quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Consolidemos nossa vocação com a graça divina

                                         

Consolidemos nossa vocação com a graça divina

O mês de agosto é especialmente dedicado, pela Igreja, à reflexão sobre a graça da vocação a qual cada pessoa é chamada.

Vivendo a vocação como chamado de Deus e resposta nossa, é oportuna e inspiradora a afirmação de Santo Ambrósio (séc. IV), Bispo e Doutor da Igreja: “Do corpo de Deus brotou para mim uma fonte eterna; Cristo bebeu minhas amarguras para dar-me a suavidade de Sua graça”.

Quando somos envolvidos e enriquecidos pela suavidade da graça divina, temos a força necessária para a consolidação de nossa vocação e eleição, vivendo nosso batismo como autênticos discípulos missionários do Senhor.

Deste modo, a suavidade da graça divina nos acompanha para continuarmos a inquietante busca de caminhos para uma ação evangelizadora.

Esta mesma graça é abundantemente derramada em diversos acontecimentos, atividades pastorais, movimentos, comprometimentos sociais e políticos a fim da construção do Reino, a fim de edificarmos uma sociedade mais justa e fraterna.

Urge  criatividade e ardor na evangelização, acompanhado sobre a reflexão da vocação que Deus nos concede, para vivê-la em todos os âmbitos, dentro e fora da Igreja, reavivando as chamas da fé, do amor e da esperança, renovando a alegria de  nos colocarmos a serviço da vida plena e feliz para todos.

E ainda, para o revigoramento de nossa vocação, ressoem as Palavras do Apóstolo Pedro: “… Procurai com mais diligência consolidar a vossa vocação e eleição, pois, agindo desse modo, não tropeçareis jamais; antes, assim é que vos será outorgada generosa entrada no Reino eterno de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (2Pd 1,11), “ como pedras vivas e escolhidas de Deus” (1Pd 2,1-3).

Envolvidos pela suavidade da graça divina, que nos é derramada abundantemente, é, mais do que nunca, ocasião favorável para consolidação de nossa fé, vocação e eleição, renovando sagrados compromissos com o Reino de Deus, com o ardor,zelo e a alegria.

Tendo o Senhor “bebido nossas amarguras”, e nos comunicado, em cada instante, a suavidade de Sua graça, consolidaremos nossa vocação e eleição; tão somente assim, Ele verá Sua face resplandecendo em cada um de nós, que aceitou o Seu chamado, e prontamente respondeu, deste modo, enfrentaremos e venceremos os momentos difíceis em diversos campos (econômico, político, social), que estamos vivendo.

Em poucas palavras...

                                                           


                            Jesus: Sacerdote, Sacrifício, Templo e Deus

“É Cristo, com efeito, que, por Si só, ofereceu tudo o quanto sabia ser necessário para a nossa Redenção; Ele é ao mesmo tempo Sacerdote e Sacrifício, Templo e Deus. 

Sacerdote, por quem somos reconciliados; Sacrifício, pelo qual somos reconciliados; Templo, onde somos reconciliados; Deus, com quem somos reconciliados. Entretanto, só Ele é o Sacerdote, o Sacrifício e o Templo, enquanto Deus na condição de Servo; mas na Sua condição divina, Ele é Deus com o Pai e o Espírito Santo.”  (1) 

 

(1)Tratado sobre a fé de Pedro, do Bispo São Fulgêncio de Ruspe, século IV.

 

“Amo porque amo, amo para amar”

                                                       

“Amo porque amo, amo para amar”

Sejamos enriquecidos pelo Sermão escrito pelo Abade e Doutor, São Bernardo de Claraval, (séc. XII), sobre o “Cântico dos Cânticos”:

“O amor basta-se a si mesmo, em si e por sua causa encontra satisfação. É seu mérito, seu próprio prêmio.

Além de si mesmo, o amor não exige motivo nem fruto. Seu fruto é o próprio ato de amar. Amo porque amo, amo para amar!

Grande coisa é o amor, contanto que vá a seu Princípio, volte à sua Origem, mergulhe em sua Fonte, sempre beba donde corre sem cessar.

De todos os movimentos da alma, sentidos e afeições, o amor é o único com que pode a criatura, embora não condignamente, responder ao Criador e, por sua vez, dar-lhe outro tanto.

Pois quando Deus ama não quer outra coisa senão ser amado, já que ama para ser amado; porque sabe que serão felizes pelo amor aqueles que O amarem. O amor do Esposo, ou melhor, o Esposo-amor somente procura a resposta do amor e a fidelidade. Seja permitido à amada responder ao Amor!

Por que a esposa - e esposa do Amor – não deveria amar? Por que não seria amado o Amor? É justo que, renunciando a todos os outros sentimentos, única e totalmente se entregue ao amor, aquela que há de corresponder a ele, pagando amor com amor. Pois mesmo que se esgote toda no amor, que é isto diante da perene corrente do amor do outro?

Certamente não corre com igual abundância o caudal do amante e do Amor, da alma e do Verbo, da esposa e do Esposo, do Criador e da criatura; há entre eles mesma diferença que entre o sedento e a fonte.

E então? Desaparecerá por isto e se esvaziará de todo a promessa da desposada, o desejo que suspira, o ardor da que a ama, a confiança da que ousa, já que não pode de igual para igual correr com o gigante, rivalizar a doçura com o mel, a brandura com o cordeiro, a alvura com o lírio, a claridade com o sol, a caridade com aquele que é a caridade?

Não. Mesmo amando menos, por ser menor, se a criatura amar com tudo o que é, haverá de dar tudo. Por esta razão, amar assim é unir-se em matrimônio, porque não pode amar deste modo e ser menos amada, de sorte que no consenso dos dois haja íntegro e perfeito casamento. A não ser que alguém duvide ser amado primeiro e muito mais pelo Verbo”.

São Bernardo nos provoca a redimensionar nossa prática pastoral, nossa vida familiar, compromissos sociais...

Reflitamos sobre a motivação do próprio viver; das pequenas e grandes coisas que fazemos.

Quantas coisas fazemos por motivações, às vezes ocultas, às vezes até mesmo indizíveis...

Reflitamos:

- Nosso agir tem como causa primeira o amor?
- Quais são as verdadeiras motivações de tudo que fazemos?

E, após cada gesto de doação e serviço, movidos pelo amor, digamos:

“Amo porque amo, amo para amar”.

A saudação angélica

                                                           

A saudação angélica

Sejamos enriquecidos pelo Tratado sobre a Saudação angélica escrita pelo Bispo São Balduíno de Cantuária (séc. XII).

“À saudação angélica com que todos os dias, segundo a devoção de cada um, saudamos a santíssima Virgem, costumamos acrescentar: E bendito o fruto de vosso ventre.

Após ter sido saudada pela Virgem, Isabel, como a retomar o final da saudação do anjo, acrescentou estas expressões: Bendita sois entre as mulheres e bendito o fruto de vosso ventre (Lc 1,42).

É este o fruto de que fala Isaías: Naquele dia será o germe do Senhor em magnificência e glória e o fruto da terra, sublime (Is 4,2).

Quem é este fruto senão o Santo de Israel, a semente de Abraão, o germe do Senhor, a flor que se eleva da raiz de Jessé, o fruto da vida com quem entramos em comunhão?

Bendito, sim, na semente, bendito no germe, bendito na flor, bendito no dom, bendito, enfim, na ação de graças e no louvor. Cristo, semente de Abraão, feito da semente de Davi segundo a carne.

Só Ele, dentre os homens, se encontrou perfeito em todo o bem, só a Ele foi dado sem medida o Espírito, Ele, o único a poder cumprir toda a justiça. Sua justiça basta à totalidade das nações, como está escrito: Como a terra produz seu germe e o jardim germina sua semente, assim o Senhor Deus fará germinar a justiça e o louvor diante de todas as nações (Is 61,11).

É este o germe da justiça que, desabrochado pela bênção, a flor da glória adorna. Que glória? Aquela que é impossível imaginar-se mais sublime, ou antes, que de modo algum se pode imaginar.

A flor elevou-se da raiz de Jessé. Até aonde? Até ao máximo, porque Jesus Cristo está na glória de Deus Pai (cf. Fl 2,11).  Elevou-se sua magnificência para além dos céus, de modo a ser o germe do Senhor em magnificência e em glória, e o fruto da terra, sublime.

E para nós, quem é o fruto deste fruto? Quem, a não ser o fruto da bênção oriundo do fruto bendito? D’Ele, como semente, germe, flor, provém o fruto da bênção; e chega até nós. Primeiro, como em semente pela graça do perdão, depois como em germe pelo aumento da justiça, e por fim como em flor pela esperança ou pose da glória.

Bendito por Deus e em Deus, isto é, para que Deus seja glorificado n’Ele. Para nós também é bendito para que, benditos por Ele, n’Ele sejamos glorificados, já que pela promessa feita a Abraão, Deus O fez a bênção de todos os povos”.

Amemos o “bendito fruto do ventre de Maria”, Jesus, e a Ele, demos toda honra, glória, poder e louvor por todos os séculos.

Amemos e adoremos o “bendito fruto do ventre de Maria”, Jesus, e com Ele, firmemos nossos passos no discipulado, como Igreja missionária, rompendo as fronteiras.

Amemos, adoremos e anunciemos o “bendito fruto do ventre de Maria”, em todo o tempo e em todo lugar, como Igreja, vivendo a cultura da misericórdia em plena fidelidade ao que Ele viveu e nos ensinou.

Amemos, adoremos, anunciemos e testemunhemos o “bendito fruto do ventre de Maria”, a Verdadeira Videira do Pai, n’Ele unidos para frutos de amor, justiça, vida e paz abundantemente produzir, nutridos pela Seiva do Amor de Seu Espírito. Amém.

Resquiescat in pace - Descanse em paz!

                                          


Resquiescat in pace  - Descanse em paz!

O sol escondido sob as nuvens, dia sombrio, como ficaram os dias sem você, desde quando partiu, e meus olhos nadam em lágrimas vertentes.

Hoje, uma lembrança com misto de tristeza suave e dilacerante me consome, e volto meus olhos para o passado, procurando preencher o vácuo que você deixou, que por vezes parece impreenchível.

Não fosse a fé na ressurreição da carne, ficaria apenas a sombra do túmulo, eterna sombra da morte; eterno descanso; ocaso sem esperança; derradeira pulsação da vida, sem desabrochar na outra margem.

Não fosse a fé na ressurreição da carne, aquele momento supremo da vida, seria um eterno sábado; o véu da morte ficaria para sempre posto, e não reconheceríamos os sinais do Ressuscitado, “os panos dobrados e colocados à parte” desde aquela memorável madrugada (cf. Jo 20, 7).

Mas creio na ressurreição da carne, e a morte é o descansar no regaço do Senhor; o dormir o sono da noite, sem horas após o último suspiro e o cerrar dos olhos à luz; o sentimento do frio pelas asas da morte a roçar a fronte; o fugir dos últimos lampejos da vida.

RIP – Resquiescat in pace – Descanse em paz amigo/a. Que o Senhor se compadeça de sua alma e o tenha para sempre em Sua glória, até que um dia também faça a necessária e derradeira passagem e viveremos o epílogo da eternidade e comunhão na glória dos céus, com os anjos e santos. Assim creio. Assim espero. 

Tenho que seguir em frente, lembrando com carinho de cada momento que vivemos; cada sorriso compartilhado; cada lágrima enxugada; cada dificuldade superada...

Descanse em paz! O brilho do Sol nascente vem nos iluminar, até que um dia possamos nos céus nos encontrar. Amém.

A Igreja edificada sobre solidez da fé do Apóstolo (XXIDTCA)

                                                               

A Igreja edificada sobre solidez da fé do Apóstolo

A minha Igreja destinada a elevar-se até ao céu
deverá apoiar-se sobre a solidez da fé de Pedro

No dia 22 de fevereiro, celebramos a Festa da Cátedra de São Pedro Apóstolo, e a Liturgia das Horas nos apresenta o Sermão do Papa São Leão Magno (Séc. V), em que reflete sobre a Igreja de Cristo que se ergueu na firmeza do Apóstolo Pedro:

“Dentre todos os homens do mundo, Pedro foi o único escolhido para estar à frente de todos os povos chamados à fé, de todos os apóstolos e de todos os padres da Igreja. Embora no povo de Deus haja muitos sacerdotes e pastores, na verdade, Pedro é o verdadeiro guia de todos aqueles que têm Cristo como chefe supremo.

Deus dignou-Se conceder a este homem, caríssimos filhos, uma grande e admirável participação no seu poder. E se Ele quis que os outros chefes da Igreja tivessem com Pedro algo em comum, foi por intermédio do mesmo Pedro que isso lhes foi concedido.

A todos os Apóstolos o Senhor pergunta qual a opinião que os homens têm a seu respeito; e a resposta de todos revela de modo unânime as hesitações da ignorância humana. Mas, quando procura saber o pensamento dos discípulos, o primeiro a reconhecer o Senhor é o primeiro na dignidade apostólica.

Tendo ele dito: Tu és Cristo, o Filho do Deus vivo, Jesus lhe respondeu: Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu (Mt 16,16-17). Quer dizer, és feliz, porque o meu Pai te ensinou, e a opinião humana não te iludiu, mas a inspiração do céu te instruiu; não foi um ser humano que me revelou a ti, mas sim Aquele de quem sou o Filho Unigênito.

Por isso Eu te digo, acrescentou, como o Pai te manifestou a minha divindade, também Eu te revelo a tua dignidade: Tu és Pedro (Mt 16,18). Isto significa que Eu sou a pedra inquebrantável, a pedra principal que de dois povos faço um só (cf. Ef 2,20.14), o fundamento sobre o qual ninguém pode colocar outro. Todavia, tu também és pedra, porque és solidário com a minha força. Desse modo, o poder, que me é próprio por prerrogativa pessoal, te será dado pela participação comigo.

E sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la (Mt 16,18). Sobre esta fortaleza, construirei um templo eterno. A minha Igreja destinada a elevar-se até ao céu deverá apoiar-se sobre a solidez da fé de Pedro. O poder do inferno não impedirá esse testemunho, os grilhões da morte não o prenderão; porque essa Palavra é Palavra de vida. E assim como conduz aos céus os que a proclamam, também precipita no inferno os que a negam.

Por isso, foi dito a São Pedro: Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que desligares na terra, será desligado nos céus (Mt 16,19). Na verdade, o direito de exercer esse poder passou também para os outros apóstolos, e o dispositivo desse decreto atingiu todos os príncipes da Igreja. Mas não é sem razão que é confiado a um só o que é comunicado a todos. O poder é dado a Pedro de modo singular, porque a sua dignidade é superior à de todos os que governam a Igreja”.

Assim quis o Senhor, edificar a Sua Igreja sobre a fé de Pedro, e a ele foram confiadas as chaves do Reino dos céus. Portanto, coube a Pedro, como primeiro Papa, continuar a missão que o Senhor lhe confiou.

Celebrando a Cátedra de Pedro, multipliquemos orações pelo Papa Leão XIV, para que conduza a Igreja de Cristo, a fim de que ela anuncie em todos os lugares, e a todas as pessoas, a Boa-Nova do Evangelho.

Renovemos, também, a graça de ser membro desta Igreja, partícipes desta missão, com a presença, assistência e ação do Espírito Santo.

Oremos:  

“Concedei, ó Deus todo-poderoso, que nada nos possa abalar, pois edificastes a Vossa Igreja sobre aquela pedra que foi a profissão de fé do Apóstolo Pedro. Por nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

“Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha Igreja” (XXIDTCA)

                                                          

“Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha Igreja”

No dia 22 de fevereiro, celebramos a Festa da Cátedra de São Pedro Apóstolo, e ouvimos a passagem do Evangelho de Mateus (Mt 16, 13-19), em que Jesus pergunta aos discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?” e “E vós, quem dizeis que  Eu sou?” (Mt 16,13.15).

Na passagem do Livro dos Atos dos Apóstolos (At 2,1-11), vemos como Deus cuida daqueles que chamou; ama e envia, a partir de Sua ação em favor do Apóstolo Pedro.

O Apóstolo conta com uma comunidade solidária e solícita na oração; unida na alegria e na dor; na perseguição e na vitória. Como é necessária a Oração da comunidade em favor daqueles que dela cuidam!

Contemplamos, assim, o caminho feito por Pedro, que em muito se assemelha ao d’Aquele pelo qual teve o coração seduzido: Jesus.

Assim como Pedro negara três vezes na morte do Redentor, por três vezes teve que responder a inquietante interrogação de Nosso Senhor: “Pedro tu me amas mais do que estes?”. Ontem Pedro. Hoje, o Papa Leão XIV é aquele que continua a missão do Senhor.

Os discípulos de Jesus devem testemunhar, com sinceridade e coragem, os valores que acreditam, contra todas as dificuldades, incompreensões, perseguições, calúnias.

Bem disse o Senhor – “Bem aventurados sois vós quando vos injuriarem, caluniarem, perseguirem e disserem todo nome por causa de mim. Alegrai-vos e regozijai-vos, porque será grande a vossa recompensa nos céus”( Mt 5,11-12), e ainda: “Não temais pequeno rebanho do meu Pai...”(Lc 12,32).

A passagem é muito mais que uma descrição histórica, é uma catequese de como Deus cuida de Sua Igreja, de modo que as portas do inferno não prevalecerão contra ela, como bem foi dito no Evangelho pelo Senhor. É como um selo da autenticidade da missão dos Discípulos Missionários do Senhor.

Voltando à passagem do Evangelho, temos a interrogação de Jesus sobre a Sua identidade.

Não se trata de conferir índice de ibope, mas a compreensão da Sua verdadeira identidade para que configure Seus discípulos a Ele.

Que saibam a quem segue, e a quem vão testemunhar, e respostas superficiais e inconsequentes não agradam o Coração do Senhor. Pedro, pela revelação divina, dá a verdadeira resposta “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo...”

A Pedro são confiadas as chaves, não para ser guardião das portas dos céus, mas para conduzir, organizar, orientar o rebanho do Senhor a Ele confiado. Esta é a sua missão. Esta é a missão de nosso Papa, a quem não devemos poupar Orações.

Reflitamos:

- Qual é o lugar que Jesus ocupa em nossa existência?
- O que o Apóstolo Pedro tem a nos ensinar?

- O que o Apóstolo Paulo também tem a nos ensinar?
- Por que estamos na Igreja?
- Somos uma comunidade estruturada para amar e servir, como comunidade do Ressuscitado?

- Temos consciência da dimensão profética e missionária da Igreja?
- De que modo procuramos entender e rezar pela missão de nosso Papa?

Empenhemo-nos mais intensamente e apaixonadamente no bom combate da fé. Tendo o coração por Ele mais que seduzido, empenhemo-nos em alcançar a merecida Coroa da Glória, para os justos reservada, vivendo com ardor a graça do Batismo, que fez pedras vivas e escolhidas de Deus na edificação de Sua Igreja.

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