“Deus amou tanto o mundo...”
Retomo um parágrafo do Tratado sobre a fé de Pedro, escrita pelo Bispo São Fulgêncio de Ruspe (séc IV), para que meditado, sejamos fortalecidos em nosso Itinerário Quaresmal, e introduzidos no Mistério da Semana Santa:
“É Cristo, com efeito, que, por Si só, ofereceu tudo o quanto sabia ser necessário para a nossa redenção; Ele é ao mesmo tempo sacerdote e sacrifício, Deus e templo.
Sacerdote, por quem somos reconciliados;
Sacrifício, pelo qual somos reconciliados;
Templo, onde somos reconciliados;
Deus, com quem somos reconciliados.
Entretanto, só Ele é o sacerdote, o sacrifício e o templo, enquanto Deus na condição de servo; mas na Sua condição divina, Ele é Deus com o Pai e o Espírito Santo.”
Cremos em Jesus Cristo ao mesmo tempo: Sacerdote e Sacrifício, Deus e Templo, Altar e Cordeiro.
Qual deus, qual rei:
- Procuraria reconciliação com seus súditos?
- Suportaria sacrifício pelos seus súditos?
- Abriria sua morada para acolher os seus súditos?
- Se preocuparia em reintegrar seus súditos?
- Sportaria por a mesa para seus súditos?
- Ofereceria o melhor de si para seus súditos?
Nenhum, a não ser o Deus Uno e Trino que cremos e amamos: Pai, Filho e Espírito Santo, um só Deus, três Pessoas, a quem rendemos, honra, glória, poder e louvor.
Imagem de Deus que somos, vivendo intensamente a Semana Santa, configuremo-nos ao Senhor, sejamos semelhantes a Cristo Jesus no Mistério de Sua Paixão e Morte, para também com Ele alcançarmos a glória da Ressurreição.
Vivendo intensamente a Semana Santa sejamos renovados e revigorados para no mundo a diferença fazer, e corajosamente sermos sermos sal, fermento e luz, como Jesus nos enviou.
E o Aleluia ressoará em nossos lábios,
Porque o Mistério Pascal, no mais profundo de nós,
Luz nova da Ressurreição,
Haverá de resplandecer.
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo... Amém!


Nenhum comentário:
Postar um comentário