quarta-feira, 6 de maio de 2026
O Esplendor da Verdade
Por uma autêntica Identidade Cristã!
Nada podemos sem Jesus
Que as Palavras de Cristo permaneçam em nós
Que as Palavras de Cristo permaneçam em nós
Sejamos enriquecidos pelo comentário sobre o Evangelho de São João, escrito pelo bispo Santo Agostinho:
“Se permanecerdes em Mim, diz o Senhor, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes e ser-vos-á concedido. Quem permanece em Cristo, que pode querer senão o que agrada a Cristo? Quem permanecem no Salvador, que pode querer senão o que não é alheio à salvação?
De fato, queremos algumas coisas porque estamos em Cristo, mas queremos outras coisas porque ainda estamos neste mundo. Porque permanecemos neste mundo, somos por vezes impelidos a pedir o que nem sabemos se nos convém. Mas não suceda isto em nós, se permanecemos em Cristo, que, quando pedimos, não faça senão o que nos convém.
Portanto, permanecendo n’Ele, quando as Suas palavras permanecem em nós, pediremos o que queremos e ser-nos-á concedido. Porque se pedimos e não nos é concedido, não pedimos o que permanece n’Ele nem o que está nas Suas palavras que permanecem em nós, mas o que provém da cobiça e da enfermidade da carne, que não está n’Ele e na qual não permanecem as Suas palavras.
Está de acordo com as Suas palavras a oração que Ele mesmo nos ensinou, quando dizemos: Pai nosso, que estais nos céus. Não nos afastemos das palavras e do sentido desta oração nas nossas petições, e ser-nos-á concedido o que pedimos.
Só podemos dizer que as Suas Palavras permanecem em nós, quando fazemos o que Ele nos mandou e amamos o que prometeu. Mas quando as Suas Palavras permanecem na memória e não se encontram no modo de viver, o ramo não está inserido na videira, porque não recebe a vida da raiz.
A esta diferença se pode aplicar o que diz a Escritura: Guardam na memória os seus mandamentos, para os cumprir. Muitos guardam-nos na memória para os desprezar, ou até para os ridicularizar e atacar.
As palavras de Cristo não permanecem naqueles que de algum modo tem contato com elas, mas não aderem a elas. Por isso não serão para eles um benefício, mas um testemunho adverso. E porque estão neles sem permanecerem neles, só as têm para serem julgados por elas...”.
Bem afirmou o bispo – “Só podemos dizer que as Suas Palavras permanecem em nós, quando fazemos o que Ele nos mandou e amamos o que prometeu.”.
Como discípulos missionários do Senhor, devemos nos empenhar para maior fidelidade à Palavra de Deus e, também, para colocá-la em prática, não nos tornando apenas meros ouvintes.
Quanto mais profundo nosso amor pelo Senhor, mais empenho neste propósito. Podemos afirmar que a vivência e testemunho da Palavra de Deus é diretamente proporcional ao amor que por Ele temos e nutrimos.
Oremos:
Senhor Jesus, seja a nossa participação na Mesa da Eucaristia, tempo de graça e fortalecimento deste santo propósito, até que possamos alcançar a glória da eternidade e para sempre imersos no amor da Santíssima Trindade. Amém. Aleluia!
“O inverno presente e a primavera futura”
terça-feira, 5 de maio de 2026
Anunciar e testemunhar a vida Nova do Ressuscitado
Anunciar e
testemunhar a vida Nova do Ressuscitado
“É preciso que passemos por muitos sofrimentos para entrar no
Reino de Deus” (At 14,22)
A
Liturgia da terça-feira da quinta Semana do Tempo da Páscoa nos apresenta na
primeira Leitura, a passagem do Livro dos Atos dos Apóstolos (At 14,19-28), que
retrata o fim da primeira viagem missionária de Paulo e Barnabé.
A
missão do anúncio e do testemunho do Ressuscitado tem traços fundamentais:
-
O entusiasmo necessário para vencer os perigos e as dificuldades para o anúncio
da boa nova;
-
A comunicação de palavras de consolação para fortalecimento da fé da comunidade
confiada;
-
O necessário apoio mútuo;
-
A Oração e a consciência de que a missão não é obra puramente humana, mas de
iniciativa divina, tendo Deus como autor autêntico da conversão, sob a ação e
iluminação do Espírito Santo.
Reflitamos:
- De que modo vivemos o Novo Mandamento do Amor que o Senhor nos ordenou?
- Somos uma comunidade missionária, indo ao encontro daqueles que não
conhecem ainda a Boa Nova do Ressuscitado?
É tempo de amar como Jesus ama; somente assim nossa vida terá sentido e
a alegria Pascal transbordará verdadeiramente em nosso coração, e seremos fiéis
à missão que Ele nos confiou.
Que o
Espírito Santo nos acompanhe em todo o tempo na graça da missão Evangelizadora,
renovando nossa coragem e fidelidade. Amém. Aleluia!
“Deixo-vos a minha paz, a minha paz vos dou...”
(1) Missal Dominical - Editora Paulus - p.72



.jpg)



