terça-feira, 11 de agosto de 2026

A Assunção de Nossa Senhora: Maria é levada de corpo e alma aos céus

                                                   


A Assunção de Nossa Senhora: Maria é levada de corpo e alma aos céus
                                                             
A Solenidade da Assunção de Nossa Senhora aos céus aponta o nosso destino: glorificação, ressurreição, participação na plenitude do amor de Deus, e cremos que ela foi a primeira, pois quis Deus tê-la junto de Seu Filho, que reina sobre todos e sobre o universo.
 
Trata-se de um dogma: Maria foi levada de corpo e alma aos céus. Um Dogma definido pelo Papa Pio XII em 1950, e deste modo, cremos que no coração de Maria, encontravam-se as maravilhas dos céus, e hoje ela está inteiramente no céu.
A glorificação de Maria nos céus é a sua participação na plenitude da alegria de Deus. E, também nos anuncia que fomos predestinados à santidade e à felicidade, que começa no tempo presente e se consuma na eternidade, na glória de Deus.
 
Quem, a exemplo de Maria, luta pelo bem, pela justiça, solidariedade, concórdia tem como garantia o prêmio da eternidade?
 
Uma autêntica devoção a Nossa Senhora leva-nos a experimentar a proteção divina; empenho constante de acolher e corresponder à graça divina, que não nos dispensa de compromissos concretos: prática do Mandamento do amor; rejeição à corrupção e toda forma de pecado;  vivência de valores éticos; conduta fraterna contra toda lógica de exclusão promovendo a inclusão e a comunhão.
 
Como Maria, sonhamos, queremos e nos comprometemos com um mundo novo livre de toda soberba (Deus é o absoluto); o poder é expressão de serviço (poderosos são derrubados); a partilha e a solidariedade são nossas marcas (os pobres são saciados).
 
Cremos que Maria adentrando na glória de Deus, passando pela porta da eternidade, espera-nos, como Mãe amantíssima, a cada um de nós de braços abertos.
                                        
Que um dia possamos ser acolhidos por Maria na porta da eternidade, no céu, e o que ora cantamos se torne uma realidade: “Com minha Mãe estarei na santa glória um dia, junto a Virgem Maria, no céu triunfarei. No céu, no céu com minha Mãe estarei...”
 

Aprendamos com Maria a construir a cultura da paz e da vida!

                                                         


Aprendamos com Maria a construir a cultura da paz e da vida! 

Como buscar caminhos para construir a verdadeira paz sem ter Maria como inspiração? 

Quem melhor do que Ela, que é para nós a aurora de um mundo novo, para nos ensinar a promover a paz: acolhendo, celebrando, testemunhando...

O amadurecimento da espiritualidade Mariana nos leva incondicionalmente a maior fidelidade a Jesus e à vivência e testemunho de Seu Evangelho.

Construir a paz exige também rever nossa atitude de acolhida da vida e do outro com amor, sendo esta por excelência a identidade dos seguidores de Jesus e devotos de Maria. 

Ao celebrar com alegria nossos encontros eucarísticos, fazendo de toda nossa vida um Mistério Pascal de Morte e Ressurreição, eucaristizada no Altar do Senhor, a consequência é o testemunho corajoso da fé, não deixando apagar nossa chama profética, sendo sal e luz no coração do mundo, consequentemente contribuindo para que a paz seja conquistada. 

Com Maria aprendemos que é sempre tempo favorável de conversão (pessoal, familiar, comunitária e social) na solidificação da cultura da paz, sem  desperdiçarmos a graça em nós derramada por Deus, por meio de Seu Filho na força e ação do Espírito. 

Vivendo uma devoção Mariana autêntica, a compaixão e a solidariedade tornar-se-ão fortes marcas de todos nós. É sempre tempo de mudança, de crescimento espiritual, de vivermos intensamente nosso Batismo. 

A barca da Igreja terá o sopro do Espírito em suas velas para ir ao encontro a tantas e incontáveis realidades que clamam por justiça.

Confiantes, peçamos a intercessão de Maria: 

Ó Maria, aurora de um mundo novo, vem nos ensinar a construir a cultura da paz e da vida que seu Filho inaugurou e não teve medo de a nós confiar. Amém.

“Salve Rainha, Mãe de misericórdia...”

“Deus fez de ti escada luminosa”

                                                       


“Deus fez de ti escada luminosa”

“Deus fez de ti escada luminosa:
por ela o abismo galga o próprio céu;
dá subirmos contigo, ó gloriosa,
envolva-nos teu véu!”

Um Hino rezado pela Igreja nas Vésperas da Solenidade da Assunção de Nossa Senhora aos céus, de corpo e alma, um dos dogmas da Igreja:

Nova estrela do céu, gáudio da terra,
ó Mãe do Sol, geraste o Criador:
estende a tua mão ao que ainda erra,
levanta o pecador.

Deus fez de ti escada luminosa:
por ela o abismo galga o próprio céu;
dá subirmos contigo, ó gloriosa,
envolva-nos teu véu!

Os anjos apregoam-te Rainha,
e apóstolos, profetas, todos nós:
no mais alto da Igreja estás sozinha,
da Divindade após.

Louvor rendamos à Trindade eterna,
que a ti como Rainha hoje coroa.
Toma o teu cetro, pois, reina e governa,
Mãe que acolhe e perdoa!”

“Deus fez de ti escada luminosa”, Amantíssima Mãe Maria;

Ninguém melhor para nos ensinar o caminho para os céus,

Pois viveste plenamente para Deus e a Sua divina vontade,

E por isto, foste preservada da mancha do pecado original. 

 

És a Imaculada Conceição, e nos ensina a buscar

 e ter pureza de coração para vermos a Deus:

“Bem-aventurados os puros de coração,

Porque verão a Deus”, disse teu Amado Filho.

 

Bendita és tu entre as mulheres, Mãe do Redentor.

E és a bendita escada luminosa que conduz para o alto,

Onde Deus habita, e enquanto peregrinamos aqui, por um tempo,

Incansáveis na busca das coisas do alto (Cl 3,1-4),

 

És escada luminosa que conduz para o alto,

Contigo aprendemos a galgar degrau por degrau,

Carregando nossa cruz cotidiana, com suas renúncias,

Vivendo as virtudes divinas que nos movem: fé, esperança e caridade.

 

Amantíssima Mãe Maria, escada luminosa para a eternidade,

Como está difícil o momento que vivemos, em todos os âmbitos,

Quão prolongada noite escura por que passamos,

Mas contigo, cremos que a Luz de Deus brilhará mais forte.

 

És a escada luminosa que nos aponta nosso desejado destino:

Um dia contemplar tua presença, na glória dos céus,

Rainha dos céus, vivendo na pleníssima comunhão de amor

Da Trindade Santa do Pai, o Espírito e  teu Amado Filho. Amém. 

O Dogma da Assunção de Maria ao céu (parte I)

                                                    


O Dogma da Assunção de Maria ao céu: Com Maria, um dia, no céu possamos estar!     
                                                             
Trata-se do Dogma definido pelo Papa Pio XII em 1950: Maria foi elevada de corpo e alma ao céu.

No coração de Maria, encontravam-se as maravilhas dos céus, e hoje ela está inteiramente no céu.

A Festa da Assunção aponta o nosso destino: glorificação, ressurreição, participação na plenitude do amor de Deus. Ela foi sem dúvida a primeira.

Quis Deus tê-la junto de Seu Filho, que reina sobre todos e sobre o universo.

Inspirado no artigo de D. Luciano Mendes de Almeida (FSP 20/08/06), faço alguns apontamentos e reflexões acrescidas:

A glorificação de Maria nos céus é a sua participação na plenitude da alegria de Deus. E, também nos anuncia que fomos predestinados à santidade e à felicidade, que começa no tempo presente e se consuma na eternidade, na glória de Deus.

Quem, a exemplo de Maria, luta pelo bem, pela justiça, solidariedade, concórdia tem como garantia o prêmio da eternidade?

Maria no céu, para estar mais próxima e intimamente de nós, é ajuda constante em nossa luta e caminhada.

Uma autêntica devoção à Nossa Senhora leva-nos a experimentar a proteção divina; empenho constante de acolher e corresponder à graça divina, que não nos dispensa de compromissos concretos:

- Prática do Mandamento do amor;
- Rejeição à corrupção e toda forma de pecado;
- Vivência de valores éticos: viver a verdade e conquistar a liberdade;
- Conduta fraterna contra toda lógica de exclusão; promovendo a inclusão e a comunhão.

Esta mesma devoção nos coloca em atitudes compromissadas:

- Enfrentar a luta;
- Perseverar até o fim;
- Acreditar na esperança contra toda falta de esperança;
- Alegrarmo-nos e alegrarmos o mundo como presença caritativa de Deus.

Como Maria, sonhamos, queremos e nos comprometemos com um mundo novo:

- Livre de toda soberba (Deus é o absoluto);
- Poder como expressão de serviço (poderosos são derrubados);
- A partilha e a solidariedade são nossas marcas (os pobres são saciados).

Que o Magnificat cantado por Maria, este canto de alegria, confiança e esperança dos pobres, seja o nosso canto, e para cantá-lo,  imitemos em nossa vida as virtudes de Maria: humildade, disponibilidade, serviço, alegria, confiança, esperança, solidariedade, misericórdia...

Celebrando esta Festa, sejamos libertados de toda esterilidade devocional para sermos mais filhos de Maria, mais Eucarísticos, portanto, mais fraternos; experimentadores das alegrias do Reino inaugurado por Aquele que nos abre as portas da felicidade e da eternidade!

Cremos que Maria adentrando na glória de Deus, passando pela porta da eternidade, espera-nos, como Mãe amantíssima, a cada um de nós de braços abertos.
                                        
Na terra, num quase último ato de amor por nós, Jesus nos deu Sua Mãe como nossa Mãe; cremos que Ele no céu também a coloca de braços abertos para nos acolher na hora de nossa morte, para que alcancemos a incorruptibilidade, a glória da eternidade.

Que um dia possamos ser acolhidos por Maria na porta da eternidade, no céu. Amém!

O que ora se canta, torne-se uma realidade:

“Com minha Mãe estarei na santa glória um dia,
junto a Virgem Maria, no céu triunfarei.
No céu, no céu com minha Mãe estarei...”

O Dogma da Assunção de Maria ao céu (parte II)

                                                        

O Dogma da Assunção de Maria ao céu
 

                                                          Quem melhor do que Maria?

 
Sejamos iluminados pela Homilia escrita pelo do Abade São Bernardo (Séc. XII) sobre Nossa Senhora, aquela que foi preparada pelo Altíssimo e prometida pelos Patriarcas.
“A Deus competia nascer de uma virgem unicamente; e era claro que do parto da Virgem somente viesse Deus à luz.
 
Por esse motivo, o Criador dos homens, para Se fazer homem nascido de ser humano, devia dentre todas escolher, ou melhor, criar para Si a mãe tal, como sabia convir a Si e ser-Lhe agradável em tudo.
 
Quis então que fosse uma virgem. Da imaculada nascendo o Imaculado, Aquele que purificaria as máculas de todos.
Ele a quis também humilde, donde proviesse o manso e humilde de coração, que iria mostrar a todos o necessário e salubérrimo exemplo destas virtudes.
 
Concedeu, pois, à Virgem a fecundidade, a ela a quem já antes inspirara o voto da virgindade e lhe antecipara o mérito da humildade.
 
A não ser assim, como poderia o anjo dizê-la cheia de graça, se algo, por mínimo que fosse, faltasse à graça?
 
Assim, aquela que iria conceber e dar à luz o Santo dos Santos, recebeu o dom da virgindade para que fosse santa no corpo, e, para ser santa no espírito, recebeu o dom da humildade.
 
Esta Virgem régia, ornada com as joias das virtudes, refulgente pela dupla majestade da alma e do corpo, por sua beleza e formosura conhecida nos céus, atraiu sobre si o olhar dos anjos. Até atraiu sobre si a atenção do Rei, que a desejou e arrebatou das alturas até si o mensageiro celeste.
 
O anjo foi enviado à Virgem (Lc 1,26-27). Virgem na alma, virgem na carne, virgem pelo propósito, virgem enfim tal como a descreve o Apóstolo, santa de espírito e de corpo.
 
Não pouco antes, nem por acaso encontrada, mas eleita desde o princípio dos séculos, conhecida pelo Altíssimo e preparada para Ele, guardada pelos Anjos, prefigurada pelos Patriarcas, prometida pelos Profetas”.

 
Contemplemos a mais bela de todas as mulheres, aquela que de corpo e alma foi assunta aos céus; aquela que foi preparada pelo Altíssimo, prefigurada pelos Patriarcas e prometida pelos Profetas, e coroada como Rainha, “ornada com as joias das virtudes pela dupla majestade da alma e do corpo, por sua beleza e formosura conhecida nos céus...”

Virgem, imaculada, pura, inteiramente para Deus, inteiramente para acolher no ventre o próprio Deus. Por isto, a Igreja a reconhece como o primeiro Sacrário vivo da Eucaristia.
 
Contemplemos suas qualidades, e reconheçamos a beleza de sua participação na obra da nossa redenção.
 
É preciso que também desta redenção participemos, tendo ela como modelo na fidelidade ao Filho. Incansável no combate contra o mal, a morte, o pecado, a destruição da vida etc.
 
Como disse Santo Inácio, nos exercícios espirituais é preciso que tomemos cuidado com os degraus que nos fragilizam e permitem a vitória do mal, prefigurado em Satanás, que tenta nos conduzir para longe de Deus.
 
O primeiro é exatamente a riqueza; o segundo, consequência da posse do dinheiro, é a vanglória; o terceiro é a soberba daquele que, por ter muitos bens, julga que não necessita de Deus para viver, e vive muito bem.
 
 
Quem melhor do que Maria  para nos ensinar a rezar, 
em Deus confiar e da luta jamais desistir?
 
Quem melhor do que Maria cantou, sonhou e participou do Mundo Novo que há de vir?

Renovemos nossa devoção à Maria; contando com sua companhia, inspirando-nos sempre nela no bom combate da fé, em incondicional fidelidade ao seu Filho.
 
Maria é modelo de virtudespara os discípulos missionários do Senhor. E nisso consiste a verdadeira devoção à Maria, e a todos os santos: aprender e imitar suas virtudes, para não incorrer em estéril devocionismo.
 
Salve Rainha, Mãe de Misericórdia…

Uma Festa em louvor à Mãe do Senhor

                                                                 

Uma Festa em louvor à Mãe do Senhor

“Maria está assentada no mais alto cume das virtudes, repleta  do oceano dos carismas divinos, do abismo das graças, ultrapassando a todos, derramava largas torrentes ao povo fiel e sedento...”
(Santo Amadeu)

Com a Igreja, aprendemos que uma autêntica e frutuosa devoção a Nossa Senhora consiste na imitação das virtudes de Maria. E neste sentido, muito fui enriquecido por conhecer e participar da Paróquia Nossa Senhora do Bom Sucesso, que neste ano celebra 69 anos de sua criação.

Nesta Paróquia fiz a primeira comunhão, recebi formação e atuei como agente de pastoral e cristão leigo, com a rica oportunidade de conviver com diversos Padres, Religiosas Franciscanas, Agentes de Pastoral, testemunhando a expressiva religiosidade popular e riqueza cultural, sobretudo nos dias da Festa da Carpição, quando se dá a abertura dos festejos, conforme a tradição da história.

Na Festa de Nossa Senhora do Bom Sucesso (1981), senti nascer minha vocação para a vida sacerdotal. Depois de ordenado, foi nomeado Vigário desta Paróquia, onde permaneci por cinco anos (1988-1992); retornando como Pároco (2003-2006).

Juntamente com alguns cristãos leigos, compus o tradicional Hino a Nossa Senhora do Bom Sucesso, bem como a reformulação da Oração que se tornou mais conhecida e piedosamente rezada.

A devoção a Nossa Senhora me acompanha desde criança, e sempre senti seu carinho e presença materna, em todos os momentos; mergulhando nos belos ensinamentos que a Igreja nos transmite através dos Santos que dela nos falam com riqueza imensurável.

Concluindo, eternos aprendizes das virtudes de Maria sejamos, deixando-nos envolver pelo seu carinho, ternura, bondade, afetuoso colo e aconchego.

Maria é por excelência uma mulher virtuosa, carismática e cheia de graça, e dos seus lábios, com docilidade e plena confiança, ouvimos: “Fazei tudo que Ele vos disser” (cf. Jo 2,5).


PS: Editado para a 278ª Festa de Nossa Senhora do Bom Sucesso – Guarulhos (2019).

Com Maria, aprendemos a fazer a vontade de Deus!

                                           


Com Maria, aprendemos a fazer a vontade de Deus!

Com Maria, aprendemos a fazer a vontade de Deus
Reflexão à luz da passagem do Evangelho de Lucas (Lc 1, 26-38), em que Maria dá o mais precioso “sim”, para que ocorresse a Encarnação de Deus, em Jesus Cristo, por obra do Espírito Santo.
 
Inspirado nas palavras de Maria: “Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a Tua Palavra!” (Lc 1,38), faço uma breve oração:
 
Maria, Mãe de Deus e nossa, tu és a “Serva do Senhor”, porque reconheceste que somente Deus é o verdadeiro, o único Senhor, e por isto te tornaste, ao mesmo tempo, Senhora nossa e serva de Deus.
 
Maria, Mãe de Deus e nossa, medito sobre teu humilde reconhecimento da verdade, da distância existente entre o Criador e criatura que somos.
 
Maria, Mãe de Deus e nossa, tu soubeste compreender a vontade divina e a ela, em plena liberdade, soubeste te submeter, com confiança e serenidade.
 
Maria, Mãe de Deus e nossa, ao dar teu sim, permitiste que se fizesse em ti o Mistério da Encarnação, numa disposição passiva e adesão ativa.
 
Maria, Mãe de Deus e nossa, foste aberta e corajosa nesta adesão singela e pura à vontade de Deus, como mais tarde compreenderia, meditando tudo em teu Imaculado Coração.
 
Maria, Mãe de Deus e nossa, nisto contemplamos tua imensurável grandeza, tão pequena, tão frágil, mas tão aberta para experimentar a onipotência divina.
 
Maria, Mãe de Deus e nossa, ensina-nos também a compreender e realizar a vontade do Senhor, como tão bem fizeste, pois tão somente assim, felizes seremos.
 
Maria, Mãe de Deus e nossa, contigo aprendamos a abertura ao Espírito Santo, e fidelidade ao teu Filho. Amém.
 
Fonte de pesquisa: Missal Cotidiano – Editora Paulus – p. 87
 

Quem sou eu

Minha foto
4º Bispo da Diocese de Guanhães - MG