PS: Fontes inspiradoras - Lc 7, 31-35; Mt 13,1-23
sexta-feira, 24 de julho de 2026
O encontro que marcou a nossa vida
PS: Fontes inspiradoras - Lc 7, 31-35; Mt 13,1-23
Em poucas palavras...
A necessária disposição da vontade
“A terra
boa, o semeador o mesmo e as sementes as mesmas; e no entanto, como é que uma
deu cem, outra sessenta e outra trinta?
Aqui a
diferença depende também daquele que recebe, mesmo onde a terra é boa, há muita
diferença entre uma parcela e outra.
Podeis ver
que a culpa não é do lavrador, nem da semente, mas da terra que a recebe; e não
por causa da natureza, mas da disposição da vontade.” (1)
(1)Sermão de
Santo Agostinho – hablarcondios.org
Em poucas palavras...
Bebamos da Divina Fonte de
Amor...
Oremos:
Curai, Senhor, nossa surdez
para uma escuta mais autêntica,
a fim de vivermos com toda
docilidade e fidelidade
Vossa Santa Aliança e corresponder
ao Vosso indizível amor.
Conduzi-nos para que não
vagueemos
à procura de cisternas
enganadoras
para saciar nossa sede de
vida,
pois somente em Vós, encontramos
a mais preciosa e inesgotável
Divina Fonte de Amor, Vida,
Alegria e Paz.
Amém.
Fonte: Jr 2,1-3;7-8.12-13
Grandes são nossas fraquezas, maior o nosso Remédio
Aprendamos com a Parábola do joio e do trigo
O Reino de Deus é a nossa maior riqueza (XVIIDTCA)
Como discípulos missionários cabe-nos concretizar este Projeto de Salvação, e assim o faremos se, de fato, nos identificarmos com Jesus, fazendo d’Ele nosso mais belo e precioso tesouro.
Temos um valor maior, sermos instrumentos do Reino vale muito mais do que tudo isto.
- O que pedimos quando dizemos: “Venha a nós o Vosso Reino”?
- Como Igreja, estamos a serviço do Reino?
Saibamos fazer as renúncias necessárias pelo mais Belo Tesouro - Jesus.
Santa Rosa de Lima, uma mulher inflamada de amor. Também o sejamos! (XVIIDTCA)
Ouvindo estas palavras, penetrou-me um forte ímpeto de me colocar no meio da praça e bradar a todos, de qualquer idade, sexo e condição:
'Quem dera que os mortais conhecessem o valor da graça divina; como é bela, nobre, preciosa; quantas riquezas esconde em si, quantos tesouros, quanto júbilo e delícias! Sem dúvida, então, eles empregariam todo o empenho e cuidado para encontrar penas e aflições! Iriam todos pela terra a procurar, em vez de fortunas, os embaraços, moléstias e tormentos, a fim de possuir o inestimável tesouro da graça. É esta a compra e o lucro final da paciência. Ninguém se queixaria da cruz nem dos sofrimentos que lhe adviriam talvez, se conhecessem a balança, onde são pesados para serem distribuídos aos homens'." (1)
Nossos lamentos serão cada vez menos intensos se soubermos nos configurar a Cristo Jesus Crucificado e Ressuscitado, acompanhado de mais fascínio por Ele e Sua Palavra, maior a sedução por Seu amor e proposta.

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