sábado, 14 de fevereiro de 2026
Cortemos o rancor pela raiz (VIDTCA)
“...extirpai vossas paixões enquanto são jovens,
antes que se endureçam em vós e que não tenhais que sofrer”.
A Conferência sobre o rancor, escrita por São Doroteu de Gaza (séc. VI), muito nos enriquece ao celebramos o 6º Domingo do Tempo Comum, em que ouvimos a passagem do Evangelho de Mateus (Mt 5,17-37).
“Evágrio disse: ‘Encolerizar-se e contristar a alguém são coisas impróprias ao monge’. E também: ‘Quem tem triunfado da cólera, tem triunfado dos demônios. Porém, aquele que é presa desta paixão está em absoluta oposição à vida monástica’.
Que há que dizer de nós que, sem limitar-nos à irritação e a cólera, chegamos às vezes ao rancor? O que temos de fazer a não ser chorar nosso estado tão lastimoso e indigno do homem? Sejamos vigilantes, irmãos, cooperemos com Deus, para preservar-nos do amargor desta funesta paixão.
Talvez alguém se desculpe com seu irmão pela perturbação causada ou a ferida infligida, porém, mesmo depois da desculpa, permanece incomodado e conserva pensamentos contra seu irmão. Ele não deve dar importância a esses pensamentos e rechaçá-los imediatamente. Isso é o rancor, e para não colocar-se em perigo detendo-se nele é preciso, como disse, muita vigilância; é necessária a desculpa e é imperativo o combate.
Ao pedir desculpas simplesmente para cumprir com o preceito, curou-se da cólera momentaneamente, mas não lutou ainda contra o rancor: conserva-se o rancor contra o seu irmão. Uma coisa é o rancor, outra a cólera, a irritação, e outra a desavença.
Vou dar-vos um exemplo que vos fará compreender: alguém acende um fogo. A princípio não consegue mais do que um pequeno carvão. Isso representa a palavra do irmão que nos ofende. Vede, não é mais do que um pequeno carvão, porque, o que é uma simples palavra de vosso irmão? Se a suportais, extinguis o carvão. Se, ao contrário, começas a pensar: ‘Por que disse isso? Posso bem responder-lhe! Se não quisesse ofender-me, não teria me falado assim! Que ele saiba que eu também posso prejudicá-lo’.
Como alguém que acende um fogo, vós estais lançando ali raminhos ou qualquer outra coisa e produzis fumaça, que é a perturbação. A perturbação não é mais que o movimento e a afluência de pensamentos que despertem e inquietam o coração. E essa excitação, chamada também ira, impulsiona a vingar-se do ofensor. Como disse o abade Marcos: ‘A malícia introduzida nos pensamentos excita o coração; mas, dissipada com a oração e a esperança, perece’.
Suportando uma simples palavra de vosso irmão, vocês podem extinguir o pequeno carvão antes que a perturbação apareça. Porém, inclusive esse ânimo perturbado ainda podeis acalmá-lo facilmente enquanto nasce, com o silêncio, com a oração, com uma simples satisfação que brote do coração. Se, ao contrário, continuais a produzir fumaça, ou seja, exaltando e excitando o vosso coração, pensando:
“Por que me disse aquilo? Eu também posso lhe responder!”, a afluência e o entrechoque dos pensamentos avivando e ebulindo o coração provocam a chama da exasperação. Esta, segundo Basílio, é somente a ebulição do sangue em torno ao coração. Isso é a irritação, chamada também rancor. Se quiserdes, ainda podeis extingui-la antes que se transforme em cólera. Mas se continuais a perturbar-vos e a perturbar aos demais, fazeis como o que joga troços de madeira à fogueia para avivar o fogo: a lenha se transforma em brasas, e isto é a cólera.
É o mesmo que dizia o abade Zósimo quando lhe pediram que explicasse esta sentença: ‘Onde não há irritação, não há combate’. Se ao começo da perturbação, assim como aparecem a fumaça e as chispas, alguém se adianta e acusa a si mesmo e oferece uma satisfação, antes que se eleve a chama da irritação, permanece em paz.
Mas se, provocada a irritação, esta não se acalma e persiste na perturbação e na exaltação, se parece ao que lança madeira ao fogo e continua a alimentá-lo até que se torne em brasas vivas. Como as brasas, feitas carvão e postas de lado, subsistem anos sem se corromper, mesmo que se lance água em cima, assim a cólera que se prolonga se converte em rancor e já não é possível livrar-se dele a não ser vertendo sangue.
Disse-vos a diferença dos quatro graus: compreendam-nos bem. Agora sabeis o que é a primeira perturbação, o que é a exasperação, o que é a cólera e o que é o rancor. Percebeis como uma só palavra chega a produzir um mal tão grande? Se desde o começo se tivesse censurado a si mesmo, se tivesse suportado pacientemente a palavra do irmão, sem querer se vingar, nem responder duas ou cinco palavras por uma só, e responder ao mal com o mal, se teriam evitado todos esses males.
Por isso não cesso de recomendar-vos, extirpai vossas paixões enquanto são jovens, antes que se endureçam em vós e que não tenhais que sofrer. Pois uma coisa é arrancar uma planta pequena e outra desarraigar uma grande árvore”. (1)
Em nossos relacionamentos, pode acontecer que vivamos experiências semelhantes. No entanto, urge que o rancor seja cortado na raiz para que não cresça e fique impossível de ser extirpado de nosso coração, como São Doroteu nos ensinou.
É preciso sempre dar um passo adiante na fraternidade, no amor e na sinceridade de nossa fé, e tão somente assim, seremos sal da terra e luz do mundo.
Se não cultivarmos o rancor e ressentimentos em coração, poderemos rezar com amor e confiança a oração que o Senhor nos ensinou: – “O Pai Nosso”, sobretudo a súplica do perdão:
“Perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nos perdoamos a quem nos tem ofendido...”.
(1) Lecionário Patrístico Dominical – Editora Vozes – 2013 – pp. 135-137
Em poucas palavras... (VIDTCA)
" Os Dez Mandamentos..."
“Os Dez Mandamentos enunciam as exigências do amor de Deus e do próximo. Os três primeiros referem-se mais ao amor de Deus: os outros sete, ao amor do próximo:
‘Como a caridade abrange dois preceitos, nos quais o Senhor resume toda a Lei e os Profetas, [...] assim também os Dez Mandamentos estão divididos em duas tábuas. Três foram escritos numa tábua e sete na outra’ (Santo Agostinho).” (1)
(1)Catecismo da Igreja Católica – parágrafo n. 2067
Iluminados pelo Decálogo Divino (VIDTCA)
Iluminados pelo Decálogo Divino
Decálogo da Lei Divina, dádiva de Deus ao Povo que lhe pertence.
Sua observância, fonte genuína e inesgotável de prosperidade.
Decálogo da Lei Divina, luz que vem do alto para iluminar toda a humanidade.
Sua desobediência e transgressão, ruína, sofrimento, desolação, exílio, dor e morte.
Decálogo da Lei Divina, orienta caminhos, projetos e sonhos nossos.
Quanto maior a fidelidade, maiores realizações e felicidade alcançada.
Decálogo da Lei Divina, garantia de vida, fraternidade, alegria e paz.
Arrependimento, empenho em viver, presentes em todo o momento.
Decálogo da Lei Divina, alimenta e fortalece nossa espiritualidade,
Decálogo da Lei Divina, sintetizado nos Mandamentos do Senhor:
Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Amém.
A santidade matrimonial (VIDTCA)
A santidade matrimonial
“Do divórcio do coração, livrai-nos Senhor”
Reflexão à luz da passagem do Evangelho (Mt 5,17-37), em que Jesus ratifica a indissolubilidade do Sacramento do Matrimônio (cf. também Mt 19, 1-9, Mc 10,1-12 ).
Uma reflexão para os casais e a quantos possa interessar, para acender uma fagulha de luz, iluminando a sagrada missão de santificar nossas famílias, e redescobrir caminhos para menos divórcios do coração, e assim, a família cumpra sua missão, não obstante todas as dificuldades e ventos contrários.
“Quantos casais, neste sentido, vivem há anos num divórcio prático, ratificado e consumado, isto é, querido e atuado? Quando, por exemplo, entre marido e mulher não se tem nem a vontade de se perdoar, de se reconciliar, quando reina a indiferença, é divórcio de fato, do coração. É o repúdio sem formulações legais! O mandamento de Deus está violado, não se é mais ‘uma só carne’.
Fala-se muito dos terríveis males do divórcio jurídico: mulheres condenadas à solidão, filhos destruídos psicologicamente pela escolha penosa que devem fazer entre a própria mãe e o próprio pai.
Conheço uma criança nesta situação; depois que vi seus olhos, não preciso mais ouvir conferências sobre os males do divórcio: os vi todos estampados naqueles olhos de passarinho ferido.
Mas os males deste outro divórcio são, talvez, muito menores para a sociedade e para os filhos? Há tantos meninos desnorteados, drogados, violentos que não são filhos de divorciados casados de novo; são filhos de pais que vivem no divórcio do coração, que brigam, se ofendem ou se calam obstinadamente, reduzindo assim a família a um tenebroso inferno.
‘O homem não separe’ significa sim: a lei humana não separe; mas significa também, e antes de tudo: o marido não separe a mulher de si, a mulher não separe de si o marido.
É bem pouco o que se pode fazer depois que este divórcio aconteceu há anos. Mas muito, porém, se pode fazer no início para impedir que o divórcio aconteça.
Jesus lembra a unidade: ‘não serão senão uma só carne’, isto é, quase uma só pessoa, com a concórdia nos mesmos projetos e sentimentos; implicitamente inculca a construir sobre a unidade e renová-la cada dia. Como?
Procurando resolver logo que surgem os problemas, as incompreensões, as friezas. ‘Não se ponha o sol sobre o vosso ressentimento’ (Ef 4,26); esta recomendação do apóstolo, aplicada para os cônjuges, soa assim: antes do sol se deitar fazei as pazes; significa que não se pode deitar sem ser perdoados, nem que seja só com um olhar.
Depois a confiança recíproca; esta é como um lubrificante: falar, comunicar as próprias dificuldades e também as próprias tentações. Se a gente dissesse ao próprio cônjuge aquilo ou parte daquilo que se diz ao confessor ou se escreve ao diretor de certas revistas, quantos problemas seriam resolvidos! Enquanto há confiança recíproca, o divórcio fica longe.
A expressão ‘uma só carne’ lembra veladamente e outro meio humano para evitar o divórcio do coração: fazer da união sexual um momento de autêntica doação, abandono, humildade, de modo que sirva para restabelecer a paz e a confiança recíproca.
Continuar a ver sempre na mulher, como sugere a Bíblia, também depois que passaram os anos ‘ a mulher da própria juventude’ e no marido o homem da própria juventude, isto é, o ser que te deu sua juventude (cf. Pr 5,18).
Devemos nos convencer de que tudo isto não basta e que são necessários os meios espirituais: sacrifício e oração. Se o matrimônio encontra tanta dificuldade de se manter unido, é porque enfraqueceu o espírito de sacrifício e se quer só receber do outro, antes de dar ao outro.
A Oração! A melhor é aquela feita juntos, marido e mulher. Mas a ela acrescentemos hoje também a oração comunitária: rezemos pelos casais e para aqueles que estão se encaminhando ao matrimônio; que o Senhor afaste deles o divórcio do coração”. (1)
Elevemos a Deus orações para que todos os lares sejam candelabros, onde a luminosidade divina não falte, ainda que a família passe por momentos difíceis, provações, inquietações.
Unamo-nos em oração e nos diversos trabalhos realizados pela Igreja em prol da Família, como tão bem nos exortou o Papa Francisco na Exortação – “Amoris Laetitia”.
Tenhamos sempre a Sagrada Família como modelo, inspiração e a ela recorramos sempre, para santificar e solidificar nossas famílias na rocha da Palavra, que é o próprio Jesus, Nosso Senhor (Mt 7, 21-27).
(1) O Verbo Se faz Carne - Raniero Cantalamessa - Editora Ave Maria - 2013 - pp.447-448
O milagre do amor e da partilha
O milagre do amor e da partilha
Na passagem do Evangelho de Mateus (Mt 15,29-37), vemos Jesus curando os enfermos e fazendo o sinal da multiplicação dos pães.
Oremos:
Cristo Jesus, contemplamos na multiplicação dos pães a representação e o pré-anúncio do Vosso Banquete Eucarístico, mais tarde celebrados com Seus Apóstolos, e por nós para sempre até que volteis gloriosamente.
Cristo Jesus, neste Vosso Banquete tiveram lugar, principalmente, os pobres, doentes, desamparados, humildes e todos aqueles que ajudam os necessitados, com gestos de amor, partilha e solidariedade.
Cristo Jesus, também queremos dele participar, procurando a Vós com humildade, conscientes de nossa miséria, e acolhidos pela Vossa infinita misericórdia, que nos convida e nos acolhe, não pelos nosso méritos.
Cristo Jesus, por Vós somos curados, de modo especial através dos Sacramentos da Penitência e da Eucaristia, principalmente, na mais estreita e desejada relação e interação.
Cristo Jesus, com poucos pães e poucos peixes, Vos revelastes como nossa divina fonte de vida e Salvação, no sinal do amor, partilha e comunhão.
Cristo Jesus, que a oferta de nossas ações, sofrimentos e alegrias, e de nosso trabalho, se tornem para nós matéria por Vós assumida e eucaristizada, como parte integrante do Vosso Divino Sacrifício Redentor.
Cristo Jesus, convosco, neste sinal, aprendemos a recolher os fragmentos, cuidando das minúcias, dos pormenores, com atenção às pequenas coisas, as únicas que podemos oferecer para que nada a ninguém venha a faltar.
Cristo Jesus, seja também para nós uma advertência à nossa civilização de abundância e do consumo de poucos e a fome e a miséria de muitos, para um mais generoso desinteresse no uso dos bens, de modo que ninguém fique excluído do essencial para uma vida digna e feliz.
Cristo Jesus, que partícipes do Vosso Banquete, aprendamos com a mais bela lição que nos destes neste sinal, o mesmo a fazer, em alegre e generosa doação de tudo que temos e somos, de modo especial aos que nada possuem. Amém.
Fonte de Inspiração: Comentário do Missal Cotidiano – Editora Paulus – p.21.
Apropriado para a passagem do Evangelho de Marcos (Mc 8,1-10; Lc 9,11b-17)
Peregrinar na esperança, crescer no amor fraterno
Peregrinar na esperança, crescer no amor fraterno
Na passagem da Carta de São Paulo aos Romanos (Rm 12,9-12), temos um "pequeno decálogo" que nos ilumina no testemunho de nossa fé e adesão ao Senhor, sobretudo para nós, Seus discípulos missionários:
“O amor seja sincero. Detestai o mal, apegai-vos ao bem. Que o amor fraterno vos una uns aos outros com terna afeição, prevenindo-vos com atenções recíprocas. Sede zelosos e diligentes, fervorosos de espírito, servindo sempre ao Senhor, alegres por causa da esperança, fortes nas tribulações, perseverantes na oração”.
Vejamos o “pequeno decálogo:
1. Viver um amor sincero;
2. Detestar o mal, apegando-se ao bem;
3. Viver o amor fraterno, que nos une aos outros com terna afeição;
4. Cuidar dos relacionamentos com atenções recíprocas;
5. Ser zeloso e diligente;
6. Ser fervoroso de espírito;
7. Servir sempre ao Senhor;
8. Ser alegre por causa da esperança;
9. Forte nas tribulações;
10. Perseverante na oração.
Fundamental que, em todo o tempo, nossas comunidades se empenhem em viver relações mais fraternas, contando com a presença e ação do Espírito, para pôr em prática este “pequeno decálogo”, dando razão de nossa esperança, numa fé íntegra e esforçada caridade.
Oremos:
Vinde, Espírito Santo, sobre a Igreja, com o amor entranhado de um irmão mais velho, para que nossa alma ao receber a Vossa luz, seja elevada acima da inteligência humana, e veremos o que antes ignorávamos.
Vinde, Espírito Santo, como raios de luz para iluminar também os que se encontram nas trevas, e assim como ao nascer do sol, recebam nos olhos a Sua luz, enxergando claramente coisas que até então não viam.
Vinde, Espírito Santo, sobre a Igreja, para salvar, curar, ensinar, aconselhar, fortalecer, consolar, iluminar nossa alma e a de todos que nos foram confiados. Amém! (1)
(1) Inspirado nos escritos do Bispo de Jerusalém, São Cirilo (séc. IV)
Iluminados e iluminantes
Iluminados e iluminantes
Em todo tempo, favorável ou adverso, é preciso irradiar a luz do Espírito que em nós habita, pela graça batismal recebida, pois o próprio Senhor nos disse que somos a luz do mundo (Mt 5,14), e disse também:
“Eu Sou a luz do mundo, quem me segue, não anda nas trevas mas terá a luz da vida” (Jo 8,12); e no mesmo Evangelho: “Enquanto estou no mundo Eu sou a luz.” (Jo 9, 5).
Fundamentais são também as palavras do Apóstolo Paulo: “Outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor. Vivei como filhos da luz” (Cf. Ef 5,8). Em outra passagem, novamente insiste: “Todos vós sois filhos da luz e filhos do dia. Não somos da noite nem das trevas.” (Cf. 1Ts 5,5).
Nisto consiste a missão do discípulo missionário do Senhor: ser luz do Senhor, por Ele iluminados e d’Ele iluminantes, em todos os tempos e âmbitos (família, comunidade, trabalho, cultura, lazer, meios de comunicação; lugares reais ou também nos espaços/mídias virtuais).
De fato, quando Cristo ocupa o primeiro lugar, a fé se torna prática e resplandecemos como astros no mundo, não para um exibicionismo estéril, mas para testemunhar a Palavra Divina, Palavra de vida, e assim, frutos eternos produzir, alegria plena alcançar, como o Senhor disse e prometeu.
Somos iluminados e iluminantes quando fagulhamos o fogo do Espírito, que faz arder nosso coração para que o mundo seja mais terno, quando somos sobressaltados com a frieza diante da vida, com mortes absurdas e inadmissíveis (guerras e conflitos pelo mundo), a fome ceifando vidas de inocentes, e outros fatos que bem conhecemos, se a frieza não congelou a nossa sensibilidade, e se não tenhamos permitido que o sentimento de impotência, ou indiferença, tenha nos cegado os olhos e petrificado nosso coração.
Somos iluminados e iluminantes quando, como um pincel de luz, incansavelmente, comunicamos raios de luz em todas as situações, em todas as horas, sobretudo nas mais difíceis e sombrias, como a morte de alguém que tanto amamos.
Importa ser sempre a luz do Senhor, noite e dia, iluminados e iluminantes, como também exortou Paulo aos Filipenses:
“Sede irrepreensíveis e sinceros filhos de Deus, inculpáveis no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual deveis resplandecer como astros no mundo..." (Fl 2,15).
Quão precioso e enriquecedor é para nós os testemunhos de irmãos nossos que, vivendo em lugares tão diferentes, com realidades próprias, testemunham também uma só Palavra, um só batismo, um só Senhor, um só Espírito e o amor de Deus, que os impulsiona e acompanha para que irradiem a luz batismal, pois, como discípulos missionários do Senhor, iluminados e iluminantes somos.
PS: Apropriado para reflexão das passagens do Evangelho: Mt 5,17-37; Mc 4,21-25; Lc 8,16-18
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