domingo, 10 de maio de 2026

O Advento do Paráclito (VIDTPA)

                                   

O Advento do Paráclito

A poucos dias de celebrarmos a Festa de Pentecostes, vivemos como que “um breve de Advento”, como tão bem afirmou o Pe. Raniero Cantalamessa.

A partir do VI Domingo da Páscoa, “a atenção se desloca de Cristo ao Espírito Santo, do Ressuscitado ao Seu dom.

Começa uma espécie de pequeno Advento, em preparação a Pentecostes. A vida de Cristo foi preparada, durante séculos, pelo anúncio dos Profetas e apontada por João Batista; aquela do Espírito Santo foi anunciada pela promessa de Jesus, foi o mesmo Jesus, por assim dizer, o precursor do Paráclito. 

‘Eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro Paráclito, para que fique eternamente convosco. É o Espírito da Verdade...’” (Jo  14,15-21) (1)

As passagens do Evangelho proclamadas nestes dias têm nos levado a esta grande preparação para a acolhida do Espírito Santo, que ilumina, enriquece a Igreja com seus dons, conduz e fortalece...

Jesus fala que mais um pouco de tempo e os discípulos não O veriam, exatamente porque o Mistério da Cruz se fazia próximo, e com ele, a morte e a absurda dor da separação e do vazio que experimentariam.

Mas Ele advertiu que mais um pouco, eles O veriam de novo, ou seja, todos os que acreditam fariam a experiência do Ressuscitado que se tornariam fundamental para a continuidade da missão.

Deste modo viveriam sempre na Sua suave e desejável presença, e a tristeza da separação daria, àqueles que têm fé, lugar a uma alegria que jamais o mundo poderia tirar.

Mas, Jesus sabia que por causa dos que não acreditam, e também pelos próprios pecados da condição humana dos seguidores, deveriam passar por diversas tribulações, no entanto, por piores que sejam elas não podem vencer quem crê verdadeiramente.

Como Igreja, continuemos esta preparação, para que o Fogo do Espírito derramado em Pentecostes sobre os discípulos reunidos, seja também derramado sobre nós, e sejamos no mundo alegres discípulos missionários do Senhor, como tão bem nos exortou o Papa Francisco (cf. “Evangelii Gaudium”). 


(1) O Verbo Se fez carne – Pe. Raniero Cantalamessa - Editora Ave Maria - 2013  

O transbordamento da Alegria Pascal (VIDTPA)

                                                    


O transbordamento da Alegria Pascal 

Na Quaresma, fomos convidados a percorrer o Itinerário dominicalmente em recolhimento necessário, em atitudes sinceras de conversão, na Páscoa somos convidados a acolher o transbordamento da Alegria Pascal.

Deste modo, Quaresma implica em recolhimento e sinônimo de penitência e conversão,  e a Páscoa em transbordamento de alegria da Ressurreição do Senhor.

Vejamos o itinerário percorrido no Tempo Pascal (Ano A):

No primeiro domingo, a alegria transbordou quando Maria Madalena contemplou o túmulo vazio e a voz do anjo anunciando que o corpo do amado não fora roubado, fora Ressuscitado!

No segundo domingo, a presença do Ressuscitado no centro da comunidade, como manifestação da paz, comunicação do sopro do Espírito para a missão continuar; a profissão de fé de Tomé – “meu Senhor e meu Deus”. As chagas da dor tornaram-se marcas eternas do amor que venceu, Ressuscitou...

No terceiro domingo, caminhando com e como os Discípulos de Emaús, ouvindo a Palavra nosso coração ardeu e nossos olhos, ao partir o Pão da Eucaristia se abriram. A alegria transbordou quando acolhemos no mais profundo do coração a Palavra Divina e quando partilhamos no amor todo o existir. No amor e na partilha o Ressuscitado Se manifesta e a alegria transborda.

No quarto domingo, a alegria transbordou porque celebramos a certeza de que, como ovelhas que somos, temos um pastor, ou melhor, o Bom Pastor que dá a vida por nós. Conhece-nos e nos chama pelo nome. Ele como Fonte das fontes da Vida assegura-nos vida em abundância.

No quinto domingo, a alegria transborda, pois vimos o nosso último destino – a eternidade. E para nele chegarmos há apenas um Caminho, uma única Verdade, por isto Ele é certeza de Vida presente e de nossa Vida na eternidade. Não há porque desviar do Caminho. Não porque sucumbir diante de pretensas verdades, nem como pensar o existir sem A Fonte da Vida – Jesus.

No sexto domingo, a alegria transborda porque Ele nos assegura, e já cremos e testemunhamos: “Não vos deixarei órfãos” Indo para o Pai nos enviaria o Paráclito, o Advogado, O Defensor que nos acompanharia e nos tem acompanhado por todo o sempre até que Ele venha gloriosamente...
Transbordar de alegria porque desconhecemos a orfandade divina. 

Se há orfandade impensável e impossível é a orfandade divina: não estamos sós!

Tendo vivido o Itinerário Quaresmal, e agora chegando ao ápice do Tempo Pascal (tempos que se completam), aguardamos, ansiosos, as grandes Festas Litúrgicas que se aproximam.

“Hino à Mãe de Deus”

                                                       

“Hino à Mãe de Deus”

Hino à Mãe de Deus: trata-se de um antigo hino siríaco de Tiago de Saroug, em que nos apresenta Maria, a Bem-Aventurada.

Também nós, como discípulos missionários do Senhor, somos chamados a trilhar o caminho das Bem-Aventuranças, como Ele nos falou no Sermão da Montanha (Mt 5,1-12).

Seja nossa devoção Mariana a imitação das virtudes de Sua Mãe, a Mãe de Deus, pois somente assim nossa devoção será frutuosa e agradável aos olhos de Deus, como nos ensina a Igreja.

“Ela é bem-aventurada: recebeu o Espírito que a fez pura e imaculada; tornou-se o templo onde habita o Filho das celestes alturas.

Ela é bem-aventurada: por ela foi restaurada a raça de Adão e reconduzidos os que tinham abandonado a casa do Pai.

Ela é bem-aventurada: sem conhecer as uniões humanas, pôde sem confusão contemplar seu Filho como as outras mães.

Ela é bem-aventurada: seu corpo permaneceu sem mancha e foi glorificado pelo terno fruto da sua virgindade.

Ela é bem-aventurada: os limites do seu seio contiveram a grandeza sem limite que enche os céus, sem que estes possam sustentá-la.

Ela é bem-aventurada: deu a vida ao antepassado comum que gerou Adão e renovou todas as criaturas degeneradas.

Ela é bem-aventurada: deu o seio àquele que levanta as ondas do mar.

Ela é bem-aventurada: carregou o poderoso gigante que sustenta o mundo com secreto vigor; beijou-O e ternamente O cobriu de carícias.

Ela é bem-aventurada: seus lábios tocaram aquele cuja chama faz recuar os ardentes serafins.

Ela é bem-aventurada: suscitou aos prisioneiros um libertador que subjugou o carcereiro e devolveu a paz à terra.

Ela é bem-aventurada: alimentou com seu leite aquele que deu a vida a todos os mundos.

Ela é bem-aventurada: pois todos os santos devem ao seu Filho a felicidade. Bendito é o Santo de Deus que brotou da sua pureza!
Amém.” 

Vem, Espírito da Verdade! (VIDTPA)

                                                     

Vem, Espírito da Verdade!

Sejamos iluminados pelo Tratado sobre a prescrição dos hereges, escrito pelo Presbítero Tertuliano (séc. III), em que nos apresenta a Missão de Jesus confiada aos Apóstolos, conduzidos pelo Espírito Santo na pregação como “enviados” que foram.

“Cristo Jesus, nosso Senhor, durante a Sua vida terrena, ensinou quem era Ele, quem tinha sido desde sempre, qual era a vontade do Pai que vinha cumprir e qual devia ser o comportamento do homem.

Ensinava estas coisas ora em público, diante de todo o povo, ora em particular, aos seus discípulos. Dentre estes escolheu doze para estarem a Seu lado, e que destinou para serem os principais mestres das nações.

Quando, depois da Sua Ressurreição, estava prestes a voltar para o Pai, ordenou aos onze – pois um deles se havia perdido – que fossem ensinar a todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

Imediatamente os Apóstolos (palavra que significa “enviados”) chamaram por sorteio a Matias como duodécimo para ocupar o lugar de Judas, segundo a profecia contida num salmo de Davi. Depois de receberem a força do Espírito Santo com o dom de falar e de realizar milagres, começaram a dar testemunho da fé em Jesus Cristo na Judeia, onde fundaram Igrejas; partiram em seguida por todo o mundo, proclamando a mesma doutrina e a mesma fé entre os povos.

Em cada cidade por onde passaram, fundaram Igrejas, nas quais outras Igrejas que se fundaram e continuam a ser fundadas foram buscar mudas de fé e sementes de doutrina. Por esta razão, são também consideradas apostólicas, porque descendem das Igrejas dos Apóstolos.

Toda família deve ser necessariamente considerada segundo sua origem. Por isso, apesar de serem tão numerosas e tão importantes, estas Igrejas não formam senão uma só Igreja: a primeira, que foi fundada pelos Apóstolos e que é origem de todas as outras.

Assim, todas elas são primeiras e apostólicas, porque todas formam uma só. A comunhão na paz, a mesma linguagem da fraternidade e os laços de hospitalidade manifestam a sua unidade. Estes direitos só têm uma razão de ser: a unidade da mesma tradição sacramental.

Se quisermos saber o conteúdo da pregação dos Apóstolos, e, portanto, aquilo que Jesus Cristo lhes revelou, é preciso recorrer a estas mesmas Igrejas fundadas pelos próprios Apóstolos e às quais pregaram quer de viva voz, quer por seus escritos.

O Senhor realmente havia dito em certa ocasião: ‘Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos, mas não sois capazes de as compreender agora’; e acrescentou: ‘quando, porém, vier o Espírito da Verdade, Ele vos conduzirá à plena verdade’ (Jo 16,12-13).

Com estas palavras revelou aos Apóstolos que nada ficariam ignorando, porque prometeu-lhes o Espírito da Verdade que os levaria ao conhecimento da plena verdade. E, sem dúvida alguma, esta promessa foi cumprida, como provam os Atos dos Apóstolos ao narrarem a descida do Espírito Santo”.

Como precisamos do Espírito da Verdade na condução da Igreja, sobretudo quando o mundo vive momentos difíceis, marcados por uma crise de múltiplas expressões: planetária, econômica, social, política, moral, ética, familiar, existencial, religiosa, de valores, etc.

Supliquemos:

Vem, Espírito da Verdade:
- para nos levar ao conhecimento da plena verdade;
- para compreendermos o mundo complexo em que vivemos;
- para nos ajudar a perceber os sinais da ação e da presença divina;
- para nos conduzir por caminhos que não nos lance em precipícios.

Vem, Espírito da Verdade:
- para nos assistir nos sagrados compromissos com o Reino de Deus;
- para anunciar e testemunhar a Palavra do Verbo que Se fez Carne;
- para revigorar nosso sagrado compromisso de discípulos missionários: ser sal da terra e luz do mundo, como graça divina e resposta nossa.

Vem, Espírito da Verdade para:

- Resplandecer Vossa luz onde a “escuridão” se faz presente;
- Não sermos seduzidos pelas mentiras que nos escravizam;
- Não nos prendermos em correntes que nos roubem a liberdade;
- Não somarmos com os que em nada mais creem e nada esperam.

Oremos:

“Ó Deus eterno e onipotente, que nestes dias Vos mostrais tão generoso, dai-nos sentir mais de perto o Vosso amor paterno para que, libertos das trevas do erro, sigamos com firmeza a luz da verdade. Por N.S.J.C. Amém

PS: Oportuno para reflexão da passagem do Evangelho de São João (Jo 15,26-16,4a)

“Vede como se amam” (VIDTPA)

                                                       


“Vede como se amam”

Vede como perseveram na Doutrina dos Apóstolos,
Com a luz do Espírito Santo, que a todos ilumina.

Vede como vivem a comunhão fraterna,
Compromisso com a vida, com ânsias de vida eterna.

Vede como vivem a Fração do Pão,
Solidários com todos, sem marcas de exclusão.

Vede como perseveram na Oração,
Evangelizadores com espírito, testemunhas da Ressurreição.

Vede como se amam!
Atentos ao Espírito para responder às urgências da evangelização.

Vede como procuram caminhos comuns de ação
Para evangelizar com amor, zelo e alegria.

Vede como reavivam a chama do primeiro amor,
Servos da divina misericórdia que são.

Para jamais perderem a força da profecia,
Na vigilância e compromisso missionário,
Na espera da grande Parusia.

Contando com a presença da Estrela da Evangelização,
A tão amável e desejável companhia:
A Mãe de Jesus, da Igreja e nossa, a Virgem Maria.

PS: Passagem do Evangelho - Jo 13,31-33a.34-35; 14,15-21; 17,20-26; Mt 22,34-40

Não estamos sós! (VIDTPA)

                                                                  


Não estamos sós!

“Se Eu não for, o Paráclito
não virá a vós” (Jo 16,5-11)

Dentro de poucos dias celebraremos a Festa de Pentecostes: nascimento e missão da Igreja com a presença e ação do Espírito Santo que a acompanha e acompanhará por todo o tempo, enriquecendo-a com a plenitude dos Dons, e a passagem do Evangelho (Jo 16,5-11) nos ajuda nesta preparação.

Num contexto de despedida, Jesus assegura que Sua partida se faz necessária, com dores e sofrimentos por um momento, mas alegria para sempre, pois vai para nos enviar do Pai, o Paráclito, o Defensor, o Advogado, o Espírito Santo para acompanhar e assistir a Sua Igreja.

É o Espírito que iluminará a mente e o coração do discípulo para não sucumbir diante da lógica do mundo (ter, poder e ser), com sua iniquidade e falta de solidez, intrigas e falsas salvações, soluções simplistas e imediatas.

É Ele, que num processo perene, iluminará o coração daquele que crê, para viver a lógica que fundamentou a vida de Jesus: doação, serviço, amor, entrega, fidelidade, obediência...

Viver esta lógica implica em suportar as provações, perseguições, incompreensões, confiante porque sabe que pode contar com a presença e ação do Espírito que ajudará e fortalecerá, para que se permaneça firme na fidelidade ao Evangelho, na construção do Reino.

Assim prometeu Jesus, assim se cumpriu. Temos como Igreja a presença e a força do Espírito e podemos afirmar: como é bom sermos a Igreja por Ele fundada, e contar com a presença do Espírito Santo que nos acompanha a cada instante, em toda e qualquer situação.

Acolhamos sempre a presença do Espírito em suas múltiplas formas de manifestações: fogo, sopro, dom, força, luz, graça, amor, ternura, coragem, diversidade, comunhão...

A indispensável presença do Paráclito (VIDTPA)

                                                        


A indispensável presença do Paráclito

"Não vos deixarei órfãos. 

Eu virei a vós." (Jo 14,18)

 

No 6º Domingo da Páscoa, quando ouvimos a passagem do Evangelho de João (Jo 14,15-21), em que Jesus nos promete a vinda do Paráclito, a fim de que não fiquemos desamparados, sejamos enriquecidos pelo Sermão de São João Crisóstomo (séc. V):

Se me amais, guardareis os meus Mandamentos. Eu vos dei um Mandamento: que vos amei mutuamente e façais uns aos outros como Eu fiz convosco. Nisto consiste o amor: em cumprir os Mandamentos e colocar-se a serviço do amado. E Eu pedirei ao Pai que vos dê outro Defensor. São palavras de despedida. E como ainda não O conheciam bem, era muito provável que eles teriam de buscar ansiosamente a companhia do ausente, Suas palavras, Sua presença física, e que não teriam de aceitar, uma vez que Ele tivesse partido, nenhum tipo de consolo. E o que Ele diz? Eu pedirei ao Pai que vos dê outro Defensor, isto é, outro como Eu.

Depois de tê-los purificado com o Seu sacrifício, então sobrevoou o Espírito Santo. Por que não veio quando Jesus estava com eles? Porque ainda não se tinha oferecido o sacrifício. Mas uma vez que o pecado foi apagado e eles, enviados aos perigos, se disporiam para a luta, era necessário o envio do Consolador. E por que o Espírito não veio imediatamente depois da Ressurreição? Justamente para que, avivados por um desejo mais ardente, O recebessem com maior fruto.

De fato, enquanto Cristo estava com eles, não conheciam a aflição; mas quando Ele Se foi, ao ficarem sozinhos e tomados de temor, haveriam de recebê-Lo com um maior anelo. Que permaneça sempre convosco, isto é, não vos abandonará nem mesmo depois da morte. E para que, ao ouvir falar do Defensor, não pensassem em uma nova encarnação e acolhessem a esperança de vê-Lo com seus próprios olhos, a fim de afastar semelhante suspeita, diz: O mundo não pode recebê-Lo porque não O vê.

Porque não viverá convosco como Eu, mas sim habitará em vossas almas, pois é isso que quer dizer permaneça convosco. O chama Espírito da verdade, ligando assim as figuras da antiga Lei. Para que permaneça convosco. Que significa permaneça convosco? O mesmo que disse de si mesmo: Eu estou convosco. Mas ainda insinua outra coisa: Não vai padecer o que Eu padeci, nem se ausentará.

O mundo não pode recebê-Lo porque não O vê. Mas como? É porque o Espírito se contava entre as coisas visíveis? Em absoluto. O que acontece é que Cristo Se refere aqui ao conhecimento, pois acrescenta: nem O conhece, já que habitualmente se chama visão ao conhecimento penetrante. Realmente, sendo a vista o mais destacado dos sentidos, mediante ela sempre designa o conhecimento penetrante. Ele chama aqui ‘mundo’ aos perversos, e desta forma consola aos Seus discípulos, oferecendo-lhes este precioso dom. Vede como exalta a grandeza deste dom. Diz que é distinto d’Ele; acrescenta: ‘não vos deixará’; insiste: virá unicamente a eles, como também Eu vim. Disse: Permaneça em vós; mas nem mesmo assim dissipou sua tristeza. Ainda O buscavam, queriam Sua companhia. Para tranquilizá-los diz: Tampouco Eu vos deixarei desamparados, voltarei. Ele diz: Não temais; não disse que vos enviarei outro Defensor, porque Eu vou deixar-vos para sempre; nem disse: vive em vós, como se não tenha de voltar a vê-los. Na realidade, também Eu virei a vós. Não vos deixarei desamparados.”

Alegremo-nos, não caminhamos sozinhos e desamparados, o Senhor prometeu e cumpriu e nos enviou, junto do Pai, o Espírito Santo, o Paráclito, o Advogado, o Defensor.

Inúmeros são os desafios na ação evangelizadora, e como somos fortalecidos e animados, em saber que podemos contar com a presença e a ação do Espírito Santo que nos ilumina.

Concluímos com as palavras do Bispo São Cirilo (séc. V): 

 

“A Sua chegada é precedida por esplêndidos raios de luz e ciência. Ele vem com o amor entranhado de um irmão mais velho: Vem para salvar, curar, ensinar, aconselhar, fortalecer, consolar, iluminar a alma de quem O recebe, e, depois por meio desse, a alma dos outros.”

 

Alegremo-nos, de fato, pois não estamos órfãos. O Espírito por Jesus prometido nos foi enviado. Aleluia!

 

 

(1): Lecionário Patrístico Dominical – Editora Vozes – 2013 - p. 105-106.

 

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