sexta-feira, 24 de julho de 2026

O encontro que marcou a nossa vida

                                          

O encontro que marcou a nossa vida

Ser cristão é ter feito um encontro pessoal com Jesus, que marcou toda nossa vida, dando novo sentido e alargando o horizonte da existência, é sempre tempo de transbordarmos de júbilo por esta graça a nós concedida, não pelos nossos méritos.

Alegres e orgulhosos da filiação divina haveremos sempre de ser, pois Deus veio agir em nós e através de nós.

Deus veio ao nosso encontro e nos chamou pelo nome e nos fez discípulos missionários do Senhor Jesus Cristo, com a graça do Espírito Santo, em nós fazendo Seu Templo, Sua morada, e assim nos divinizando.

Tenhamos a coragem de rever sempre os nossos pensamentos e sentimentos, a fim de que sejam os mesmos de Jesus Cristo: a misericórdia, a justiça, a fraternidade, a solidariedade.

Bem como, tenhamos a coragem para as renúncias necessárias, carregando nossa cruz dia a dia para que frutuoso seja nosso discipulado.

Reflitamos:

- Nossa vida é coerente com o que cremos e professamos?

- O que fazer para que não vivamos uma religião de gestos exteriores, de cumprimento de normas rituais, de práticas religiosas, mas não vivendo o essencial, o duplo Mandamento do Amor a Deus e ao nosso próximo?

- Estamos no contínuo caminho de conversão para que o Evangelho, todos os dias lido, proclamado, não apenas entre em nossos ouvidos, mas toque o nosso coração, transformando a nossa vida, e assim façamos resplandecer a luz divina, com palavras e gestos que revelem em nós a ação do Espírito, com a riqueza de Seus dons?

Roguemos para que Deus nos livre de toda a impermeabilidade que impeça nossa mais atenta e vigilante acolhida e prática da Palavra de Jesus, para que saibamos chorar com os que choram, rir com os que riem, em solidariedade comprovada, e assim não sejamos apenas meros ouvintes, mas praticantes da Palavra, vivendo uma autêntica e pura religião.
 
PS: Fontes inspiradoras - Lc 7, 31-35; Mt 13,1-23
Apropriado para a passagem - (Mt 13,18-23)

Em poucas palavras...

 


A necessária disposição da vontade

“A terra boa, o semeador o mesmo e as sementes as mesmas; e no entanto, como é que uma deu cem, outra sessenta e outra trinta?

Aqui a diferença depende também daquele que recebe, mesmo onde a terra é boa, há muita diferença entre uma parcela e outra.

Podeis ver que a culpa não é do lavrador, nem da semente, mas da terra que a recebe; e não por causa da natureza, mas da disposição da vontade.” (1)

 

(1)Sermão de Santo Agostinho – hablarcondios.org

 

Em poucas palavras...

 


Bebamos da Divina Fonte de Amor...

 

Oremos:

 

Curai, Senhor, nossa surdez

para uma escuta mais autêntica,

a fim de vivermos com toda docilidade e fidelidade

Vossa Santa Aliança e corresponder

ao Vosso indizível amor.

 

Conduzi-nos para que não vagueemos

à procura de cisternas enganadoras 
para saciar nossa sede de vida, 
pois somente em Vós, encontramos

a mais preciosa e inesgotável

Divina Fonte de Amor, Vida, Alegria  e Paz. 
Amém.

 

Fonte: Jr 2,1-3;7-8.12-13

 

Grandes são nossas fraquezas, maior o nosso Remédio

                                                                           

Grandes são nossas fraquezas, maior o nosso Remédio

“Pois são muitas e grandes estas minhas fraquezas.
São muitas e enormes. Porém muito maior é teu remédio”

Sejamos enriquecidos pelas “Confissões”, escrita pelo Bispo Santo Agostinho (Séc. V), em que nos possibilita a contemplação de Jesus Cristo, que por amor, morreu por todos nós.

“Aquele que em Tua secreta misericórdia revelaste aos humildes e lhes enviaste para que nos ensinasse a humildade, o verdadeiro mediador, esse mediador entre Deus e os homens, o homem Cristo Jesus, apareceu entre os pecadores mortais como justo mortal: mortal com os homens, justo com Deus.

Sendo a recompensa da justiça a vida e a paz, pela justiça unida a Deus,  Eale destruiu a morte dos ímpios justificados, através dessa morte que desejou igual à deles.

Quanto nos amaste, Pai bom, que não poupaste Teu Filho único, mas por nós, ímpios, O entregaste! Como nos amaste, quando por nós Ele não julgou rapina ser igual a Ti, fez-Se obediente até à morte da Cruz, Ele, o único livre entre os mortos, com poder de entregar Sua vida e o poder de retomá-la! Tudo Ele fez por nós, diante de Ti vitorioso e vítima, vitorioso porque vítima. Por nós, diante de Ti sacerdote e sacrifício, sacerdote porque sacrifício. Fazendo de nós, servos, filhos para Ti, nascendo de Ti, a nós servindo.

Com muita razão minha grande esperança está n’Ele, porque curarás todas as minhas fraquezas, por Aquele que Se assenta à Tua direita e intercede por nós. De outro modo, desesperaria. Pois são muitas e grandes estas minhas fraquezas. São muitas e enormes. Porém muito maior é Teu remédio.

Teríamos podido pensar que Teu Verbo estava longe de unir-se aos homens e entregarmo-nos ao desespero, se Ele não Se tivesse feito carne e habitado entre nós. Apavorado com meus pecados e com o peso de minha miséria, eu revolvia no espírito e pensava em fugir para o deserto. Mas me impediste e me fortaleceste dizendo-me: Para isto Cristo morreu por todos, para que os que vivem não mais vivam para si, mas para Aquele que por eles morreu.

Agora, Senhor, lanço em Ti meus cuidados para viver e considerarei as maravilhas de Tua Lei. Tu conheces minha ignorância e fragilidade: ensina-me, cura-me! O Teu Único, em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência, me remiu por Seu sangue. Não me caluniem os soberbos, porque reflito no preço dado por mim.

Como, bebo, distribuo e, pobre, desejo saturar-me d’Ele entre aqueles que d’Ele comem e são saciados. Com efeito, louvarão o Senhor aqueles que O procuram”.(1)

Contemplemos o amor de Cristo, que nos impele a renovar fidelidade ao Reino de Deus por Ele inaugurado.

Ele, que por todos nós Se entregou, a fim de que ao viver, não vivamos para nós mesmos, mas para Ele, que por nós morreu e Ressurgiu dentre os mortos, e para perseverarmos com constância e fidelidade, sem jamais experimentar a orfandade, nos enviou o Seu Espírito (2Cor 5,14.15b; Rm 8,32a).

Coloquemos nossa miséria nas mãos do Senhor, a revelação da face misericordiosa de Deus; n’Ele renovemos nossas forças, para firmar nossos passos.

“Pai Nosso que estais nos céus...

(1) Liturgia das Horas - Volume Tempo Comum III - Editora Paulus - p. 483-484

Aprendamos com a Parábola do joio e do trigo

                                                      

Aprendamos com a Parábola do joio e do trigo

No sábado da 16ª Semana do Tempo Comum, ouviremos a passagem do Evangelho de Mateus (Mt 13,24-30) sobre a Parábola do trigo e do joio.

Vejamos o que nos disse Santo Agostinho em duas citações:

“Os maus existem no mundo ou para que se convertam, ou para que por eles, os bons, exercitem a paciência”;

 “Se há alguém que errou, que no próximo encontro ele possa ver em nossos olhos que estamos reconciliados com ele, que não o condenamos mais, porque a Palavra de Deus nos fez cair o gadanho da mão” .(1)

Podemos afirmar que a Parábola do joio e do trigo é um apelo à humildade e à misericórdia que se irradia. É um compromisso concreto que assumimos ao celebrar a Eucaristia dentro e fora da comunidade:

Tomemos consciência de que todos nós somos trigo e joio ao mesmo tempo. Apenas Jesus foi o puro trigo, sem joio algum, ou seja, não conheceu o pecado, ao contrário, o destruiu.

Jesus é o grão que um dia caiu na terra e morreu. Um grão que foi transformado em Pão Eucarístico, que vem a nós e Se entrega por nós como Salutar Alimento, para que nos tornemos trigos de Deus.



(1) “O Verbo Se fez carne” – Raniero Cantalamessa - Editora Ave Maria - 2013 - p. 157 

O Reino de Deus é a nossa maior riqueza (XVIIDTCA)

                                                       

O Reino de Deus é a nossa maior riqueza

Com a Liturgia da Palavra do 17º Domingo do Tempo Comum (ano A) refletimos à luz das Parábolas da pérola, do tesouro escondido e da rede lançada ao mar, sobre o Reino de Deus, questionando nossas prioridades diante de Jesus.

É preciso que o Reino seja para nós o valor supremo e que, a exemplo de Salomão, peçamos a sabedoria para fazer as devidas escolhas, sem nos prendermos aos valores efêmeros, passageiros, mas aos valores eternos.

A súplica de Salomão na passagem da primeira leitura (1 Rs 3,5.7-12), questiona nossas súplicas: ele pediu um coração sábio para governar com justiça.

A Salomão, Deus acrescentou riqueza, glória, longa vida. Deus nunca deixará faltar nada, mas bem sabemos que Salomão foi seduzido pelos valores passageiros, e é para nós, em todos os tempos, um sinal de advertência para que não incorramos no mesmo erro.

Enquanto oração foi perfeita, mas não a sua conduta, e com isto podemos refletir sobre o que pedimos e recebemos de Deus e o que fazemos com o que recebemos.

Vivemos numa constante decisão entre o ilusório ou real, passageiro ou eterno, sendo assim podemos nos questionar sobre o que, de fato, fundamenta nossa felicidade.

Na passagem da segunda Leitura (Rm 8,28-30), o Apóstolo Paulo nos fala sobre o Projeto de Salvação que Deus tem para nos oferecer na acolhida do Espírito Santo, lembrando que tudo Ele faz para aqueles que ama.

Portanto, é preciso viver na fidelidade à graça divina, tendo a plena convicção de que o Espírito intercede por nós junto do Pai e nos concede a graça para realizar Seu Projeto de Salvação.

Não estamos à deriva na história: Deus nos conhece, predestina, chama, justifica, glorifica, de modo que a Salvação destina-se a todos.

Num contexto de indiferença, e até mesmo negação da existência de Deus, a Carta de Paulo leva-nos a refletir sobre um Deus que nos ama e incansavelmente vem ao nosso encontro. 

Como discípulos missionários cabe-nos concretizar este Projeto de Salvação, e assim o faremos se, de fato, nos identificarmos com Jesus, fazendo d’Ele nosso mais belo e precioso tesouro.

Na passagem do Evangelho de Mateus (Mt 13,44-52), ouvimos as parábolas exclusivas de Mateus que tinha diante de si uma comunidade imersa na monotonia, na falta de empenho, numa vivência morna da fé, logo, pouco exigente e comprometida.

- Como perseverar diante das perseguições e hostilidades, dificuldades que vão se apresentando na caminhada da comunidade?

Aqui está a beleza das Parábolas: revigoram o ânimo, reavivam o entusiasmo, ajudam no discernimento e fortalecem no seguimento.

A comunidade deve ver no Reino a grande pérola ou tesouro pelo qual todo sacrifício deve ser feito e toda renúncia não será em vão.

É preciso rever a escala de valores que pautam nossa vida, o que nos seduz, o que consome nossas forças, nosso tempo; bem como refletir sobre a alegria que devemos ter por sermos instrumentos, colaboradores na realização do Reino.

Quanto a Parábola da rede e dos peixes leva a comunidade a refletir mais uma vez sobre a necessidade da paciência para ver o Reino de Deus acontecer (parábola do joio e trigo).

Deus não tem pressa de condenar e destruir. Ele não quer a morte do pecador, por isso dá ao homem o tempo necessário e suficiente para amadurecer as suas opções e fazer suas escolhas.

Novamente refletimos sobre a Misericórdia de Deus que se manifesta na tolerância, paciência, sempre desejoso de que em nós aconteça a conversão e o amadurecimento.

Na conclusão do Evangelho os discípulos são chamados a compreender, acolher o novo ensinamento proposto, num renovado compromisso e empenho.

Renúncias, relativizações, discernimentos são para nós pedidos, para que não nos percamos no que é efêmero, passageiro, ilusório,  e busquemos o que é eterno.

A busca da sabedoria para acolher e compreender e se comprometer com o Reino.

Devemos renunciar de modo absoluto ao pecado, como assim prometemos no dia de nosso Batismo, e para melhor servir ao Reino renunciar àquilo que não é mal em si (riquezas, prestígio, poder). 

Temos um valor maior, sermos instrumentos do Reino vale muito mais do que tudo isto.

Reflitamos:

- O que pedimos quando dizemos: “Venha a nós o Vosso Reino”?
- Qual tem sido o conteúdo de nossas súplicas?


- Temos consciência de nosso papel na realização do Reino? 
-  Como Igreja, estamos a serviço do Reino?

- Sentimos alegria contagiante ao trabalhar para que o Reino de Deus aconteça?

Concluindo a mensagem central deste domingo: O Reino de Deus é o nosso maior tesouro. Participemos de sua realização como herdeiros da graça em Cristo Jesus pelo Espírito Santo no amor do Pai.

O melhor Ele já nos deu: O Espírito Santo e os sete Dons: Sabedoria, Entendimento, Conselho, Fortaleza, Ciência, Piedade e Temor de Deus.

Empenhemo-nos alegremente na construção do Reino, o Espírito nos assiste, a Sabedoria nos é comunicada incessantemente. 

Saibamos fazer as renúncias necessárias pelo mais Belo Tesouro - Jesus.

Santa Rosa de Lima, uma mulher inflamada de amor. Também o sejamos! (XVIIDTCA)

                                                            

Santa Rosa de Lima, uma mulher inflamada de amor.
Também o sejamos!

Ao celebrar no dia 23 de agosto, a Memória de Santa Rosa de Lima, (1586 -1617), Padroeira da América Latina, sejamos enriquecidos por um de seus escritos:

“O Senhor Salvador levantou a voz e com incomparável majestade disse: 

'Saibam todos que depois da tribulação se seguirá a graça; reconheçam que sem o peso das aflições não se pode chegar ao cimo da graça; entendam que a medida dos carismas aumenta em proporção da intensificação dos trabalhos. Acautelem-se os homens contra o erro e o engano; é esta a única verdadeira escada do paraíso e sem a cruz não há caminho que leve ao céu'.

Ouvindo estas palavras, penetrou-me um forte ímpeto de me colocar no meio da praça e bradar a todos, de qualquer idade, sexo e condição: 

'Ouvi, povos; ouvi, gente. A mandado de Cristo, repetindo as Palavras saídas de Seus lábios, quero vos exortar: Não podemos obter a graça, se não sofrermos aflições; cumpre acumular trabalhos sobre trabalhos, para alcançar a íntima participação da natureza divina, a glória dos filhos de Deus e a perfeita felicidade da alma'.

O mesmo aguilhão me impelia a publicar a beleza da graça divina; isto me oprimia de angústia e me fazia transpirar e ansiar. Parecia-me não poder mais conter a alma na prisão do corpo, sem que quebradas as cadeias, livre, só e com a maior agilidade fosse pelo mundo, dizendo: 

'Quem dera que os mortais conhecessem o valor da graça divina; como é bela, nobre, preciosa; quantas riquezas esconde em si, quantos tesouros, quanto júbilo e delícias! Sem dúvida, então, eles empregariam todo o empenho e cuidado para encontrar penas e aflições! Iriam todos pela terra a procurar, em vez de fortunas, os embaraços, moléstias e tormentos, a fim de possuir o inestimável tesouro da graça. É esta a compra e o lucro final da paciência. 
Ninguém se queixaria da cruz nem dos sofrimentos que lhe adviriam talvez, se conhecessem a balança, onde são pesados para serem distribuídos aos homens'." (1)

A História de Santa Rosa de Lima nos fortalece na fidelidade ao Senhor Jesus, no testemunho mais audacioso e corajoso de nossa fé e esperança, para que a seu exemplo sejamos mais inflamados de amor.

Sua vida é marcada por extraordinária serenidade no enfrentar das tribulações, provações dolorosas que acompanhou sua breve existência, imitando Cristo, pobre e crucificado. Uma mulher com predicados incontáveis por Deus concedidos.

Sua consagração a Deus como cristã leiga a fez participante da Terceira Ordem Dominicana, com amor imenso pela Eucaristia e devoção a Maria, elevando intensas orações pelo crescimento da igreja, especialmente entre os índios da América.

Retomo algumas de suas afirmações:

- “... sem o peso das aflições não se pode chegar ao cimo da graça”;

- “Acautelem-se os homens contra o erro e o engano; esta é a única verdadeira escada do paraíso e sem a cruz não há caminho que leve ao céu”;

- “Ninguém se queixaria da cruz nem dos sofrimentos que lhe adviriam talvez, se conhecessem a balança, onde são pesados para serem distribuídos aos homens”.

Num tempo de promessas inconsistentes de felicidade fugaz, a mensagem de Santa Rosa chega ao mais profundo de nosso coração. Muitos querem a felicidade sem a fidelidade no carregar da cruz. Ele jamais nos prometeu facilidades, ao contrário, nos disse:

“Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz cada dia e siga-me (Lc 9,23).

Esta escada, a qual ela se refere, é a cruz, exortando-nos à coragem e maturidade para subi-la, degrau por degrau, dia pós dia, e que muitos querem jogar tudo para o alto, fugindo, sumindo ou até mesmo chegando ao suicídio.

Nossos lamentos serão cada vez menos intensos se soubermos nos configurar a Cristo Jesus Crucificado e Ressuscitado, acompanhado de mais fascínio por Ele e Sua Palavra, maior a sedução por Seu amor e proposta.

Nossos tempos precisam de “Rosas de Lima”, possuidoras como ela não apenas de beleza estética, que também possuía, mas possuidoras da beleza mais preciosa, a beleza da alma e do coração.

Assim como Santa Rosa de Lima, que encontrou o Tesouro escondido e a Pérola preciosa de grande valor: o Reino de Deus, o Amado – Jesus, e por Ele totalmente se entregou, o mesmo façamos (cf. Mt 13,44-46).

Como Santa Rosa de Lima, façamos de nossa vida uma oferenda permanente e agradável aos olhos de Deus.

Santa Rosa de Lima, tão inflamada de Amor Divino! Também o sejamos!

Oremos:

Ó Deus, que inspirastes Santa Rosa de Lima,
inflamada de amor, a deixar o mundo,
a servir os pobres e a viver em austera penitência,
Concedei-nos, por sua intercessão,
seguir na terra os Vossos caminhos
e gozar no céu as Vossas delícias.
Por N.S.J.C. Amém!”

(1) Liturgia das Horas - Volume IV Tempo Comum - pág. 1222-1223

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