segunda-feira, 6 de abril de 2026
Fidelidade aos Mandamentos, garantia de felicidade
A linfa vital
Volta para o Pai e fica para sempre conosco!
"Em verdade, em verdade vos digo: quem acredita em mim faráas obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas.Pois Eu vou para o Pai" (Jo 14,12)
Proclamemos as maravilhas do Senhor
Cuidemos do jardim de nossa alma!
Músicas boas nos devolvem a esperança de que a mediocridade não fez submergir o que de melhor Deus tenha em cada um de nós colocado, que plantado com raízes profundas no coração, e que em conexão com a mente, com a reflexão, fazem multiplicar salutares pensamentos e compromissos com um novo e belo amanhecer.
Tô revendo minha vida, minha luta, meus valores
Refazendo minhas forças, minhas fontes, meus favores
Tô limpando minha casa, minha cama, meu quartinho
Tô soprando minha brasa, minha brisa, meu anjinho
Tô bebendo minhas culpas, meu veneno, meu vinho
Escrevendo minhas cartas, meu começo, meu caminho
Estou podando meu jardim
Refletindo...
É tempo de prepararmos uma nova primavera para nossas famílias, para as pessoas com quem convivemos no dia a dia.
Pelo Batismo, novas criaturas em Cristo
Iluminados pela “Verbum Domini”, alegria Pascal transbordante
Iluminados pela “Verbum Domini”, alegria Pascal transbordante
Vivendo o Tempo Pascal, sejamos cada vez mais fortalecidos pela Palavra, que é fonte divina de nossa conversão, como discípulos missionários do Senhor, e assim, sejamos iluminados pela “Verbum Domini”, do Papa Bento XVI (2010).
É pecado de omissão se todos nós, sem exceção, não nos colocarmos diante do apelo da conversão que a Palavra de Deus faz, pois ela é imperativo para todos, ordenados ou não.
Nosso anúncio, sobretudo como presbíteros, seria sem ressonância alguma se antes não nos puséssemos, à escuta atenta do que o Senhor nos diz, sem ignorar as Escrituras, pois ignoraríamos o próprio Cristo, como bem disse São Jerônimo e São João Paulo II - “A Palavra de Deus é indispensável para formar o coração de um bom pastor, Ministro da Palavra” – VD 78.
Quanto aos fiéis cristãos leigos e leigas, afirma “Compete, sobretudo, aos fiéis leigos formados na escola do Evangelho intervir diretamente na ação social e política. Por isso o Sínodo recomenda uma adequada educação segundo os princípios da Doutrina Social da Igreja” – VD 100.
Urge que entendamos a conversão, não como um ponto de chegada em si, mas como um caminho permanente a ser percorrido.
Assim como pedimos o pão de cada dia na oração que o Senhor nos ensinou, podemos intuir que a graça da conversão também é suplicada cotidianamente, para que melhor correspondamos à vontade de Deus.
Para que possamos avançar neste santo e inadiável propósito, assim nos diz o Papa, que somente quem se coloca primeiro à escuta da Palavra é que pode depois tornar-se seu anunciador, e não se trata de qual quer anúncio, como ele mesmo nos diz:
“Não se trata de anunciar uma palavra anestesiante, mas desinstaladora, que chama à conversão, que torna acessível o encontro com Ele, através do qual floresce a humanidade nova” – VD 93.
Com isto, torna-se o aprofundamento de nossa familiaridade com a Palavra de Deus “ ... O nosso relacionamento pessoal e comunitário com Deus depende do incremento da nossa familiaridade com a Palavra de Deus” – VD 124.
Deste modo, a Igreja será incansável neste anúncio - “A Igreja, segura da fidelidade do seu Senhor, não se cansa de anunciar a boa nova do Evangelho e convida todos os cristãos a redescobrirem o fascínio de seguir Cristo.” – VD 96.
Imprescindível se faz a participação na Eucaristia, pois “A Eucaristia abre-nos à inteligência da Sagrada Escritura, como esta, por sua vez, ilumina e explica o Mistério Eucarístico” – VD 55.
Apresenta-nos Maria, como modelo de escuta crente da Palavra Divina que muito pode nos ajudar na conversão e vivência da Palavra Divina: "No nosso tempo, é preciso que os fiéis sejam ajudados a descobrir melhor a ligação entre Maria de Nazaré e a escuta crente da Palavra Divina" – VD 27.
Tenhamos a Palavra de Deus como centro de nossa espiritualidade, pois ela é fonte da Evangelização, nseparavelmente da Eucaristia que celebramos.
Jamais nos acomodemos no Seu conhecimento, acolhimento e vivência. Palavra de Deus não apenas para ser conhecida, mas acolhida, encarnada e vivida, como sementes que se plantam para florescer já no tempo presente, reconstruindo o Paraíso, não como estéril saudosismo, mas como compromissos intransferíveis.
Vivamo-La, dando razão de nossa esperança ao mundo; artífices da caridade porque crentes na força e eficácia da Palavra (Hb 4,12).
Que a conversão seja para nós o eterno começo na abertura e acolhida da Palavra, tendo como anseio mais profunda a glória da eternidade.
Por ora, como peregrinos longe do Senhor e com Ele mais perto de nós, do que nós a nós mesmos caminhemos sem hesitação para meta: “Convertei-vos e crede no Evangelho...”, e ainda: “Convertei-vos porque o Reino de Deus está perto...”.
Caminhemos com Ele, vivo e glorioso em nosso meio: “...Por que procurais entre os mortos Aquele que vive? Ele não está aqui; ressuscitou...” (Lc 24,5-6). Aleluia!







