domingo, 5 de julho de 2026

Em poucas palavras... (XIVDTCA)

 


“Cremos na Ressurreição da carne”

“Nós cremos e esperamos firmemente que, tal como Cristo ressuscitou verdadeiramente dos mortos e vive para sempre, assim também os justos, depois da morte, viverão para sempre com Cristo ressuscitado, e que Ele os ressuscitará no último dia (Jo 6,39-40). 

Tal como a d'Ele, também a nossa ressurreição será obra da Santíssima Trindade:

«Se o Espírito d'Aquele que ressuscitou Jesus de entre os mortos habita em vós, Ele, que ressuscitou Cristo Jesus de entre os mortos, também dará vida aos vossos corpos mortais, pelo seu Espírito que habita em vós» (cf. Rm 8, 11; 1 Ts 4,14; 1 Cor 6,14; 2 Cor 4,14; Fl 3,10-11).

 

 

(1) Catecismo da Igreja Católica – parágrafo 989

Que ela nos ensine a mergulhar no Coração de Jesus! (XIVDTCA)

                          

Que ela nos ensine a mergulhar no Coração de Jesus!

A Monja Santa Margarida Maria Alacoque nasceu em 1647 e morreu em 1690, e foi grande inspiradora da devoção ao Sagrado Coração de Jesus que há muito já fazia parte da tradição da Igreja. Para que o Movimento do Apostolado da Oração fosse espalhado pelo mundo inteiro, a ela pode-se creditar boa parte.

Com sua colaboração, devido às revelações recebidas, contemplamos a estreita relação entre o Sagrado Coração de Jesus e a Eucaristia, de modo que a devoção ao Sagrado Coração de Jesus leva,  inevitavelmente, ao fortalecimento da fé, esperança e caridade.

O coração é um dos modos para falar do infinito Amor de Deus pela pessoa humana, obra de Sua criação, fruto do Seu amor, nascido das entranhas de Seu coração, e da mesma forma redimidos pela Água e Sangue que do Seu coração jorrou abundantemente. Não há dúvida de que este Amor encontra seu ponto alto com a vinda de Jesus.

A devoção ao Sagrado Coração de Jesus tem a sua origem na própria Sagrada Escritura.

No Antigo Testamento encontramos: Ezequiel 34,11-16: Deus cuida do Seu rebanho; Ezequiel 11,19-20: Tirarei o coração de pedra e colocarei um coração de carne.

Outras passagens do Novo Testamento:
Mateus 11,25-30: Jesus é manso e humilde de coração;
Lucas 15: O coração de Deus é fonte de Misericórdia.

Dois momentos fortes do Evangelho merecem ênfase:

O gesto de São João, discípulo amado, encostando a sua cabeça em Jesus durante a última ceia (cf. Jo 13,23); e na Cruz, onde o soldado abriu o lado de Jesus com uma lança (cf. Jo 19,31-37): O Coração de Jesus é transpassado pela lança e jorra Sangue e Água: Sacramentos da Igreja – Batismo e Eucaristia.

No primeiro, o consolo pela dor da véspera da Sua morte, e no outro, o sofrimento causado pelos pecados da humanidade.

Estes dois exemplos do Evangelho nos ajudam a entender o apelo de Jesus feito em 1675 a Santa Margarida Maria Alacoque:

“Eis este Coração que tanto tem amado os homens... não recebo da maior parte senão ingratidões, desprezos, ultrajes, sacrilégios, indiferenças...

... Eis que te peço que a primeira sexta-feira depois da oitava do Santíssimo Sacramento (Corpo de Deus) seja dedicada a uma festa especial para honrar o meu Coração, comungando neste dia e dando-lhe a devida reparação por meio de um ato de desagravo, para reparar as indignidades que recebeu durante o tempo em que esteve exposto sobre os altares...

... E prometo-te que o meu Coração se dilatará para derramar com abundância as influências de Seu Divino Amor sobre os que tributem esta divina honra e que procurem que ela lhe seja prestada.”

O Papa São João Paulo II sempre cultivou esta devoção, e a incentiva a todos que desejem crescer na amizade com Jesus. Em 1980, no dia do Sagrado Coração, afirmou:

“Na solenidade do Sagrado Coração de Jesus, a liturgia da Igreja concentra-se, com adoração e amor especial, em torno do Mistério do Coração de Cristo. Quero hoje dirigir juntamente convosco o olhar dos nossos corações para o mistério desse Coração. Ele falou-me desde a minha juventude. Cada ano volto a este mistério no ritmo litúrgico do tempo da Igreja.”

Uma devoção autêntica ao Coração de Jesus faz brotar no coração santas atitudes e compromissos:

Crescimento notável do amor pela Igreja; os pequenos e pobres têm lugar todo especial; procura-se alimentar constantemente do amor de Deus, de modo privilegiado na Eucaristia; há a necessidade do recolhimento, do silêncio diante do Augustíssimo Sacramento; fortalecimento do profetismo; torna-se imperativo o engajamento nas diversas pastorais e movimentos; empenho decidido na participação da construção de um Mundo Novo; não se contentar em ter Deus dentro do coração apenas, mas estar sempre dentro do coração de Deus; tornando-se autêntico e apaixonado discípulo missionário do Senhor.

Finalizando, o Coração de Jesus é o templo do Espírito Santo que faz de nós também Seu templo – somos templos do Espírito Santo. Num mundo marcado muitas vezes pela frieza, indiferença e anonimato o Coração de Jesus é para nós fornalha ardente de caridade.

Urge fazer o nosso coração semelhante ao Coração de Jesus, aperfeiçoando e aprofundando a prática do Mandamento do Amor; intensificando nossa devoção e contemplação do Coração de Jesus; aprofundando nossa espiritualidade essencialmente Eucarística e, porque não dizer, participando do Apostolado da Oração.

A devoção ao Sagrado Coração é o empenho no pleno cumprimento da Lei maior do Amor de Deus que é o amor a Ele e ao próximo, somente assim estaremos no Coração de Deus e Ele em nosso coração. 

PS: Santa Margarida Maria Alacoque - Memória celebrada dia 16 de outubro

Enviados em missão... (XIVDTCC)

                                                      

Enviados em missão...

A Liturgia do 14º Domingo do Tempo Comum (ano C) nos convida a refletir sobre o envio que Jesus faz dos Seus discípulos e as exigências da missão evangelizadora.

Na passagem da primeira Leitura (Is 66, 10-14c), refletimos sobre a missão dos discípulos de serem portadores da paz, da vida e da esperança de um mundo novo.

O Profeta, mesmo numa situação difícil em que o Povo de Deus se encontrava (martirizado, sofrido e angustiado), tem palavras de confiança e esperança.

Apresenta a ação divina com imagens de fecundidade e vida; somente Deus pode oferecer ao seu povo o “shalom”, ou seja, saúde, fecundidade, prosperidade, amizade com Ele e com os outros, a felicidade total.

O Profeta tem sempre uma palavra que convida à alegria. Deus age por meio dele. Também nós somos Profetas, a voz de Deus num mundo também marcado pelo sofrimento, angústia, dores, prantos e morte.

Ontem e hoje, vivendo a vocação profética, somos convidados a superar o medo e a angústia e sentir a presença e a força de Deus conosco, não nos curvando diante dos temores que nos paralisam.

É oportuno nos questionarmos sobre a mensagem que temos a oferecer, como Igreja e Profetas do Reino, neste contexto.

O Apóstolo Paulo, na passagem da segunda Leitura (Gl 6,14-18), nos exorta ao testemunho radical que passa pela cruz, para alcançarmos a glória, e assim possa nascer a vida do Homem Novo em nós:

Só gerados e alimentados por essa fonte é que poderemos ser novas criaturas. No que diz respeito, Paulo declara que no centro da sua glória não está a observância rigorosa da Lei, mas Cristo Crucificado” (Lecionário Comentado - pág. 669).

Com a passagem do Evangelho (Lc 10,1-12.17-20), refletimos sobre a nossa missão de sermos continuadores da missão de Jesus.

Pelo Batismo todos somos chamados a anunciar a alegria do Reino de Deus, não obstante as dificuldades que possam surgir. 

O comentário do Missal Dominical é enfático ao afirmar: “... Não há missão sem perseguição, sem sofrimento e sem Cruz.

A Cruz pelo Reino de Deus, aceita com amor, é o sinal da vitória sobre o mal e a morte...

O que o Senhor nos pede é a fidelidade a Ele, à Sua mensagem e ao Seu estilo de anúncio. Não nos garante o êxito” (pp. 1169-1170).

Jesus envia 72 discípulos, de dois em dois, pois a ação é comunitária, e apresenta a eles algumas exigências e advertências:

Ø    Haverá dificuldades;
Ø    Viver a pobreza, confiando tão apenas na providência divina;
Ø    Crer na força libertadora da Palavra de Deus;

Ø    A urgência da missão (não pode haver perda de tempo);
Ø    Dedicar-se totalmente à missão;
Ø    Ser portador da paz;

Ø    Combater contra o mal que se contrapõe ao Reino de Deus;
Ø    Exultar de alegria por terem os nomes inscritos no céu, no livro da vida.

Concluindo, é preciso que o discípulo missionário confie na Palavra de Deus, com desprendimento, coragem, ousadia, confiante na providência de Deus e paixão por Ele, e carregando a cruz cotidiana, pois somente Cristo interessa para nossa Salvação, de modo que nossa identificação com Ele se dará na intensidade que amarmos como Ele nos ama.

Reflitamos:

Ø  Qual é a nossa fidelidade à missão que Deus nos confia?
Ø  Quanto nos empenhamos para que percebam em nós a alegria da chegada do Reino de Deus?

Ø  Percebem as pessoas que somos prisioneiros do mais belo Amor, Jesus Cristo, marcados pelo sinal da Cruz, como expressão do amor radical, da liberdade, da vida, doação e serviço?

Ø  Como viver mais intensamente a missão, por Deus, a nós confiada?
Ø  Em quem depositamos nossa confiança e esperança?

Retomo as palavras do Papa São Paulo VI: “O homem contemporâneo escuta com melhor boa vontade as testemunhas do que os mestres, dizíamos ainda recentemente a um grupo de leigos, ou então se escuta os mestres, é porque eles são testemunhas” na Evangeli Nuntianti.

Participando das Mesas Sagradas do Senhor, sejamos iluminados e fortalecidos por Sua Palavra, e revigorados pelo Pão da Imortalidade, para continuarmos com coragem e fidelidade a missão que Ele nos confia. Amém.



PS: Apropriado para o dia 26 de janeiro, ao celebramos a Memória de São Timóteo e São Tito; Festa de São Lucas, no dia 18 de outubro, quando também se proclama esta passagem - Lc 10,1-9.

Apropriadotambém para a quarta-feira da 28ª Semana do Tempo Comum, quando se proclama esta passagem.

Supliquemos ao nosso Salvador, a Testemunha fiel (XIVDTCA)

                                              


Supliquemos ao nosso Salvador, a Testemunha fiel
 
Senhor Jesus, nosso Salvador e Testemunha fiel,
a Vós  que nos remistes com o Vosso divino Sangue 
derramado por amor de nós, 
com coração pleno de confiança,
a Vós nos dirigimos,
e contamos com a intercessão de Vossos mártires, 
que a vida livremente deram, 
no testemunho e proclamação da fé em Vós.
 
Contamos com eles que, seguindo Vossos passos, 
derramaram também o sangue, 
lavando a vestes no Vosso Sangue, 
Vós que sois o Cordeiro de Deus por nós imolado.
 
Dai-nos, Senhor, nós Vos pedimos, 
pureza e constância na fé, 
a fim de que tenhamos a  verdadeira liberdade de espírito
para suportar, com coragem, as dificuldades da vida
e vencer todas as ciladas da carne e do mundo. Amém.
 
Livre adaptação da Oração da Manhã do Tempo Comum – Liturgia das Horas
 


Em poucas palavras... (XIVDTCA)

                                                      


Concedei-nos, Senhor...

Oremos:

“Concedei-nos, Senhor, a sabedoria da Cruz, para que, instruídos pela paixão de vosso Filho, sejamos capazes de sempre levar seu jugo suave. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.” (1) 

(1) Oração das Vésperas 

Em poucas palavras... (XIVDTCA)

                                                                      


“Tudo que Cristo viveu...” 

“Tudo o que Cristo viveu, Ele próprio faz com que o possamos viver n'Ele e Ele vivê-lo em nós. «Pela Sua Encarnação, o Filho de Deus uniu-Se, de certo modo, a cada homem» (GS 22,2). 

Nós somos chamados a ser um só com Ele; Ele faz-nos comungar, enquanto membros do Seu corpo, em tudo o que Ele próprio viveu na Sua carne por nós, e como nosso modelo...” (1)

 

(1) Catecismo da Igreja Católica – parágrafo n.521

Humildade e pequenez diante de Deus (XIVDTCA)

                                                     

Humildade e pequenez diante de Deus

“Eu Te louvo, ó Pai...”

No 14º Domingo do Tempo Comum (ano A), a Liturgia nos apresenta, como mensagem central, um Deus que Se revela na simplicidade, humildade, pobreza e pequenez, que veio ao encontro da humanidade na pessoa de Jesus Cristo, anunciado pelos Profetas e esperado pelo Povo de Deus.

Paradoxalmente, Deus não Se revela no orgulho e na prepotência, como nos fala a passagem da primeira Leitura (Zc 9,9-10): Ele vem como um Rei pobre, com humildade e simplicidade.

A passagem encontra-se no “Deutero-Zacarias”, a segunda parte do Livro, também conhecida como “Segundo Zacarias”, e retrata o período pós-exílio, e anuncia a intervenção e salvação de Deus, a glória futura da Salvação, com forte aceno messiânico: um Messias virá, será Rei, Pastor e o Servo do Senhor.

Um Rei humilde e pacífico virá com força para destruir a guerra e seus instrumentos de morte, e este será o próprio Jesus. 

De fato, Deus sempre Se revela na humildade, pobreza e simplicidade: a fé cristã reconhece em Jesus a personagem profetizada por Zacarias (Mt 21,1-9).

Refletir esta passagem leva o Povo de Deus a perceber que em situações de desencanto, frustração e privação da liberdade, precisa redescobrir o Deus que vem ao seu encontro e restaura a esperança com uma nova lógica (desarmado, pacífico e humilde), em vez da lógica humana (força, guerra, morte, destruição).

Na passagem da segunda Leitura (Rm 8,9.11-13), o Apóstolo Paulo nos fala da vida segundo o Espírito, que consiste na acolhida e vivência das Propostas que Deus nos faz, que nos garante a vida nova e eterna;  de modo que viver na carne significa viver instalado no orgulho, egoísmo e autossuficiência que gera morte. É a antítese explícita que nos acompanha: viver segundo a carne ou segundo o Espírito.

O Apóstolo nos apresenta o Projeto de Salvação de Deus, que nos vem por meio de Jesus e atua pelo Espírito Santo, de modo que os discípulos têm que viver como Jesus e assim alcançarão a Ressurreição. Somente o seguimento de Jesus nos garante a vida plena e definitiva. 

É preciso que o discípulo se abra à ação renovadora e libertadora do Espírito recebida no dia do Batismo, consumindo a sua vida por causas maiores e, sobretudo, pela causa do Reino, vivendo do jeito de Jesus, seguindo com fidelidade Sua Palavra e trilhando Seus passos.

Na passagem do Evangelho (Mt  11,25-30), Jesus louva ao Pai pela Proposta de Salvação que Ele fez à humanidade, mas acolhida apenas pelos pobres e pequenos, que em sua pobreza e simplicidade, sempre disponíveis à novidade libertadora por Deus oferecida.

A Proposta de Jesus encontra acolhida entre os pobres e os marginalizados, os desiludidos com a religião oficial, que os discriminava e os oprimia, como jugo insuportável, porque pesado e desumanizante, pelas leis, entre outras coisas.

“É o que experimentamos em virtude do Batismo que faz de nós homens novos, porque infunde em nós o Espírito que é verdade, vida e força de Deus. É este o ‘jugo suave’ de que fala Jesus (Mt 11,29-30).

O jugo da lei colocado aos ombros dos homens, para submetê-los em vez de libertá-los, não é só aquele de que Jesus acusa os fariseus (os fardos – Mt 23,4), mas é também a proposta cristã quando, em vez de ser mensagem de libertação para quem anda oprimido e humilhado pelo peso do pecado e da morte, se transforma numa quantidade de preceitos e de normas que se devem respeitar perante um Deus juiz severo”. ( 1)

A passagem pode ser divida em três partes:

- O louvor a Deus por ter escondido o conhecimento aos pretensamente sábios e entendidos (vv. 25-26);
- A explicação do que foi escondido e a quem foi revelado (v. 27);
- O convite final: “Vinde a mim...”.

Jesus oferece a libertação da escravidão da Lei, propondo a vida nova marcada pelo Mandamento do Amor a Deus e ao próximo. Somente um coração aberto a Deus e às Suas propostas pode garantir a vida em plenitude, assim como nos falou o Apóstolo Paulo – “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5,1).

Com Jesus temos, portanto, uma reviravolta de valores, em que a força, poder e riqueza cedem lugar para a vida marcada pela simplicidade, doação, humildade, partilha.

É preciso rever nossos julgamentos e comportamentos, ou seja, é preciso que sejamos pobres, simples, humildes, colocando nossas fragilidades nas mãos de Deus, contando com Sua Palavra e força que nos vem do Espírito.

Assim, viveremos na planície do cotidiano o Sermão da Montanha que Jesus proclamou: “Bem-aventurados os pobres em espírito porque deles é o Reino dos céus...” (Mt 5,1-12).

Vivendo assim, estaremos dentro da lógica de Deus que oferece Salvação a todos. Que sejamos pobres em espírito para acolher esta Proposta, renovando concretos compromissos de solidariedade e amor para com os pequeninos, os preferidos de Deus:

“... o verdadeiro conhecimento do Pai, do Deus que é Amor, não pode acontecer senão mediante Jesus, ‘o Caminho’ que nos leva ao Pai”. (2)

Revendo nossas opções, viveremos a opção de Deus pelos pobres, humildes e oprimidos, tornando evidente que a Palavra da salvação é um insistente convite para que percorramos o caminho da humildade verdadeira, do Messias crucificado, ainda hoje “escândalo e loucura” para muitos, como falou o Apóstolo Paulo (1 Cor 1,23).

Oremos:

“Ó Deus, que Vos revelais aos pequeninos e concedeis aos mansos a herança do vosso Reino, tornai-nos pobres, livres e felizes, à imitação de Cristo, Vosso Filho, para levarmos com Ele o suave jugo da Cruz e anunciarmos aos homens a alegria que vem de Vós”. Amém. (3).

(1) (2) Lecionário Comentado – Editora Paulus - Lisboa - p. 660.
(3) Idem p. 661.

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