terça-feira, 21 de julho de 2026

A Graça de anunciar a Palavra Divina

                                                          

A Graça de anunciar a Palavra Divina

 “... a pregação é múnus apostólico,
angélico, cristão, divino”

Sejamos enriquecidos com este trecho de um dos Sermões do Presbítero São Lourenço de Bríndisi (Séc. XVI), Doutor da Igreja, Pregador assíduo e eficaz, cuja memória celebramos no dia 21 de julho.

“Para mantermos a vida espiritual, que nos é comum com os anjos do céu e os espíritos divinos, feitos eles e nós à imagem e semelhança de Deus, é necessário, sem dúvida, o Pão da Graça do Espírito Santo e da Caridade de Deus.

Mas a Graça e a Caridade sem a fé são nulas, porque sem fé é impossível agradar a Deus. E a fé também não nasce sem a pregação da Palavra de Deus: A fé vem pelo ouvido, pela audição da Palavra de Deus (cf. Rm 10,17).

Por conseguinte, a pregação da Palavra de Deus é necessária para a vida espiritual, assim como semear o é para manter a vida corporal.

Por isto Cristo diz: sai o que semeia a semear sua semente (Lc 8,5). Sai o que semeia, o pregoeiro da justiça; este pregoeiro lemos ser às vezes Deus que de viva voz dá do céu a todo o povo no deserto a lei da justiça; às vezes, um Anjo do Senhor, que no lugar do pranto censura o povo pela transgressão da Lei Divina e, ouvindo a advertência do anjo, todos os filhos de Israel de coração contrito elevaram a voz chorando com veemência; também Moisés pregou a todo o povo a Lei do Senhor, nos campos de Moab, como se lê no Deuteronômio.

Em seguida, veio Cristo, Deus e homem, para anunciar a Palavra do Senhor e enviou para isto os Apóstolos, assim como enviara antes os Profetas.

Portanto, a pregação é múnus apostólico, angélico, cristão, divino. A Palavra de Deus possui imenso valor, por ser como que o tesouro de todos os bens.

Pois daí vêm a fé, a esperança, a caridade, daí todas as virtudes, todos os Dons do Espírito Santo, todas as Bem- aventuranças Evangélicas, todas as boas obras, os méritos todos da vida, toda a glória do paraíso: Acolhei a Palavra inserida que pode salvar vossas almas (Tg 1,21).

A Palavra de Deus é Luz para a inteligência, Fogo para a vontade para que o homem possa conhecer e amar a Deus; para o homem interior, que no Espírito de Deus vive pela graça, é Pão e Água; porém pão mais doce que o mel e o favo; água melhor que o vinho e o leite.

É Tesouro Espiritual de méritos para a alma, por isto diz-se ouro e pedra preciosíssima. É Martelo contra a dura obstinação do coração nos vícios e contra a carne, o mundo e o demônio, Espada que mata todo pecado”.

Oremos para que se renove em cada Presbítero a graça de anunciar, proclamar, testemunhar a Palavra de Deus, pois não pregam a si mesmos, mas a Palavra d'Aquele que fala por nós e em nós!

Também  para que cada batizado faça o mesmo: acolher a Pessoa do Senhor, escutar Sua Palavra e vivê-la com toda intensidade e ardor.

Renovemos a graça que recebemos de ser sal da terra e luz do mundo, e participar da construção do Reino.

Oremos:

“Ó Deus, que, para a Vossa glória e salvação da humanidade destes a São Lourenço de Bríndise o Espírito de conselho e fortaleza, concedei-nos, pelo mesmo Espírito, conhecer o que devemos praticar, e por suas preces, realizá-lo.
Por N. S. J. C. Amém”.

PS : Liturgia das Horas – Vol.III – Pág. 1433-1434.

O Perdão e as três dimensões do tempo

                                                      

O Perdão e as três dimensões do tempo

Reflexão à luz da passagem do Livro de Miqueias (Mq 7,14-15.18-20), em que nos apresenta as últimas palavras do Livro de Miqueias, com tom de súplica e louvor dirigidos ao Senhor, e note-se que primeiro Deus é invocado como Pastor (vv.14-15), e depois como tão somente Aquele que pode perdoar.

A primeira invocação aparece em várias passagens bíblicas (Sl 23; Ez 34; Jo 10). 

Voltemo-nos para a segunda: Deus não somente é Pastor, mas o Profeta revela que o “o perdão é prodígio maior por ser capaz de extirpar o mal do coração do homem” (1).

O salmista no Salmo responsorial (Sl 84,2-8), por sua vez, retrata em poucos versículos a consciência do pecado do povo. Note-se que nos apresenta as três dimensões do tempo: “o passado dos benefícios realizados por Deus; o presente da súplica para que cesse a ira do Senhor; e o futuro da esperança numa vida e numa alegria renovada” (2).

Assim é Deus: um Pastor que ama, cuida, ouve a prece do rebanho, e Seu perdão é sempre imenso e gratuito e ampara nossa esperança de dias melhores, porque envolvidos e renovados por Sua misericórdia.

Assim acontece quando pecamos: se tomarmos consciência de nosso pecado, imediatamente nos acompanhará a memória de inumeráveis sinais que expressam a bondade e o amor de Deus para conosco; sentimo-nos com a consciência contrita, e suplicamos o perdão de Deus, como possibilidade de uma nova vida, um novo modo de ser e de se relacionar.

Uma vez que o autêntico perdão de Deus é buscado, e acompanhado de compromissos sinceros de conversão permanente e novas atitudes (sobretudo no Sacramento da Penitência, um dos Sacramentos de Cura que a Igreja nos oferece), sentimos o transbordar de uma indizível e incontida alegria, como encontramos nas três Parábolas da misericórdia, do Evangelho de São Lucas (Lc 15).

Como vemos, o autêntico perdão divino nos faz viver as três dimensões do tempo, e somente Deus pode assim fazer. 

Somente um Deus que nos ama assim, com fidelidade irrenunciável, sempre pronto a perdoar e acreditar, nos permite construir um novo amanhecer, sem guerras, atentados, banalização da vida, corrupção, violência, ou quaisquer outros sinais menores ou maiores que firam e maculem a beleza da vida, de sua sacralidade, quer da humanidade (de sua concepção ao seu declínio natural), quer do mundo em que habitamos, o planeta terra, nossa casa comum.

(1) (2) Lecionário Comentado - Editora Paulus - Lisboa - p.780.

Quando pertencemos à família do Senhor!

                                                       


Quando pertencemos à família do Senhor!

“Pois todo aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, 
esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe”
(Mt 12,50)

Reflexão à luz da passagem do Evangelho (Mt 12,46-50), em que Jesus nos ensina que Sua família é constituída por todos aqueles que fazem a vontade de Deus, e não tão apenas pelos laços de sangue.

É condição indispensável, portanto um compromisso com o Evangelho e com o Reino de Deus, sem jamais fazer a separação entre que o se crê e o que se vive, o que se celebra e o que se traduz no cotidiano, nos mais diversos âmbitos da vida.

Deste modo, para Jesus há algumas exigências indispensáveis para que alguém se torne importante para Ele, e de Sua família faça parte:

- ouvir a Palavra de Deus, colocando em prática;
- pautar toda existência pelo Mandamento maior do Amor a Deus e ao próximo; amando como Ele nos ama – “amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei” (Jo 13,34);
- saber perdoar, e procurar o perdão, quando necessário, como expressão de que todos somos passíveis de erros e necessitados do perdão do outro, para vivermos a autêntica misericórdia que Ele nos ensinou;
- ter a alegria de partilhar o melhor que possui, para que o milagre da multiplicação continue a ser realizado, de modo que não haja necessitados entre nós;
- aprender que na acolhida do outro, se acolhe o próprio Jesus, sobretudo se for um pequenino, pobre, doente, marginalizado;
- saber se esforçar, quando preciso, em ser sinal de consolo, compreensão e solidariedade, como a mais bela expressão da compaixão divina com expressões concretas;
- ser comprometido com a Boa Nova do Reino, com coragem e profecia, sem deixar-se submergir no medo, na omissão e na indiferença;
- viver a doação pura e simples, sem nada esperar em troca, na mais perfeita alegria;
- saber ser feliz com os que são felizes, mas também saber chorar com os que choram,
- não somente se encontrar e se reunir para celebrar, orar, mas fazer o necessário prolongamento no dia a dia, jamais separando a Mesa da Palavra e do Altar das incontáveis mesas do cotidiano .

Evidentemente que poderíamos apresentar outras exigências, mas estas já são o bastante para avaliarmos o quanto somos, de fato, membros da família de Jesus.

Neste sentido, contemplamos Maria, Sua Mãe, como a mais perfeita e integrada em Sua família, porque não somente foi Mãe da Salvador, pela ação do Espírito Santo, mas em todo o seu viver sempre colocou a vontade Deus acima da própria vontade.

Maria é por excelência modelo de escuta à prática da Palavra, e nos ensina o mesmo fazer, e mais: com ela também podemos contar, para que o mesmo façamos, ressoando em nosso coração suas palavras que não emanaram de seus lábios apenas, mas de um coração pleno do amor e graça divina:

“Fazei tudo o que o Ele vos disser” (Jo 2,5)


PS: Oportuno para a Celebração da Festa em louvor a Nossa Senhora do Carmo no dia 16 de julho

Dar a cada um o que lhe pertence

                               


Dar a cada um o que lhe pertence

Sejamos enriquecidos pelo Sermão escrito por São Lourenço de Brindisi (1559-1619), capuchinho, doutor da Igreja, para a passagem do Evangelho de Mateus (Mt 22, 15-21).

“«Então, dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus». É preciso dar a cada um o que lhe pertence. Eis uma palavra verdadeiramente cheia de sabedoria e de ciência celestial.

Porque nos ensina que há duas espécies de poder: um humano e terreno, outro divino e celeste. […] Ensina-nos que devemos estar sujeitos a uma dupla obediência: às leis dos homens e às leis divinas. […]

Temos de pagar a César a moeda que tem a efígie e a inscrição de César, e a Deus o que recebeu o sinete da imagem e semelhança divinas: «Resplandeça sobre nós, Senhor, a luz da Tua face!» A luz da Tua face deixou em nós a Tua marca, Senhor (Sl 4,7).

Fomos criados à imagem e semelhança de Deus (cf Gn 1,26). Tu és homem, ó cristão. És, portanto, moeda do tesouro divino, uma moeda que tem a efígie e a inscrição do Imperador divino.

Assim, pergunto com Cristo: «De quem é esta imagem e esta inscrição?» Tu respondes: «De Deus». E eu digo-te: «Então porque não dás a Deus o que é de Deus?»

Se queremos realmente ser imagem de Deus, devemos assemelhar-nos a Cristo, pois Ele é a imagem da bondade de Deus e «imagem fiel da Sua substância» (Hb 1,3). E Deus, «àqueles que Ele de antemão conheceu, também os predestinou para serem uma imagem idêntica à do Seu Filho» (Rm 8,29).

Cristo deu verdadeiramente a César o que era de César e a Deus o que era de Deus. Ele observou da maneira mais perfeita os preceitos contidos nas duas tábuas da lei divina, «tornando-Se obediente até à morte e morte de Cruz» (Fp 2,8), e por isso foi elevado ao mais alto grau de todas as virtudes visíveis e invisíveis.”

Somos verdadeiramente imagem e semelhança de Deus, assim o cremos, portanto, devemos dar a César o que é de César e a Deus o que a Ele pertence.

Dar a Deus a nossa vida, a vida do povo, de modo que tudo coloquemos em Suas mãos, ciente de nossas responsabilidades, como cidadãos, obrigações e direitos, mas que tudo seja revertido em prol do povo que a Deus pertence.

Urge que a vida humana seja promovida em todos os seus âmbitos, a fim de que possamos amá-Lo e adorá-Lo sobre todas as coisas, sobre todos os poderes, e cientes de que tudo a Ele pertence: toda honra, glória, poder e louvor. Amém.

Cartas que levam à Oração...

Cartas que levam à Oração...

Acolhamos a Carta aos Magnésios, do Bispo e Mártir Santo Inácio de Antioquia (séc. I)

“Longe de nós a indiferença ante a benignidade de Cristo. Se agisse conosco da maneira como fazemos, estaríamos perdidos. Por isto, feitos Seus discípulos, aprendamos a viver de acordo com o cristianismo. Quem se faz chamar por nome diferente, não é de Deus.

Rejeitai, pois, o mau fermento, velho e azedo, e mudai-vos com a força do novo fermento, que é Jesus Cristo. Salgai-vos nele para que nenhum de vós se corrompa, porque pelo cheiro seríeis descobertos.

É absurdo confessar a Cristo Jesus e judaizar, porque, de fato, o cristianismo não creu no judaísmo, mas o judaísmo no cristianismo, no qual estão reunidos todos quantos creem em Deus.

Se vos escrevo deste modo, caríssimos meus, não é porque saiba haver alguns de vós com estes sentimentos. Porém, como o menor de todos, desejo-vos precavidos a fim de não cairdes no anzol da vã doutrina.

Ficai plenamente certos do nascimento, e da paixão e ressurreição acontecidos durante a procuradoria de Pôncio Pilatos. Tudo isto foi verdadeiramente vivido por Jesus Cristo nossa esperança. Ninguém se afaste jamais desta esperança.

[...] Esforçai-vos por ficar firmes na doutrina do Senhor e dos Apóstolos, para que tudo quanto fizerdes tenha bom êxito na carne e no espírito, pela fé e pela caridade, no Filho e no Pai e no Espírito, no princípio e no fim, com vosso digno bispo e a bem entretecida coroa espiritual de vosso presbitério, juntamente com os diáconos, agradáveis a Deus. 

Sede submissos ao bispo e uns aos outros como, em sua humanidade, Jesus Cristo ao Pai, e os Apóstolos a Cristo e ao Pai e ao Espírito, para que a união seja corporal e espiritual.

Por vos saber cheios de Deus, exortei-vos com brevidade. Lembrai-vos de mim em vossas orações, para que consiga alcançar a Deus.

Lembrai-vos também da Igreja que está na Síria, na qual não sou digno de ser contado. Necessito de vossa unida oração e caridade em Deus. Que a Igreja, que está na Síria, mereça ser orvalhada pela vossa Igreja!

Saúdam-vos em Esmirna, donde vos escrevo, os efésios que aqui se acham presentes para a glória de Deus, como também vós que, juntamente com Policarpo, o bispo de Esmirna, me assististes em tudo.

As outras Igrejas, em honra de Jesus Cristo, vos saúdam. Adeus, unidos em Deus, possuidores do inseparável Espírito, que é Jesus Cristo.” 

Carta com pertinência e validade incontestável levam inevitavelmente a olharmos para a nossa história, para a nossa vida e a Deus súplicas elevar.

Oremos:

Senhor, afastai toda indiferença e frieza nossa diante de Vosso Evangelho, Vossa Igreja que somos, no amor ao Pai, com a força do Espírito.

Senhor, ajudai-nos a discernir e rejeitar tudo aquilo que torne insossa a nossa vida; tudo aquilo que ofusque a Vossa luz; tudo que impeça a fermentação do Vosso Reino, que consiste em relações de amor, alegria, vida, felicidade e paz.

Senhor, livrai-nos dos anzóis das vãs doutrinas, que nos tornam infiéis ao Vosso Evangelho, à Doutrina da Igreja, à acolhida do Sopro do Espírito que nos faz novas Criaturas em Cristo Jesus Ressuscitado, para sermos verdadeiramente imagens d’Aquele que nos criou.

Senhor, livrai-nos das verdades relativas, que não subsistem por vezes a algumas horas do dia.

Senhor, ajudai-nos a não sermos econômicos no esforço de fidelidade à Vossa Santa vontade, como fizeram os Apóstolos e tantos Profetas e mártires de Vossa igreja.

Que jamais sejamos covardes e desertores do Projeto que tendes, suportando o fogo do acrisolamento que a cruz possa nos oferecer, inevitáveis para que amadureçamos e floresçamos na fé, para que merecermos contemplar, um dia a Vossa esplendorosa e indescritível Face e convívio.

Que jamais prescindamos da Oração mútua para que, enquanto peregrinos longe do Senhor, firmemos nossos passos para o horizonte da esperança cultivada nas entranhas do coração: delícias do Vosso mavioso Banquete Celestial

Senhor, ajudai-nos a sermos uma Igreja que vive a grande comunhão, ainda que com muitos irmãos espalhados por todos os lugares, mas num só corpo, num só Espírito, na riqueza da diversidade, na comunicação da linguagem única e universal: o amor, porque sois amor. Amém"

Acompanhe com esta súplica a vigilância para que Deus nos livre dos anzóis das vãs doutrinas, do relativismo, das verdades pouco duradouras, e assim, tão apenas conduzidos pela Verdade irrevogável do Evangelho, sejamos.

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Chamados à santidade: Jovens que fazem a diferença

 




Chamados à santidade: Jovens que fazem a diferença
 
"Cristo não tem mãos,
pois só dispõe das nossas mãos para transformar o mundo de hoje.
 
Cristo não tem pés,
pois só possui os nossos pés para orientar o mundo rumo a Ele.
 
Cristo não tem lábios,
pois só dispõe dos nossos lábios para falar ao homem." (1)
 
O mundo precisa de jovens que façam a diferença no mundo
em todo o tempo.
 
Jovens que acolhem as belas sementes do trigo em seu coração
para produzirem frutos abundantes, que se transformem em pão...
 
Pão que mata fome de nomes tantos, fome de
alegria, vida, paz, amor, bondade, ternura, luminosidade, compreensão, resiliência, solidariedade, compaixão, proximidade.
 
Jovens que não permitam crescer
as sementes do joio em sua mente e coração,
espalhadas, por vezes, pelas vozes midiáticas e
por espaços virtuais que empobrecem
os contatos reais e, mais do que nunca, vitais.
 
O mundo precisa de vocês,
que nos ajudem a reescrever as linhas da história,
com necessária humildade, confiança e paciência,
como nos falou o Senhor em sua parábola do joio e do trigo.
 
Jovens que acreditem no que são e no que podem fazer
para que o mundo seja melhor,
como grão de mostarda e o fermento na massa.
 
Por pequenos e poucos que sejam
nossos gestos quando multiplicados,
Fazem renovar no mundo a confiança e a esperança
De um novo e necessário amanhecer.
 
Senhor, com alegria dizemos:
 
Sejam Tuas as nossas mãos, os nossos pés e os nossos lábios,
Em um enamoramento crescente por Ti,
que um dia nos olhaste, chamaste e nos enviaste, porque muito nos amaste. Amém.
 
Fonte: Discurso do Papa São João Paulo II pronunciado no Encontro de peregrinos dos “Cursilhos de Cristandade”  (29/07/ 2000)

Em poucas palavras...

 


Oração de Santo Inácio de Loyola
 
“Tomai, Senhor, e recebei
toda a minha liberdade,
a minha memória também.
 
O meu entendimento
e toda a minha vontade.
 
Tudo o que tenho e possuo,
Vós me destes com amor.
 
Todos os dons que me destes,
com gratidão Vos devolvo;
disponde deles, Senhor,
 segundo a Vossa vontade.
 
Dai-me somente
o Vosso amor, a Vossa graça.
 
Isto me basta,
nada mais quero pedir!
Amém.” (1)

 

(1)        Santo Inácio de Loyola, Memória celebrada dia 31 de julho.

Quem sou eu

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4º Bispo da Diocese de Guanhães - MG