terça-feira, 28 de outubro de 2025

Missão, dom e resposta de amor

                                                      

                   

Missão, dom e resposta de amor

 

Na Festa dos Apóstolos São Simão e São Judas Tadeu, ouviremos a passagem do Evangelho em que Jesus escolhe os doze Apóstolos para colaborarem na Sua Missão da construção do Reino de Deus (Lc 6, 12-19).

 

Chamou Apóstolos e discípulos para serem Seus colaboradores, não porque eles fossem necessários, mas antes para nos conceder esta graça de participação.

 

Com o Senhor, aprendemos a importância da oração. Elevemos, pois, súplicas a Ele, para que seja reavivada a chama do primeiro amor, que um dia acesa foi em nosso coração.

Oremos:

 

Senhor, que nos coloquemos sempre em oração, sobretudo nos momentos de grandes decisões, como assim Vós o fazíeis.

 

Senhor, que superemos a tentação de querer, muitas vezes, fazer tudo sozinhos, com alegação de que os outros mais atrapalham que ajudam.

 

Senhor, fazei-nos discípulos missionários da obra evangelizadora, e assim, aprendizes da marca fundamental da dimensão comunitário-participativa.

 

Senhor, que não pautemos nossas ações pela mentalidade do mundo moderno da política de resultados, em que os fins justificam os meios.

 

Senhor, ajudai-nos a superar resquícios de autossuficiência, para que não caiamos no indesejável perfeccionismo, e até mesmo atitudes maquiavélicas de exclusão e indiferença diante dos dons que os outros possuem.

 

Senhor, que sejamos servos Vossos, e não Senhores da Vinha, e, como evangelizadores, com zelo, amor e ardor, nos consumamos por Vós em Verdadeira Adoração em Espírito e Verdade, e não nos tornemos adoradores de nós mesmos.

 

Senhor, que aprendamos com Vossos mui amados Apóstolos, Simão e Judas Tadeu, a viver com amor, zelo, humildade, coragem, fé, esperança e perseverança no bom combate, anunciando e testemunhando Vossa Palavra, e, um dia, terminado o bom combate, mereçamos contemplar a glória da eternidade. Amém.

Reavivar sempre a chama do primeiro amor (28/10)

                                                         

Reavivar sempre a chama do primeiro amor

Reflexão à luz da passagem do Evangelho de Lucas (Lc 6,12-19), em que Jesus escolhe os doze Apóstolos, para colaborar na Sua Missão da construção do Reino de Deus.

Chamou Apóstolos e discípulos para serem Seus colaboradores, não porque fossem necessários, mas para nos conceder esta graça de participação.

Com o Senhor, aprendemos a importância da oração. Elevemos, pois, súplicas a Ele, para que seja reavivada a chama do primeiro amor, que um dia foi acesa em nosso coração.

Oremos:

Senhor, que nos coloquemos sempre em oração, sobretudo nos momentos de grandes decisões, como assim Vós o fazíeis.

Senhor, que superemos a tentação de querer, muitas vezes, fazer tudo sozinhos, com alegação de que os outros mais atrapalham que ajudam.

Senhor, fazei-nos discípulos missionários da obra evangelizadora, e assim, aprendizes da marca fundamental da dimensão comunitário-participativa.

Senhor, que não pautemos nossas ações pela mentalidade do mundo moderno da política de resultados, em que os fins justificam os meios.

Senhor, ajudai-nos a superar resquícios de autossuficiência, para que não caiamos no indesejável perfeccionismo, e até mesmo atitudes de exclusão e indiferença dos dons que os outros possuem.

Senhor, que sejamos servos Vossos, e não Senhores da Vinha, e, como evangelizadores, com zelo e ardor, nos consumamos por Vós em Verdadeira Adoração em Espírito e Verdade, e não nos tornemos adoradores de nós mesmos.

Senhor, que aprendamos com Vossos mui amados Apóstolos a viver com amor,  humildade, coragem, fé, esperança e perseverança no bom combate, anunciando e testemunhando Vossa Palavra, e, um dia, terminado o bom combate da fé, mereçamos contemplar a glória da eternidade. Amém.

“O Senhor acendeu em nós o Fogo do Amor”

                                

“O Senhor acendeu em nós o Fogo do Amor”


Reflexão à luz da passagem do Evangelho de Lucas (Lc 6,12-19), em que Jesus escolhe os doze apóstolos para colaborar na Sua missão da construção do Reino de Deus, após uma noite toda em oração, e com o Senhor, aprendemos a importância da oração.

 
O Senhor nos chama e nos envia em missão, pois Deus, por meio de Seu Filho, escolheu a quem Ele bem quis: chama-nos pelo nome, confia-nos uma missão. Jamais pelos nossos méritos, pelo contrário, até mesmo porque não temos nenhum.

 
Somos chamados não porque sejamos perfeitos, paradoxalmente, chama-nos até por causa da ausência de nossa perfeição, e assim, manifesta Sua misericórdia e Seu ardente poder transformador. 


Chamou apóstolos e discípulos para serem Seus colaboradores, não porque fossem necessários, mas para nos conceder a graça da participação.

 
É próprio do amor de Deus nos amar para nos fazer melhores, mais conforme à Sua imagem.

  

Deste modo, para que discípulos missionários sejamos, é preciso:

- sentirmo-nos enraizados em Cristo Jesus, e também n’Ele edificados, apoiando-nos na fé que nos foi ensinada, transmitida, como uma pequena e maravilhosa semente no coração plantada, para frutos abundantes produzir;

- participar, colaborar, continuar a missão do Divino Redentor, contando com Sua presença, força e o Espírito Santo, em total fidelidade ao Pai;

- sonhar e se comprometer com um mundo novo, sem miséria, violência, injustiça, impunidade, discriminação; sem a perda da dignidade e sacralidade da vida, desde a concepção até o seu declínio natural;

 - contar com a Divina Força da Palavra e da Eucaristia, que nos revigora, ilumina, impulsiona, e concede horizontes novos;

- sentir o “Fogo do Amor” de Cristo aceso em nosso coração;
 
- contemplar o Fogo de Pentecostes vindo sempre ao nosso encontro, irradiando a chama ardente da caridade, para que reiniciemos sempre um novo caminho de diálogo, comunhão, amor e serviço em incansável participação na construção do Reino de Deus;

- poder fermentar, com palavras e ações, um novo tempo, deixando-nos transformar pela Boa-Nova do Reino de Deus;
 
Sejamos uma Igreja que rejuvenesce com a Santa Palavra, confiante na presença do Senhor, que acendeu em nós o fogo do Seu amor, com o envio do Seu Espírito, junto do Pai!


Vivamos intensamente o tempo da missão, como Igreja missionária que somos, revigorados e rejuvenescidos com a Santa Palavra; pois “O Senhor acendeu em nós o Fogo do Amor”:

“Uma coisa é certa: Cristo é um amor que acende o fogo na terra. Se a fé é um movimento secreto e oculto que se liga ao primeiro Pentecostes, é também uma luz para os homens e os filósofos. O cristão, por seu amor a Cristo e aos irmãos, é chamado a tornar-se um inegável fermento de fraternidade, comunhão e participação para toda a humanidade”. (1)

Reavivemos a chama do primeiro amor, que em nosso coração pelo Batismo um dia foi acesa.

 
Oremos:
 
Senhor, fortalecei-nos pela oração, sobretudo nos momentos de grandes decisões, como assim Vós o fazíeis.
 
Senhor, que superemos a tentação de querer, muitas vezes, fazer tudo sozinhos, com alegação de que os outros mais atrapalham que ajudam.

 
Senhor, fazei-nos discípulos missionários da obra evangelizadora, e assim, aprendizes e promotores da comunhão e participação.

 
Senhor, libertai-nos da mentalidade do mundo moderno da política de resultados, em que os fins justificam os meios.

Senhor, ajudai-nos a superar resquícios de autossuficiência, para não cairmos no indesejável perfeccionismo, e até mesmo atitudes de exclusão e indiferença dos dons que os outros possuem.

Senhor, que sejamos servos Vossos, e não Senhores da Vinha, e, como evangelizadores, com zelo e ardor, nos consumamos por Vós em verdadeira adoração em Espírito e Verdade, e não sejamos adoradores de nós mesmos.
 
Senhor, que aprendamos com Vossos mui amados apóstolos a viver com amor, humildade, coragem, fé, e como peregrinos de esperança, ajudai-nos a perseverar no  bom combate, anunciando e testemunhando Vossa Palavra, e, um dia, mereçamos contemplar a glória dos céus. Amém.

 
(1) Missal Cotidiano – Editora Paulus

PS: Apropriado para a Festa dos Apóstolo São Simão e São Judas Tadeu, Festa celebrada dia 28 de outubro.

Em poucas palavras...

                                           


Amar como Jesus, empenhar-se na comunhão

“Em particular, a comunhão nos leva a conciliar duas necessidades: o acolhimento a todos, inclusive aos que nos parecem menos motivados; a exigência de aproximar os mais empenhados nos caminhos do Senhor e no esforço social. Só vivendo o amor de Cristo ressuscitado, poderemos viver em comunhão.”  (1)

 

 

(1) Missal Cotidiano – Comentário da passagem (1 Cor 12,12-14.27.31a) – pág. 1275

Cuidemos da chama do primeiro amor

                                                                      

Cuidemos da chama do primeiro amor

Uma breve reflexão sobre a passagem da Carta aos Hebreus (Hb 12,18-19.22-24), em que o autor nos exorta a viver maior proximidade e intimidade com o Senhor, fortalecendo a humildade, a gratuidade e o amor desinteressado, como Jesus Cristo por excelência viveu.

Trata-se de um convite à superação de uma fé cômoda e sem grandes resistências, redescobrindo a novidade e a exigência do cristianismo: comunhão, proximidade e intimidade maior com Deus. Um amor autêntico que se faz dom, doação, entrega, serviço.

É preciso que a comunidade volte à fidelidade de sua vocação, desinstalando-se, rompendo a preguiça e enfrentando com coragem a perseguição, com uma conduta consequente daquele que abraçou a fé: amor e serviço.

Com isto, supera-se a morna conduta cristã, sem jamais recuar, revelando ao mundo um rosto do Deus vivo e verdadeiro que nos consome e inflama nosso coração de amor.

O Senhor nos precedeu, agora é a hora da comunidade. É preciso revisitar a História do Povo de Deus e reencontrar o entusiasmo, a fim de que trilhemos, como discípulos missionários do Senhor, o caminho da humildade, que é diferente do caminho da humilhação.

Ontem como hoje, quantas coisas nos acontecem e, se não mantivermos a fé, poderemos perder o entusiasmo, a chama acesa do primeiro amor! Importa que sejamos vigilantes para que esta esteja cada vez mais inflamada em nosso coração.

A missão cristã e a política são indissociáveis

A missão cristã e a política são indissociáveis

“Alegres por causa da esperança”
(Rm 12,12)

Retomemos um trecho do parágrafo 46 da Carta Apostólica “Octogésima Advenies”, escrita pelo Papa São Paulo VI, ao celebrar o octagésimo aniversário da Rerum Novarum, que nos fala sobre um tema que está na pauta do dia: a política, sobretudo neste período que antecede as Eleições Municipais em nosso país.

O poder político a serviço do bem de todos e além das fronteiras nacionais:
“Atendo-se, pois, à sua vocação própria, o poder político deve saber desvincular-se de interesses particulares, para poder encarar a sua responsabilidade pelo que se refere ao bem de todos os homens, passando mesmo para além das fronteiras nacionais”.

A política tomada a sério, em seus diversos níveis, na promoção do bem comum:
“Tomar a sério a política, nos seus diversos níveis, local, regional, nacional e mundial, é afirmar o dever do homem, de todos os homens de reconhecerem a realidade concreta e o valor da liberdade de escolha que lhes é proporcionada, para procurarem realizar juntos o bem da cidade, da nação e da humanidade”.

Uma definição do que vem a ser a política:
“A política é uma maneira exigente - se bem que não seja a única - de viver o compromisso cristão, ao serviço dos outros. Sem resolver todos os problemas, naturalmente, a mesma política esforça-se por fornecer soluções, para as relações dos homens entre si”.

O campo de atuação e domínio da política:
“O seu domínio é vasto e abrange muitas coisas, não é porém, exclusivo; e uma atitude exorbitante que pretendesse fazer da política algo de absoluto, tornar-se-ia um perigo grave”.

A autonomia da realidade política e o compromisso dos cristãos em coerência ao Evangelho:
“Reconhecendo muito embora a autonomia da realidade política, esforçar-se-ão os cristãos, solicitados a entrarem na ação política, por encontrar uma coerência entre as suas opções e o Evangelho e, dentro de um legítimo pluralismo, por dar um testemunho, pessoal e coletivo, da seriedade da sua fé, mediante um serviço eficaz e desinteressado para com os homens”.

Retomar este parágrafo é enriquecedor, para que vejamos a necessária superação de apatia, indiferença e omissão diante da atuação política, como tem insistido o Papa Francisco em seus pronunciamentos e encontros.

Peregrinar na esperança

                                                          


Peregrinar na esperança

Santidade
Caminhando com o Senhor, subimos a Escada da Santidade, progredindo no amor e no entendimento; aprendemos com Ele a cada instante a caridade inteligente

Graça
Trabalhar na obra do Senhor é graça que recebemos desde o dia de nosso Batismo.

Recompensa
A recompensa, o prêmio é garantido sem nenhuma dúvida, sem nenhuma subtração…

Amor e lei
O Senhor nos ensina que o Amor ao próximo deve estar acima da lei. 
A lei só tem sentido se estiver a serviço da vida.

Cura
Ontem e hoje o Senhor vem nos curar.

Esvaziar-se
Com o Senhor descobrimos que é preciso nos esvaziar do que não serve e preencher o nosso coração com o que agrada a Deus.

Sentido da vida
O Senhor nos revela que viver é passar pelo mundo fazendo o bem, como Ele o fez!

Peregrinar na esperança sempre...

Quem sou eu

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4º Bispo da Diocese de Guanhães - MG