segunda-feira, 20 de julho de 2026

Paróquia: Escola de Comunhão e de Amor

                                            

Paróquia: Escola de Comunhão e de Amor

Como Igreja que somos, precisamos testemunhar a nossa Fé, dando solidez à Esperança, na vivência concreta e eficaz da Caridade, virtudes divinas que nos movem, sobretudo diante dos desafios da realidade em que nos encontramos.

Vivendo em comunidade, a nossa fé deve ser sempre iluminada pelo exemplo das primeiras comunidades fundadas pelos apóstolos: “As comunidades eram perseverantes na Doutrina dos Apóstolos, na Comunhão Fraterna, na Fração do Pão e na Oração” (At 2, 42-45).

Para tanto, todo o itinerário do discípulo, desde o chamado, deve ser sempre vivido na comunhão com o Mestre, que se desdobra, necessariamente, na comunhão com os outros, de modo que a dimensão comunitária é fundamental na Igreja, pois se inspira na própria Santíssima Trindade, a perfeita comunidade de amor.

Sem comunidade, não há como viver autenticamente a experiência cristã, e a Paróquia tem o grande desafio de ser este espaço, como nos afirmou a Conferência de Aparecida (2007): 

“Entre as comunidades eclesiais, nas quais vivem e se formam os discípulos e missionários de Jesus Cristo, sobressaem as Paróquias. São células vivas da Igreja e o lugar privilegiado no qual a maioria dos fiéis tem uma experiência concreta de Cristo e a comunhão eclesial. São chamadas a ser casas e escolas de comunhão”.

A Conferência
manifesta o desejo de uma valente ação renovadora das Paróquias, a fim de que sejam “espaços da iniciação cristã, da educação e celebração da fé, abertas à diversidade de carismas, serviços e ministérios, organizadas de modo comunitário e responsável, integradoras de movimentos de apostolado já existentes, atentas à diversidade cultural de seus habitantes.” (n. 170).

Num tempo marcado por incertezas e tantos desafios, como alegres e convictos discípulos missionários, devemos empregar todo esforço e recursos na necessária conversão das estruturas de nossas paróquias, para que, como espaço privilegiado da presença e do encontro com o Senhor, elas se coloquem a serviço da vida plena e definitiva.  

Não podemos nos acomodar, pois grande é o desafio da evangelização, a fim de que a Palavra do Senhor seja a todos os povos anunciada, e tenhamos Paróquias em contínuo processo de conversão, e comunidades que sejam verdadeiras escolas da comunhão e de amor à vida, construindo laços fraternos e eternos, iluminados pela Palavra, nutridos pela Eucaristia.

É preciso que continuemos o aprofundamento sobre as estruturas das Paróquias, e a necessária conversão, a fim de que nossas comunidades sejam, verdadeiramente, casas do Pão da Palavra, do Pão da Eucaristia e do Pão da Caridade, uma Igreja discípula, profética, missionária e misericordiosa, e como nos falou o Papa Francisco – “uma Igreja em saída”, presença nos mais diversos espaços, sobretudo nas periferias existenciais.

A fé no Senhor é o caminho de salvação

                                                    

A fé no Senhor é o caminho de salvação

Na segunda-feira, da sexta semana do Tempo Comum, ouvimos a passagem do Evangelho de Marcos (Mc 8,11-13), em que os fariseus pedem a Jesus um sinal do céu, e Ele responde, depois de suspirar: “Por que esta geração pede um sinal? Em verdade, vos digo, a esta gente não será dado nenhum sinal” (v. 12).

O Evangelista Lucas também nos apresenta Jesus, que nos diz que nenhum sinal seria dado para que n’Ele cressem, pois Ele é o grande sinal, o Filho do Homem esperado que veio trazer a Salvação para a humanidade (Lc 11, 28-32).

Para melhor compreensão das Palavras de Jesus, voltemo-nos à passagem do Livro de Jonas (Jn 3, 1-10), que foi enviado por Deus para pregar a destruição de Nínive, porém Deus desiste de destruí-la, porque o povo se abriu e se converteu à pregação de Jonas.

Evidentemente que também nós, hoje e sempre, como cristãos, precisamos nos colocar no itinerário cristão, num caminhar contínuo acompanhado de sincera conversão e fidelidade ao  Senhor:

“Os cristãos foram escolhidos por Deus, não para um privilégio, e sim para um serviço. Fomos escolhidos por Ele para testemunhar uma salvação oferecida a todos... Só podemos proclamar o convite à conversão se pudermos dar testemunho de que ela tem significado para nós”  (1)

Voltando à passagem do Evangelho, trata-se de uma alusão de Jesus ao fato que diz que nenhum sinal seria dado a esta geração, a não ser o sinal de Jonas, e Ele, Jesus, é maior do que Jonas (v. 32). É preciso crer na Pessoa e na Palavra de Deus, na escuta e acolhida de Seu Projeto de Vida e Salvação para toda a humanidade.

“A fé não se baseia nos milagres, mas na confiança concedida à Pessoa de Jesus. O próprio milagre não seria percebido sem uma fé inicial, que Ele pode confirmar ou reforçar... A rainha do sul e os ninivitas, que aceitaram prontamente a sabedoria de Salomão e a pregação de Jonas, são-nos propostos por Jesus como exemplos de fé e de conversão interior a imitarmos. Acrescente-se uma precisão: hoje, de fato, o cristão é que deve ser no mundo um sinal que seja apelo à conversão.” (2)

De fato, o Amor de Deus se revela na Pessoa e missão de Jesus, e em Sua Palavra que, se acolhida no mais profundo de cada de um nós, é sempre um forte apelo de conversão (metanoia):

“Também para nós é difícil sair dos nossos esquemas, dos nossos juízos, das nossas condenações sobre nós mesmos (quantas vezes somos o juiz mais desapiedado para conosco próprios!) e acolher a sabedoria tão diferente da de Deus, esse sinal supremo que é a morte e Ressurreição de Cristo, como epifania do grande Amor de Deus para cada homem”. (3)

Portanto, trilhar o caminho de conversão requer de nós a multiplicação de gestos de caridade suscitados pela própria caridade, fecundada na fé fundante e geradora de sagrados compromissos, que tornam visível a esperança de uma nova realidade.

Neste caminho de conversão, somos levados à renúncia de algo que achamos necessário, e é tão apenas supérfluo, concentramo-nos no essencial, porque mais atentos e abertos à mensagem da Palavra Divina, num diálogo frutuoso, em sincera Oração, que nos leve, inevitavelmente, à atenção e solidariedade aos que mais precisam, e que se encontram perto ou mesmo distantes de nós.

A conversão genuína leva à abertura de horizontes novos, porque nos liberta das âncoras de nossas seguranças e nos torna mais disponíveis para o acolhimento da Boa-Nova Pascal de Jesus Cristo.

Somente quando nos abrimos à epifania do Amor de Deus, revelada e a nós comunicada por Jesus, abrimo-nos à ação do Santo Espírito, plenificados por Sua presença.

Deste modo, pomo-nos no caminho da Salvação, cremos no coração, professamos o que cremos com nossos lábios e testemunhamos com a nossa vida, sempre à luz do Mistério Pascal, Mistério de Morte e Ressurreição, sem jamais prescindir da Cruz, assumida corajosamente, cheios de fé, com o ardor da caridade, o fogo do amor de Deus inflamado em nossos corações.



(1) Missal Cotidiano - Editora Paulus - p. 190.
(2) Idem - p. 191.
(3) Leccionário Comentado - Editora Paulus - Lisboa - p. 78.

PS: Apropriada para a 27ª terça-feira do Tempo Comum (ano ímpar), quando se proclama a passagem do Livro de Jonas (Jn 3,1-10), e também 16ª segunda-feira do Tempo Comum (Mt 12,38-42)

Motivações para o Ministério Presbiteral Diocesano

 


Motivações para o Ministério Presbiteral Diocesano

“Eles mostravam-se assíduos ao ensinamento dos apóstolos, à comunhão fraterna, à fração do pão e às orações.” (At 2,42)

Apresento dez motivações para o revigoramento e um frutuoso Ministério Presbiteral:

1 – Formação Permanente – participar das formações, encontros diversos - “Ensinamento dos Apóstolos”

2 – Viver e fortalecer a comunhão com toda a Igreja – “comunhão fraterna”.

3 – Crer numa Igreja Sinodal – caminharmos juntos com a presença do Cristo Ressuscitado – Luc 24,13-35

4 – Viver o espírito de diocesaneidade – 1 Cor 12

5 – Assumir uma Pastoral de Conjunto com seus Organismos e Pastorais.

6  – Nutrir-se de uma Espiritualidade Eucarística – Jo 6

7 – Ter Momentos fortes de oração pessoal e com os irmãos do Ministério, sobretudo o Retiro anual com todo o Clero.

8 – Promover e fortalecer a amizade e fraternidade presbiteral.

9 – Revigorar-se cotidianamente no cuidado da saúde para servir com amor e alegria.

10 – Não há Presbítero feliz sozinho – cultivo de uma afetividade integrada e integradora.

Oremos por todos os Presbíteros para que tenham acesa e fortalecida a chama do primeiro amor da vocação, e sejam zelosos pastores do rebanho a eles confiados (1 Pd 5). Amém.

 

 

“Vinde, Espírito Santo Consolador”

                                                      

“Vinde, Espírito Santo Consolador”

Com a Celebração da Solenidade de Pentecostes, celebramos a vinda do Espírito Santo sobre a Igreja, retomamos os parágrafos 2670-2672 do Catecismo da Igreja Católica, em que nos fala da necessária invocação do Espírito Santo sobretudo no início e no fim de toda ação importante.

Embora sejam muitos os caminhos de oração, quanto os orantes, mas um só é o mesmo Espírito que atua em todos e com todos, e é Ele o artífice e Mestre interior da oração cristã, e sua Unção impregna todo o nosso ser.

A forma tradicional para pedir a vinda do Espírito Santo é a invocação ao Pai por Cristo, Nosso Senhor, a fim de que nos envie o Espírito Consolador, o Paráclito, o Defensor.

Podemos invocar conforme a oração litúrgica mais conhecida, que nos vem da Tradição:

“Vinde Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do Vosso Amor. Enviai o Vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra.

Oremos: Ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis, com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos da Sua consolação. Por Cristo Senhor Nosso. Amém”.

O Catecismo também nos apresenta uma segunda fórmula que podemos também rezar invocando o Espírito Santo:

“Rei celeste, Espírito Consolador, Espírito de Verdade, presente em toda parte e a tudo cumulando, tesouro de todo bem e fonte da Vida, vinde, habitai em nós, purificai-nos e salvai-nos, ó Vós, que sois bom!” (1).

Sejam nossas reuniões, encontros de reflexão, catequese ou quaisquer outros de nossa Igreja precedidos pela invocação do Espírito Santo, cientes de que “Ninguém pode dizer ‘Jesus é o Senhor’ a não ser no Espírito Santo” (1 Cor 12,3).

Sempre oportuno lembrar as palavras do Bispo São Cirilo de Alexandria (séc. V): 

“Ele (O Espírito Santo) vem com o amor entranhado de um irmão mais velho: Vem para salvar, curar, ensinar, aconselhar, fortalecer, consolar, iluminar a alma de quem O recebe, e, depois por meio desse, a alma dos outros".

Sejamos assistidos sempre pelo Espírito Santo que nos cumula com os sete dons: sabedoria, discernimento, conselho, fortaleza, ciência, temor e piedade.


Cf. Catecismo da Igreja Católica – n. 2677 – Oração da Liturgia Bizantina, Tropário das Vésperas de Pentecostes.
Oportuno retomar esta reflexão sobre o Espírito Santo que vem em socorro de nossa fraquesa (Rm 8,26-27)

"Jesus, o grande Amigo"

                                                        

"Jesus, o grande Amigo"

À luz dos parágrafos 150-157, da Exortação Pós-Sinodal – “Christus vivit” do Papa Francisco, sejamos enriquecidos sobre a amizade necessária com Jesus, o grande Amigo, como ele se referiu (n.150).

Não se chega à profundeza da juventude, nem se conhece a verdadeira plenitude de ser jovem, sem o encontro cada dia com o grande Amigo, e se não for vivida na amizade com Jesus (n.150).

Afirma o Papa: “A amizade é um presente da vida e um dom de Deus. Através dos amigos, o Senhor purifica-nos e faz-nos amadurecer. Ao mesmo tempo, os amigos fiéis, que permanecem ao nosso lado nos momentos difíceis, são um reflexo do carinho do Senhor, da sua consolação e da sua amorosa presença.” (n.151).

Neste mesmo parágrafo, fala-nos sobre a graça de ter amigos “ensina-nos a abrir-nos, a compreender, a cuidar dos outros, a sair da nossa comodidade e isolamento, a partilhar a vida. Por isso, ‘nada se pode comparar a um amigo fiel, e nada se iguala ao seu valor’(Eclo 6,15)”

E no parágrafo seguinte, “a amizade não é uma relação fugaz e passageira, mas estável, firme, fiel, que amadurece com o passar do tempo” (n.152).

Deste modo “...é uma relação de afeto que nos faz sentir unidos e, ao mesmo tempo, é um amor generoso que nos leva a procurar o bem do amigo...” (n.152), e na proximidade vivida se partilha com sinceridade e confiança.

Dada a importância da amizade, Jesus disse – “Já não vos chamo servos (...), a vós chamei-vos amigos” (Jo 15,15).

Ao ouvirem o chamado de Jesus à amizade (Jo 1,39), e ao responderem ao mesmo, depois daquele encontro, íntimo e inesperado, deixaram tudo e partiram com Ele (n.153).

Esta amizade com Jesus é indissolúvel, afirma o Papa, pois Jesus “nunca nos deixa, embora às vezes pareça calado...” (n.154).

Com Ele e com nossos amigos conversamos, partilhamos as coisas mais secretas. Esta conversa com Jesus se dá, de modo especial, na oração.

E nisto consiste a oração: “...é um desafio e uma aventura... Permite que O conheçamos cada vez melhor, entremos no Seu Mistério e cresçamos numa união cada vez mais forte. 

A oração permite-nos contar-Lhe tudo o que nos acontece e permanecer confiantes nos Seus braços e, ao mesmo tempo, proporciona-nos momentos de preciosa intimidade e afeto, onde Jesus derrama a Sua própria vida em nós.” (n.155)

A amizade com Jesus vivida leva- nos a um cristianismo autêntico, como falou São Óscar A. Romero: “o cristianismo não é um conjunto de verdades em que é preciso acreditar, de leis que se devem observar, de proibições. Apresentado assim, repugna. O cristianismo é uma Pessoa que me amou tanto que reclama o meu amor. O cristianismo é Cristo” (n.156).

Por fim, o Papa diz que Jesus, O Amigo, pode unir todos os jovens num único sonho, “‘um sonho grande, um sonho capaz de envolver a todos. O sonho, pelo qual Jesus deu a vida na cruz, e o Espírito Santo no dia de Pentecostes foi derramado e gravado a fogo no coração de cada homem e mulher, no coração de cada um. (...) Um sonho concreto, que é uma Pessoa, que corre nas nossas veias, faz exultar e dançar de alegria o coração’” (n.157).

Concluindo: Este é Jesus, uma Pessoa, “O Amigo”, que nos convida a sonhar grande. Os verdadeiros amigos nos levam a sonhar com o melhor de Deus que está sempre por vir.

Eles não permitem que percamos o horizonte da esperança, e nos ajudam a compreender que as adversidades no caminho nos ajudam a crescer e nos fazem amadurecer na fé; que os obstáculos, com forças partilhadas, podem ser vencidos, porque tudo passará, mas permanecerá para sempre o amor vivido, porque o amor jamais passará, como nos falou o Apóstolo Paulo.

Contemplemos as belas e santas amizades

                                  


                                Contemplemos as belas e santas amizades
 
Amizades firmes, não cambaleantes, não levadas como poeira ao vento.
Amizades inquebrantáveis, resistentes nas quedas compartilhadas.
Amizades sinceras, que suportam a força de verdades não asfixiadas.
Amizades indissolúveis e eternas, porque nascidas e nutridas no Altar.
 
Amizades fiéis, nos ventos contrários e nos tantos contratempos.
Amizades sintonizadas, que por vezes dispensam palavras.
Amizades sobreviventes às tantas provações e interrogações.
Amizades sereníssimas, nas águas tranquilas ou turbulentas.
 
Amizades acrisoladas nas fráguas cotidianas do padecer.
Amizades provadas e confirmadas nas horas favoráveis ou adversas.
Amizades que guardam santas confidências, porque confiáveis.
Amizades sobreviventes às suaves brisas ou mesmo às tempestades.
 
Contemplo, por fim, amizades nas Sagradas Escrituras descritas:
São muitas ali descritas, procuremos conhecê-las,
Nelas nos inspiremos, e em tempo, as nossas escrevamos.
Com o Senhor e no Senhor, Amigo Maior, Divina Fonte de Amor.
 
Que as santas Palavras nos iluminem ontem, hoje e sempre:
“Já não vos chamo servos (...), a vós chamei-vos amigos” (1).
“Eis que estou à porta e bato, diz o Senhor;
Eu entrarei na sua casa e tomaremos a refeição,
eu com ele e ele comigo.” (2). Amém.
 
(1)             Jo 15,15
(2)             Ap 3,20

Amigos verdadeiros

                                                  

Amigos verdadeiros

 “O óleo e o perfume alegram o coração;
assim é o doce conselho do homem
para o seu amigo.” (Pv 27, 9-10)

O amigo verdadeiro não fala o que o outro gostaria de ouvir, mas o que deve ser dito, não importando se aumenta o “ibope”, ou até mesmo se coloca em risco o relacionamento, porque não faz pacto sinistro com a mentira, com a hipocrisia, mas sem nunca faltar com a caridade.

O falso amigo é aquele que fala o que a pessoa gosta de ouvir, de modo que ela não muda de vida e não produz fruto algum, vive uma espiritualidade estéril; vive de acordo com a situação, porque lhe é favorável e satisfaz seus interesses.

O verdadeiro amigo fala o que a pessoa precisa ouvir para converter-se, mudar de vida e produzir frutos que permaneçam, e se multipliquem em novas amizades, como semente que morre silenciosamente para não continuar tão somente uma semente, como nos falou o próprio Senhor: "Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele ; mas se morrer, dá muito fruto." (Jo 12, 24).

A autenticidade da amizade é a não aceitação mútua da situação atual, marcada pelos privilégios e pecados, mas o empenho para que haja uma mudança de vida, pois o interesse comum é que a amizade se solidifique e frutifique e que Deus Se evidencie e transpareça na história de vida.

A mais pura amizade é a revelação da presença e onipotência do amor e bondade de Deus. Somente nas puras e sinceras amizades é que Deus Se faz presente, regando com Sua ternura, bondade e graça, não permitindo que falte a luminosidade dos raios do Seu Santo Espírito. Amém. 

Quem sou eu

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4º Bispo da Diocese de Guanhães - MG