sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Em poucas palavras... (XXIIIDTCA)

                                                 


Peregrinos da esperança e a correção fraterna

Vivamos a correção fraterna na comunidade, a fim de que seja um lugar do perdão, da reconciliação, de modo que todos os seus participantes, se esforcem pela necessária conversão, na edificação de uma comunidade de fé credível e testemunha do Cristo Ressuscitado, unidas sempre pela graça e força da oração.

A Igreja não é a comunidade dos puros e santos, mas daqueles que se empenham incansavelmente para alcançar a pureza e santidade,  contando sempre com a graça e misericórdia divinas.

 

(1)    Cf. Mt 18,15-20


Indefinibilidade do amor... (XXIIIDTCA)

                             

Indefinibilidade do amor... 

Assim conclui a reflexão do Missal Cotidiano, quando se proclama o trecho da Carta de São Paulo aos Romanos (Rm 13,8-10):

“O amor não se define, vive-se. Importa amar para ver claro. E se quisermos que algum outro veja claro, a única estratégia eficiente é amá-lo sem condições, como a nós mesmos. Deus é Aquele que ama primeiro: ama-nos antes de nós mesmos...”

Lembramos as Palavras do Apóstolo aos Romanos: ”A caridade é a plenitude da lei” (Rm 13,10).

Também somos enriquecidos pelo seu memorável texto sobre o amor, que encontramos na Primeira Carta aos Coríntios 13.

Um texto indiscutivelmente inspirador de tantos outros, para cristãos ou não.

Remete-nos a Luís Vaz de Camões (1524-1580), grande poeta da língua portuguesa e sua ímpar poesia:

               “Amor é fogo que arde sem se ver;          
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;

É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;

É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?”


Lembramos “Monte Castelo”, do grupo Legião Urbana, que fez uma releitura musical dos textos acima!

Bíblia, poesia e música: que nossa alma se eleve para amar, sem procura de definições conceituais.

Amar na bela e plena medida como Cristo amou e nos ama...
Amor não se define, vive-se!

Contemplemos o amor que se concretiza
Em múltiplas expressões e relações.

Contemplemos o amor que se eterniza
Em versos, sonetos e belas canções.

Contemplemos o amor que nos eterniza,
Porque condição e meta do existir.

Contemplemos o amor, que nos nutre
E fortalece para tudo que há de vir!

Ah! indefinibilidade do amor!
Ah! inesgotabilidade do amor!

Sobretudo o amor de Nosso Senhor!
que possui o mais belo esplendor! Amém.

Correção fraterna é obra de amor (XXIIIDTCA)

                                                            

Correção fraterna é obra de amor

Reflitamos sobre a prática do perdão na vida da comunidade, como expressão da misericórdia divina, que nos envolve, renova e nos recria.

Somos eternos aprendizes da misericórdia divina e da prática da correção fraterna. Por isso, é oportuna a reflexão que nos é oferecida pelo Missal Dominical.

A passagem do Evangelho: Mt 18,15-20:

“...segue imediatamente a narrativa da Parábola da ovelha desgarrada, da qual se toma uma aplicação concreta. Se um irmão cometeu uma falta, deve fazer-se em primeiro lugar a correção pessoal; se não escuta, é necessário chamar em auxílio algumas testemunhas; em terceira instância, convém referir à comunidade; e se não ouve nem esta, deve-se, só então, considerá-lo como um pagão ou publicano, isto é, como um excomungado”.

Evidencia-se, no contexto do Evangelho, o convite à misericórdia e ao perdão:

“Não se trata tanto de uma ‘excomunhão’, mas da constatação de que, apesar do recurso a todos os meios possíveis para a reconciliação e o diálogo fraterno, não há no irmão a vontade eficaz de comunhão e conversão.

E, no entanto, convém lembrar que a Igreja conserva o direito de pronunciar-se contra os pecadores contumazes, para não prejudicar a comunidade, e com o fim de fazer o pecador entrar em si e converter-se. Assim se pronunciou Paulo a respeito do incestuoso de Corinto (1 Cor 5,5-6).

A práxis penitencial da Igreja primitiva testemunha a grande seriedade e coerência do esforço da conversão. O pecador só encontra o perdão de Deus na redescoberta da Sua misericórdia atuando na Igreja, especialmente na assembleia eucarística que torna atual a redenção de Cristo.

É, sobretudo no Sacramento da Penitência que a Igreja exerce e exprime a misericórdia e o perdão de Cristo; mas para muitos cristãos, infelizmente, o próprio sinal sacramental da reconciliação se tornou vazio e insignificante. O Sacramento é reduzido a gesto mágico, repetido por hábito.

Um dos aspectos que mais preocupam na atual práxis penitencial está na ruptura entre sinal sacramental e experiência da comunidade cristã”.

É preciso retomar e aprofundar o significado comunitário da penitência:

“O que dificulta a aplicação concreta dos temas contidos nas Leituras bíblicas às assembleias eucarísticas dominicais é o fato, já aceito por todos, de que em geral essas assembleias não são verdadeiras comunidades.

Isto é, falta uma verdadeira relação pessoal entre os membros, pela qual cada um se sinta responsável diante dos irmãos. Por isso, ao ensinamento da correção fraterna, do perdão pedido à comunidade e não só a Deus, falta um suporte sociológico importante.

Será preciso que se aproveitem pelo menos os elementos do rito (pedido de perdão recíproco no rito penitencial da Missa e abraço da paz), para fazer captar as riquezas da práxis penitencial da Igreja.

A confissão, além de ser conversão a Deus, é sempre também reconciliação com os irmãos; reintroduz-nos na Igreja; de membros mortos tornamo-nos membros vivos, ativos e responsáveis.

Devemos redescobrir o sentido comunitário do pecado e, portanto, da penitência; ela é o Sacramento em que toda a comunidade cristã reconstitui, sob a ação de Cristo, a unidade rompida.

Uma comunidade de amor, entre os homens, é sempre uma comunidade de reconciliação e de correção fraterna. A comunhão perfeita jamais é uma posse já adquirida; é uma conquista contínua, um dom a implorar do alto”

Na prática da misericórdia, em expressão concreta da correção fraterna, não pode ser olvidado o encorajamento para que se trilhe um novo caminho, possibilitando àquele que foi perdoado a se tornar melhor.

O perdão de Deus vivido autenticamente nos faz melhores, mais conformes aos Seus desígnios de santidade para todos nós:

“Mas o verdadeiro amor, o perdão autêntico, não deixa as pessoas como são, com seus defeitos e suas limitações. Amar um irmão significa ajudá­-lo a ‘crescer’ em todos os níveis, querer concretamente sua ‘libertação’ daquilo que é defeituoso e mau, lutar por sua plena humanização.

Por isto, corrigir é obra de amor; nunca é extinguir energias e entusiasmos; é coisa muito diferente da crítica. Juntamente com a correção fraterna, o cristão faz largo uso do encorajamento. As pessoas esperam dos outros algo diferente de um dom material; esperam que os outros se lhes tornem próximos, que entrem em contato com elas, percebam que elas existem, e lhes digam tudo isso.

Nada é tão encorajador como a atenção vigilante, o respeito não puramente formal, a palavra inesperada de congratulação, se não forem fórmulas vazias de rito ou expressões convencionais. O encorajamento, como a correção, é uma das muitas facetas da caridade”

Desde o princípio, as comunidades tiveram que aprender a lidar com o pecado, ou melhor, a vivenciar a prática da misericórdia e do perdão para com o pecador, uma vez que a comunidade é formada por pecadores que somos.

A comunidade daqueles que professam a fé no Senhor, não é a comunidade dos que se pretendem perfeitos, impecáveis, mas daqueles que reconhecem sua condição pecadora, e também do próximo, e, aprendizes do Divino Mestre da Misericórdia, permanecem em contínuo aprendizado da correção fraterna, vivendo o perdão como uma obra de amor.

Amados e perdoados por Deus para amar e perdoar, como nos disse o Senhor na bela Oração do Pai Nosso.


PS: Missal Dominical – Editora Paulus - pág. 793-794

O Perdão Divino cura as feridas de nosso pecado (XXIIIDTCA)

                                                             

O Perdão Divino cura as feridas de nosso pecado

Sejamos enriquecidos e iluminados com as palavras do Bispo Santo Agostinho (séc. V). 

Trata-se de um comentário ao Salmo 31, muito oportuno para refletirmos sobre nossa condição limitada, pecadora, necessitada de misericórdia e cura divina.

Se não reconhecemos nossa condição pecadora é como um paciente que “indo ao médico para ser curado, perdesse o juízo e a consciência e mostrasse os membros sadios, ocultando os enfermos. Deus é quem deve vendar as feridas, não tu; porque se, por vergonha, queres ocultá-las com bandagens, o médico não te curará. Deves deixar que seja o médico quem te cure e pense as feridas, porque ele as cobre com medicamentos.

Enquanto com as bandagens do médico as chagas se curam, com as bandagens do doente ocultam-se. E a quem pretendes ocultá-las? Àquele que conhece todas as coisas”.

A procura do perdão no Sacramento da Penitência exigirá de nós, antes de tudo, reconhecimento, tomada de consciência do mal, do pecado que realizamos. Somado a isto o arrependimento, a contrição, o bom propósito de correção e superação.

É preciso que compreendamos a beleza do Sacramento da Penitência instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo em várias passagens do Evangelho:

1.º Contrição – A palavra “contrição” significa fratura ou despedaçamento, como quando uma pedra é esmagada e reduzida a pó.  Trata-se de um desgosto da alma, pelo qual se detesta os pecados cometidos e se propõe não os tornar a cometer no futuro. Dá-se o nome de contrição à dor dos pecados, para significar que o coração duro do pecador se despedaça pela dor de ter ofendido a Deus.

2.º Confissão é o momento da acusação distinta dos nossos pecados ao confessor (Sacerdote), para dele recebermos a absolvição e a penitência. Chama-se também acusação porque não deve ser apenas uma narração indiferente, mas uma verdadeira e dolorosa manifestação dos próprios pecados.

3.º Satisfação – é a boa oração ou outra boa obra que o confessor apresenta ao pecador em expiação dos seus pecados.

4.º Absolvição – É o momento que o Sacerdote, através de fórmula própria, pronunciada em nome de Jesus Cristo, absolve e perdoa o pecador.

Tendo oportunidade, como nos ensina a Igreja e a fé que professamos, procuremos  um Presbítero para uma frutuosa confissão de nossos pecados. 

O pecado nos fragiliza, o perdão nos cura e renova.

Reconheçamos, pois, nossa condição pecadora!


A necessária reconciliação (XXIIIDTCA)

                                             


A necessária reconciliação

               “Não descanse se não te reconciliaste com o teu irmão”

Sejamos enriquecidos pelos escritos de Santo Isidoro de Sevilha, Doutor da Igreja (séc. VII), sobre a reconciliação.

“Dá satisfação ao teu irmão se o contristar em alguma coisa. Arrepende-te em sua presença se pecares contra ele; e se ofendeste alguém, torna-o favorável com tua súplica. Corre velozmente para a reconciliação por tua ofensa e pede com prontidão o perdão necessário...

Não durmas se não voltaste a ficar em paz, não descanse se não te reconciliaste com o teu irmão. Chama-lhe com rapidíssimo afeto de dileção. Faz-lhe voltar à graça com humildade; prostra-se diante dele com vontade submissa e com espírito suplicante pede-lhe perdão...

Concede de boa vontade o perdão a quem te peça, como tua indulgência a quem a solicite; despede com suavidade e abraça imediatamente aquele que se reconcilia contigo. Ao que volta a ti, recebe-o prontamente com benigna caridade. Perdoa, para que se perdoe a ti; desculpa, para que sejas desculpado.

Não te portes com aquele que peca contra ti segundo a sua culpa, sabendo que também contra ti acontecerá o juízo, e não te concederá indulgência se não a deste. E se ele não te suplica, se não pede que se lhe perdoe, se não sofre a humilhação do pedido, se não reconhece seu pecado devido a sua má consciência, tu cedes de coração, perdoa de boa vontade, sê graciosamente indulgente, e concede o perdão por tua própria vontade...

Não guardes dor em teu coração, nem a reproduzas em teu espírito; tira de ti a ofensa fraterna e não conserves mal-estar pela maldade alheia. Porque o ódio separa o homem do Reino de Deus, lhe afasta do céu, lhe precipita do paraíso, não se apaga com sofrimentos, nem se expia com o martírio, nem desaparece com derramamento de sangue.”

Oportuna a reflexão para nos ajudar nas reconciliações necessárias, dentro ou fora dos espaços da comunidade.

Voltemo-nos para as palavras do Senhor no Evangelho de Mateus (Mt 5,23-24):

“Portanto, se estiveres para trazer a tua oferta ao altar e ali te lembrares de que o teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa a tua oferta ali diante do altar e vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e depois virás apresentar a tua oferta”

Concluindo, ressoe em nosso coração também as palavras do Apóstolo Paulo aos Efésios:

“Não pequeis. Que o sol não se ponha sobre o vosso ressentimento. Não vos exponhais ao diabo.” (Ef 4,26-27).

 

(1) Lecionário Patrístico Dominical – Editora Vozes – 2013 – pág. 209

Correção fraterna na prática da misericórdia (XXIIIDTCA)

                                     


Correção fraterna na prática da misericórdia

A Comunidade do Ressuscitado deve viver a misericórdia expressa no amor para com outro, fazendo de tudo para resgatá-lo de seu pecado, para fortalecimento dos vínculos fraternos.

A Igreja há de ser por excelência uma comunidade de amor, marcada pela comunhão fraterna, no entanto,  por causa da condição humana, das fraquezas, os pecados também nela se fazem presentes.

Não há Igreja onde reine a suprema perfeição, por isto a necessidade da prática da misericórdia para renovar as pessoas, fortalecer os laços de fraterna amizade; afinal, somos um só Corpo, um só Espírito.

Já no Antigo Testamento, o Profeta Ezequiel nos convidava a sermos como que sentinelas para com o nosso próximo, caso este tenha errado; vigilantes para os sinais que possam destruir a vida do Povo de Deus.

É preciso ser vigilantes na misericórdia que edifica, sem a indiferença e a apatia diante do erro; e deste modo, sentinelas do Senhor seremos quando nos tornamos Seus preciosos instrumentos de bondade e reconciliação (Ez 33,7-9).

Oportunas as palavras do Apóstolo Paulo aos Romanos (Rm 13,8-10), que afirma: “A caridade é o pleno cumprimento da Lei” e que “não devemos ficar devendo nada um ao outro a não ser o amor mútuo”.

Devemos desejar a perfeição no pleno cumprimento da Lei, empenhando-nos no fortalecimento da comunhão, e procurar os caminhos de correção e superação dos conflitos, sem jamais ferir ou esquecer a prática da caridade, como expressão da misericórdia.

Vivamos a caridade, a plenitude da Lei! (XXIIIDTCA) (1)

                                                    

Vivamos a caridade, a plenitude da Lei!

Para o Apóstolo Paulo, a morte não teve sua última palavra. O Amor que nos amou até o fim venceu. A vida venceu a morte, a fim de que a humanidade nunca mais fique mergulhada na escuridão.

O abismo da morte recebeu a visita do Redentor, para que fizesse triunfar a Sua missão.

Celebra-se o mais belo triunfo: a vitória do amor. A partir da Páscoa, a Lei se condensa no amor; no amor aprendido com o Amor: Jesus.

Ele que fez dom de Si mesmo, num amor incondicional até o extremo: Amor misericordioso, vivido intensamente na fidelidade ao Pai, sob a ação do Espírito na defesa e promoção da vida, portadora da sacralidade divina.

Paulo nos exorta a “Viver a Caridade, que é a plenitude da Lei”, a plenitude do Amor (Rm 13,8-10). Quem ama cumpre plenamente a Lei.

O próprio Jesus nos disse: “ninguém tem amor maior do que Aquele que dá a vida pelos Seus amigos”  (Jo 15,13).

Quanto mais progredirmos no amor de Deus, mais humanos nos tornaremos. O caminho da humanização passa pela prática do amor, concretizada no Amor a Deus e no amor ao próximo.

Santo Irineu disse: “Deus Se fez humano para que nos tornássemos divinos…”

E, como disse Santo Agostinho: “Ame e faça o que quiseres”.

A Cruz teve aparência de derrota, na perspectiva da fé é vitória. Jesus morrendo, matou em Si a morte e, nós, por Sua morte somos libertados da morte.

Assumir a cruz de cada dia é contemplar e testemunhar o Amor da Trindade ali presente: Um Deus (Pai) que é eterno Amante, fiel ao eterno Amado (Jesus) em comunhão com o eterno Amor (Espírito Santo), como também nos falou Santo Agostinho.

Somente trilhando O Caminho, acolhendo A Verdade, teremos A Vida; vida plena e abundante, nutrida e movida pela caridade, que consiste na expressão madura da liberdade.

Verdade, caridade e liberdade devem nos acompanhar em todo tempo, para que a alegria da Ressurreição celebrada no Altar possa o mundo contagiar. Eis a Boa Nova a anunciar, testemunhar:  “Naqueles dias, Jesus foi à montanha para orar e passou a noite inteira em Oração a Deus. Depois que amanheceu, chamou os discípulos e dentre eles escolheu doze, aos quais deu o nome de Apóstolos” (Lc 6,12-13).

O Verbo, na montanha, passou a noite inteira em Oração…
Ao amanhecer chama os Seus…

Contemplemos esta noite memorável.

Reflitamos:

-  Quais teriam sido as Palavras do Filho dirigidas ao Pai?
-  Quais teriam sido as Palavras do Pai dirigidas ao Filho?

Lá estava também O Espírito, como elo de Amor, comunicação do Pai e do Filho.

Montanha, lugar da manifestação do Deus, que é diálogo, discernimento, intimidade, recolhimento…

Montanha, lugar da comunicação, da abertura, da proximidade, Palavra de Luz para todo momento.

Planície, lugar aonde Jesus e os Seus escolhidos desceram, para levar a Palavra, cura, libertação, paz, vida nova e alegria; sinais do Reino que se anuncia, que a tudo se renuncia, no fiel seguimento, inaugurando novo dia…

Planície, lugar aonde Jesus e os Seus escolhidos desceram, para proclamar ao mundo o Projeto das Bem-Aventuranças, Caminho da plena felicidade, que se contrapõe aos planos de uma velha humanidade…

Na Escola do grande Mestre, temos muito a aprender com aqueles que fizeram da Oração o Alimento indispensável da existência, lâmpada para a escuridão da noite, Estrela que se vislumbra em cada amanhecer até o escurecer.

Aprendamos com aqueles que descobriram a vitalidade da Oração, não como evasão do tempo presente, mas como inserção no mesmo.

Que o amor aprendido com o Amor, que nos amou até o fim, Jesus, possamos viver.

Ao Amor que se renova na Fonte do Amor, renovemos o nosso testemunho mais intenso, ardoroso e com vigor!

Jesus, o Amor que cura, salva e liberta. Amor que se vivido, é verdadeiramente o cumprimento alegre e rejuvenescedor de toda Lei, porque se nutre da Fonte do Amor que Se nos revela em todo o Seu esplendor. Amém! 

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