domingo, 12 de abril de 2026

Quem melhor que Nossa Senhora do Caminho?

                                             



Quem melhor que Nossa Senhora do Caminho?

Ó Deus, rico em misericórdia, a Vós recorremos confiantes e suplicamos, pela gloriosa Virgem Maria, Vossa Mãe e nossa, a quem invocamos como Nossa Senhora do Caminho.

Verdadeiramente Nossa Senhora do Caminho, porque seu coração é imaculado, e jamais conheceu o pecado e a desobediência à Vossa vontade e projetos.

Quem melhor que Nossa Senhora do Caminho para:

- Nos apontar Jesus, o Caminho, a Verdade e a Vida, e nos fazer mergulhar no Mistério profundo e imenso do Coração trespassado e ferido de amor do Seu Amado Filho?

 - Caminhar conosco, e nós, como os discípulos de Emaús, sentirmos arder nosso coração como Seu Amado Filho fez ao revelar as Sagradas Escrituras no caminho e reconhecido no partir do Pão (Lc 24,13-35)?

- Nos ensinar a falar com o coração para que no discipulado vivamos a necessária proximidade, compaixão e ternura, sobretudo com os pobres, Vossos amados e preferidos?

- Nos ensinar o caminho de conversão, para que passemos de um mundo sem coração, para uma civilização do amor, fraternidade e comunhão?

- Nos ajudar a discernir e nos comprometermos com novas posturas e mentalidades para curar a “Terra ferida” pelo nossa arrogância, consumismo e autossuficiência, comprometidos com uma necessária Ecologia integral, onde tudo está interligado?

- Nos ajudar a contemplar os Vossos Mistérios, meditando e guardando tudo no Coração, como assim Ela o fazia, pois olhava com o coração, com olhar da contemplação?

- Nos lembrar e nos ajudar a redescobrir, na era da inteligência artificial, que não podemos nos esquecer que a poesia e o amor são necessários para salvar o humano (Papa Francisco)?

- Nos ensinar a confiar em Seu Filho, que viveu um amor apaixonado, que sofreu por nós, um coração ferido de amor e por nós Se entregou para nossa redenção, e espera tão apenas que sejamos uma resposta ao Seu divino amor, como um mendicante de nosso amor?

- Nos encorajar, como peregrinos da esperança rumo à casa do Pai, mergulhados no Coração de Cristo, a obra prima do Espírito Santo (Papa São João Paulo II)?

- Fazer nosso coração bater em uníssono com seu coração e o com o Sagrado Coração do Seu Filho, o compêndio do Evangelho, para vivermos a ternura da fé e a alegria do serviço, em sagrados compromissos comunitário, social e missionário?

- Firmar nossos passos, para que sejamos discípulos missionários e irradiar as chamas do amor de Cristo, não nos perdendo com discussões secundárias, mas fazendo da vida uma agradável oferenda e sacrifício de louvor a Deus?

- Nos ajudar, para que sejamos enamorados pelo Verbo que Se fez Carne, e a missão nossa de cada dia não seja por obrigação ou dever, mas simplesmente por um amor que nos envolve e nos enche de ternura, que se torna impossível conter?

- Apontar o Caminho, ainda que marcado por renúncias e cruz carregada cotidianamente, com horizonte de eternidade, ela, que jamais nos apontaria caminhos e atalhos do abismo do sofrimento sem esperança Amém. Aleluia!

Medos paralisantes?! Jamais!

                                                     

                                                              

Medos paralisantes?!

Jamais!


Medos que nos submetem à inércia.

Medos que nos fazem inoperantes,

Longe daquilo que mais ansiamos: a própria liberdade,

Por falta de objetivos, submersos na mediocridade.

 

Medos paralisantes?!

Jamais!


Medo do congelamento da ética e dos bons princípios,

Que faz sucumbir vorazmente humanidade e planeta.

Medo que rarefaz as mais belas utopias;

Que faz naufragar belos sonhos e fantasias.

 

Medos paralisantes?!

Jamais!


Medos mórbidos que enfraquecem a luta.

Medos sórdidos que fazem perder o brilho da alma.

Medos que nos apequenam e nos fazem decrépitos.

Medos a serem vencidos, se formos intrépidos.

 

Medos paralisantes?!

Jamais!


Medos que desde o ventre nos acompanham,

Enfrentados, cotidianamente, permitem crescimento,

Com a virtude da fé, divina virtude por Deus concedida,

Exorciza o que nos paralisa, tornando bela a vida.

 

Medos paralisantes?!

Jamais!


Medos existem para serem enfrentados.

Se presente a virtude da fé, última palavra, medo, não será!

Se presente a esperança, mais do que superável;

Concretiza-se a caridade mais que desejável: indispensável!

 

Medos paralisantes?!

Jamais!

Com Ele a Palavra, a última Palavra:

“Não tenhais medo!”

(Mt 10,26-33). 



PS: apropriado para reflexão da passagem do Evangelho de Mateus (Mt 10, 24-33; Mt 14,22-33; Mc 4,35-41; Lc 21,5-19; Jo 6,16-21; Jo 20,19-31) 

Pássaro solitário

                                          

Pássaro solitário

“Espere no Senhor. Seja forte! Coragem!
Espere no Senhor.”
(Sl 27,14)

Como que sem vontade de voar,
Olhar fixo no horizonte do nada,
Por algum tempo, um pássaro ali parado.
E meu olhar fixo nele, à distância

Não queria que ele voasse.
Não por mais um instante.
Aquela solidão, um céu cinza de fundo,
Reportam à solidão de muitos,

Que também fixam o olhar
No horizonte do nada,
Sem mais esperança alguma:
Por que resistir? Melhor se entregar...

A solidão e o pássaro imóvel,
Um breve instante que soou como uma eternidade.
Assim, por vezes, alguém pode se sentir.
Mas é preciso bater asas,

Crer que o céu para sempre cinza, não ficará.
Mais cedo ou mais tarde, voltará o azul,
E também os voos em busca do melhor.
Forças revigoradas, asas bater, voar...

O pássaro e o cinza do céu,
Cenário do cotidiano que me fez pensar:
Se preciso, pousar e silenciar,
Ainda que por um instante.

Se dos olhos tristes lágrimas verterem,
Que não seja expressão de esforços em vão;
De ações multiplicadas inúteis e desgastantes.

O cinza do céu, apenas uma passagem,
Que na vida de todos presente pode estar,
Mas não para sempre, assim cremos.

Viver sem perder a fé e a esperança,
virtudes que se cultivam no coração,
de mãos dadas com a virtude maior:

O amor necessariamente renovado,
Novos céus há que se esperar e buscar...

A solidão e a aparente tristeza do pássaro,
O cinza do céu, o silêncio
O recolhimento, a oração...

Voemos nas asas do Espírito,
Que renova nossas forças,
Comunica graça e paz,

E derrama, copiosamente, o amor divino;
para voos mais altos e para o eterno,
Haveremos de, incansavelmente, buscar.

Amém. Aleluia! Aleluia!

Cremos e caminhamos com o Senhor Ressuscitado (IIDTPA)

                                                              

Cremos e caminhamos com o Senhor Ressuscitado

Na quarta-feira de cinzas, iniciamos o itinerário quaresmal, em que fomos convidados à prática dos exercícios quaresmais (oração, jejum e esmola), a fim de vivermos o Tempo Quaresmal, como tempo de graça e reconciliação com Deus e com os irmãos.

No dia de jejum, no Brasil, iniciamos a Campanha da Fraternidade, a cada ano, com Tema e lema próprios.

No primeiro Domingo da Quaresma (ano A), fomos com Jesus ao deserto, e com Ele aprender e revigorar nossas forças para vencermos as tentações fundamentais da existência humana (ter, ser e poder – acúmulo, privilégios e dominação, respectivamente): aprendemos que nem só de pão vive o homem, mas de toda Palavra que sai da boca de Deus; que somente Deus pode ser adorado.

No Domingo seguinte, subimos com Jesus ao Monte Tabor, e com Pedro, João e Tiago, vimos a manifestação antecipada de Sua glória, diante das testemunhas credíveis (Moisés e Elias), pois Jesus é o pleno cumprimento da Lei e dos Profetas, nestes dois mencionados. Deu esta graça da contemplação de Sua glória, para afastar o escândalo do iminente e aparente fracasso da cruz. Não há Glória sem o mistério da Paixão, morte e Cruz.

Dando mais um passo, aprendemos com a samaritana, naquele diálogo com Jesus à beira do poço de Jacó, que somente Ele, Jesus, tem a água que mata nossa sede, a sede de toda humanidade: sede de amor, alegria, dignidade, vida e paz. E, saciados pelo Senhor, nos tornamos missionários, anunciadores e testemunhas d’Ele, conduzindo muitos outros ao mesmo encontro e graça.

No quarto Domingo, Jesus cura o cego de nascença se revelando como a luz da humanidade. Somente Ele pode curar “nossas cegueiras”, nos introduzir na luminosidade divina. Somente pode nos comunicar o Seu Espírito, colírio para a nossa fé. Bem expressou o Bispo Santo Agostinho: “Os nossos olhos, irmãos, são agora iluminados pelo colírio da fé”.

No quinto Domingo da Quaresma, Jesus ressuscita seu amigo Lázaro, revelando-se como aquele que tem poder sobre a morte: “Eu sou a Ressurreição e a vida. Quem crer em mim, ainda que esteja morto, viverá” (Jo 11,25). Somente Jesus pode nos desatar nossas ataduras, nos fazer verdadeiramente livres, nos tirando dos “sepulcros” de tantos nomes, e nos conduzir devolver a vida e a liberdade.

Iniciando a Semana Santa, no Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor, acolhemos Jesus em Jerusalém, com cantos, alegria, exultação. Acolhemos o Filho de Davi que veio inaugurar um novo Reino, mas de forma diferente: um rei pobre, despojado de tudo. Com ramos e cantos O acolhemos depositando n’Ele toda a nossa confiança, nossa entrega e fidelidade.

Com a Quinta-feira Santa, pela manhã, celebra-se, de modo especial neste dia, a Missa dos Santos Óleos (batismo, enfermo, crisma), com a renovação das promessas do Ministério Presbiteral diante do Bispo (em alguns lugares pode ser feita em outro dia, atendendo as necessidades e realidades de cada Diocese).

Neste mesmo dia, à noite, com iniciamos com a Santa Missa, o Tríduo Pascal. Celebramos na Missa a instituição da Eucaristia, o Novo Mandamento do Amor que o Senhor nos deu e o rito do lava-pés, aquele gesto que o Senhor fez naquela última ceia, como sinal de humildade, doação e serviço, que todos somos chamados a viver no dia-a-dia.

Na Sexta-Feira Santa, celebramos, às quinze horas, Sua Paixão e Morte: ouvindo a Palavra proclamada, adorando a Cruz e nos alimentando com a Eucaristia, consagrada na Missa da noite anterior, pois neste dia não celebramos a Missa.

É profundo recolhimento acompanhado de oração, jejum e penitência. Também temos encenações, Sermões, teatros que representam a Paixão do Senhor.

No dia seguinte, o Sábado Santo, em que não celebramos nenhum Sacramento, pois estamos esperando o anoitecer para celebrar a Vigília Pascal, a mãe de todas as vígilias, a antiquíssima vigília, como bem nos falou Santo Agostinho. 

Nesta Vigília temos a Bênção do fogo novo, o acender do Círio Pascal, sinal do Cristo Ressuscitado, a “Luz do Mundo”; a proclamação da Páscoa seguida da riqueza da proclamação da Palavra de Deus (7 leituras, Salmos respectivos, uma epístola e o Evangelho); a renovação batismal e a Liturgia Eucarística.

Quem desta Vigília participa, sente a escuridão ser invadida pela luz, a tristeza da morte do Senhor sendo superada com a alegria de Sua Ressurreição, alegria que transborda no coração e transparece no olhar de todos.

Ao amanhecer, temos o Domingo de Páscoa, e no Evangelho da amanhã, vemos Maria Madalena indo ao túmulo e não encontrando o corpo de Jesus, mas a pedra retirada do túmulo. Sai correndo ao encontro dos discípulos e comunica o que viu. Em seguida Pedro e o discípulo que Jesus amava vão também ao túmulo e confirmam que Jesus está vivo – “De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura, segundo a qual Ele devia ressuscitar dos mortos” (Jo 20,9).

Com a riqueza da Palavra deste dia, podemos sintetizar em sete verbos a serem conjugados e vividos: amar, correr, ver, acreditar, anunciar, testemunhar e buscar. Quem ama corre ao encontro do Senhor; vê os sinais de Sua presença e Ressurreição, acredita piamente; e como discípulo missionário, anuncia e testemunha Sua Palavra, a Boa-Nova do Reino, buscando as coisas do alto, onde Deus habita, os valores sagrados do Reino, que devem orientar e iluminar nossa vida, para que tenhamos, agora, vida plena e feliz, e, um dia, a glória da eternidade.

Na Missa do entardecer deste mesmo dia, pode ser proclamado a passagem do Evangelho de Lucas (Lc 24,13-35), sobre a caminhada de Jesus com os discípulos de Emaús: Jesus caminha com os discípulos que retornavam derrotados para Emaús, explica-lhes as Escrituras, fazendo arder seus corações. Atendendo ao pedido de ambos, pois já entardecia, fica com eles, parte o Pão com eles, e enfim é reconhecido como a presença Viva do Ressuscitado: corações que ardem, olhos que se abrem! Assim se dá em cada Eucaristia que celebramos.

No segundo Domingo da Páscoa temos o “Domingo da Misericórdia”, em que Jesus se manifesta Ressuscitado, entrando pelas portas fechadas, por medo dos judeus; coloca-se no centro da comunidade reunida e lhes comunica a paz; confia continuidade da missão a esta, e também temos a profissão de fé que Tomé faz ao ver e tocar as chagas gloriosas do Ressuscitado.

Estamos apenas no início. Continuemos nosso itinerário Pascal,  contemplando as maravilhas que o Senhor fez e faz em nosso favor.

PS: Escrito em 2023

Domingo, o Dia do Senhor

                                         

Domingo, o Dia do Senhor

Reflitamos sobre a importância do Domingo, o Dia do Senhor, quando celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, e também, somos convidados a morrer ao pecado e ressurgir para uma vida nova, como podemos ouvir no rito do Ato Penitencial, conforme o Missal.

As Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB – (2019-2023), ao falar da Eucaristia, enfatiza a necessidade de valorizar o domingo, o Dia do Senhor:

“Em consequência, ‘as comunidades eclesiais que se reúnem em torno da Palavra, precisam valorizar o domingo, o Dia do Senhor como o dia em que a família cristã se encontra com o Cristo. O domingo para o cristão, é o dia da alegria, do repouso e da solidariedade’ (CNBB, Doc. 100, n.276-277).

Essa valorização do Dia do Senhor exige ações concretas como manter as Igrejas abertas; cuidar que haja clima efetivo de acolhida àqueles que chegam; flexibilizar horários para atender as necessidades dos fiéis; oferecer oportunidade de participar da celebração da Palavra onde efetivamente não for possível a celebração Eucarística; incentivar a criação da pastoral litúrgica; valorizar o ministério da celebração da Palavra de Deus; cuidar da qualidade da música litúrgica” (1)

Em mais dois parágrafos, enfatiza o resgate e a centralidade do domingo como o Dia do Senhor, por meio da participação na Missa Dominical ou, na falta dessa, na Celebração da Palavra:

- “A assembleia eucarística é considerada ‘alma do domingo’ (DD, n.34 e cap.3 – Papa São João Paulo II) e, não sem razão, entre os mandamentos da lei de Deus, está a guarda do Domingo e dos dias Santos e, razão pela qual, entre os mandamentos da Igreja, encontra-se o dever da participação na celebração eucarística nesse dia (Catecismo da Igreja Católica n. 2042; CIC cân. 1246-1248)” .(2)

- “Onde efetivamente não for possível celebrar a Eucaristia, realizam-se as celebrações da Palavra de Deus, com os diáconos permanentes ou com ministros leigos devidamente formados e instituídos. Importa que a comunidade não deixe de se reunir para celebrar o dia do Senhor e os momentos importantes, tanto de alegria, quanto de dor e de esperança. Para tal, seja conhecido e valorizado o recente Documento 108 da CNBB: Ministério e Celebração da Palavra”. (3)

Urge capacitar cada vez mais nossas Equipes de Liturgia (ministros, proclamadores da Palavra de Deus, animadores de canto, acolhida, acólitos e coroinhas, e todos que participam  da preparação).

Sejam nossas Eucaristias momentos favoráveis para fazer arder nosso coração enquanto se vive a Liturgia da Palavra; bem como, nossos olhos se abram na Liturgia Eucarística, ao partir o Pão da Eucaristia, como vemos na passagem dos discípulos de Emaús (Lc 24,13-35).

Sejam nossas Eucaristias, o fortalecimento da serenidade e ardor, que devem estar presentes em nosso discipulado:

“A serenidade e o ardor devem caracterizar os cristãos no cumprimento das suas tarefas diárias. Cada Liturgia, especialmente a da Eucaristia, é uma nova vinda de Deus. Cada domingo é um ‘Dia do Senhor’ e o Ano Litúrgico uma série ininterrupta de domingos” (4)


(1)         Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja do Brasil – Doc. 109 – n.161
(2)        Idem n.164
(3)        Idem n.165
(4)        Missal Quotidiano, dominical e ferial - Editora Paulus – Lisboa, 2012 - p.2250

Em poucas palavras... (IIDTPA)

                                            


Jesus, rosto radiante da misericórdia de Deus

“Sobre nós permanecem pousados os olhos misericordiosos da Santa Mãe de Deus. Ela é a primeira que abre a procissão e nos acompanha no testemunho do amor.

A Mãe da Misericórdia reúne a todos sob a proteção do seu manto, como a quis frequentemente representar a arte.

Confiemos na sua ajuda materna e sigamos a indicação perene que nos dá de olhar para Jesus, rosto radiante da misericórdia de Deus.” (1)

  

(1) Parágrafo n 22 - Carta Misericórdia et mísera - Papa Francisco

Misericórdia, Senhor! (IIDTPA)

                                                        

Misericórdia, Senhor!

Ao celebrar o 2º Domingo da Páscoa, retomamos as palavras do Papa São João Paulo II, no dia 30 de abril de 2000, quando canonizou Santa Faustina:

“É importante, então, que acolhamos inteiramente a mensagem que nos vem da Palavra de Deus neste segundo Domingo de Páscoa, que de agora em diante na Igreja inteira tomará o nome de ‘Domingo da Divina Misericórdia’”.

Ato de consagração do destino do mundo à Misericórdia Divina
(Papa São João Paulo II)

“Deus, Pai misericordioso que revelaste o Teu amor no Teu Filho Jesus Cristo e O derramaste sobre nós no Espírito Santo, Consolador; confiamos-Te hoje o destino do mundo e de cada homem.

Inclina-Te sobre nós, pecadores; cura a nossa debilidade, vence o mal e faz com que todos os habitantes da terra conheçam a tua misericórdia para que em Ti, Deus Uno e Trino encontrem sempre a esperança.

Pai eterno, pela dolorosa Paixão e Ressurreição do Teu Filho, tem misericórdia de nós e do mundo inteiro. Amém!”

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