MINISTÉRIO DE CATEQUISTAS: GRAÇA E MISSÃO
Com a Carta
Apostólica em forma de “Motu Proprio – Antiquum Ministerium” (03/12)21), o
Papa Francisco nos agraciou com a
possibilidade da Instituição de Ministério de Catequistas.
Lembra-nos
que o bispo é o primeiro catequista com
os presbíteros e conta com os catequistas para que a mensagem do Evangelho seja
anunciada, recorda as
palavras do Papa São Paulo VI:
“Os catequistas são preciosos para a
implantação, a vida e o crescimento da Igreja e para a sua capacidade de
irradiar a própria mensagem à sua volta
e para aqueles que estão distantes.” (São Paulo VI – EN – n. 73)
O
Ministério de Catequista é um ministério estável, sem desmerecer a missão de
tantos catequistas que continuam, ainda que sem a instituição, e que também
devem viver mesmas exigências, e não se trata de maior ou menor importância
na missão evangelizadora.
Algumas exigências
para recebê-lo, apresentadas pelo Papa:
- Testemunha de uma fé profunda;
- Mestre para os que lhe são confiados;
- Mistagogo (instrutor dos mistérios divinos, enraizado na
didática litúrgica);
- Acompanhador;
- Instrui em nome da Igreja;
- Possui maturidade humana;
- São colaboradores dos padres;
- Possuem atitude de acolhimento;
- Vivem a generosidade de vida;
- São instrumentos de comunhão fraterna;
- Possuem mínima formação bíblica, pastoral e pedagógica.
As exigências
para manter vivo o Ministério:
- Oração
(Sobretudo a Eucaristia);
- Estudo;
- Participação
ativa da comunidade;
- Coerência
de vida;
- Responsabilidade.
Fundamentais as Palavras do Papa São João Paulo II, na "Catechesi Tradendae" (1979), convidando os catequistas confiarem na ação do Espírito Santo e com a intercessão de Maria, Mãe e discípula de Jesus, um Catecismo vivo, a primeira catequista e modelo para os/as Catequistas.


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