sexta-feira, 6 de junho de 2025

“Se me amares, cuidarás do meu rebanho” (22/05)

                                                      

“Se me amares, cuidarás do meu rebanho” 
“Sua própria renegação é uma lição:
não esqueceu o Amor de Cristo, aprendeu o temor
de si, não renunciou à caridade, mas encontrou a humildade”
Reflexão à luz da passagem do Evangelho de João (Jo 21,15-19), sobre a tríplice indagação do Senhor a Pedro sobre o seu amor por Ele, para que seja confirmado no apascentar do rebanho.

Não é por acaso que Jesus pergunta três vezes a Pedro se ele O ama, pois quem quiser participar da missão evangelizadora da Igreja,  deve se questionar constantemente sobre o seu verdadeiro e incondicional amor a Jesus.

Este amor é condição fundamental e imprescindível  para que possamos participar da missão evangelizadora da Igreja, pois qualquer outra motivação é insuficiente, e está fadada ao fracasso, por vezes mais rápido do que se possa pensar.

Oportuno o comentário do Missal Cotidiano sobre este diálogo de Jesus com o Apóstolo:

“Para dirigir os outros é necessário antes de tudo dar provas de amor maior. Mas é facílimo dizer: ‘Amo-te’. Pode ser uma declaração vazia, pode ser também uma declaração sincera, nascida, porém do entusiasmo e da presunção pessoal.

Pedro, a quem Jesus reserva uma função que exige, sobretudo, grande amor e grande fidelidade, era levado com demasiada facilidade a tais compromissos, jurando uma fidelidade e um amor que, diante dos fatos, se mostraram frágeis e  incertos.

Jesus não pretende, com suas perguntas, lembrar a Pedro um episódio desagradável. Pedro deve saber que sua vocação ao primado pastoral não depende de seu mérito, nem está ligada a ele, e sim à eleição de Deus; por isso, deverá ter maior amor. Sua própria renegação é uma lição: não esqueceu o Amor de Cristo, aprendeu o temor de si, Não renunciou à caridade, mas encontrou a humildade.”.(1)

Como discípulos missionários do Senhor, no cuidado do rebanho a nós confiado, precisamos renovar este amor a cada dia, buscando formas múltiplas para o seu aprofundamento.

O momento ápice é através da participação na Eucaristia, acompanhada da leitura e meditação da Palavra, na prática cotidiana da “Leitura Orante”; somando-se à celebração e vivência dos Sacramentos, que nascem e se voltam para a Eucaristia, como a Penitência e todos os outros.

É preciso o cultivo da vida interior e a vivência cada vez maior do amor para com os pobres e necessitados, reconhecendo neles a presença do próprio Jesus, a quem devemos amar, cuidar, acolher e servir, como Ele tão bem Se expressou sobre o julgamento final (Mt 25, 31-46).

Renovemos, também nós, nosso tríplice sim de amor às perguntas de Jesus. E, assim, prisioneiros do Espírito, inflamados por Seu Amor, vivamos total liberdade no trilhar as veredas da história, na fidelidade ao Projeto que Deus tem para nós.


(1) Missal Dominical, Paulus, 1995
PS: Reflexão apropriada para a passagem do Evangelho de João (Jo 20,1-19)

Amar é muito mais que dizer, amar é viver!

                                                        


Amar é muito mais que dizer, amar é viver!

Uma reflexão à luz da Palavra Proclamada na Sexta-feira da Sétima Semana da Páscoa (At 25, 13b-21; Jo 21, 15-19): Amor, Fidelidade, Sabedoria e Paz!

Na terceira aparição do Ressuscitado, após a Pesca Milagrosa, em atenção à Palavra de Jesus, Ele mesmo interroga Pedro por três vezes se o ama.

Sabemos bem o diálogo de Jesus com Pedro, bem como sua resposta e a ordem de Jesus para que cuide do rebanho… Três vezes Pedro negara o Senhor, agora três vezes afirma o seu amor…

A Misericórdia de Deus jamais deixa de acreditar em nós, apesar de nossas infidelidades, inconstâncias e condição pecadora. Ama-nos, apesar de sermos pecadores!

O Amor…
O amor é essencial!
Nada é possível quando falta o amor, Princípio e Fundamento da Missão Evangelizadora. Sem amor ao Senhor, amor incondicional, não levaremos adiante tão Divina Missão.

Muito mais do que multiplicação de palavras… Amar é tornar a vida intensa e bela com pequenos gestos, que por amor, tornam-se grandes!

Amor é entrega… É superação de limites, vivência da palavra dada, compromissos firmados – compromissos cumpridos, configuração ao Amado, de modo que já não é a pessoa que vive, mas é Cristo que nela vive…

O amor exigido, por Jesus, do Apóstolo implica numa atitude de absoluta fidelidade.

Fidelidade…
Ao Reino; ao Evangelho, à Doutrina, em corajoso testemunho, com coerência e amadurecimento. A fidelidade pressupõe coragem, renúncias, despojamento, jamais retrocessos…

Sabedoria…
Na primeira leitura dos  Atos dos Apóstolos, vemos Paulo anunciando o Cristo Ressuscitado é preso, impedido de realizar sua Missão. Apela à sua condição romana para o julgamento, o que possibilitaria a continuidade da Evangelização, a abertura a outros povos…

Evangelizar exige confiança total no Senhor, mas não nos dispensa da ação com Sabedoria.

O Cristão precisa, em cada tempo, salvaguardar a dignidade e sacralidade da vida, da concepção ao seu declínio natural. Paulo, indiscutivelmente confia no Senhor, e age com Sabedoria fazendo valer seus direitos…

Pedro e Paulo deram com a palavra e a própria vida as suas respostas… Eis a nossa vez.

Paz...
Amando na Fidelidade e com Sabedoria o Discípulo Missionário de Jesus encontrará e fará acontecer a Paz tão almejada, tão necessária.

Deus sabe trabalhar com nossa fragilidade (22/05)

                                                               

Deus sabe trabalhar com nossa fragilidade

Reflexão à luz da passagem do Evangelho de João (Jo 21,15-19), sobre a conversa do Ressuscitado com Pedro, em  que Jesus pergunta por três vezes se ele O ama, antes de confiar ao mesmo o rebanho, assim como retomemos as palavras do Papa Bento XVI, quando eleito (2005).

"Queridos irmãos e irmãs: Depois do grande Papa João Paulo II, os Senhores Cardeais elegeram a mim, um simples humilde trabalhador na vinha do Senhor. Consola-me o fato de que o Senhor sabe trabalhar e atuar com instrumentos insuficientes e, sobretudo, confio nas vossas orações. Na alegria do Senhor ressuscitado, confiados em Sua ajuda permanente,sigamos adiante. O Senhor nos ajudará. Maria, Sua santíssima Mãe, está do nosso lado. Obrigado."

Voltemos ao diálogo de Jesus com Pedro: o Ressuscitado o chama pelo nome, Simão, e não Cefas, como o declarara mais tarde (Jo 1,42). Paralelo possível pode ser feito entre a tríplice negação (Jo 18,15-17.25-27) e a tríplice resposta de amor (Jo 21,15-17). Evidencia-se aqui o que é próprio de toda condição humana, o contraste entre a fraqueza do que foi chamado e a divina missão a qual é chamado. Jesus constitui Pedro como rocha e pastor, não pelos seus méritos, mas pela graça divina. 

Quanto mais fidelidade, mais sólida será nossa fé e mais coerente e profético o anúncio e testemunho, uma vez que Deus não nos trata conforme a nossa lógica, mas com aquela que ultrapassa nossos conceitos, pensamentos. Ele acredita em nós, e por Seu amor está sempre pronto a confiar, acompanhar, capacitar a quem chama...

O perdão que Jesus concede, manifesta-se na misericórdia, na acolhida de quem falhou, criando uma nova possibilidade para o bom cumprimento da responsabilidade que o acompanha.

Numa palavra, perdão que inaugura uma nova realidade, um novo compromisso, um novo olhar, um novo horizonte.

Deus, por Seu Amor e graça, em nós confia, de modo que na acolhida do perdão recebido, aquele que crê, expressa sua alegria numa vida marcada pela gratuidade e compromissos inadiáveis com o Reino.

Quem se sente por Deus amado e perdoado, descobriu e vai redescobrir sempre a verdadeira face de Deus a nós por Jesus revelada. Amados e perdoados, acolhidos e compreendidos, pelo Espírito Santo de Deus assistidos, como afirmou o Papa Bento XVI:

Consola-me o fato de que o Senhor sabe trabalhar e
atuar com instrumentos insuficientes,
confio nas vossas Orações.”   


PS: Reflexão apropriada para a passagem do Evangelho de João (Jo 20,1-19)

E o medo se foi... (22/05)

                                                  


E o medo se foi...

Pedro, naquela noite, o medo tomou conta de ti, e negaste três vezes que conhecias o Senhor, ainda que com Ele convivesse e partilhasse memoráveis momentos.

Mas o medo não conseguiu criar raízes para sempre em teu coração, como vemos depois ao pregares nas sinagogas e em todos os lugares.

Foi a humana experiência da qual não estamos imunes, e quem somos para te julgar; ao contrário, contigo aprender, para que tenhamos a mesma coragem no discipulado.

Depois de testemunhar a vida e presença do Ressuscitado, como nos falam as páginas dos Evangelhos, e depois, na tríplice afirmação de amor ao Senhor, novas páginas...

Memoráveis páginas que Lucas nos descreve nos Atos dos Apóstolos: abertura ao Espírito, pregação da Palavra, coração pelo Senhor apaixonado e seduzido.

Pedro, incansável foste: curas, libertação, pregação, conversões alcançadas. fidelidade plena à missão pelo Senhor a ti confiada, pelo sangue derramado, vida sacrificada, no martírio testemunhada.

Pedro, e o medo se foi... Assim foi contigo. Que assim  seja conosco, peregrinos da esperança de um novo céu e nova terra, mesma fidelidade, testemunho viver.

Que nosso medo se vá, e que a coragem que tiveste seja para nós um farol a iluminar nossas travessias, por vezes, tomadas pela escuridão de nossas fragilidades e debilidades.

Possamos nós, também, dizer ao Senhor ontem, hoje e sempre: “Senhor, Tu sabes tudo, Tu sabes que eu Te amo”, e dos lábios do Senhor ouçamos: “Apascenta as minhas ovelhas” (cf. Jo 21,15-19). Amém.

Adesão incondicional ao Senhor

Adesão incondicional ao Senhor

A fidelidade ao Senhor, como discípulos missionários Seus,  precisa ser acompanhada de três verbos inseparáveis:

- Acreditar na pessoa de Jesus e no Seu Projeto;
- Aceitar a concretização do mesmo;
- Aderir a Ele com todo empenho, com toda alma...

Deste modo vivemos a autenticidade da fé cristã, pois ser cristão é escolher a Cristo, optar pela Sua Pessoa e Projeto e segui-Lo, não se tratando de abraçar um conjunto de ideias, ou crer numa ideologia que passa...

Na decisão fundamental por Jesus Cristo estão contidas e plenificadas todas as exigências de conhecimento e de ação da fé.

É necessário que:
- Sejamos educados no pensamento de Cristo,
- Vejamos a história como Ele,
- Julguemos a vida como Ele,
- Escolhamos amar como Ele,
- Esperemos como Ele ensina,
- Vivamos n'Ele a comunhão, com o Pai e o Espírito Santo.

Somente uma adesão incondicional, radical, total e para sempre nos assegurará a realização de nossa vida, sonhos e projetos.

Somente a opção por Cristo é caminho para Salvação, de modo que tão somente na adesão a Ele, é que encontramos o sentido para a nossa vida.

Que cada dia seja um tempo de graça para renovarmos nosso amor e fidelidade ao Senhor, fortalecendo e alcançando a desejada santidade como sinônimo de felicidade, não nos curvando diante dos desafios da realidade cotidiana.

Não percamos a graça de testemunhar esta adesão que nos desafia a manter viva a chama da caridade e da luz divina!

Por Jesus, em cada irmão e irmã,
em pequenos gestos de amor se consumir.

Amém. Aleluia!

“A messe é grande, poucos são os operários”

“A messe é grande, poucos são os operários”

“Pois é claro que são vocês uma carta de Cristo, redigida por nós, escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo,
não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne,
nos corações” (2 Cor 3,3).

Inspirado nas Palavras do Apóstolo Paulo, anos passado, glorifiquei a Deus pelo Jornal Voz Viva que chegava à sua centésima Edição.

A plena abertura ao sopro do Espírito do Deus possibilita que em nosso Jornal sejam impressos artigos, reflexões, reportagens, enfim, temas diversificados que nos ajudam a solidificar nossa fé, reavivando nossa esperança, inflamando a chama da caridade como discípulos missionários do Filho Amado do Pai.

Nas reuniões preparatórias, no fechamento da edição, na diagramação e envio à gráfica, até que chegue às nossas mãos, sentimos como que um “parto”, fecundado pelo Espírito Santo, recordando à Igreja as Palavras de Cristo (Jo 14,26).

Como tantos acontecimentos que testemunhamos na Igreja, o Jornal Voz Viva nos remete ao milagre da multiplicação dos cinco pães e dois peixes: Não são muitos em sua produção, – como bem lembrou o Senhor – “A messe é grande, poucos são os operários”.

De modo especial, glorifico a Deus pela Pastoral da Comunicação de nossa Paróquia, e a todos que de tantas formas contribuem para o êxito de nosso Jornal.

Que o Jornal Voz Viva continue cumprindo o objetivo a que se propõe: evangelizar, anunciar a Boa Nova do Evangelho a toda criatura, em todos os âmbitos, na Igreja e em todo lugar.



PS: Depoimento para o jornal “Voz Viva” – Paróquia Santo Antônio de Gopoúva - Diocese de Guarulhos - SP - Edição nº100. 

Chamados, amados e enviados para a missão (XDTCA) (06/06)

                                                       



Chamados, amados e enviados para a missão
 
Com o 10º Domingo do Tempo Comum (Ano A), a Liturgia nos convida a refletir sobre a misericórdia querida por Deus e não os sacrifícios, pois para Ele o essencial não são os atos de culto ou declarações de boas intenções, mas uma adesão verdadeira e coerente ao Seu chamado e proposta de Salvação.
 
Na passagem da primeira Leitura do Livro de Oseias (Os 6,3-6), refletimos sobre o ministério profético de Oseias numa época bastante conturbada (Reino do Norte – Israel), em termos políticos e marcado por violência, insegurança e derramamento de sangue; em termos religiosos por uma grande confusão.
 
O profeta exorta para que o povo reconheça a infidelidade cometida, vivida na idolatria, e redescubra o amor do Senhor, expresso em gestos concretos de amor, ternura, bondade e misericórdia (“hesed”) em favor dos irmãos e irmãs.
 
Reflitamos:
 
- Qual é a sinceridade, fidelidade e profundidade de adesão ao Projeto que Deus tem para nós?
- Qual o desejo e sinais que expressam atitudes de conversão ao amor de Deus?
- Como vivemos este amor a Deus no amor ao próximo? 
 
Na passagem da segunda Leitura (Rm 4,18-25), dirigindo-se aos cristãos que vêm do judaísmo (preocupados com o estrito cumprimento da Lei de Moisés, bem como os que vêm do paganismo), o Apóstolo Paulo reflete sobre o essencial: a fé.

Abraão é apresentado como um exemplo para todos nós, por sua adesão total, incondicional e plena a Deus e aos Seus Projetos. Em Deus, esperou “contra toda a esperança” (Rm 4,18).

De fato, a Salvação é um dom para toda a humanidade, e deve ser acolhida e vivida com confiança, entrega e obediência.

Reflitamos:

 – O que o exemplo de Abraão nos ensina?
– Como acolho e vivo a Salvação como dom de Deus? 
 
Com a passagem do Evangelho (Mt 9,9-13), vemos quão misericordioso é o nosso Deus. Jesus nos chama para segui-Lo, pecadores que somos.
 
De fato, Mateus aceitou o convite sem discussão, e o seguiu de forma incondicional, e esta adesão ao chamamento se chama “Fé”.
 
Nisto consiste o caminho do discípulo missionário do Senhor: encontrá-Lo, escutá-Lo, aceitá-Lo e segui-Lo, acolhido e transformado por Sua Misericórdia.
 
Assim Se expressa o Senhor:
 
– “Aprendei, pois, o que significa: ‘Quero misericórdia e não sacrifício’De fato, Eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores” (Mt 9,13).
 
Vejamos o que nos diz o Comentário do Missal Cotidiano:
 
Deus foi sempre o grande incompreendido por parte dos homens. Incompreendido em Seu agir, em Suas intervenções, incompreendido em Seu silêncio, incompreendido em Suas exigências e em Sua lei.
 
Mas a incompreensão maior e mais estranha refere-se à Sua misericórdia. É a incompreensão de quem não crê na misericórdia de Deus, de quem tem medo d’Ele, de quem treme ao pensar em comparecer à Sua presença, e foge do mal unicamente para evitar os Seus castigos...”.
 
Quem souber viver a misericórdia para com o próximo, na sincera e frutuosa prática da acolhida, do perdão, superação, compreenderá o Coração de Deus.
 
Deste modo, saboreará a mais bela e pura alegria, que nasce do perdão dado e recebido.
 
Como discípulos missionários do Senhor, não podemos permitir que o ódio, o rancor, o ressentimento fossilizem ou criem raízes nas entranhas mais profundas do coração.
 
Jamais permitir que a obscuridade ao outro deva ser para sempre imposta pelo seu erro, tropeço, falha.
 
Urge compreender, na exata medida, o erro cometido, sem nada acrescentar, e ter também a maturidade de se colocar no lugar do outro, porque todos somos passíveis de erros.
 
Isto é possível quando nosso coração de pedra se transforma em um coração de carne, terno e manso, para que nele Deus possa frutuosa e ricamente fazer Sua morada.
 
Tão somente assim, tendo os mesmos sentimentos do Senhor Jesus (Fl 2,5), teremos a possibilidade de novas ações, formando e gerando Cristo em nós e no outro, sempre impelidos pelo Amor de Deus derramado em nossos corações pelo Espírito Santo (Rm 5,5).
 
Nisto consiste a edificação de uma Igreja Sinodal: caminharmos todos juntos, vivendo e comunicando a misericórdia, em permanente atitude missionária, sobretudo nas periferias existenciais, como nos fala o Papa Francisco.
 
Reflitamos:
 
- Qual a consistência do nosso amor por Jesus, como Seus discípulos missionários?
- Como Igreja Sinodal, como testemunhar a Misericórdia Divina que se destina a todos os povos?


- Como vivemos a radicalidade no seguimento de Jesus: conversão e misericórdia?
- Como se dá o encontro, escuta, acolhida e seguimento do Senhor, que nos chama apesar de sermos pecadores?
 
 
 
Oremos:
 
Quem poderá compreender o Vosso coração, Senhor?
 
Ó incompreendido amor de Deus, que questiona o amor humano, tão pequeno, quantificável, porque limitado, medido, calculado, com parcimônia por vezes comunicado.
 
Ó incompreendido amor de Deus, que o nosso assim também o seja.
 
Ensinai-nos, que o amor não é para ser compreendido, amor é para amar, simplesmente; sem teorias, explicações, racionalizações.
 
Ajudai-nos a viver o Amor de Cruz, que ama, acolhe, perdoa, renova, faz renascer e rompe a barreira do aparentemente impossível.
 
O amor vivido no extremo da Cruz, que foi, é e será para sempre o verdadeiro amor.
 
Amor tão incompreendido, mas tão necessário e desafiador para a humanidade em todo tempo.
 
Amor que, se vivido, nos credencia para a eternidade de Deus, que é a vivência e mergulho na plenitude de Seu amor, luz, alegria, vida e paz. Amém.
 
 Ps: Apropriado para o dia 21 de setembro, quando celebramos a Festa do Apóstolo e Evangelista São Mateus

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