Ele é a fonte de vida nova, e estabelece com a Samaritana um novo modo de relacionamento.
quinta-feira, 30 de abril de 2026
O abandono do “cântaro”
Ele é a fonte de vida nova, e estabelece com a Samaritana um novo modo de relacionamento.
Celebremos o Aniversário da Dedicação de nossa Igreja Catedral (2026)
Celebremos o Aniversário da Dedicação de nossa Igreja Catedral
No dia 1º de maio de 2026, Festa de São José Operário, celebraremos 40 anos da instalação de nossa amada Diocese e 17 anos da dedicação de nossa Igreja Catedral. Uma bela história para celebrar no altar do Senhor.
Sempre oportuno e necessário, para bem celebrar, conhecermos um pouco da sua história:
- A Diocese pertence à Província Eclesiástica de Diamantina e foi criada a 18 de dezembro de 1985 pela Bula Pontifícia “Recte Quidem”, do Papa São João Paulo II, tendo seu território desmembrado da Arquidiocese de Diamantina e das Dioceses de Governador Valadares e Itabira - Coronel Fabriciano;
- Sua instalação solene aconteceu em 1º de maio de 1986, pelo Exmo. e Revmo. Sr. Núncio Apostólico no Brasil, Dom Carlo Furno, que também, nesta data, deu posse ao primeiro Bispo Diocesano, Dom Antônio Felippe da Cunha, SDN (Missionário Sacramentino de Nossa Senhora).
Quanto à Igreja Catedral, assim lemos na placa comemorativa da dedicação da Igreja Catedral da Diocese de Guanhães – MG:
“No ano da graça de Nosso Senhor Jesus Cristo de 2009, sendo pontífice S. S. o Papa Bento XVI, Bispo Diocesano Dom Emanuel Messias de Oliveira, esta Catedral foi dedicada a Deus em honra do Arcanjo São Miguel. Guanhães, 1° de maio de 2009.”
A Igreja Catedral, conforme nos ensina a Igreja, tem extrema importância:
- “Inculque-se no espírito dos fiéis, da maneira mais oportuna, o amor e veneração para com a Igreja Catedral. Para isto, muito contribui a celebração do aniversário da sua dedicação, bem como peregrinações dos fiéis em piedosa visita, sobretudo em grupos organizados por paróquias ou regiões da diocese.” (1)
- “Para melhor realçar a importância e dignidade da Igreja particular, festejar-se-á o aniversário da dedicação da sua Igreja Catedral: na própria Igreja Catedral, com o grau de solenidade; nas restantes Igrejas da diocese, com o grau de festa. Isto, no próprio dia em que ocorrer o aniversário da dedicação. Se esse dia estiver perpetuamente impedido, esta celebração será fixada no dia livre mais próximo. O aniversário da dedicação de Igreja própria será, nela, celebrada com o grau de solenidade.” (2)
Agradecemos a Deus pela graça de uma bela Igreja Catedral, com traços modernos, e de uma beleza indizível, que nos favorece o bem celebrar, o recolhimento, a oração, e a renovação das forças para que no cotidiano vivamos nossa fé, como peregrinos de esperança, com gestos e compromissos com a caridade em todos os momentos e âmbitos:
“Pela sua força simbólica, a Catedral converte-se em casa de oração, em escola da verdade, lugar de escuta da Palavra e lugar de elevação do espírito e de encontro com Deus. Amar e venerar a Catedral é amar a Igreja como comunidade de pessoas unidas pela mesma Fé, pela mesma Liturgia e Caridade. É fundamental que a Catedral, presidida pelo Bispo com a participação do povo que forma a comunidade diocesana, seja expressão da Igreja Local viva e peregrina. Espera-se também que a Catedral seja um centro modelador da Liturgia, da Evangelização, da Cultura e da Caridade sendo assim expressão e sinal de toda a vida da comunidade diocesana.” (3)
Com isto, temos um longo caminho a percorrer, para maior valorização da Igreja Catedral, para que não seja apenas um espaço, um prédio, mas realização de tudo quanto ela significa e nos desafia, sobretudo na ação evangelizadora, como Igreja sinodal, misericordiosa e missionária, em que nos faz cada vez mais compassivos, próximos e solidários com quem mais precisar; alegres, convictos, amorosos, zelosos e ardorosos arautos do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
(1) Cerimonial dos bispos n. 45
(2)Idem n. 878
(3)https://diocese-braga.pt/documento/2022-08-28-o-eixo-de-uma-catedral-34709-1
Em poucas palavras... (Catedral)
A força simbólica de uma Catedral
“Pela sua força simbólica, a Catedral converte-se em casa de oração, em escola da verdade, lugar de escuta da Palavra e lugar de elevação do espírito e de encontro com Deus.
Amar e venerar a Catedral é amar a Igreja como comunidade de pessoas unidas pela mesma Fé, pela mesma Liturgia e Caridade.
É fundamental que a Catedral, presidida pelo Bispo com a participação do povo que forma a comunidade diocesana, seja expressão da Igreja Local viva e peregrina.
Espera-se também que a Catedral seja um centro modelador da Liturgia, da Evangelização, da Cultura e da Caridade sendo assim expressão e sinal de toda a vida da comunidade diocesana.” (1)
(1)https://diocese-braga.pt/documento/2022-08-28-o-eixo-de-uma-catedral-34709-1
Em poucas palavras... (Oração da Coleta no aniversário da dedicação de uma igreja n.1)
Oração da Coleta – no aniversário da dedicação da igreja (1)
“Ó Deus, cada ano nos fazeis reviver a dedicação deste templo santo; ouvi as preces do Vosso povo e concedei que, neste lugar, celebremos um culto perfeito e alcancemos plenamente os frutos da redenção. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém.” (1)
(1) Oração da Coleta – Missa no aniversário da dedicação de uma igreja, na própria igreja dedicada – p. 887
Em poucas palavras... (Oração da Coleta no aniversário da dedicação de uma igreja n.2)
Oração da Coleta – no aniversário da dedicação de uma igreja (2)
“Ó Deus, com pedras vivas e escolhidas, preparais um templo eterno para a Vossa glória; aumentai na Vossa Igreja os dons do Espírito Santo que lhe destes, para que Vosso povo fiel cresça sempre mais, edificando a Jerusalém celeste. Por nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém.” (2)
(2) Oração da Coleta – Missa de aniversário da dedicação da igreja (em outra igreja) - Missal Romano – p. 890
Rezando com os Prefácios – Aniversário da dedicação de uma igreja
Rezando com os Prefácios – Aniversário da dedicação de uma igreja
“...Pois, nesta casa visível, que nos destes a graça de construir, não deixais de conceder os vossos favores à família que peregrina ao Vosso encontro.
Neste lugar, manifestais e realizais de modo admirável o mistério da Vossa comunhão conosco, porque aqui edificais para Vós o templo que somos nós e fazeis crescer a Igreja, presente no mundo inteiro, unida como corpo do Senhor, até atingir a plenitude da paz, na Jerusalém Celeste...” (1)
“... Vós, doador da graça, Vos dignais habitar esta casa de oração para que, com vosso constante auxílio e favorecidos por Vossos dons, nos tornemos templo do Espírito Santo, resplandecendo pela santidade de vida.
Também, sem cessar, santificais a Igreja, esposa de Cristo, simbolizada nos templos visíveis, para que, como Mãe exultante de muitos filhos, seja acolhida em vossa glória no céu...” (2)
(1) Prefácio no Aniversário da Dedicação de uma Igreja (na própria igreja dedicada) – “O Mistério do Templo de Deus, que é a Igreja” – Missal Romano – pág. 888
(2)Idem (em outra igreja) – “O Mistério da Igreja, Esposa de Cristo e Templo do Espírito Santo” - p. 890-891
Celebrando 35 anos da criação da Diocese de Guanhães (2021)
Querido Povo de Deus!
Viva, São Miguel! Viva, São José Operário!
No dia 1º de maio, quando celebramos a Festa de São José Operário, nossa amada Diocese completamos 35 anos de evangelização, e pelo segundo ano consecutivo, celebraremos sem a presença física dos nossos diocesanos, mas com certeza unidos a nós espiritualmente, rezando conosco, através dos meios de comunicação.
Com isto, retomamos o sentido da Igreja Doméstica, como nos falou o Apóstolo São Paulo na Primeira Carta aos Coríntios (1 Cor 16,19), nas saudações finais: “As Igrejas da Ásia enviam saudações a vocês. Áquila e Priscila, com a Igreja que se reúne na casa deles, enviam a vocês muitas saudações no Senhor.”
Devido à Pandemia da Covid-19 que atormenta a humanidade, a necessidade do isolamento social tornou-se imprescindível para a preservação da vida. As famílias, de seus lares, têm demonstrado e irradiado uma fé viva, transformando, de fato, suas casas em verdadeiras Igrejas Domésticas.
O Catecismo da Igreja Católica, quanto à Igreja Doméstica, assim nos fala: “Cristo quis nascer e crescer no seio da Sagrada Família de José e Maria. A Igreja não é outra coisa senão a ‘família de Deus’. Desde suas origens, o núcleo da Igreja era, em geral, constituído por aqueles que ‘com toda a sua casa’ se tornavam cristãos. Quando eles se convertiam, desejavam também que ‘toda a sua casa’ fosse salva.” (CIC n.1655).
Nesta ocasião festiva, em que também celebramos o Dia do Trabalho, dirijo-me a todos vocês que, de suas casas, rezam conosco pela caminhada da nossa Igreja diocesana, fazendo sempre memória de todos aqueles e aquelas que por aqui passaram e deixaram a sua preciosa semente de evangelização.
Destaco o primeiro Bispo Dom Antônio Felippe da Cunha (in memoriam); Pe. Saint Clair Ferreira Filho (in memoriam), Administrador Diocesano; Dom José Heleno (Administrador Apostólico); Dom Emanuel Messias de Oliveira, o segundo Bispo; o então Pe. Marcello Romano, Administrador Diocesano; Dom Jeremias Antônio de Jesus, Bispo Emérito, o terceiro; Dom Darci José Nicioli, Administrador Apostólico; e tantos outros padres, cristãos leigos e leigas que ajudaram a construir a história desta Diocese.
Exorto a todos para não desanimarem. Esta fase difícil prolongada, esperamos que passe o mais breve possível, com a graça de Deus, e assim, poderemos nos reencontrar em nossas Celebrações Litúrgicas, encontros de formação, e, num afetuoso abraço, acolhermo-nos como filhos e filhas de Deus, formando uma verdadeira Comunidade Eclesial Missionária, alicerçada nos Pilares da Palavra, do Pão, da Caridade e da Ação Missionária.
Concluo com esta Oração, pedindo a Proteção de São José Operário por todos nós, de modo especial para todos os trabalhadores empregados e desempregados, que com seu trabalho, participam do prolongamento da obra da criação:
Ó Deus, que aprendamos com São José
Operário, homem de bondade, esperança e
humildade, o carpinteiro de Nazaré, que disse sim ao
Senhor, cuidando de Vossa Sagrada Família, o mesmo fazer.
Ó Deus, que aprendamos com ele,
homem do povo, patrono de todos
trabalhadores, compromissos inadiáveis com
a justiça, a esperança, a paz, o amor e a fraternidade.
Ó Deus, por intercessão de São José Operário,
Vos pedimos que nunca nos falte trabalho digno
e salário justo, para que continuemos com força e coragem
a fazer do trabalho um prolongamento da Vossa Obra da Criação.
Que a exemplo de São José Operário,
aprendamos a amar, a vibrar e a sorrir com o labor
de cada dia, para que muitos frutos sejam produzidos.
Por intercessão deste grande Santo
agradecemos, ó Deus Todo-Poderoso, pelos benefícios
que nos tendes concedido, por meio do Vosso Amado Filho
que vive e reina em comunhão com Vosso Espírito. Amém.
PS: Escrito em parceria com o Pe. Dilton – Chanceler da Diocese de Guanhães - MG - maio de 2021
São José Operário, rogai a Deus pela nossa Diocese! (2020)
Em poucas palavras...
“Quando a Igreja reza «Pai nosso que estais nos céus», professa que somos o povo de Deus já sentado nos céus em Cristo Jesus (Ef 2,6) escondidos com Cristo em Deus (Cl 3,3) e que, ao mesmo tempo, «gememos nesta tenda, ansiando por revestir-nos da nossa habitação celeste» (2 Cor 5, 2; Fl 3,21; Hb 3,14):
Os cristãos «estão na carne, mas não vivem segundo a carne. Passam a vida na terra, mas são cidadãos do céu» (Epístola a Diogneto).” (1)
(1)Catecismo da Igreja Católica – n. 2796
Em poucas palavras...
“O símbolo dos céus remete-nos para o mistério da Aliança...”
“O símbolo dos céus remete-nos para o mistério da Aliança que nós vivemos, quando rezamos ao Pai. Ele está nos céus: é a sua morada.
A casa do Pai é, pois, a nossa «pátria». Foi da terra da Aliança que o pecado nos exilou (Gn 3), e é para o Pai, para o céu, que a conversão do coração nos faz voltar (Jr 3,19-4,1a; Lc 15,18.21).
Ora, foi em Cristo que o céu e a terra se reconciliaram (Is 45,8; Sl 85,12), porque o Filho «desceu do céu», sozinho, e para lá nos faz subir juntamente consigo, pela sua cruz, ressurreição e ascensão (Jo 12,32; 14,2-3; 16,28; 20,17; Ef 4,9-10; Hb 1,3; 2,13).” (1)
(1) Catecismo da Igreja Católica – n. 2795
Supliquemos: Luz, Palavra, Pão e o Espírito
Concedei-nos, pelo Vosso Filho Ressuscitado, a Palavra de vida,
Vós que com o maná alimentastes o Vosso Povo peregrino.
Concedei-nos pelo Vosso Filho Ressuscitado o Espírito que dá Vida,
Concedei-nos Senhor:
Em poucas palavras...
Os sinais realizados por Jesus
“Os sinais realizados por Jesus testemunham que O Pai O enviou (Jo 5,36; 10,25). Convidam a crer n'Ele (Jo 10,38).
Aos que se Lhe dirigem com fé, concede-lhes o que pedem (Mc 5,25-34). Assim, os milagres fortificam a fé n'Aquele que faz as obras do Seu Pai: testemunham que Ele é O Filho de Deus (Jo 10,31-38).
Mas também podem ser «ocasião de queda» (Mt 11,6). Eles não pretendem satisfazer a curiosidade nem desejos mágicos.
Apesar de os seus milagres serem tão evidentes, Jesus é rejeitado por alguns (Jo 11,47-48); chega mesmo a ser acusado de agir pelo poder dos demônios (Mc 3,22).” (1)
(1) Catecismo da Igreja Católica – parágrafo n.548
Discípulos missionários de Jesus, Caminho, Verdade e Vida (VDTPA)
Discípulos missionários de Jesus, Caminho, Verdade e Vida





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