sexta-feira, 12 de junho de 2026

Bênção para os namorados

                                                        

Bênção para os namorados

Ó Deus Pai de Amor, que viveis e reinais em comunhão com Vosso amado Filho, e com o Espírito Santo, derramai copiosas bênçãos sobre os namorados que a Vós recorrem neste e em todos os dias.

Abençoados por Vós, cresçam em estima um pelo outro, com amor sincero, e se conformem aos Vossos desígnios, dando passos para o aprofundamento do amor vivido.

Também Vos pedimos que, na graça do namoro santo, sejam para o mundo testemunhas da santidade por Vós querida, conduzidos pela Vossa Palavra e alimentados pelo Vosso Sacramento da Eucaristia, não se curvem à imposição da cultura do prazer sem maiores compromissos.

Ó Deus, que por Vós abençoados, como namorados, sal da terra e luz do mundo, no seguimento dos ensinamentos recebidos de Vosso amado Filho, com a força e sabedoria do Santo Espírito que neles habitam, tenham os passos orientados e os corações confirmados em Vosso amor. Amém. 

É preciso corresponder ao amor de Deus (SCJ)

                                                       

É preciso corresponder ao amor de Deus

“Oseias, Profeta do amor, canta a fidelidade do Amor de Deus
para com a humanidade e Sua capacidade de perdão”.

Reflitamos sobre o Sagrado Coração de Jesus, à luz da passagem do Livro do Profeta Oseias (Os 11,1.3-4.8c-9),  na qual contemplamos a face misericordiosa de Deus, Sua fidelidade irrevogável que se manifesta no perdão, no convite à conversão.

É sempre imperativo para o profetismo a ser vivido, voltar-se para Deus em absoluta relação de amor com Ele, aprofundando nossa fidelidade aos Seus preceitos, em relacionamentos de gratuidade para com Ele e com nosso próximo. 

A confiança incondicional na Sua presença deve ser sempre acompanhada de frutuosa prática da justiça para que o culto seja a Ele agradável, de modo que, o suor e o sangue, se necessário no chão derramados reguem sementes de um novo amanhecer, tão somente assim o incenso que se sobe no culto, será por Ele aceito.

Profecia é sinal de sangue e suor derramados, incenso ao Deus Vivo e Verdadeiro elevado!

Vejamos o que nos diz o Missal Cotidiano:

“Quando Israel era criança, Eu já o amava, e desde o Egito chamei meu filho... Ensinei Efraim a dar os primeiros passos, tomei-o em meus braços, mas eles não reconheceram que Eu cuidava deles.

Eu os atraía com laços de humanidade, com laços de Amor; era para eles como quem leva uma criança ao colo; e rebaixava-me a dar-lhes de comer. Meu coração comove-se no íntimo e arde de compaixão...” (1)

O Profeta nos convida a refletir, a tomar consciência e abandonar o ignominioso serviço às divindades inexistentes, materializada na adoração muito presente entre nós:

“Hoje gritariam os Profetas contra muitas divindades a quem os cristãos queimam incenso de sua devoção, pretendendo ao mesmo tempo continuar cristãos: a divindade do dinheiro, do sexo, do comodismo e dos bens de consumo, a divindade do carro, da televisão, do estrelismo em todas as formas, esportes, cinema, moda...

‘Afinal de contas, que mal há nisso?’ pergunta-se. O cristão, porém, não deve caminhar levianamente; deve examinar-se, para ver se e em que medida alguma dessas divindades o impede de ter verdadeiro relacionamento com Deus”. (2)

Somente a fidelidade a Deus e Seu Projeto conduzirá a humanidade à verdadeira felicidade, na construção de relacionamentos fundados na prática da justiça, externados em gestos solidários que levem à edificação da fraternidade universal. 

Eclipsá-lo ou afirmar Sua morte, têm sido motivos para o caos em que muitas vezes nos encontramos mergulhados, sem perspectivas utópicas, sem horizontes promissores...

A reflexão do Livro do Profeta Oseias nos leva a tomar uma atitude: ceder ao ignominioso serviço idolátrico voltando-nos contra nós mesmos ou viver na fidelidade e adoração verdadeira do retorno para Deus em absoluta fidelidade a Sua Lei, que se resume no amor a Ele e ao próximo, prelibando a alegria da conversão, do perdão obtido em alegre e verdadeiro louvor a Ele também oferecido.

A idolatria, a infidelidade e a ingratidão para com Deus levam-nos, inevitavelmente, a uma ignominiosa realidade. Indubitavelmente a adoração e o culto a Deus, expressos no amor e no serviço ao próximo, levar-nos-á a prelibação da alegria no mais fundo de nosso coração, onde Ele fez Sua morada.

Ah, o Amor de Deus, como compreendê-lo?
Impossível para nossos critérios e conceitos.
Amor de Deus, mais que compreendido,
Precisa ser correspondido e vivido,
eis o caminho a percorrer e melhor viver!


(1); (2) - Missal Cotidiano - Editora Paulus - pág. 996

Contemplemos o infinito amor e ternura de Deus (SCJ)

                                                       


Contemplemos o infinito amor e ternura de Deus 

Aprofundando sobre a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, reflitamos à luz da  passagem do Livro do Profeta Oseias (Os 11,1-4.8.c-9), uma das mais belas de todo o Antigo Testamento, na qual mediante uma linguagem humana cheia de experiência da intimidade familiar, Deus Se apresenta com o Coração de Pai e Mãe. Já havia Se apresentado com a imagem esponsal, e agora como Pai.

Quanto nos impressiona o Amor de Deus que é diferente do amor humano, pois o Seu ardor é totalmente consumado na misericórdia irrevogável e eterna.

Contemplamos uma das mais ternas imagens para descrever o Amor de Deus por nós, o carinho e cuidado materno e paterno que tem para conosco, Seus filhos.

De santidade infinita, o Senhor Deus é o “totalmente outro” do homem e da mulher, e assim Sua fidelidade é eterna, e Seu amor e perdão são sempre possíveis.

Deus sendo totalmente outro, é o mais belo e puro e eterno Amor, que acolhe, acompanha, perdoa, renova, recria, reconduz... Deus exige tão apenas amor, porque de fato, amor exige amor, e não amor qualquer, mas um amor fiel.

Concluindo, vejamos o que nos diz o Lecionário Comentado sobre esta passagem:

“Há quem diga que, de calcar a mão sobre a bondade e misericórdia de Deus, corre-se o risco de debilitar a mensagem cristã e tornar vazia a própria vida cristã, a tal ponto é sempre possível o perdão...

Mas nossa própria experiência humana nos diz que não pode ser assim. Um perdão forte, generoso, que procura redimir, muitas vezes vence a ofensa; trará o filho ao pai, o esposo à esposa. Ainda, porém, que nunca se dê isso entre os homens (o que não é verdade), dá-se entre Deus e nós. Amor exige amor. E amor fiel.” 

Concluindo:

Todos os tons e vocábulos do amor (esponsal, amigável, paterno/materno) são utilizados pelo Profeta (Oseias) para exprimir o que é inexprimível, isto é, a ternura infinita do Deus enamorado loucamente do homem [...] o amor é contagioso e pede amor: e eis que o nosso programa de vida, necessariamente missionário, porque quem recebe deve dar – tem por modelo Jesus e Seu Ministério (Evangelho do dia Mt 10,7-15).” (1)

Contemplemos a ternura infinita do Deus, enamorado loucamente do homem, como Oseias tão bem nos apresenta.


(1) Lecionário Comentado - Editora Paulus - Lisboa - 2011 - pp.693-694.

Senhor Jesus, manso e humilde de coração (SCJ)

                                                        

Senhor Jesus, manso e humilde de coração

Senhor Jesus, manso e humilde de coração, sentimos, por vezes, nossa pequenez e fragilidade por diversos motivos, internos e externos, enquanto caminhamos peregrinos longe de Vós, tão próximo de nós.

Senhor Jesus, manso e humilde de coração, nestes momentos podemos, humanamente, sentir-nos perturbados, porém sabemos que podemos confiar em Vós, que prometestes nunca nos deixar órfãos.

Senhor Jesus, manso e humilde de coração, ajudai-nos a compreender que, no sofrimento, participamos em Sua Paixão para participar em Sua Vida; sofrendo, comunicamos vida aos outros; e quando somos fracos, então é que somos fortes.

Senhor Jesus, manso e humilde de coração, ajudai-nos, para que, em nossa pequenez e imperfeição, venhamos a dar a Vós o que de melhor pudermos, do melhor modo possível, testemunhando a fé com palavras e ações.

Senhor Jesus, manso e humilde de coração, se ao praticar o bem, nos sentirmos frágeis, e no mal parecermos fortes, ajudai-nos a redescobrir que a verdadeira força somente pode vir de Vós, que agis através da fraqueza humana, para que advenha maior glória para Deus.

Senhor Jesus, manso e humilde de coração, que morrestes e Ressuscitastes para nos comunicar vida plena e definitiva, ajudai-nos para que, como Igreja, anunciemos a ação e presença de Deus, na fidelidade ao Vosso Pai, na comunhão com Vosso Espírito.

Senhor Jesus, manso e humilde de coração, num mundo por vezes marcado pela cultura da morte, até mesmo acreditando e proclamando que Deus “morreu”; ajudai-nos, como Igreja, a proclamar o amor no meio do ódio, a fraternidade entre todos. Amém.


Fonte: Missal Cotidiano – Editora Paulus – p.892;  passagens  Bíblicas: 2 Cor 4,7-15; Mt 11,28-30

Ó amoroso convite, expressão da inefável bondade divina

                                                                

Ó amoroso convite, expressão da inefável bondade divina

“Vinde a mim todos os que estais cansados sob o peso do vosso fardo e vos darei descanso. Tomai sobre vós o meu jugo
e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração
 e encontrareis descanso para as vossas almas,
pois meu jugo é suave e meu fardo é leve” (1)

O mais amoroso dos convites que possamos ouvir,
Brotam dos lábios do Senhor, manso e humilde de coração.
Ó inefável bondade divina, que se compadece de nossos humanos cansaços, e sem demora a Ele acorremos e deles nos refazemos.

“Quem será tão de pedra, quem tão teimoso que não obedeça a um convite tão bondoso?... Não vos assusteis ao ouvir ‘jugo’, porque este ‘jugo’ nem roça o pescoço nem faz abaixar a cabeça, ao contrário, ensina a pensar nas coisas do alto e forma na verdadeira filosofia” (2)

Bem sabia o Mestre o peso do jugo da dominação em que viviam,
E já dissera pouco antes, tomado de compaixão,
Que o povo que a Ele acorria, eram como ovelhas sem pastor,
Em todas as dimensões próprias da condição humana.

Hoje, também estamos cansados e fatigados por motivos diversos:
A pandemia que se manifestou numa sociedade muito antes enferma;
A insegurança, o medo que, por vezes, devora nossa coragem
E a esperança de um amanhã certo, que parece tardar acontecer.

Cansados da mentira sendo semeada e cultivada,
No canteiro dos pensamentos fecundos porque vazios;
Da hipocrisia já não mais disfarçada por falta de pudor,
Espalhando palavras e posturas de insana mediocridade.

Cansados pela violação da sacralidade da vida,
Sem limites e escrúpulos da violação do humano,
Porque curvados sob a ânsia do lucro, do acúmulo,
Subservientes do ídolo que ceifa vidas – o capital.

Embora cansados, e porque cansados, não podemos desistir
De buscar um novo céu e uma nova terra,
Construindo pontes de fraternidade e solidariedade.
Derrubando muros que separam com seus preconceitos e inimizades.

Ouçamos, em tempo, o amável convite que o Senhor nos faz.
A Ele acorramos, e aos Seus pés nos prostremos.
Tomemos o jugo da Cruz que nos oferece, e nos pede conversão,
Novas posturas, novas atitudes e mentalidades.

Cruz que, ainda que nos pese, grande ou pequena, levaremos,
Dependendo da medida da capacidade do amor que por Ele temos.
E se pesar, contemos com o sopro e a presença do Espírito,
Que não nos permite curvarmos na busca das coisas do alto.

Ó amoroso convite, expressão da inefável bondade divina.



(1)         (Mt 11, 28-30).
(2)        São João Crisóstomo, Bispo e Doutor da Igreja (séc. V)

No Senhor refazemos nossas forças

                                                                    


No Senhor refazemos nossas forças

Na quinta-feira da 15ª Semana do Tempo Comum, ouvimos a passagem do Evangelho de Mateus (Mt 11,28-30), em que Jesus Se apresenta manso e humilde de coração.

Sem jamais nos acomodarmos na fé, e nos possíveis cansaços, ao enfrentar os desafios da missão, devemos ter confiança e buscar força tão somente no Senhor, que nos coloca em perfeita comunhão com o Pai e o Espírito Santo.

A Palavra de Jesus alcança as entranhas mais profundas de nossa alma e coração: “Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e Eu vos darei descanso” (Mt 11,28).

Somente Jesus pode nos oferecer o verdadeiro “descanso”, porque é “manso e humilde de coração” (Mt 11,29), e nos oferece os distintivos, que haveremos de carregar e viver, para que o mundo O reconheça e O veja em nós: a Cruz e o Mandamento do amor a Deus e ao próximo.

Não há discipulado, não há seguimento de Jesus sem a Cruz, que é garantia de Vitória, passagem para a glória – “Quem quiser me acompanhar, renegue-se a si mesmo, tome sua cruz e venha” (Mt 16, 24). Oferece o jugo que Ele mesmo carregou e conosco carrega.

Nosso cristianismo somente pode ser vivido, com alegria e plenamente, na certeza de que Ele caminha ao nosso lado – “Quem se arrasta atrás de seu jugo com subterfúgios e compromissos, é derrubado pelo tédio e abatido pela solidão” (Missal Cotidiano - pág. 1035). 

Não podemos jamais nos deixar abater pela solidão, tristeza, desânimo, para que possamos carregar nossa cruz com alegria, confiança, disponibilidade, coragem e firmeza, até o fim.

Carreguemos o jugo da cruz, vivendo a Lei do Senhor, a Lei do Amor “... Este é o meu Mandamento: amai-vos uns aos outros como Eu vos amei” (Jo 15,12). 

O Mandamento do Amor se constitui na expressão máxima da vida cristã, porque Cristo mesmo nos disse – “... Ninguém tem maior Amor do que Aquele que dá a vida por Seus amigos“ (Jo 15,13). 

E disse o Evangelista João: “Deus amou tanto o mundo que nos deu o Seu Filho único para que não morra quem n’Ele crer mas tenha a vida eterna” (Jo 3,16). Somente o amor nos faz viver intensamente.

O Senhor entregou Sua vida por nós, aceitou a morte, e morte de Cruz, amando-nos, amou-nos até o fim. O mesmo façamos por Ele e pelo nosso próximo. Descanso, forças e alegria no tempo presente, encontraremos, e na eternidade, plenamente viveremos. A glória da Cruz e a Lei do Amor para sempre. Amém.

“Jesus manso e humilde de Coração...”

                                                             

“Jesus manso e humilde de Coração...”

Com a passagem do Evangelho de Mateus (Mt 11,28-30), proclamado na 15ª semana do Tempo comum, somos questionados sobre a nossa fé. que não permite acomodação, de modo que devemos confiar e buscar força tão somente em Deus, nos cansaços possíveis ao enfrentar os desafios da missão, como discípulos missionários do Senhor.

Já no Antigo Testamento, contemplamos a manifestação de Deus, que se apresenta a Moisés como “Eu sou Aquele que sou”, e a ele confia a missão de conduzir o Povo de Deus, libertando-o da escravidão do Egito para uma terra nova onde corre leite e mel -  (Ex 3,13-20)

Bem sabemos que não foi nada fácil esta missão, mas Moisés confiou  sempre na presença e ação divinas em todos os momentos.

Também nós, hoje, como discípulos missionários do Senhor, como cristãos, não podemos fechar nossos ouvidos a Deus que Se revela a cada um de nós, nos chama pelo nome e nos envia em missão de vida e paz. Não podemos construir uma história na indiferença a Deus e ao Seu Amor por nós.

A Palavra de Jesus penetra nas entranhas mais profundas de nossa alma e coração: “Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e Eu vos darei descanso”.

Somente Jesus pode nos oferecer o verdadeiro “descanso”, porque é “manso e humilde de coração”, e nos oferece os distintivos, que haveremos de carregar e viver, para que o mundo O reconheça e O veja em nós: a Cruz e o Mandamento do amor a Deus e ao próximo.

Não há discipulado, não há seguimento de Jesus sem a Cruz, que é garantia de Vitória, passagem para a glória – “Quem quiser me acompanhar, renegue-se a si mesmo, tome sua cruz e venha” (Mt 16, 24). Oferece o jugo que Ele mesmo carregou e conosco carrega.

Nosso cristianismo somente pode ser vivido, com alegria e plenamente, na certeza de que Ele caminha ao nosso lado – “Quem se arrasta atrás de seu jugo com subterfúgios e compromissos, é derrubado pelo tédio e abatido pela solidão” (Missal Cotidiano - pág. 1035). 

O discípulo missionário do Senhor não pode jamais deixar-se abater pela solidão, tristeza, desânimo, para que, com amor e fidelidade, possa carregar a cruz com alegria, confiança, disponibilidade, coragem e firmeza, até o fim.

Carreguemos o jugo da cruz, vivendo a Lei do Senhor, a Lei do Amor “... Este é o meu Mandamento: amai-vos uns aos outros como Eu vos amei” (Jo 15,12). 

Somente o amor faz viver. O Mandamento do Amor se constitui na expressão máxima da vida cristã, porque Cristo mesmo nos disse – “... Ninguém teve maior Amor do que Aquele que dá a vida por Seus amigos.“ (Jo 15,13). 

E disse o Evangelista João: “Deus amou tanto o mundo que nos deu o Seu Filho único para que não morra quem n’Ele crer mas tenha a vida eterna” (Jo 3,16).

Nisto consiste a vitalidade e fecundidade de uma fé autêntica: crer em Deus e, no alegre testemunho, levar quantos possamos a esta descoberta e encontro que transforma a nossa vida e sempre nos prepara o melhor.

Reflitamos:

- Como cada um de nós participa na construção do Projeto que Deus tem para a humanidade?

- Sentimo-nos responsáveis pela transformação do mundo em que vivemos?  
- O que fazemos, no testemunho da fé, para transformar s sinais de escuridão em sinais de luz; os sinais de morte em sinais de vida? 

O Senhor entregou Sua vida por nós, aceitou a morte, e morte de Cruz, amando-nos, amou-nos até o fim. Façamos por Ele e pelo nosso próximo o mesmo: descanso, forças e alegria no tempo presente encontraremos, e na eternidade plenamente viveremos. A glória da Cruz e a Lei do Amor, para sempre Amém!

“Jesus Manso e humilde de Coração,
Fazei o nosso coração semelhante ao Vosso.”

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