Esperamos, vigilantes a gloriosa Jerusalém Celeste
“–12 Glorifica o Senhor,
Jerusalém!
Ó Sião, canta louvores ao teu Deus!
–13 Pois reforçou com segurança as tuas portas,
e os teus filhos em teu seio abençoou;
–14 a paz em teus limites garantiu
e te dá como alimento a flor do trigo.
–15 Ele envia suas ordens para a terra,
e a palavra que ele diz corre veloz;
–16 Ele faz cair a neve como lã
e espalha a geada como cinza.
–17 Como de pão lança as migalhas do granizo,
a seu frio as águas ficam congeladas.
–18 Ele envia Sua palavra e as derrete,
sopra o vento e de novo as águas correm.
–19 Anuncia a Jacó Sua palavra,
Seus preceitos e Suas leis a Israel.
–20 Nenhum povo recebeu tanto carinho,
a nenhum outro revelou os seus preceitos.”
Com o Salmo
147(147 B) refletimos e rezamos sobre a restauração de Jerusalém. Nós cremos na
gloriosa Jerusalém Celeste, e como Igreja somos a esposa do Cordeiro, nesta
vigilante espera de uma nova criação:
“Não só
uma nova criação, mas uma ‘nova cidade’, comunidade humana, amplamente aberta
para os quatro ventos, o paraíso na cidade, com o rio e árvores da vida, em
torno da presença de Deus e do Cordeiro.” (1)
É o que
lemos na passagem do Livro do Apocalipse:
“Então,
veio a mim um dos sete anjos das taças cheias com as últimas pragas. Ele falou
comigo e disse: ‘Vem! Vou mostrar-te a noiva, a esposa do Cordeiro” (Ap 21,9). Amém.
(1) Comentário da Bíblia Edições CNBB – p. 1701


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