismo e pela Eucaristia que brotaram do lado de Cristo. Pois Cristo formou a Igreja de Seu lado trespassado, assim como do lado de Adão foi formada Eva, sua esposa” (1);

E medita sempre no que falou, com propriedade, um santo da Igreja -“Talvez vos perturbe a enormidade de meus sofrimentos por vós. Não tenhais medo. Estes cravos não me provocam dor, mas cravam mais profundamente em mim o amor por vós.  Estas Chagas não me fazem soltar gemidos, mas vos introduzem ainda mais intimamente em meu coração. O meu corpo, ao ser estirado na Cruz, não aumenta o meu sofrimento, mas dilata espaços do coração para vos acolher. Meu Sangue não é uma perda para mim, mas é o preço do vosso resgate” (2).

Catequista, lembra-te sempre: creia no coração e professa com os lábios e com tua vida:

- Que contas com o protagonista da Evangelização, o Paráclito, o Espírito Santo, e podes com Ele contar, pois “Branda e suave é a Sua aproximação; benigna e agradá­vel é a Sua presença; levíssimo é o Seu jugo! A Sua chegada é precedida por esplêndidos raios de luz e ciência. Ele vem com o amor entranhado de um irmão mais velho: vem para salvar, curar, ensinar, aconselhar, fortalecer, consolar, ilu­minar a alma de quem o recebe, e, depois, por meio desse, a alma dos outros.” (3);

- Que és um arauto da Boa Nova de Jesus, e não és um pregador de si mesmo, tão pouco das ideias que passam, pois não duram mais que um amanhecer, e que murcham antes do entardecer, ou como as gotas do orvalho que secam pelos primeiros raios do sol, mas pregas a Palavra que não passa, Palavra de Vida Eterna, a nós comunicada pelo Sol Nascente que nos veio visitar, Jesus; 

- Deves pautar o trabalho catequético, tendo nas mãos e na mente as orientações dos Diretórios, Diretrizes e sábios ensinamentos da Igreja, com sua longa e rica tradição, e assim jamais te perdes no labirinto dos pensamentos e sentimentos, e tão somente assim não deixas se perder  alegria e paixão pela vida, encanto e ternura e ressignifica toda a existência própria e daqueles e daquelas a quem te foram confiados, catequizandos/as. 

Catequista, lembra-te sempre: creia no coração e professa com os lábios e com tua vida:

- Que vivendo a graça do batismo, e como Igreja participas de sua alegre missão, contando com Maria, a Mãe do Senhor, que resplandece dócil à ação do Espírito Santo, porque soube escutar e acolher em si a Palavra de Deus, tornando-se a “Realização mais pura da fé” (4); catequista por excelência, exemplar e pedagoga da evangelização, modelo para a transmissão da fé;

- És eterno aprendiz de Maria, a mais perfeita dos discípulos do Senhor, por sua humildade, ternura, contemplação, carinho e cuidado com os outros, ao educar Seu Amado Filho Jesus, o Verbo feito Carne, em atitudes de fidelidade à justiça e obediência à vontade de Deus Pai, muitas vezes no recolhimento e silêncio no mais profundo de seu coração, em permanente atitude de oração.

Assim como Maria Santíssima, a Mãe da Igreja Sinodal, povo de Deus que caminha juntos, presidiu com a sua oração o início da evangelização, sob a ação do Espírito Santo, sabes que podes com ela contar, pois ela continua intercedendo em todo o tempo para que todas as pessoas encontrem a Cristo, por meio da fé n’Ele, a fim de que sejam salvas, recebendo em plenitude a vida dos filhos de Deus. Amém.

 

 

(1)       São João Crisóstomo (séc. IV)

(2)      São Pedro Crisólogo (séc. V)

(3)      São Cirilo de Jerusalém (séc. IV)

(4)      Catecismo da Igreja Católica parágrafo n.149

PS: Inspirado nos parágrafos 427-428 – do Diretório para a Catequese–  Documento da Igreja – n.61

 

Rezando com os Salmos - Sl 137 (138)

 


Demos graças a Deus em todo o tempo


“–1 Ó Senhor, de coração eu Vos dou graças,
porque ouvistes as palavras dos meus lábios!
– Perante os Vossos anjos vou cantar-Vos
2 e ante o Vosso templo vou prostrar-me.

– Eu agradeço Vosso amor, Vossa verdade,
porque fizestes muito mais que prometestes;
–3 naquele dia em que gritei, Vós me escutastes
e aumentastes o vigor da minha alma.

–4 Os reis de toda a terra hão de louvar-Vos,
quando ouvirem, ó Senhor, Vossa promessa.
–5 Hão de cantar Vossos caminhos e dirão:
'Como a glória do Senhor é grandiosa!'

–6 Altíssimo é o Senhor, mas olha os pobres,
e de longe reconhece os orgulhosos.
–7 Se no meio da desgraça eu caminhar,
Vós me fazeis tornar à vida novamente;

– quando os meus perseguidores me atacarem
e com ira investirem contra mim,
– estendereis o Vosso braço em meu auxílio
e havereis de me salvar com Vossa destra.

–8 Completai em mim a obra começada;
ó Senhor, Vossa bondade é para sempre!
– Eu Vos peço: não deixeis inacabada
esta obra que fizeram Vossas mãos!”

O Salmo 137(138) é uma Ação de Graças pelas maravilha que o Senhor realiza em favor de Seu povo:

“O salmista agradece a Deus os benefícios concedidos e pede que leve a bom termo o que começou. Agradece pelo triunfo que conduziu Davi ao trono e pela promessa de estabilidade do trono davídico.” (1)

Deste modo age Deus, e por isto as palavras do autor do Livro do Apocalipse:

“Os reis da terra levarão à Cidade Santa a sua glória” (cf. Ap 21,14).

Também nós em todo tempo temos inúmeros motivos para dar graças a Deus.

(1) Comentário da Bíblia Edições CNBB – p. 845

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