segunda-feira, 15 de junho de 2026
O grito de Nabot continua subindo aos céus
Em poucas palavras...
Inseparáveis vigilância interna e externa
“Um ancião disse: ‘Se nosso homem interior não estiver vigilante, é impossível proteger o homem exterior’” (1)
(1) Ditos anônimos dos Pais do Deserto – Editora Vozes – 2023 – m. 272 – p. 189
Em poucas palavras...
Libertar-se dos maus pensamentos
“Um irmão perguntou a um ancião: ‘Como é que os maus pensamentos que me afligem não batem em retirada, mas permanecem firmes, mesmo que eu os repreenda frequentemente?’
O ancião respondeu: ‘Enquanto não lhes disseres firmemente e com jejum - Afastai-vos de mim -, eles não irão embora, porque, enquanto se sentem à vontade, não se retirarão.” (1)
(1) Ditos anônimos dos Pais do Deserto – Editora Vozes – 2023 – n. 453 – p. 287
Em poucas palavras...
Pensamento, palavra, ação e a necessária oração
“Um ancião disse: é Isto que Deus exige de um homem: pensamento, palavra e ação.” (1)
“Um irmão perguntou a um dos pais: ‘Se me acontece cair num sono tão profundo que a hora da synaxis passa despercebida, minha alma, por vergonha, não está mais disposta a oferecer a synaxis’.
O ancião lhe disse: ‘Se acontece dormir até o raiar do dia, levanta-te; fecha as janelas e portas e oferece tua synaxis, pois está escrito: ‘O dia é teu e a noite é tua’ (Sl 74,16), porque Deus é glorificado constantemente (1 Pd 5,11).” (2)
“Os anciãos costumavam dizer: ‘A oração é o espelho do monge’.” (3)
(1) Ditos anônimos dos Pais do Deserto – n. 122 – p. 93
(2)Idem - n. 230 – p. 171
(3)Idem - n.96 – p. 89
Synaxis – momento da oração comunitária dos monges
Em poucas palavras...
A aventura da caridade
“Com o Evangelho, estamos em plena pedagogia da criatividade. Requer-se muito esforço de imaginação. Jesus pede respostas novas para as situações sempre novas.
A caridade é uma aventura que leva de descoberta em descoberta. É um clima de atenção a Deus no irmão, que é fortemente inventivo, como toda atenção de amor.” (1)
(1) Comentário do Missal Cotidiano sobre a passagem do Evangelho de Mateus (Mt 5,38-42) - pág. 904
Em poucas palavras...
Alcancemos o cume da virtude
“Observas a que degraus subiu e como nos elevou até o próprio cume da virtude? Quero que o medites, enumerando-os desde o princípio: o primeiro grau é não injuriar; o segundo, quando injuriados, não nos vingarmos; o terceiro, não aplicar sobre o autor o mesmo castigo com o qual nos fere, mas sim ter mansidão; o quarto, oferecer-se voluntariamente a sofrer injúrias; o quinto, oferecer ao injuriador muito mais do que ele nos exige; o sexto, não odiar a quem nos faz semelhante injustiça; o sétimo, inclusive amá-lo; o oitavo, ainda favorecê-lo. Finalmente, o nono: rogar a Deus por ele” (1)
(1) São João Crisóstomo (séc. V) – Mt 5,38-42







