domingo, 7 de junho de 2026
Vontade divina realizada, à sua família pertencemos (XDTCB)
Vontade divina realizada, à sua família pertencemos
No 10º Domingo do Tempo Comum, ouvimos a passagem do Evangelho de Marcos (Mc 3,20-35), na qual Jesus nos ensina que Sua família é constituída por todos aqueles que fazem a vontade de Deus, e não tão apenas pelos laços de sangue.
É condição indispensável, portanto, um compromisso com o Evangelho e com o Reino de Deus, sem jamais fazer a separação entre que o se crê e o que se vive, o que se celebra e o que se traduz no cotidiano, nos mais diversos âmbitos da vida.
Deste modo, para Jesus, há algumas exigências indispensáveis para que alguém se torne importante para Ele, e de Sua família faça parte:
- ouvir a Palavra de Deus, colocando em prática;
- pautar toda existência pelo Mandamento maior do Amor a Deus e ao próximo; amando como Ele nos ama – “amai-vos uns aos outros, assim como Eu vos amei” (Jo 13,34);
- saber perdoar, e procurar o perdão, quando necessário, como expressão de que todos somos passíveis de erros e necessitados do perdão do outro, para viver a autêntica misericórdia que Ele nos ensinou;
- ter a alegria de partilhar o melhor que se possui, para que o milagre da multiplicação continue a ser realizado, de modo que não haja necessitados entre nós;
- aprender que, na acolhida do outro, se acolhe o próprio Jesus, sobretudo se for um pequenino, pobre, doente, marginalizado;
- saber se esforçar, quando preciso, em ser sinal de consolo, compreensão e solidariedade, como a mais bela expressão da compaixão divina com expressões concretas;
- ser comprometido com a Boa-Nova do Reino, com coragem e profecia, sem deixar-se submergir no medo, na omissão e na indiferença;
- viver a doação pura e simples, sem nada esperar em troca, na mais perfeita alegria;
- saber ser feliz com os que são felizes, mas também saber chorar com os que choram,
- não somente se encontrar e se reunir para celebrar, orar, mas fazer o necessário prolongamento no dia a dia, jamais separando a Mesa da Palavra e do Altar das incontáveis mesas do cotidiano .
Há outras exigências, mas estas já são o bastante para avaliarmos o quanto somos, de fato, membros da família de Jesus.
Neste sentido, contemplamos Maria, Sua Mãe, como a mais perfeita e integrada em Sua família, porque não somente foi Mãe da Salvador, pela ação do Espírito Santo, mas em todo o seu viver sempre colocou a vontade Deus acima da própria vontade.
Maria é por excelência modelo de escuta à prática da Palavra, e nos ensina o mesmo fazer, e mais: com ela também podemos contar, para que o mesmo façamos, ressoando em nosso coração suas palavras que não emanaram de seus lábios apenas, mas de um coração pleno do amor e graça divina:
“Fazei tudo o que o meu Filho vos disser” (Jo 2,5).
O Plano de Deus para nós: Vida plena e feliz (XDTCB)
O Plano de Deus para nós: Vida plena e feliz
A Liturgia do 10º Domingo do Tempo Comum (ano B) nos convida a refletir sobre o Projeto de vida e Salvação que Deus tem para nós, e sobre a liberdade de resposta que temos.
Na passagem da primeira Leitura (Gn 3,9-15), o autor sagrado nos apresenta a mensagem catequética: aceitar o Projeto de Deus, ou enveredar por caminhos de egoísmo, orgulho e autossuficiência.
A passagem pode ser dividida em três partes:
- Na primeira, temos a narração da criação, em que tudo era muito bom, na mais perfeita harmonia e comunhão com Deus, e também entre as criaturas;
- A segunda, descreve o pecado do homem e da mulher e a quebra desta harmonia/amizade, introduzindo o desequilíbrio e a morte;
- Na terceira, temos as consequências do pecado para o homem e mulher e toda a criação.
Para o autor sagrado (que não faz uma descrição jornalística, mas catequética), Deus criou o homem e a mulher para a felicidade, mas o egoísmo, a injustiça e a violência foram introduzidos pelo próprio homem e mulher, devido às escolhas erradas, que provocam dinamismos de sofrimento e morte na obra da criação.
A serenidade e a paz dão lugar à vergonha e ao medo, quando nos rebelamos contra Deus e nos afastamos de Sua presença e Projeto.
Na passagem, “serpente” é um símbolo literário, para nos advertir que também podemos ser seduzidos pela mesma, e trilhar o mesmo caminho de orgulho, autossuficiência, com o prescindir de Deus e de Sua autêntica e única Proposta de felicidade. Evidentemente que não se trata de pecado cometido nos primórdios da humanidade, mas pode acontecer a cada instante e por todos nós.
A nós é dada a liberdade de escolha entre o bem e o mal: aceitar ou não o Projeto de amor e vida plena que Deus tem para nós.
Evidentemente, sem Deus incorremos em hostilidade para com o outro e com toda a criação. Viver à margem de Deus e de Sua presença, conduz a humanidade a trilhar caminhos de sofrimento, de destruição, de infelicidade e morte, como nos retrata a primeira experiência de pecado e desobediência de nossos pais no Paraíso:
“Rompendo a relação com Deus, o pecado subverte todas as relações do homem e altera também a própria percepção que a criatura tem de si mesma. Mas Deus é maior que o pecado: conserva o Seu amor fiel pelo homem e abre-lhe um futuro de esperança e de salvação.
Tem assim início, a partir desta página bíblica, a histórica do pecado da Humanidade, mas também tem início aqui, e, sobretudo, a espera messiânica, a História da Salvação. A liberdade e o coração do homem serão o campo de batalha entre os dois grandes contendores: o Maligno e Deus. Desde agora, porém, já é dito quem será o vencedor” (1)
Na passagem da segunda Leitura (2 Cor 4, 13-5,1), o Apóstolo nos fala da centralidade e fundamento de nossa fé: a Ressurreição, que confere o verdadeiro sentido à vida cristã, para que não se perca diante do que for efêmero, e tão pouco desanimar diante das incompreensões e dificuldades, aprofundando a coerência exigida daqueles que se propõem a ser discípulos de Jesus Cristo (2).
O Evangelista Marcos nos apresenta, na passagem do Evangelho (Mc 3, 20-35), a condição para pertencermos à família de Deus: fazer a Sua vontade e reconhecer Jesus como enviado do Pai, que realizou plenamente a Sua vontade.
Com a chegada de Jesus, inicia-se um novo tempo, porque “Ele é o Santo de Deus”. Ele veio “impor silêncio aos espíritos malignos, derrotá-los e acabar com o seu domínio. Ele revela com autoridade a vontade de Deus. Os que a cumprem são Seus irmãos e membros, com Ele, da família de Deus” (3).
A mensagem evangélica apresenta três diálogos de Jesus, sendo dois deles com Seus familiares e um com os escribas.
De modo especial, em relação aos diálogos com os familiares, Jesus nos apresenta a exigência para pertencer à Sua família: fazer a vontade de Deus, como Ele mesmo o disse:
“E olhando para os que estavam sentados ao Seu redor, disse: ‘Aqui estão minha mãe e meus irmãos. Quem faz a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe’” (Mc 3, 34).
No diálogo com os mestres da Lei, que tinham vindo de Jerusalém, é acusado de ser possuído por Belzebu, o príncipe dos demônios, e que por meio deste expulsava os demônios.
O fechamento à ação de Jesus revelava-se como blasfêmia contra o Espírito, que nunca poderá ser perdoada. A ação de Jesus é a plena manifestação do Espírito Santo, que sobre Ele pousava e continuará pousando sobre a Sua Igreja.
Cabe-nos reconhecer a força e ação do Espírito a agir em nós, para nos libertarmos das amarras do pecado. Somente Jesus tem Palavra de Vida Eterna, e somente Sua Palavra, acolhida com fé e vivida, nos faz verdadeiramente livres, pois Ele é a Verdade que nos liberta.
“A mensagem da Liturgia da Palavra está cheia de esperança: não há pecado pessoal ou universal que não possa encontrar o perdão de Deus, melhor, a alegria do Seu perdão: não há história de pecado pessoal ou original que não possa tornar-se história de salvação, graças ao Médico Divino que veio curar todos os doentes do corpo ou do espírito. Jesus é o redentor e o salvador de todos e de cada um, de cada pecado e de todos os pecados”. (4)
Dando mais um passo em nossa caminhada de fé, renovemos nossa fidelidade ao Senhor, suplicando o perdão de nossos pecados, para que, uma vez amados e perdoados, com alegria e ardor, coloquemo-nos diante de Deus, em relação de temor e piedade, para participar da construção do Seu Reino de amor e vida plena, e deste modo, Paraíso não será sinônimo de algo perdido, uma página virada do passado, mas sempre uma nova página a ser escrita, na obediência, amizade, intimidade com Ele.
Oremos:
“Pai Santo, que nos enviastes Vosso Filho para nos libertar da escravidão de Satanás, amparai-nos com as armas da fé, para
que no combate cotidiano contra o Maligno,
tomemos parte na vitória Pascal. Amém.” (5).
Fonte: www.dehonianos.org/portal
(1) Lecionário Comentado - Tempo Comum – Ed Paulus - p.463
(2) (4) (5) Idem p.466
(3) Missal Quotidiano e Dominical – Paulus – p.1397
A Amizade Divina e a felicidade desejada (XDTCB)
A Amizade Divina e a felicidade desejada
A Liturgia do décimo Domingo do Tempo Comum (ano B) nos convida a refletir sobre o Projeto de Deus oferecido à humanidade e a liberdade de nossa resposta. Podemos optar pelo bem ou pelo mal, pela pertença ou não de Sua família; tendo como critério para a pertença a realização da Sua vontade.
A passagem da primeira leitura (Gn 3,9-15) retrata a criação de uma forma essencialmente catequética, a partir dos nossos primeiros pais (Adão e Eva), nos oferece a oportunidade de refletir sobre o que acontece quando rejeitamos as propostas de Deus e preferimos os caminhos do egoísmo, do orgulho e da autossuficiência.
Inevitavelmente quando vivemos à margem de Deus trilhamos caminhos amargos de sofrimento, destruição, infelicidade e morte.
Inevitavelmente quando vivemos à margem de Deus trilhamos caminhos amargos de sofrimento, destruição, infelicidade e morte.
O mal no mundo não tem origem em Deus, mas resulta de nossas escolhas erradas, do mau uso de nossa liberdade, de modo que é impossível o encontro da felicidade quando se prescinde de Deus, da Sua amizade, do Seu bem querer para todos nós: a felicidade plena e eterna.
Prescindir de Deus leva a duas consequências extremamente negativas: a hostilidade para com o outro e a inimizade com toda a criação.
Sem uma relação profunda e sincera com Deus, nos desencontramos e nos perdemos em relação a nós mesmos, em relação ao outro e ao mundo que nos cerca. Numa palavra, sem Deus não há felicidade possível.
Sem a amizade divina, somos imersos num lamaçal de mediocridade e infelicidade; na areia movediça do orgulho, do vazio, da inutilidade, da depressão, da vida sem sentido.
Sem a amizade divina, o encontro sofrível com a escuridão eterna. Rejeitar o Amor de Deus é fechar a porta para a felicidade e a eternidade.
Na passagem da segunda Leitura (2Cor 4,13-5,1), com o Apóstolo Paulo, aprendemos que viver somente tem sentido na perspectiva da Ressurreição, numa vida cristã coerente, agindo como verdadeiros discípulos missionários do Senhor.
O Apóstolo ainda nos assegura que a fé no Ressuscitado, crer em Sua presença, contando com a força e a vida do Espírito, na fidelidade a Deus que nos criou e nos ama, nossa esperança é sustentada e nossa caridade animada, na provisoriedade e brevidade de nossa existência.
Com a passagem do Evangelho (Mc 3,20-35), contemplamos a ação de Jesus em favor da vida, com aceitação de uns, rejeição e incompreensão de outros.
A cena se passa numa casa: há os que ficam do lado de fora e os que estão dentro. Há sempre aqueles que são arredios, os que ficam à porta, são os que chamamos de “católicos não praticantes”. Há aqueles que fazem parte da família de Deus, porque compreenderam a lógica desta pertença, que consiste em fazer a Sua vontade em qualquer tempo e em qualquer lugar.
Com a passagem do Evangelho, refletimos sobre a liberdade que Deus nos concede, fazer a melhor escolha, ou seja, tudo fazer para pertencer à família de Deus, crendo na Vida Trinitária, inseridos e comprometidos com esta Comunhão Maior, promovendo e fortalecendo as outras tantas comunhões necessárias, na família, no mundo e em todo lugar.
Somente no fazer a vontade de Deus nossa felicidade se realiza. Somente neste “fazer” é que seremos autênticas testemunhas do Ressuscitado e viveremos a relação de nossos pais no Paraíso, não mais como saudade de algo que se perdeu, mas como algo que pode ser reconquistado, vivido e no céu eternizado.
Nunca voltar ao paraíso pela saudade, mas tê-lo na mente e no coração, para que nos alavanque para águas mais profundas. Jardins belos e férteis, Deus nos tem preparado, pois foi para isto que, pelo Filho, nos criou.
Somente quem entra no movimento do Espírito, o Movimento do Amor, redescobre que o Paraíso existe e é possível; de modo que, usando a liberdade que Deus nos deu, façamos nossas escolhas, saibamos a vontade de Deus realizar.
Em poucas palavras... XDTCB)
Blasfêmia
“A acusação dirigida ao Mestre de ser um endemoninhado, constitui a blasfêmia mais grave contra o Espírito de Deus, porque distorce totalmente o sentido da pessoa e da missão de Jesus... como na narração evangélica, mascaramos por vezes a nossa falta de acolhimento e a nossa rejeição quando se trata da nossa conversão, projetando em Cristo as sombras do Maligno que envolve o nosso coração.” (1)
(1) Lecionário Comentado – Editora Paulus – Lisboa – 2011 – pág. 128 – sobre a passagem do Evangelho de Mc 3,22-30.
Quem é Jesus para nós? (XDTCB)
Quem é Jesus para nós?
A Liturgia do 10º Domingo do Tempo Comum (ano B) nos convida a refletir sobre a identidade de Jesus e a comunhão que Ele deseja viver com aqueles que quiserem se tornar seus discípulos.
Na passagem da primeira Leitura (Gn 3,9-15), refletimos sobre o pecado, o mal, e a necessária vigilância, para não cairmos na tentação do Maligno, simbolizado pela serpente.
Também se faz necessária a superação da tendência humana de se desculpabilizar, desresponsabilizar e autojustificar, como vemos na passagem, nas atitudes de nossos primeiros pais.
Nesta vigilância, estamos numa luta constante contra a “serpente”, e esta será derrotada pelo Rei-Messias, Jesus, como vemos em várias passagens do Novo Testamento – (Rm 16,20; Ap 12,9; 20,2).
Na releitura cristã, a sentença divina em relação à “serpente” apresenta-se como profecia de luta de Jesus Cristo, descendente da mulher, contra o mal e contra o seu autor, descendente da antiga “serpente” simbólica” nesta passagem apresentada.
Oportuna são as palavras do Papa Francisco sobre a ação do demônio:
“Não se dialoga com o demônio […] A vida cristã é uma luta permanente. Requer-se força e coragem para resistir às tentações do demónio e anunciar o Evangelho. […] Não pensemos que é um mito, uma representação, um símbolo, uma figura ou uma ideia. Este engano leva-nos a diminuir a vigilância, a descuidar-nos e a ficar mais expostos. O demônio não precisa de nos possuir. Envenena-nos com o ódio, a tristeza, a inveja, os vícios. E assim, enquanto abrandamos a vigilância, ele aproveita para destruir a nossa vida, as nossas famílias e as nossas comunidades, porque, “como um leão a rugir, anda a rondar-vos, procurando a quem devorar” (1Pd 5,8)” (Gaudete et Exsultate 158.161).
Na passagem da segunda Leitura (2 Cor 4,13-5,1), o Apóstolo Paulo é para nós exemplo para vencermos as tribulações do cotidiano, na vivência da fé, mantendo vivo o ardor missionário, a confiança em Deus e sobretudo a confiança e esperança da vida eterna:
“A atitude de Paulo diante das tribulações serve de modelo para os cristãos de todos os tempos, como atitude a conservar diante das provas e tribulações, quer derivem do exercício dos diversos ministérios na comunidade eclesial, quer se refiram a tantas outras situações que derivam do próprio ‘ser cristãos’ no mundo contemporâneo. É antes de mais uma atitude de fé e de confiança que tem a eternidade como fim bem visível” (1)
Paulo é um exemplo no exercício do Ministério a serviço da Igreja, não para a sua glória pessoal, e, com seu Ministério Apostólico, gera novos cristãos.
Vemos que o Apóstolo tem a esperança de estar para sempre em união perfeita com Cristo, bem como, no tempo presente, deseja ardentemente a comunhão com a comunidade, e isto o impulsiona em toda a sua missão.
Na passagem do Evangelho (Mc 3,20-35), temos revelada a identidade de Jesus – “Quem é Jesus?”.
Vemos que Ele não pactua com o Demônio, ao contrário, vem para libertar homens e mulheres de todos os tempos, e nisto consiste a realização da vontade de Deus, uma comunidade de libertos do Maligno, e de realizadores da vontade divina.
A verdadeira questão da passagem é sobre a identidade de Jesus, e o não reconhecimento d’Ele como enviado do Pai, assim como o não reconhecimento de Sua identidade divina; é o pecado de blasfêmia contra o Espírito Santo, e este não tem perdão.
Portanto, para fazer parte da família de Jesus, é preciso que vivamos em total obediência à vontade de Deus, tendo a mesma atitude de Jesus na realização da vontade do Pai: o método para estabelecer uma relação de familiaridade com Jesus passa necessariamente pelo Seu seguimento, pois Ele é o primeiro a fazer a vontade de Deus, ainda que enfrentando a incompreensão e rejeição, e o Mistério da Paixão e Morte de Cruz.
Supliquemos a presença do Espírito Santo, para que, vigilantes na fé, não sucumbamos diante do poder do Maligno.
Procuremos em todos os momentos e lugares fazer a vontade de Deus, assim como Jesus o fez, para que sejamos membros de Sua família.
Tão somente assim, poderemos rezar a Oração que Ele nos ensinou, de modo especial, ao dizermos: – “Seja feita a Vossa vontade”; “Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal”.
sábado, 6 de junho de 2026
Senhor, quero falar contigo...
Senhor, quero falar contigo...
Sois a luz penetrante que invade minha alma,
Iluminai os lugares mais sombrios e obscuros de minha mente e pensamento,
Para que eu possa no mundo resplandecer a Vossa divina luz:
Com palavras, gestos, renovados compromissos batismais.
Iluminai os lugares mais sombrios e obscuros de minha mente e pensamento,
Para que eu possa no mundo resplandecer a Vossa divina luz:
Com palavras, gestos, renovados compromissos batismais.
Senhor Jesus, para quem é impossível ocultar o que sou e quem sou,
Que conheceis o mais profundo de mim, pois bem aqui habitais.
Ajudai-me a perceber Vossa maviosa presença,
sem jamais o esmorecimento e o pretenso retorno a “Emaús”,
sem qualquer chama de alegria e esperança.
Reavivai em mim o sonho puro, a doce confiança,
um coração terno de criança.
Ajudai-me a perceber Vossa maviosa presença,
sem jamais o esmorecimento e o pretenso retorno a “Emaús”,
sem qualquer chama de alegria e esperança.
Reavivai em mim o sonho puro, a doce confiança,
um coração terno de criança.
Senhor Jesus, que quereis comigo estabelecer
uma relação de profundidade/intimidade,
Que eu saiba corresponder à altura, ao Vosso incrível Amor,
extremado na Morte de Cruz.
Que a lógica por mim vivida preencha todo meu ser.
extremado na Morte de Cruz.
Que a lógica por mim vivida preencha todo meu ser.
Renove minha postura diante do outro e do mundo,
porque se meu coração Pelo “fogo devorador” do Vosso Espírito, inflamado, passos firmados na santificação.
porque se meu coração Pelo “fogo devorador” do Vosso Espírito, inflamado, passos firmados na santificação.
Senhor Jesus, que eu tenha coragem de confrontar
a minha existência com a luz da Vossa Verdade;
a minha existência com a luz da Vossa Verdade;
Que não haja em mim espaço para a lógica
da malícia, maldade, crueldade, infidelidade.
Somente pelo Vosso Amor incomparável, indizível,
quero sedimentar cada momento:
Na família, na Igreja, na sociedade, no mundo,
impregnado pela Vossa Divina Palavra,
Nutrir-me do Pão de Imortalidade,
inebriar-me do Vinho do Sagrado Cálice:
ser Vosso fermento.
da malícia, maldade, crueldade, infidelidade.
Somente pelo Vosso Amor incomparável, indizível,
quero sedimentar cada momento:
Na família, na Igreja, na sociedade, no mundo,
impregnado pela Vossa Divina Palavra,
Nutrir-me do Pão de Imortalidade,
inebriar-me do Vinho do Sagrado Cálice:
ser Vosso fermento.
Senhor Jesus, que cada passo dado,
cada página escrita, com a tinta do Amor
cada página escrita, com a tinta do Amor
Do Vosso Santo Espírito o tenha sido,
pois assim esperais de mim, é o que anseias.
Que eu lance âncoras na eternidade,
num presente vivido em contínuos mergulhos
No mar infinito de Vossa misericórdia, caridade, amor, ternura e bondade.
pois assim esperais de mim, é o que anseias.
Que eu lance âncoras na eternidade,
num presente vivido em contínuos mergulhos
No mar infinito de Vossa misericórdia, caridade, amor, ternura e bondade.
Somente assim serei de fato Pascal,
buscando a glória da imortalidade.
buscando a glória da imortalidade.
Senhor Jesus que descestes à mansão triste e escura dos mortos;
Vós que por Amor não evitastes as entranhas obscuras do túmulo;
Que suportastes ser o Grão de Trigo no chão caído, morto,
Para que na glória fosseis pelo Pai Ressuscitado, Glorificado.
Que vivendo e crendo em Vós,
um dia eu seja elevado para o alto, onde estais.
Que suportastes ser o Grão de Trigo no chão caído, morto,
Para que na glória fosseis pelo Pai Ressuscitado, Glorificado.
Que vivendo e crendo em Vós,
um dia eu seja elevado para o alto, onde estais.
Senhor Jesus, como Vos amo!
Senhor Jesus, como Vos adoro!
Senhor Jesus, como nada ainda Vos amo!
Como nada ainda Vos adoro!
Senhor Jesus, como nada ainda Vos amo!
Como nada ainda Vos adoro!
Senhor Jesus, por mais que Vos ame,
Jamais Vos amarei como me amais.
Senhor Jesus, uma súplica última:
Dilatai as medidas de meu coração.
Senhor Jesus, uma súplica última:
Dilatai as medidas de meu coração.
Amém.
Oração para o Ministério Presbiteral
Oração para o Ministério Presbiteral
Senhor Jesus Cristo, Pontífice da Nova e Eterna Aliança,
a quem o Pai ungiu com o Espírito Santo,
revestindo-me de poder,
guardando-me para a santificação do povo fiel,
revestindo-me de poder,
guardando-me para a santificação do povo fiel,
e assim oferecer a Deus o Santo Sacrifício.
Que, recebendo a oferenda do Povo Santo para apresentá-la a Deus,
eu tome sempre consciência do que vou fazer
para pôr em prática o que vou celebrar,
conformando minha vida ao Mistério da Cruz do Senhor.
para pôr em prática o que vou celebrar,
conformando minha vida ao Mistério da Cruz do Senhor.
Senhor Jesus Cristo, com a Igreja,
renovo em cada Eucaristia o Sacrifício da Redenção humana,
servindo aos fiéis o Banquete da Páscoa,
presidindo o Povo de Deus na caridade,
alimentando-o com a Vossa Palavra
e o restaurando com Vossos Sacramentos.
renovo em cada Eucaristia o Sacrifício da Redenção humana,
servindo aos fiéis o Banquete da Páscoa,
presidindo o Povo de Deus na caridade,
alimentando-o com a Vossa Palavra
e o restaurando com Vossos Sacramentos.
Confirmai-me na graça de dar a minha vida por Vós
e pela Salvação de todos.
Quero me assemelhar cada vez mais a Vós,
com mesmos pensamentos e sentimentos Vossos,
testemunhando constantemente,
e pela Salvação de todos.
Quero me assemelhar cada vez mais a Vós,
com mesmos pensamentos e sentimentos Vossos,
testemunhando constantemente,
com fidelidade e amor para convosco,
com a bênção e a proteção da Mãe da Igreja, Nossa Senhora,
que jamais nos desampara.
com a bênção e a proteção da Mãe da Igreja, Nossa Senhora,
que jamais nos desampara.
Amém!
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