sexta-feira, 6 de junho de 2025
Chamados, amados e enviados para a missão (XDTCA) (06/06)
Chamados, amados e enviados para a missão
– O que o exemplo de Abraão nos ensina?
quinta-feira, 5 de junho de 2025
"Fiquemos firmes no combate” (05/06)
Não sejamos cães mudos, não sejamos sentinelas caladas, não sejamos mercenários que fogem dos lobos, mas pastores solícitos, vigilantes sobre o rebanho de Cristo.
Enquanto Deus nos der forças, preguemos toda a doutrina do Senhor ao grande e ao pequeno, ao rico e ao pobre, e a todas as classes e idades, oportuna e inoportunamente, tal como São Gregório escreveu em sua Regra Pastoral." (1)
Santa Maria, Mãe da Igreja, rogai por nós (25/05)
“Considerando as estreitas relações de Maria com a Igreja, para a glória da Santa Virgem e para nosso conforto, proclamamos Maria Santíssima Mãe da Igreja, isto é, de todo o povo de Deus, tanto dos fiéis como dos Pastores, que lhe chamam Mãe amorosíssima; e queremos que, com este título suavíssimo, a Mãe de Deus seja doravante ainda mais honrada e invocada por todo o povo cristão.
Trata-se de um título que não é novo para a piedade dos cristãos; pois é justamente com este nome de Mãe, de preferência a qualquer outro, que os fiéis e a Igreja toda costumam dirigir-se a Maria. Na verdade, ele pertence à genuína substância da devoção a Maria, achando sua justificação na própria dignidade da Mãe do Verbo Encarnado.
Efetivamente, assim como a Maternidade divina é o fundamento da especial relação de Maria com Cristo e da sua presença na economia da salvação operada por Cristo Jesus, assim também essa Maternidade constitui o fundamento principal das relações de Maria com a Igreja, sendo ela a Mãe daquele que, desde o primeiro instante da sua Encarnação, no seu seio virginal, uniu a si, como Cabeça, o seu Corpo Místico, que é a Igreja. Maria, pois, como Mãe de Cristo, também é Mãe dos fiéis e de todos os Pastores, isto é, da Igreja.
Portanto, é com ânimo cheio de confiança e de amor filial que elevamos o olhar para ela, não obstante a nossa indignidade e fraqueza. Ela, que em Jesus nos deu a fonte da graça, não deixará de socorrer a Igreja com seu auxílio materno, sobretudo neste tempo em que a Esposa de Cristo se empenha, com novo alento, na sua missão salvadora.
A nossa confiança é ainda mais reavivada e corroborada quando consideramos os laços estreitíssimos que prendem esta nossa Mãe celeste ao gênero humano. Embora na riqueza das admiráveis prerrogativas com que Deus a adornou para fazê-la digna Mãe do Verbo Encarnado, ela está, todavia, pertíssimo de nós. Filha de Adão, como nós, e por isto nossa irmã por laços de natureza, ela é, entretanto, a criatura preservada do pecado original em vista dos méritos de Cristo, e que, aos privilégios obtidos, junta a virtude pessoal de uma fé total e exemplar, merecendo o elogio evangélico de: Bem-aventurada és tu, porque acreditaste (Lc 1,45).
Na sua vida terrena, ela realizou a perfeita figura do discípulo de Cristo, espelho de todas as virtudes, e encarnou as bem-aventuranças evangélicas proclamadas por Cristo Jesus. Por isso, toda a Igreja, na sua incomparável variedade de vida e de obras, encontra nela a forma mais autêntica de perfeita imitação de Cristo”.
Acolhendo a Vossa Palavra no coração sem mancha, mereceu concebê-Lo no seio virginal e, ao dar à luz o Fundador, acalentou a Igreja que nascia. Recebendo aos pés da cruz o testamento da caridade divina, assumiu todos os seres humanos como filhos e filhas, renascidos para a vida eterna, pela morte de Cristo.
Ao esperar com os Apóstolos o Espírito Santo, unindo suas súplicas às preces dos discípulos, tornou-se modelo da Igreja orante.
Arrebatada à glória dos céus, acompanha até hoje com amor de mãe a Igreja que caminha na terra, guiando-lhe os passos para a pátria, até que venha o dia glorioso . ..”.
segunda-feira, 2 de junho de 2025
Em poucas palavras... (XDTCB)
Por que
Deus não impediu o primeiro homem de pecar?
“Mas porque é que Deus não impediu o primeiro homem de pecar?
São Leão Magno responde: «A graça inefável de Cristo deu-nos bens superiores
aos que a inveja do demónio nos tinha tirado».
E São Tomás de Aquino: «Nada se opõe a que a natureza humana
tenha sido destinada a um fim mais alto depois do pecado. Efetivamente, Deus
permite que os males aconteçam para deles tirar um bem maior.
Daí a palavra de São Paulo: "onde abundou o pecado,
superabundou a graça" (Rm 5, 20). Por isso, na bênção do círio pascal
canta-se: "Ó feliz culpa, que mereceu tal e tão grande Redentor!"».”
(1)Catecismo
da Igreja Católica - parágrafo n. 412
“Tendes, pois, sal em vós mesmos” (02/06)
A vigilância ativa e os compromissos emergentes da fé (02/06)
Esta vigilância se dá com esforços multiplicados, acompanhados de uma conduta irrepreensível, sem jamais paralisar ou retroceder no crescimento da amizade e intimidade com o Senhor Jesus Cristo.
Em resumo, neste capítulo, fala da consciência da missão da Igreja na comunidade Política.







