Ó Deus, Pai Santo, Vós que sois tão misericordioso, que desejais a Salvação do mundo inteiro, convidando para as núpcias do Vosso Filho Amado,
terça-feira, 6 de outubro de 2026
O Banquete Nupcial e a veste própria (XXVIIIDTCA)
Ó Deus, Pai Santo, Vós que sois tão misericordioso, que desejais a Salvação do mundo inteiro, convidando para as núpcias do Vosso Filho Amado,
Temos fome do Pão Celeste (XXVIIIDTCA)
Temos fome do Pão Celeste
Uma reflexão sobre a Eucaristia, à luz do parágrafo n. 2837 do Catecismo da Igreja Católica.
Eucaristia designa diretamente o Pão da Vida, o Corpo de Cristo, “remédio de imortalidade”, conforme nos diz Santo Inácio de Antioquia, sem a qual não temos vida em nós (Jo 6,53-56).
Em cada Eucaristia, participamos antecipadamente do Banquete do Reino que, por sua vez, é o antegozo do Reino que vem, e deste modo é conveniente que ela seja celebrada cada dia.
Vejamos o que nos diz Santo Agostinho sobre a Eucaristia:
“A Eucaristia é o nosso pão de cada dia […]. A virtude própria deste alimento é a de realizar a unidade a fim de que, reunidos no corpo de Cristo, tornados seus membros, sejamos o que recebemos.
[…] E também são pão de cada dia as leituras que em cada dia ouvis na Igreja; e os hinos que escutais e cantais, são pão de cada dia.
Estes são os mantimentos necessários para a nossa peregrinação”.
Na Oração que o Senhor nos ensinou, pedimos o Pão Celeste, o “Pão nosso de cada dia”, como filhos do céu; e este Pão é Ele mesmo, o Cristo (Jo 6,51), e O Pai celeste nos exorta a pedirmos como filhos do céu.
Concluo com as palavras do Bispo e Doutor da Igreja, São Pedro Crisólogo (séc. V), sobre este Pão Celeste que é o próprio Cristo:
“...é Ele mesmo o Pão que, semeado na Virgem, levedado na carne, amassado na paixão, cozido no forno do sepulcro, guardado em reserva na Igreja, levado aos altares, fornece cada dia aos fiéis um alimento celeste”.
Sejamos, portanto, alimentados pelo Pão da Palavra e da Eucaristia, para que vivamos uma fé inquebrantável, uma esperança viva e uma caridade generosa, como discípulos missionários do Senhor que o somos.
A veste nupcial da caridade (XXVIIIDTCA)
Em poucas palavras... (XXVIIIDTCA)
“Jesus convida os pecadores para a mesa do Reino...”
"Jesus convida os pecadores para a mesa do Reino: «Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores» (Mc 2, 17).
Convida-os à conversão sem a qual não se pode entrar no Reino, mas por palavras e atos, mostra-lhes a misericórdia sem limites do Seu Pai para com eles e a imensa «alegria que haverá no céu, por um só pecador que se arrependa» (Lc 15, 7).
A prova suprema deste amor será o sacrifício da Sua própria vida, «pela remissão dos pecados» (Mt 26, 28)."
(1) Catecismo da Igreja Católica – parágrafo n. 545
Em poucas palavras... (XXVIIIDTCA)
As parábolas do Reino
“Jesus chama para entrar no Reino, por meio de parábolas, traço característico do seu ensino (Mc 4,33-34). Por meio delas, convida para o banquete do Reino (Mt 22,1-14), mas exige também uma opção radical: para adquirir o Reino é preciso dar tudo (Mt 13,44-45).
As palavras não bastam, exigem-se atos (Mt 21,28-32). As parábolas são, para o homem, uma espécie de espelho: como é que ele recebe a Palavra? Como chão duro, ou como terra boa? (Mt 13,3-9). Que faz ele dos talentos recebidos? (Mt 25,14-30). Jesus e a presença do Reino neste mundo estão secretamente no coração das parábolas.
É preciso entrar no Reino, quer dizer, tornar-se discípulo de Cristo, para «conhecer os mistérios do Reino dos céus» (Mt 13, 11). Para os que ficam «fora» (Mc 4, 11), tudo permanece enigmático (Mt 13,10-15).”(1)
(1) Parágrafo do Catecismo da Igreja Católica – n. 546







