sexta-feira, 28 de agosto de 2026
Sejam nossas palavras temperadas com sal
Em poucas palavras...
Fortaleçamos os vínculos da caridade
“Deus eterno e onipotente, que reunis os Vossos fiéis dispersos e os conservais na unidade, olhai com bondade para todo o Povo de Cristo, para que vivam unidos pela integridade da fé e pelo vínculo da caridade todos aqueles que foram consagrados pelo mesmo Batismo”. (1)
(1) Lecionário Comentado – Volume Quaresma/Páscoa – Editora Paulus – 2011 – p.638
Em poucas palavras...
Pecados que bradam ao céu
“A tradição catequética lembra também a existência de «pecados que bradam ao céu».
Bradam ao céu: o sangue de Abel (Gn 4,10); o pecado dos sodomitas (Gn 18,20; 19,13); o clamor do povo oprimido no Egito (Ex 3,7-10); o lamento do estrangeiro, da viúva e do órfão (Ex 20,20-22); a injustiça para com o assalariado (Dt 24,14-15; Tg 5,4).” (1)
(1) Catecismo da Igreja Católica – parágrafo n. 1867
Impermeabilidade...
Em poucas palavras...
“Mas é Deus que primeiro chama o homem...”
“Mas é Deus que primeiro chama o homem. Muito embora o homem se esqueça do seu Criador ou se esconda da sua face, corra atrás dos ídolos ou acuse a divindade de o ter abandonado, o Deus vivo e verdadeiro chama incansavelmente cada pessoa ao misterioso encontro da oração.
Na oração, é sempre o amor do Deus fiel a dar o primeiro passo; o passo do homem é sempre uma resposta. A medida que Deus Se revela e revela o homem a si mesmo, a oração surge como um apelo recíproco, um drama de aliança.
Através das palavras e dos atos, este drama compromete o coração e manifesta-se ao longo de toda a história da Salvação.”
(1) Catecismo da Igreja Católica – parágrafo 2.567
Vivamos na luz
Vivamos na luz
Na passagem da Carta de Paulo aos Efésios (Ef 5,8-14), o Apóstolo nos coloca frente a uma escolha: luz ou trevas.
Viver na luz significa viver a bondade, a justiça e a verdade; mais ainda, consiste na acolhida do dom da Salvação que Deus nos oferece gratuitamente, aceitando e vivendo a vida nova que Ele nos propõe (viver na liberdade como filhos de Deus e irmãos uns dos outros).
De outro lado, viver nas trevas consiste em pautar a vida pelo egoísmo, orgulho e autossuficiência; viver à margem de Deus, e, consequentemente, recusar Suas propostas; prisioneiro das próprias paixões, dos falsos valores.
Ser batizado e viver como filhos da luz, portanto, não nos permite cruzar os braços diante da maldade, do egoísmo, da injustiça, da exploração, dos contravalores que a sociedade propõe, tornando menos bela a vida da humanidade.
Viver como filhos da luz exige que descruzemos os braços, abramos o nosso coração e nossas mãos, em alegres e solícitos gestos de partilha e solidariedade. Incomodar-se permanentemente com a escuridão do mundo, procurando todas as formas para torná-lo luminoso. Eis a nossa missão como batizados, discípulos missionários do Senhor.
Em poucas palavras...
Iluminados pelo Livro dos Provérbios
“Temos necessidade de planificar, fazer projetos, o que requer reflexão antes de agir, estudo dos fins e dos meios, para não ficarmos a meio caminho... de mãos vazias (Pr 21,5).
Não fechar os ouvidos ao grito do pobre (Pr 21,13) significa ser aberto à situação de outrem, capaz de tomar a peito a justiça e o amor, assemelhar-se a Deus.” (1)
(1) Comentário do Missal Cotidiano – Editora Paulus – pág. 1301







