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sexta-feira, 15 de maio de 2026
Não ficamos órfãos
Não ficamos órfãos
Preparemos o nosso coração para as próximas Solenidades que nos encherão de alegria (Ascensão do Senhor e Pentecostes) e esperança, apesar das situações que ainda nos entristecem em nosso contexto de pecado e morte de tantos nomes.
Renovemos a confiança de que Deus está conosco, e por isso, não desistimos jamais da missão de continuar anunciando e testemunhando Sua Palavra e Seu Reino, mesmo que encontremos oposições, dúvidas, resistências, e polarizações de múltiplas expressões.
Verdadeiramente Deus está conosco, e nos envia o dom do Espírito Santo, que nos cumula com os sete dons: sabedoria, entendimento, conselho, fortaleza, ciência, temor e piedade.
Vinde, Espírito Santo, “...com o amor entranhado de um irmão mais velho: vem para salvar, curar, ensinar, aconselhar, fortalecer, consolar, iluminar a alma de quem O recebe, e, depois por meio desse, a alma dos outros....” Amém. Aleluia! (1)
PS: Fonte inspiradora - Jo 16,20-23a
(1)São Cirilo de Jerusalém, Bispo - (séc. IV)
Quem melhor que Nossa Senhora do Caminho?
Quem melhor que Nossa Senhora do Caminho?
Ó Deus, rico em misericórdia, a Vós recorremos confiantes e suplicamos, pela gloriosa Virgem Maria, Vossa Mãe e nossa, a quem invocamos como Nossa Senhora do Caminho.
Verdadeiramente Nossa Senhora do Caminho, porque seu coração é imaculado, e jamais conheceu o pecado e a desobediência à Vossa vontade e projetos.
Quem melhor que Nossa Senhora do Caminho para:
- Nos apontar Jesus, o Caminho, a Verdade e a Vida, e nos fazer mergulhar no Mistério profundo e imenso do Coração trespassado e ferido de amor do Seu Amado Filho?
- Caminhar conosco, e nós, como os discípulos de Emaús, sentirmos arder nosso coração como Seu Amado Filho fez ao revelar as Sagradas Escrituras no caminho e reconhecido no partir do Pão (Lc 24,13-35)?
- Nos ensinar a falar com o coração para que no discipulado vivamos a necessária proximidade, compaixão e ternura, sobretudo com os pobres, Vossos amados e preferidos?
- Nos ensinar o caminho de conversão, para que passemos de um mundo sem coração, para uma civilização do amor, fraternidade e comunhão?
- Nos ajudar a discernir e nos comprometermos com novas posturas e mentalidades para curar a “Terra ferida” pelo nossa arrogância, consumismo e autossuficiência, comprometidos com uma necessária Ecologia integral, onde tudo está interligado?
- Nos ajudar a contemplar os Vossos Mistérios, meditando e guardando tudo no Coração, como assim Ela o fazia, pois olhava com o coração, com olhar da contemplação?
- Nos lembrar e nos ajudar a redescobrir, na era da inteligência artificial, que não podemos nos esquecer que a poesia e o amor são necessários para salvar o humano (Papa Francisco)?
- Nos ensinar a confiar em Seu Filho, que viveu um amor apaixonado, que sofreu por nós, um coração ferido de amor e por nós Se entregou para nossa redenção, e espera tão apenas que sejamos uma resposta ao Seu divino amor, como um mendicante de nosso amor?
- Nos encorajar, como peregrinos da esperança rumo à casa do Pai, mergulhados no Coração de Cristo, a obra prima do Espírito Santo (Papa São João Paulo II)?
- Fazer nosso coração bater em uníssono com seu coração e o com o Sagrado Coração do Seu Filho, o compêndio do Evangelho, para vivermos a ternura da fé e a alegria do serviço, em sagrados compromissos comunitário, social e missionário?
- Firmar nossos passos, para que sejamos discípulos missionários e irradiar as chamas do amor de Cristo, não nos perdendo com discussões secundárias, mas fazendo da vida uma agradável oferenda e sacrifício de louvor a Deus?
- Nos ajudar, para que sejamos enamorados pelo Verbo que Se fez Carne, e a missão nossa de cada dia não seja por obrigação ou dever, mas simplesmente por um amor que nos envolve e nos enche de ternura, que se torna impossível conter?
- Apontar o Caminho, ainda que marcado por renúncias e cruz carregada cotidianamente, com horizonte de eternidade, ela, que jamais nos apontaria caminhos e atalhos do abismo do sofrimento sem esperança Amém. Aleluia!
Suplicamos a Sabedoria Divina
Suplicamos a Sabedoria Divina
Ó Deus, por meio do Vosso Filho, venha sobre todos nós, a Sabedoria do Santo Espírito para nos iluminar e nos conduzir, encorajando-nos a fazer com que os progressos no desenvolvimento de formas de inteligência artificial sirvam, acima de tudo para a causa da fraternidade humana e da paz.
Iluminai toda a humanidade, como família humana neste inadiável compromisso, a fim de que a paz seja fruto de relações que reconheçam e acolham o outro na sua dignidade inalienável, e de cooperação e compromisso na busca do desenvolvimento integral de todas as pessoas e de todos os povos.
A Vós, ó Pai, por meio de Jesus na comunhão com o Espírito Santo, suplicamos para que o rápido desenvolvimento de formas de inteligência artificial não aumente as demasiadas desigualdades e injustiças já presentes no mundo, mas contribua para pôr fim às guerras e conflitos e para aliviar muitas formas de sofrimento que afligem a família humana.
Enviai Vosso Espírito de Sabedoria para que os fiéis cristãos, os crentes das várias religiões e os homens e mulheres de boa vontade colaborem harmoniosamente para aproveitar as oportunidades e enfrentar os desafios colocados pela revolução digital, e entregar às gerações futuras um mundo mais solidário, justo e pacífico. Amém.
PS: Fonte inspiradora – Mensagem do Santo Padre Francisco para a Celebração do Dia Mundial da Paz - 1º de janeiro de 2024 – “Inteligência artificial e paz”.
Falar somente o que for de proveito espiritual
Falar somente o que for de proveito espiritual
Assim nos falaram os Pais do Deserto em um dos ditos anônimos:
“Um dos anciãos disse: ‘No início, costumávamos reunir-nos e falar do proveito espiritual; tornamo-nos como coros, coros de anjos, e éramos elevados ao céu.
Agora nos reunimos e chegamos a caluniar, afastando-nos um aos outros para o abismo’.” (1)
Este dito pode nos ajudar nos tempos atuais, sobretudo no mundo virtual, em que se multiplicam postagens, comentários, críticas privadas de caridade, que por vezes podem criar muros, distanciamentos e não pontes de fraternidade, comunhão e amizade sincera.
E se considerarmos o avanço da Inteligência Artificial na geração de conteúdos, pode se tornar ainda mais grave.
O problema não são as ferramentas disponíveis, mas o bom uso que delas façamos, lembrando as palavras do Papa Leão XIV:
“Por isso, a exposição mediática, o uso das redes sociais e de todos os instrumentos hoje à disposição devem ser sempre avaliados com sabedoria, tendo como paradigma de discernimento o serviço à evangelização. ‘Tudo me é lícito ! Sim, mas nem tudo convém’ (1 Cor 6,12)”. (2)
Concluo com as palavras do Papa Francisco:
“Na era da inteligência artificial, não podemos esquecer que a poesia e o amor são necessários para salvar o humano. O que nenhum algoritmo conseguirá abarcar é, por exemplo, aquele momento de infância que se recorda com ternura e que continua a acontecer em todos os cantos do planeta, mesmo com o passar dos anos.” (3)
(1) Ditos anônimos dos Pais do Deserto – Editora Vozes – 2023 – n.238 – pp. 173
(2)Carta Apostólica –“Uma fidelidade que gera futuro” de 8 de dezembro de 2025
(3)Carta Encíclica Dilexit Nous – Papa Francisco – 2024 – parágrafo n. 20
A Evangelização: lançar as redes em águas mais profundas
A Evangelização: lançar as redes em águas
mais profundas
“Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida” (Jo 14,6)
Um Planejamento
Pastoral deve ser fruto do trabalho conjunto de muitas mãos, mentes e
corações, que possibilita a continuidade da ação evangelizadora.
Um valioso instrumento que ajuda a lançar as
redes em águas mais profundas (Lc 5,1-11), pois a evangelização prima pela
superação da superficialidade e ativismo inconsequente; provoca-nos para
respostas comunitárias, sem ações individualizadas, mas inseridas na Pastoral
de Conjunto.
Precisamos buscar respostas evangélicas para
os grandes desafios que enfrentamos na realidade urbana e pós-moderna:
- A realidade urbana: desafios e
respostas;
- A evangelização da família;
- O resgate da pessoa humana no
exercício de sua cidadania;
- O aprimoramento das atitudes de
acolhida e fortalecimento dos vínculos de comunhão fraterna;
- O desafio da evangelização da
juventude;
- Um projeto missionário que expresse a
dimensão missionária de toda a Igreja;
- Presença evangelizadora nas escolas e
universidades;
- A necessidade de uma linguagem comum
para os Sacramentos;
- Formação bíblica e espiritualidade do
agente de pastoral;
- Maior cuidado com os momentos
litúrgicos, para que sejam momentos fortes de oração;
- Evangelizar através dos Meios de
comunicação social contando com a sóbria utilização dos recursos da
inteligência artificial;
- Fortalecimento das pastorais sociais
na promoção da dignidade da vida e o cuidado da Casa Comum.
Deste modo, é necessário que as vocações
cristãs leigas, alimentadas pela Palavra e Eucaristia, atuem em sintonia com
padres, Bispo, religiosos e religiosas, em diversas estruturas, organismos e
pastorais.
Urge que no espírito sinodal, comunhão e
participação, e na evangélica opção preferencial pelos pobres, participemos da
construção de uma sociedade justa, fraterna e mais solidária, a caminho do
Reino definitivo.
Tenhamos sempre
em mente que o Protagonista da evangelização é o Espírito Santo, de modo que a
diversidade de carismas, dons e ministérios devem ser compartilhados, garantia
de êxito na evangelização (1 Cor 12-30), na fidelidade a Jesus, o Caminho, a
Verdade e a Vida (cf. Jo 14,6), e tão somente assim evangelizaremos e
avançaremos para as águas mais profundas.
A inteligência artificial e a sabedoria do coração (súplica)
A inteligência artificial e a sabedoria do coração
Suplicamos, ó Deus, a Vossa Sabedoria para que através da inteligência artificial, de mãos dadas com a sabedoria do coração, sejamos promotores de uma comunicação plenamente humana, orientada para o bem de toda a humanidade.
Não permitais, ó Deus, que caiamos na tentação do delírio da onipotência, com a indevida utilização da inteligência artificial, na funesta pretensão de um futuro que prescinda de Vós, ou até mesmo decrete a Vossa morte, como se de Vós não mais precisássemos
Concedei-nos um olhar espiritual, recuperando a sabedoria do coração, para que possamos ler e interpretar a novidade do nosso tempo e descobrir o caminho para uma comunicação plenamente humana.
Convertei o nosso coração para que, de fato, ele seja a sede da liberdade e das decisões mais importantes da vida, como um símbolo de integridade e unidade, sem jamais ocorrer a perda dos afetos, desejos, sonhos e da íntima e necessária comunhão convosco.
Abri nossos horizontes para o encontro com o outro, na sabedoria do saber escutar e falar tão somente o que possa edificar pontes de fraternidade e amizade social; jamais seja a inteligência artificial usada para a edificação de muros que nos fragilizam, e nos distanciam, por vezes, numa terceira guerra em pedaços.
Ajudai-nos na prevenção acompanhada da promoção de uma regulamentação ética que contorne os efeitos danosos, discriminadores e socialmente injustos dos sistemas de inteligência artificial, e não caiamos em polarizações de opiniões púbicas ou a construção de um pensamento único determinante.
Abertos à Sabedoria do Espírito, sejamos promotores de uma comunicação que nos liberte de toda forma de escravidão, e estabeleçamos relações de amor, respeito e liberdade, pois é para a liberdade que o Vosso Filho nos libertou, por Sua Morte e Ressurreição (cf. Gl 5,1).
Nutri nosso coração, portanto, de liberdade, para que cresçamos em Sabedoria, colocando toda e qualquer forma de inteligência artificial, a serviço de uma comunicação plenamente humana; mais uma vez, nós Vos pedimos, por meio do Vosso Filho, em comunhão com o Santo Espírito. Amém.
PS: Fonte inspiradora: https://www.vatican.va/content/francesco/pt/messages/communications/documents/20240124-messaggio-comunicazioni-sociali.html
Indefinibilidade do amor...
É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?”
Cair, levantar e caminhar
“Unidos no Espírito Santo pelo vínculo da paz”
“Unidos no Espírito Santo pelo vínculo da paz”
Sejamos enriquecidos
pela Homilia sobre o Cântico dos Cânticos escrita pelo bispo São Gregório de
Nissa (Séc.IV):
“Se o amor expulsa
completamente o temor, de tal modo que o temor se transforma em amor, então
compreenderemos que a salvação nos é obtida pela unidade. Pois a salvação
consiste em estarmos todos unidos, na íntima adesão ao único e sumo bem, pela
perfeição que está representada naquela pomba de que nos fala o Cântico dos
Cânticos.
É o que parece
depreender-se das seguintes palavras: Uma só é a minha pomba, uma só é a
minha perfeita; é a única filha de sua mãe, a predileta daquela que lhe deu à
luz (Ct 6,9).
No Evangelho, a palavra
do Senhor no-lo diz ainda mais claramente. Jesus abençoa seus discípulos,
dá-lhes todo o poder e concede-lhes os seus bens. Nestes bens incluem-se também
as santas expressões que dirige ao Pai.
Mas entre todas as
palavras que Ele diz e as graças que concede, há uma que é a mais importante e
como que a fonte e a síntese de tudo o mais. É aquela em que adverte os seus
para nunca mais se separarem por divergência alguma no discernimento das
atitudes a tomar; mas, pelo contrário, sejam um só coração e uma só alma,
procurando acima de tudo a união com aquele único e sumo bem.
Deste modo, unidos no
Espírito Santo pelo vínculo da paz, como diz o Apóstolo, serão todos um só
corpo e um só espírito, animado pela mesma esperança a que foram chamados.
Entretanto, será melhor
referir textualmente as divinas palavras do Evangelho: Que todos sejam um
como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, e para que eles estejam em nós (Jo
17,21).
O vínculo desta unidade
é a glória. Nenhuma pessoa sensata poderá negar que este nome “glória” é
atribuído ao Espírito Santo, se recordar as palavras do Senhor: Eu dei-lhe a
glória que tu me deste (Jo 17,22). Foi esta glória que o Senhor deu aos
discípulos quando lhes disse: Recebei o Espírito Santo (Jo 20,22).
Ele sempre possuiu esta
glória, antes mesmo que o mundo existisse; mas recebeu-a também ao assumir a
natureza humana. E uma vez que a natureza humana de Cristo foi glorificada pelo
Espírito Santo, a glória do Espírito foi comunicada a todos os que participam
dessa natureza, a começar pelos apóstolos.
Por esta razão diz: Eu
dei-lhes a glória que tu me deste, para que eles sejam um, como nós somos um:
eu neles e tu em mim, para que assim eles cheguem à unidade perfeita (Jo
17,22-23). Por isso, todo aquele que vai crescendo desde a infância até
alcançar o estado de homem perfeito, chega àquela maturidade espiritual que
somente a inteligência, iluminada pela fé, pode compreender. Então será capaz
de receber a glória do Espírito Santo, através de uma vida pura, livre de toda
mancha. Esta é aquela pomba perfeita a que se refere o esposo quando afirma: Uma
só é a minha pomba, uma só é a minha perfeita.” (1)
O Senhor
nos comunica a glória que do Pai recebeu, e nos envia o Espírito Santo para que
edifiquemos comunidades mais fraternas e solidárias.
Urge que
nossas comunidades empenhem-se, cada dia, fazer progressos neste sentido, no
fortalecimento da comunhão vivida, com gestos concretos de amor, perdão,
compaixão, proximidade e solidariedade.
“Pai Nosso
que estais nos céus...”
(1) Liturgia das Horas – Volume Quaresma/Páscoa – Editora Paulus - p.
868-870
A mais bela súplica: Envia, Senhor, o Teu Espírito!
A mais bela súplica: Envia, Senhor, o Teu Espírito!
Ó Espírito Santo de Deus, fonte de toda luz e amor.
Sem Ti, sucumbiríamos em nossa miséria humana,
Não suportaríamos o peso da cruz cotidiana,
e mergulharíamos em um vale de sofrimento e dor.
Ó Espírito Santo, que conheces nossos prantos,
e ouves nossos lamentos,
Sem Ti seriam insuportáveis nossos louvores e cantos.
e a última palavra seria a morte e sofrimentos.
Por isto, Te pedimos: Envia, Senhor, o Teu Espírito!
Porque Ele é vento que a todos assopra,
Fogo que arde e jamais se consome,
A todos aquece e ilumina!
Ó Espírito Santo, Vem! Teu sopro nos envie.
Como Igreja Sinodal reunida, a Ti, confiantes, suplicamos:
Vem até nós para nos aquecer, salvar e iluminar,
Curar, fortalecer, ensinar, aconselhar e consolar.
Ó Espírito Santo de Deus, sem Ti nada somos,
nada podemos. Sem Ti não há vida.
e somos como orvalho da manhã que passa,
Como a grama que murcha ao entardecer.
Ó Espírito Santo de Deus, fonte de graça e todo vigor,
Para Ti, nossas mãos confiantes, estendidas se levantam,
nosso coração se abre, caminhos novos apontam,
E nossos lábios proclamam: És de nossa vida, Senhor!
Ó Espírito Santo de Deus, fonte de paz e comunhão,
Contigo, os fardos são mais leves, jugos suavizados.
Contigo, morreu em nós a morte: É Ressurreição!
Contigo, com Tua morada em nós, somos divinizados. Amém.
Tristezas momentâneas, alegrias eternas...
Retomo a Palavra do Senhor a Paulo numa visão: “Não tenhas medo; continua a falar e não te cales, porque eu estou contigo. Ninguém te porá a mão para fazer mal. Nesta cidade há um povo numeroso que me pertence” (v.10).













