sábado, 21 de março de 2026

Em poucas palavras... (VDTQA)

                                        


Lázaro sai, como amigo eu te ordeno...”
 
“Lázaro sai, como amigo eu te ordeno.
Como Senhor eu te ordeno: sai.
Que o mau cheiro do teu corpo prove a Ressurreição.
 
Que as faixas do teu enterro sejam desatadas,
Para que possam reconhecer Àquele que foi colocado no túmulo.
 
Sai, sai do túmulo e ensina-lhes como toda a criação será vivificada naquele momento, quando a trombeta proclamar a ressurreição dos mortos.” (1)
 
 
(1)  Santo André de Creta, Bispo (séc. VI)
 


Itinerário Quaresmal percorrido, Alegria Pascal transbordante! (VDTQA)

                                                 

Itinerário Quaresmal percorrido, Alegria Pascal transbordante!

É oportuno refletirmos sobre o Itinerário Quaresmal que assumimos e percorremos (Ano A).

Empenhamo-nos na prática do jejum, da esmola e da oração, multiplicando esforços para a necessária e permanente conversão, renovando a graça do Batismo um dia recebido.

1º Domingo - Com Jesus no Deserto, aprendemos a fidelidade incondicional ao Pai, vencendo as tentações satânicas do ter, ser e poder (egoísmo, sucesso e domínio).

2º Domingo - Contemplamos o Filho Amado, que se Transfigurou no alto da Montanha, e todos fomos convidados a ouvi-Lo e testemunhá-Lo na planície, carregando com coragem e fidelidade nossa cruz cotidiana.

A cruz somente pode ser suportada se soubermos imergir diante da presença do Senhor, acolhendo Sua Palavra, no silêncio orante, para ouvir o que Ele tem a nos dizer. Imergir diante de Sua presença, mergulhar em Sua misericórdia para emergir vidas que clamam na planície à beira do caminho – os empobrecidos, desfigurados...

3º Domingo - Redescobrimos com a Samaritana que a sede de amor, vida e paz somente pode ser saciada na Fonte das Delícias Divinas, Jesus.
Somente N’Ele e com Ele, por Sua Palavra e pelo Pão, que é o Seu corpo, somos saciados e nutridos, para que renovemos compromissos com as múltiplas e incontáveis sedes da humanidade de vida e eternidade.

4º Domingo - Como o cego de nascença fomos curados de toda cegueira e, mais do que nunca, nossos olhos se abriram porque fomos agraciados com o colírio da fé que nos permite enxergar caminhos  inauguradores do Reino. Curados por Deus, somos iluminados e iluminadores de um  mundo que sem Ele seria condenado à escuridão, ao enregelamento insuportável, fazendo-nos ciganos pelo mundo sem rumo e sem sentido.

5º Domingo - Quando Lázaro, por seu amigo Jesus, foi ressuscitado, professamos nossa fé n’Aquele que tem poder sobre a vida e a morte, porque Jesus é o Senhor, é a Ressurreição e a Vida.

Ele é homem e Deus que quer vida para todos, tirando-nos das sepulturas tristes e sombrias da morte, quando com olhos amabilíssimos chorou e o Seu amigo ressuscitou.

Com a Ressurreição do Senhor, vida nova se inaugurará.
Ele fará novas todas as coisas.
Percorrido o Itinerário Quaresmal, será Páscoa,
o Sol Divino nos iluminará!
Então, exultantes, voltaremos a cantar o Aleluia Pascal! 

Em poucas palavras... (VDTQA)

                                                        


A oração de Jesus na ressurreição de Lázaro

Na segunda oração referida por São João (Jo 11,41-42), antes da ressurreição de Lázaro:

“A ação de graças precede o acontecimento: «Pai, Eu Te dou graças por Me teres escutado», o que implica que o Pai atende sempre o que Lhe pede; e Jesus acrescenta logo: «Eu bem sabia que Tu Me atendes sempre», o que implica, por seu turno, que Jesus pede constantemente.

Assim, apoiada na ação de graças, a oração de Jesus revela-nos como devemos pedir: Antes de Lhe ser dado o que pede, Jesus adere aquele que dá e se dá nos seus dons.

O Doador é mais precioso do que dom concedido, é o «tesouro», e é n'Ele que está o coração do Filho; o dom é dado «por acréscimo» (Mt 6,21.33).” (1)

 

(1)  Catecismo da Igreja Católica – parágrafo n. 2604

“E Jesus chorou” (VDTQA)

                                                             

“E Jesus chorou”

Ao ver Marta, e os que com ela estavam, chorando a morte de Lázaro, Jesus estremeceu interiormente e ficou profundamente comovido (Jo 11, 34).

E Jesus chorou” (Jo 11,35) a morte do amigo Lázaro, e alguns disseram – “Vede como Ele o amava”. 

Quão profunda e intensa dor estampou em Seu rosto!

Mas também ouviu: “Este, que abriu os olhos ao cego, não podia também ter feito com que Lázaro não morresse?” (Jo 11, 37).

Jesus ficou mais uma vez interiormente comovido (Jo 11, 38) diante da caverna fechada por uma pedra, onde jazia o corpo do amigo.

Este momento nos revela que Jesus, em Sua humanidade, viveu plenamente na história e nos afetos da comunidade, e cremos que assim como participou da atroz e autêntica condição humana, também Ele Ressuscitou, e todo aquele que n’Ele crer e viver, não morrerá para sempre (Jo 11,26).

Vivendo este Tempo Quaresmal, tempo de intensa e profunda oração, contemplemos e, como que, ouçamos o choro de Jesus diante de tantos “Lázaros” em seus túmulos.

Mas Jesus tem a Palavra: “Lázaro, vem para fora” (Jo 11,43).
Contemplemos a comoção interior do Senhor e o Seu choro:
A perturbação momentânea por Ele sentida...

Seu choro é expressão de humanidade com dor cortante;
Indignação diante do mal que parece reinar sobre nossa humana condição.

Seu choro não é de desespero, mas de participação na dor humana,
Pois tudo que nos diz respeito e nos fere, não é indiferente a Ele,
Que é verdadeiramente homem, verdadeiramente Deus.

Jesus chorou, porque amou verdadeiramente a todos.
Chorou, porque é próprio da condição humana comover-se e chorar.

Ele experimentou o sofrimento interior, o doloroso aperto do coração,
O vazio angustiante da mente, 
quando invadida pela morte de quem se ama.   

A lágrima que corre na face do Senhor, 
e intensa é a Sua dor, 
comoção e compaixão diante da morte do amigo.

Mesma a morte bem perto de nós ou mesmo dentro de nós,
Que nos ameaça em suas múltiplas expressões:
Divisões profundas, marginalizações de tantos nomes,
Desesperos por motivos diferenciados,
Corrupção e pulverização de direitos adquiridos.
A violência contra a existência humana, em sua dignidade e sacralidade,
Bem como a violência contra a casa comum em que habitamos: a Terra.

Mas como, diante da morte de Lázaro, 
Jesus pôde remover a pedra do túmulo.
Desatar-lhe as ligaduras, 
devolver-lhe a vida, 
também cremos em Sua Eterna Palavra,
Que tem poder e nos cumula de esperança.

A miséria de nossa condição mortal, pela Sua infinita misericórdia,
Será redimida por Sua Morte e Ressurreição,
E seremos revitalizados pelo Seu Espírito, 
que nos revivifica e nos renova.

O choro de Jesus é um não à cultura da morte e do ódio que nos cerca,
Que vidas de inocentes e empobrecidos vorazmente devora,
Para que, decididamente, participemos da cultura da vida e do amor,
Onde cada entardecer, será como que sementes plantadas,
Para um novo tempo, um novo e desejado amanhecer. 

Ressuscitando Lázaro, Jesus ressuscita a fé dos discípulos (VDTQA)

                                                       

Ressuscitando Lázaro, Jesus ressuscita a fé dos discípulos

Ouvimos no quinto Domingo da Quaresma (ano A), a passagem do Evangelho de João (Jo 11,1-45), em que Jesus ressuscita o seu amigo Lázaro.

Sejamos enriquecidos pelo Sermão de São Pedro Crisólogo, Bispo e Doutor da Igreja (séc. V).

“Regressando do além-túmulo, Lázaro sai ao nosso encontro portador de uma nova forma de vencer a morte, revelador de um novo tipo de ressurreição. Antes de examinar em profundidade este fato, contemplemos as circunstâncias externas da ressurreição, já que a ressurreição é o milagre dos milagres, a máxima manifestação do poder, a maravilha das maravilhas.

O Senhor tinha ressuscitado a filha de Jairo, chefe da Sinagoga, porém, o fez restituindo simplesmente a menina à vida, sem ultrapassar as fronteiras do além-túmulo.

Ressuscitou da mesma forma ao filho único de sua mãe, porém o fez detendo o ataúde, como que se antecipando ao sepulcro, como que suspendendo a corrupção e prevenindo os maus odores, como se devolvesse a vida ao morto antes que a morte tivesse reivindicado todos os seus direitos.

Mas no caso de Lázaro tudo é diferente: sua morte e sua ressurreição nada têm em comum com os casos precedentes: nele a morte desenvolveu todo o seu poder, e a ressurreição brilha com todo o seu esplendor. Inclusive me atreveria a dizer que se Lázaro houvesse ressuscitado ao terceiro dia, teria esvaziado toda a sacramentalidade da Ressurreição do Senhor, pois Cristo voltou à vida ao terceiro dia, como Senhor que era; Lázaro foi ressuscitado ao quarto dia.

Mas para provar o que acabamos de dizer, examinemos alguns detalhes do relato evangélico: As irmãs mandaram um recado a Jesus, dizendo: Senhor, Teu amigo está enfermo. Ao expressar desta forma, intencionam sensibilizá-lo, interpelam ao amor, apelam à caridade, tratam de estimular a amizade recorrendo à necessidade. Porém, Cristo, que tem mais interesse em vencer a morte do que em repelir a enfermidade; Cristo, cujo amor radica não em aliviar o amigo, mas em devolver-lhe a vida, não proporciona ao amigo um remédio contra a enfermidade, mas lhe prepara imediatamente a glória da ressurreição.

Por isso, quando ouviu – disse o evangelista – que Lázaro estava doente, ficou ainda dois dias no lugar onde se encontrava. Observem como cede lugar à morte, licença ao sepulcro, como dá curso livre aos agentes da corrupção, não põe obstáculo algum à putrefação nem à fetidez; consente em que o abismo arrebate, traga a si, possua.

Em uma palavra, Jesus atua de forma que se esvai toda humana esperança e a desesperança humana atinja suas dimensões mais elevadas, de modo que aquilo que se dispõe a fazer percebe-se ser algo divino e não humano.

Ele se limita a permanecer onde está em espera do desenlace, para dar Ele mesmo a notícia da morte, e anunciar, então, Sua decisão de ir à casa de Lázaro. Lázaro, disse, está morto, e me alegro. Isto é amar? Cristo Se alegrava porque a tristeza da morte logo se transformaria em alegria da Ressurreição. Alegro-me por vós. E por que por vós? Justamente porque a morte e ressurreição de Lázaro já era um esboço exato da morte e Ressurreição do Senhor, e o que logo acontecera com o Senhor antecipa-se no servo. Era necessária a morte de Lázaro, para que estando Lázaro no sepulcro, ressuscitasse a fé dos discípulos”.   (1)

Destaco duas partes em especial que me levaram à meditação:

- “Inclusive me atreveria a dizer que se Lázaro houvesse ressuscitado ao terceiro dia, teria esvaziado toda a sacramentalidade da Ressurreição do Senhor, pois Cristo voltou à vida ao terceiro dia, como Senhor que era; Lázaro foi ressuscitado ao quarto dia”;

- “As irmãs mandaram um recado a Jesus, dizendo: Senhor, Teu amigo está enfermo. Ao expressar desta forma, intencionam sensibilizá-lo, interpelam ao amor, apelam à caridade, tratam de estimular a amizade recorrendo à necessidade”.

- “Lázaro, disse, está morto, e me alegro. Isto é amar? Cristo Se alegrava porque a tristeza da morte logo se transformaria em alegria da Ressurreição”.
- “Era necessária a morte de Lázaro, para que estando Lázaro no sepulcro, ressuscitasse a fé dos discípulos.”

 Concluo professando a fé:
Creio em Deus Pai todo-poderoso...” 


(1) Lecionário Patrístico Dominical – Editora Vozes – 2013 – pp. 68-69

Cristo, Ressurreição para nossa vida... (VDTQA)

                                                  

Cristo, Ressurreição para nossa vida...

A Liturgia do 5º Domingo do Tempo Quaresmal (ano A) é um canto, uma poesia, um hino em favor da vida! A morte não tem a última palavra (cf. Jo 11,1-45).

A Ressurreição é Jesus em pessoa: “Eu sou a Ressurreição e a Vida! Quem crê em mim, mesmo que esteja morto, viverá!” É ele quem vem nos buscar, é na força d'Ele que seremos erguidos da morte, é n'Ele que nossa vida é salva do absurdo, do nada, do vazio: “quem vive e crê em mim, não morrerá para sempre!”, como Ele próprio diz no Evangelho.

Não podemos desistir dos empenhos múltiplos em favor da vida. É precioso aos nossos ouvidos e coração o que disse Santo Agostinho sobre o choro de Jesus quando da morte de seu amigo Lázaro: “Cristo chorou: chore também o homem sobre si mesmo. Por que chorou Cristo senão para ensinar o homem a chorar?”

Esta semana choramos, e haveremos de chorar ainda, não somente pelos nossos pecados, para que voltemos à vida da graça pela conversão e pelo arrependimento. Não podemos e nem temos o direito de desprezar as lágrimas do Senhor que chora por nós, pecadores.

Acolhamos as palavras de São Josemaria Escrivá: “Jesus é teu amigo. – Amigo – Com coração de carne, como o teu. – Com olhos de olhar amabilíssimo, que choraram por Lázaro… E tanto como a Lázaro, quer-te a ti”.

Como Discípulos Missionários do Ressuscitado, crentes que somos, ardorosos e alegres arautos da esperança, porque pessoas de fé que se concretiza na caridade vivenciada de diversas formas e em todos os lugares, ajudemos os muitos Lázaros que estão no sepulcro esperando por quem grite: “Lázaro, vem para fora!”. 

Um filho de Deus, um cristão que não deseje evangelizar, “já cheira mal, pois há quatro dias que ele está aí…” (Jo 11,39), está na tumba em estado cadavérico. Não sejamos “coveiros” entristecidos, mas alegres Arautos da Ressurreição!

Assim também nos enriquece o Missal Dominical:

“Enxertados em Cristo pelo Batismo, vencemos nossa morte na Sua morte; ressuscitamos no Cristo Ressuscitado. É a vitória de cada homem batizado sobre a morte.

É a vitória de toda a história sobre a morte, história que na perspectiva cristã, não caminha para o caos final, mas para a ressurreição final. É a vitória da criatura sobre a morte; ela escapa à condenação na perspectiva dos céus novos e terra nova.

Essa perspectiva dá à vida tranquilidade, serenidade interior, paz profunda, confiança e esperança. Em Cristo não há uma parcela de vida, por menor que seja, que não se destine à Ressurreição”.

Também retomemos parte do Prefácio da Missa do 5º Domingo, da Ressurreição de Lázaro que não somente resume o sentido do fato, mas irradia luzes para nossa existência, em que o sepulcro não tem a última palavra, mas a glória eterna, o céu:

"Verdadeiro homem, Jesus chorou o amigo Lázaro; Deus e Senhor da Vida, o tirou do túmulo; hoje estende a toda a humanidade a Sua misericórdia e com os Seus Sacramentos nos faz passar da morte à Vida".

Acolhamos com coragem estes questionamentos:

“Concretamente, nesses últimos dias: a quantas pessoas vamos fazer a proposta de que tenham uma vida cristã comprometida? A quantos dos nossos amigos convidaremos a fazer uma boa confissão?

A quantos companheiros de profissão insistiremos para que participem conosco de algum meio de formação cristã? Por quantos familiares estamos fazendo penitência para que durante essas celebrações quaresmais e de Semana Santa tenham um encontro com Deus?

Eu quero números. Não podemos conformar-nos com aquele ditado que reza assim: “o importante é a qualidade, não a quantidade”. Eu protesto!

A quantidade também é importante! A Igreja Católica não é uma espécie de oligarquia, de gente selecionada porque seria o melhor da society, de gente chique e inteligente que forma um gueto de iluminados. Não! Na Casa de Deus cabem todos.” (Pe. Françoá).

O choro de Jesus acompanhado de Sua compaixão, ação misericordiosa, e Sua promessa de imortalidade para quem n'Ele crê são âncoras que nos dão segurança nesta, por vezes, triste, perigosa, misteriosa, dolorida travessia até a outra margem – a eternidade. Amém!



PS: Fontes de pesquisa: Missal Dominical, Mensagem do Papa para a Quaresma de 2011, site: www.presbiteros.com.br.

Páscoa: Romper as amarras e colocar-se a caminho! (VDTQA)

                                                        

Páscoa: Romper as amarras e colocar-se a caminho!

Vivemos momentos desafiadores, e torna-se imperativo nossa maior e melhor devoção que agrada a Deus: o serviço e compromisso com os pobres, com os “Lázaros que já cheiram mal, pois estão enterrados há quatro dias” (Jo 11,39).

A Palavra de Jesus é nossa força, resistência e luta de nossas comunidades é a certeza de nossa Páscoa! Ontem, hoje e sempre Ele nos ordena: “Lázaro vem para fora... desatai-o, deixai-o caminhar!” (Jo 11, 43-44).

Grande é a sepultura do mundo que desafia nossa fé, esperança e amor. A cada Páscoa que celebramos nossas comunidades querem sair da situação triste que estão enfrentando.

Celebrar a Páscoa é sair de nossas sepulturas; desatar nossas amarras, para que possamos caminhar como povo livre, terno, fraterno, sem tráfico de pessoas, de órgãos humanos, com a preservação e defesa da beleza e da dignidade da vida que não é mercadoria, fonte de lucro.

Mais do que nunca, nossa Igreja e toda sociedade estão desafiadas a buscar caminhos novos. Que a profecia de Ezequiel se cumpra em nosso meio. ”Porei em vós o meu Espírito para que vivais e vos colocarei em vossa terra, onde sabereis que eu, o Senhor, digo e faço – Oráculo do Senhor” (Ez 37,14).

Renovando a fé na força e vida nova que a Ressurreição de Jesus traz para todos nós, teremos certeza de que não estamos órfãos, como nos disse Santo Agostinho:

Jesus ora por nós como nosso sacerdote, em nós como nossa cabeça e recebe nossas orações porque é Deus”.

Quem souber fazer mais terna esta vida, entenderá o que Jesus disse: 

Eu sou a Ressurreição e a Vida... Quem viver e crer em mim não morrerá, mas viverá para sempre” (Jo 11, 26).

Creio na vida que brota de uma fé Pascal, passando da morte para a vida. Quando a Páscoa celebrarmos na noite da Vigília Pascal, exultaremos de alegria e diremos: “A vida venceu a morte. Aleluia!”

Por ora, é preciso continuar nosso Itinerário Quaresmal até que chegue o dia em que possamos desejar mutuamente: Feliz Páscoa!

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