terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Obediência com liberdade e não subserviência

                                          


Obediência com liberdade e não subserviência

Reflexão à luz da passagem do Evangelho de Mateus (Mt 17,22-27), que nos apresenta a questão do pagamento do imposto do Templo.

Sejamos enriquecidos pelo comentário do Missal Cotidiano:

“Entretanto, para que sua ‘liberdade’ (não compreendida) não ofenda o senso comum, enquanto o tributo tinha um significado religioso, paga por si e por Pedro. Ante problemas semelhantes - cumprir ou não certos ‘deveres’ sociais ou políticos - o exemplo de Jesus mostra que, obedecer ‘com liberdade’, e não por subserviência, e pagar um justo tribuno à convivência humana.” (1)

Muitas vezes, somos colocados diante de questões que pedem a mesma atitude que nos ensina o Divino Mestre: embora sendo Filho de Deus, e portanto isento,  obedece com total liberdade por causa de questões maiores, a causa do Reino, a fim de que sejam evitados eventuais escândalos:

“Neste caso, porém, para que não haja escândalo, Jesus procede contrariamente à Sua forma de pensar.” (2)

Por causas maiores, também somos chamados à mesma atitude, no entanto, não a fazer por subserviência, mas com a convicção e sem jamais a perda da liberdade na ação realizada.

Somente com a ação e presença do Espírito Santo, poderemos fazer os necessários discernimentos para as necessárias tomadas de decisões, sem jamais trair os princípios da ética e da vontade divina.


(1) Missal Cotidiano - Editora Paulus - p. 1135

(2)Lecionário Comentado - Volume II do Tempo Comum - Editora Paulus - p. 104

Peregrinar na esperança na fidelidade ao Amor de Deus

                                          


Peregrinar na esperança na fidelidade ao Amor de Deus

 

Com a passagem da primeira Carta de São João (1Jo 4,7-10), contemplamos a face de Deus, o ser de Deus – “Deus é Amor”; portanto, a comunidade precisa deixar-se envolver pelo amor, que é a essência de Deus: um amor incondicional, gratuito, desinteressado, radical e total.

 

O amor a ser vivido não é algo secundário, é o absolutamente essencial na vida cristã e deve transparecer em gestos, no dia a dia, na fecunda expressão da comunhão com Deus.

 

Os discípulos, portanto, vivem no amor que os faz homens novos; empenham-se pela libertação própria e do outro. 


São, por natureza, alegres e entusiasmados. É preciso que nos sintamos amados por Deus, que é a fonte inesgotável de Amor, como discípulos missionários, amigos de Jesus.

 

Quando amamos e guardamos o Mandamento de Deus, Ele permanece em nós e nós n’Ele, e toda a comunidade é convidada a viver o essencial: o Mandamento do Amor; constituindo-se como a comunidade do amor e que vive do amor, anunciando, dialogando, servindo e testemunhando a Salvação de Deus que se destina a todos os povos.

 

Sentir-se por Deus amado para amar, e tão somente comunicaremos o Amor de Deus se nos sentirmos por Ele amados.

 

A caridade vivida, dia após dia, aceitando e enfrentando as contradições da vida, com a determinação de superação, conscientes de que somente o amor está em condições de dar sentido e significado a cada fato, a cada momento.

 

Deste modo, a comunidade deve ter um rosto, deve ser como um "cartaz vivo" do Amor de Deus, um amor em sua expressão máxima: o amor de Cruz, da Cruz, pela Cruz, na Cruz.

 

Muito mais que uma humanidade que anseia por Deus, é Deus que anseia pela humanidade, em compaixão, Se encontrando naquela Cruz. 


Não é a humanidade que procura e ama a Deus, mas é, antes, e desde sempre, Deus quem procura apaixonadamente a humanidade, vai ao seu encontro, descendo ao abismo da mansão dos mortos para nos resgatar. O Amor de Deus tudo suporta.

 

Reflitamos:

- Vivenciamos o amor incondicional, gratuito, desinteressado, comprometido e solidário para com o próximo?

 

- Sentimos a presença de Deus em nosso meio?

- Levamos a sério o Mandamento do Amor?

 

- Sentimo-nos amigos de Jesus?

- Qual é a verdade de nossa alegria, entusiasmo e paixão pelo Senhor e o Reino por Ele inaugurado?

 

- Estamos comprometidos com a busca e a construção de um mundo novo?

- Somos uma comunidade que testemunha e faz transparecer o Amor de Deus?

 

Peregrinar na esperança e viver o Mandamento do Amor, o Amor pela Fonte de Amor, Jesus, que em Amor incondicional, incrível, extremo, não fugiu da Cruz (doação, entrega, fidelidade, redenção...), a mais bela de todas as lições que devemos aprender, permanentemente. 


Batizar-se e se tornar discípulo do Filho amado (Batismo - Ano C)

                                                             


Batizar-se e se tornar discípulo do Filho amado

“Tu és o meu Filho amado,
em Ti ponho o meu benquerer” (Lc 3,22)


Com a Liturgia da Festa do Batismo do Senhor (ano C), refletimos sobre a revelação de Jesus Cristo, o Filho Amado de Deus que veio ao mundo para salvar a humanidade, vivendo a nossa condição humana, igual a nós, exceto no pecado, assumindo nossa fragilidade e humanidade, para que, assim, nos libertasse do egoísmo e do próprio pecado, concedendo-nos vida em plenitude.

Temos, também, a graça de refletir e renovar os compromissos batismais, para que sejamos, verdadeiramente, sacerdotes, profetas e reis.

O Batismo do Senhor é apresentado de diferentes modos pelos Evangelistas São Marcos e São Lucas, que apenas fazem menção ao Batismo; São Mateus narra o Batismo de Jesus com mais pormenores, e São João, por sua vez, o evoca na ocasião em que Jesus chama os primeiros discípulos.

Cada um apresenta de modo próprio, mas são unânimes em reconhecer que, no momento do Batismo, Jesus é testemunha de uma manifestação divina, e assim é designado como “Filho muito Amado” enviado pelo Pai.

Esta teofania é o começo do Evangelho, uma vez que Jesus é investido solenemente na Sua Missão, pelo Pai e pelo Espírito Santo: Jesus tendo Se manifestado aos homens na realidade de nossa natureza, exteriormente semelhante a nós, para que sejamos renovados interiormente pela graça do Batismo, e, por Sua infinita misericórdia, através do perdão de nossos pecados.

Poderíamos falar de uma “ordenação messiânica”, ou seja, “Ele é Aquele que os Profetas, especialmente Isaías, anunciaram como o Servo que Deus constituiu como Aliança de um povo, Luz das nações, ‘o Soberano das nações’, ‘o Pastor que apascenta Seu rebanho’ e reúne as ovelhas dispersas.

Quem acredita n’Ele torna-se ‘filho de Deus, porque n’Ele ‘apareceu a graça de Deus, que traz a salvação para todos os homens’. Consequentemente, não se pode separar o Batismo de Jesus do Batismo recebido pelos seus discípulos” (1).

A primeira Leitura (Is 42,1-4.6-7), trata-se de uma pequena passagem do “Livro da Consolação”, nome dado convencionalmente pelos biblistas, e refletimos sobre o primeiro Cântico do Servo Sofredor, que se refere a um excepcional enviado de Deus: manso e humilde de coração, infinitamente misericordioso com todos, com força interior invencível, e é constituído Luz das nações e Aliança de Deus com o Seu Povo.

Retrata a fase final do Exílio, um período muito difícil vivido pelo Povo de Deus, e o Profeta anuncia a reconstrução de Jerusalém, uma cidade que a guerra reduziu às cinzas, mas Deus, na Sua infinita bondade, vai fazer voltar a reinar a alegria e a paz sem fim.

Na figura do Servo mencionado pelo Profeta, vemos um instrumento através do qual Deus age no mundo para comunicar a salvação à humanidade:

“É alguém que Deus escolheu entre muitos, a quem chamou e a quem confiou uma missão – trazer a justiça, propor a todas as nações uma nova ordem social da qual desaparecerão as trevas que alienam e impedem de caminhar e oferecer a todos os homens a liberdade e a paz... O Servo contará com a ajuda do Espírito de Deus, que lhe dará a força de assumir a missão e de concretizá-la” (2).

Este Messias pacífico “estabelecerá a justiça sobre a Terra”, por isto os cristãos viram prefigurados neste Cântico a própria Pessoa de Jesus Cristo, o ungido do Senhor, o “Filho Amado de Deus”, como ouviremos no Evangelho, em Ti ponho o meu benquerer” (Lc 3,22).

Ele, Jesus, veio realizar esta missão, e os Seus discípulos darão continuidade a esta, não por iniciativa pessoal, mas certos de que a vocação profética é dom de Deus, e não uma iniciativa humana. É Deus quem escolhe, chama, capacita e envia para a missão e nos comunica o Seu  Espírito que nos fortalece, anima, ilumina...

A passagem da segunda Leitura do Livro dos Atos dos Apóstolos (At 10,34-38); a parte inicial do Querigma, em que nos é apresentado Jesus, Aquele que “passou pelo mundo fazendo o bem”, trazendo a libertação aos oprimidos, curando todos os que se encontravam oprimidos pelo demônio e através de Seus gestos de bondade, de misericórdia, de perdão, de solidariedade e de amor, podemos ver o Projeto libertador de Deus se realizando.

Na segunda parte, nos fala da Salvação que se destina a todos os povos da terra, com o Batismo de Cornélio, pois se trata do primeiro pagão admitido ao cristianismo por um dos Doze Apóstolos, revelando, assim, que Deus não faz acepção de pessoas, de modo que não há como disseminar discriminações por qualquer motivo.

Comprometidos com Jesus e com Sua missão, desde o nosso Batismo, também somos chamados o mesmo fazer, como discípulos missionários Seus.

Na passagem do Evangelho (Lc 3,15-16.21-22)temos a realização da promessa profética, e Jesus é apresentado como o Filho de Deus, o Servo de Javé, enviado pelo Pai, sobre o qual repousa o Espírito Santo, com uma missão muito concreta a ser realizada.

Temos o encontro de Jesus com João Batista, às margens do rio Jordão, e Jesus recebe o Batismo de João (de purificação, arrependimento e perdão dos pecados), não porque necessitasse do mesmo, mas para revelar a Sua missão específica e a Sua verdadeira identidade: Jesus é o Messias anunciado pelos Profetas que Deus enviou para libertar o Seu Povo, comunicando vida plena e definitiva.

Jesus, ao receber o Batismo de João, Se solidarizou com o homem limitado e pecador, assumindo a sua condição e colocando-Se ao seu lado para sair desta situação. E neste sentido, Jesus cumpriu plenamente o Projeto do Pai. 

O Que Deus espera de nós é que correspondamos ao Seu Amor, acolhendo e assumindo a Salvação que Jesus veio trazer, e este compromisso tem início com o nosso Batismo.

Inaugura-se um novo tempo para nós, para caminharmos com Jesus “que vai seguir, com toda a liberdade, o caminho de Jerusalém e nós iremos acompanhar, ao longo Ano Litúrgico, os Seus ensinamentos e redescobrir os sinais que Ele realiza.”

Deste modo, o Batismo de Jesus revela o início de Sua missão, e o nosso Batismo é a continuidade desta missão. 

Vivamos o Batismo seguindo os passos de Jesus, vivendo em comunhão entre nós, tendo d’Ele mesmos sentimentos, como disse Paulo (Fl 2,5), vivendo na humildade, despojamento e obediência incondicional a Deus, com a força do Espírito.

Retomemos o Prefácio da Missa do Batismo do Senhor:

“Nas águas do rio Jordão, realizastes prodígios admiráveis, para manifestar o Mistério do novo Batismo: do Céu fizestes ouvir uma voz, para que o mundo acreditasse que o Vosso Verbo estava no meio dos homens; pelo Espírito Santo, que desceu em figura de pomba, consagrastes Cristo Vosso Servo com o óleo da alegria, para que os homens O reconhecessem como o Messias enviado a anunciar a Boa-Nova aos pobres...”.

Oremos:

“Deus eterno e onipotente, que proclamastes solenemente Cristo como Vosso Amado Filho quando era batizado nas águas do rio Jordão e o Espírito Santo descia sobre Ele, concedei aos Vossos filhos adotivos, renascidos pela água e pelo Espírito Santo, a graça de permanecerem sempre no Vosso amor. Por N. S. J. C. Amém

  
(1) Missal Quotidiano Dominical e Ferial – p. 224


segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Em poucas palavras...

                                                    


“Se rasgam com açoites o corpo de Jesus...”

“Se rasgam com açoites o corpo de Jesus, Maria sente todas essas feridas; se lhe atravessam com espinhos a cabeça, Maria sente-se dilacerada pela ponta desses espinhos; se lhe apresentam fel e vinagre, Maria experimenta todo esse amargor; se lhe estendem o corpo sobre a cruz, Maria sofre toda essa violência”  (1)

 

(1)  A. Tanquerey, La divinización del sufrimiento, pág. 108

Em poucas palavras...

                                                 


Palavras, milagres, prodígios e sinais feitos por Jesus

“Jesus acompanha as suas palavras com numerosos «milagres, prodígios e sinais» (At 2,22), os quais manifestam que o Reino está presente n'Ele. Comprovam que Ele é o Messias anunciado (Lc 7,18-23).” (1)

 

(1) Catecismo da Igreja Católica – parágrafo n. 547

Rezando com os Salmos - Sl 67(68)

 


Contemplemos e glorifiquemos a salvação que vem de Deus

“–1 Ao maestro do coro. Salmo de Davi. Cântico.

–2 Eis que Deus Se põe de pé, e os inimigos se dispersam!
 Fogem longe de Sua face os que odeiam o Senhor!
=3 Como a fumaça se dissipa, assim também os dissipais,
como a cera se derrete, ao contato com o fogo,
assim pereçam os iníquos ante a face do Senhor!

–4 Mas os justos se alegram na presença do Senhor
rejubilam satisfeitos e exultam de alegria!

=5 Cantai a Deus, a Deus louvai, cantai um salmo a Seu nome!
Abri caminho para Aquele que avança no deserto;
o Seu nome é Senhor: exultai diante d’Ele!

–6 Dos órfãos Ele é Pai, e das viúvas protetor;
é assim o nosso Deus em Sua santa habitação.
=7 É o Senhor quem dá abrigo, dá um lar aos deserdados,
quem liberta os prisioneiros e os sacia com fartura,
mas abandona os rebeldes num deserto sempre estéril!

–8 Quando saístes com o povo, caminhando à Sua frente
e atravessando o deserto, a terra toda estremeceu;
–9 orvalhou o próprio céu ante a face do Senhor,
e o Sinai também tremeu perante o Deus de Israel.

–10 Derramastes lá do alto uma chuva generosa,
e Vossa terra, Vossa herança, já cansada, renovastes;
–11 e ali Vosso rebanho encontrou Sua morada;
com carinho preparastes essa terra para o pobre.

–12 O Senhor anunciou a boa-nova a Seus eleitos,
e uma grande multidão de nossas jovens a proclama:
–13 ‘Muitos reis e seus exércitos fogem um após o outro,
e a mais bela das mulheres distribui os seus despojos.

=14 Enquanto descansais entre a cerca dos apriscos,
as asas de uma pomba como prata resplandecem,
e suas penas têm o brilho de um ouro esverdeado.
–15 O Senhor onipotente dispersou os poderosos,
dissipou-os como a neve que se espalha no Salmon!’

–16 Montanhas de Basã tão escarpadas e altaneiras
ó montes elevados desta serra de Basã,
=17 por que tendes tanta inveja, ó montanhas sobranceiras,
deste Monte que o Senhor escolheu para morar?
Sim, é nele que o Senhor habitará eternamente!

–18 Os carros do Senhor contam milhares de milhares;
do Sinai veio o Senhor, para morar no santuário.
=19 Vós subistes para o alto e levastes os cativos,
os homens prisioneiros recebestes de presente,
até mesmo os que não querem vão morar em Vossa casa.

–20 Bendito seja Deus, bendito seja cada dia,
o Deus da nossa salvação, que carrega os nossos fardos!
–21 Nosso Deus é um Deus que salva, é um Deus libertador;
o Senhor, só o Senhor, nos poderá livrar da morte!
–22 Ele esmaga a cabeça dos que são Seus inimigos,
e os crânios contumazes dos que vivem no pecado.

–23 Diz o Senhor: ‘Eu vou trazê-los prisioneiros de Basã,
até do fundo dos abismos vou trazê-los prisioneiros!
–24 No sangue do inimigo o teu pé vai mergulhar,
e a língua de teus cães terá também a sua parte’.

–25 Contemplamos, ó Senhor, Vosso cortejo que desfila,
é a entrada do meu Deus, do meu Rei, no santuário;
–26 os cantores vão à frente, vão atrás os tocadores,
e no meio vão as jovens a tocar seus tamborins.

–27   ‘Bendizei o nosso Deus, em festivas assembleias!
Bendizei nosso Senhor, descendentes de Israel!’
=28 Eis o jovem Benjamim que vai à frente deles todos;
eis os chefes de Judá com as suas comitivas,
os principais de Zabulon e os principais de Neftali.

–29 Suscitai, ó Senhor Deus, suscitai Vosso poder,
confirmai este poder que por nós manifestastes,
–30 a partir de Vosso templo, que está em Jerusalém,
para Vós venham os reis e Vos ofertem seus presentes!

=31 Ameaçai, ó nosso Deus, a fera brava dos caniços,
a manada de novilhos e os touros das nações!
Que Vos rendam homenagem e Vos tragam ouro e prata!
= Dispersai todos os povos que na guerra se comprazem!
32 Venham príncipes do Egito, venham dele os poderosos,
e levante a Etiópia suas mãos para o Senhor!

=33 Reinos da terra, celebrai o nosso Deus, cantai-lhe salmos!
34 Ele viaja no Seu carro sobre os céus dos céus eternos.
Eis que eleva e faz ouvir a Sua voz, voz poderosa.

–35 Dai glória a Deus e exaltai o Seu poder por sobre as nuvens.
Sobre Israel, eis sua glória e Sua grande majestade!
–36 Em seu templo Ele é admirável e a Seu povo dá poder.
Bendito seja o Senhor Deus, agora e sempre. Amém, amém!”

 

O Salmo 67(68) retrata a entrada triunfal do Senhor e contempla a salvação que Deus concedeu a Israel:

“Como numa grandiosa procissão pelo deserto, Deus vem do Sinai à frente do Seu povo, fazendo-o triunfar sobre os inimigos. Do templo, onde Se estabeleceu, Deus protege e exerce um reino universal.” (1)

Contemplemos e glorifiquemos a Deus, que caminha conosco, nos conduzindo sempre em meio às adversidades, comunicando a luz do Santo Espírito, para que, como Igreja, continuemos, com fidelidade, a missão do Seu Amado Filho em todo o tempo e lugar. Amém.



(1) Comentário da Bíblia Edições CNBB – p.780

 

Em poucas palavras... (Epifania)

 


Mais que presentes

“Eles (magos) trouxeram três presentes: ouro, para honrar Sua Realeza; incenso, para honrar Sua Divindade; e mirra para honrar a Sua Humanidade, que estava destinada à morte.

A mirra foi usada em Seu sepultamento (Jo 19,39). O presépio e a Cruz estão novamente relacionados, pois há mirra em ambos.” (1)

(1)          Vida de Cristo – Fulton J. Sheen – Editora Molokai – 2024 – p.81

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