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sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
A Ação Divina não dispensa a ação humana
Mais ainda, nos fala do Reino comparando-o a um grão de mostarda, a menor de todas as sementes e que produz ramos tão grandes que os pássaros vêm habitar à sua sombra.
Lancemos nossas sementes, as melhores que pudermos para que outros desfrutem...
Fortalecei a fidelidade de todos os Presbíteros (súplica)
Fortalecei
a fidelidade de todos os Presbíteros (súplica)
“Uma
fidelidade que gera futuro”
Senhor, dai-nos a graça
de viver uma fidelidade que gere futuro, vivendo com zelo de Pastor a
identidade presbiteral, para que sejamos sacerdotes segundo o amor do Coração
de Jesus.
Renovai a chama do
primeiro amor do encontro pessoal com Cristo, que deu um novo horizonte e um
rumo decisivo em nossas vidas; aquele memorável encontro que o Senhor nos amou,
escolheu, chamou e nos confiou a graça da vocação de discípulos Seus.
Nos passos do Bom Pastor,
a Ele configurados, firmemos os passos na familiaridade com Ele, envolvendo
toda a nossa pessoa, coração e inteligência, sem cansaço ou desânimo
indesejáveis.
Senhor, que a cada dia,
na fidelidade e serviço, nossa vida seja oferecida ao celebrar o
Sacrifício de Cristo na Eucaristia; no anúncio da Palavra de Deus; na
absolvição dos pecados; na generosa
dedicação a serviço da comunhão e no necessário cuidado dos que mais sofrem e
passam necessidades.
Concedei-nos sabedoria,
para viver o chamado ao Ministério Ordenado como dom livre e gratuito de Deus e
que nossa vida seja uma resposta marcada pela graça, gratidão e gratuidade, envolvidos
pela divina ternura que sabe trabalhar com nossas fragilidades e
limitações.
Abertos ao sopro do
Espírito, que conduz a Igreja que amamos e servimos, como alegres discípulos
missionários do Senhor, cuidemos da formação permanente, acompanhada da
conversão cotidiana e da vigilância
necessária, para que não caiamos na tentação do imobilismo ou o fechamento.
Fortalecei-nos na
fidelidade à fraternidade, estabelecendo vínculos de comunhão
com os bispos e presbíteros, superando toda tentação de individualismo; de tal
modo que a fraternidade presbiteral seja elemento constitutivo do Ministério a nós,
pela Igreja confiado; jamais mergulhados na empobrecedora solidão ou reclusão
em si mesmo.
Sejam a concórdia e
harmonia na caridade um hino a Jesus Cristo, na vida em comum, unidade
irrepreensível, para que cada vez mais sejamos inseridos na fecunda comunhão de
Amor da Vida Trinitária.
Na fidelidade e sinodalidade,
abertos ao sopro do Espírito, que conduz e anima a Igreja, vivamos
sadia e fecunda relação no cuidado de nossas comunidades, sem jamais concentrar
tudo nas mãos ou cair na tentação de trabalhar sozinho; para que, então, vivamos
o Ministério da síntese e não a síntese de todos os Ministérios; edificando
assim uma Igreja sinodal e missionária e ministerial.
Na fidelidade e missão, exalemos
o odor do óleo que ungiu as nossas mãos em alegre atitude de doação, serviço,
com humildade e mansidão; vivendo a compaixão, proximidade e coerência, sem
cair na tentação da eficiência expressa na preocupação com a quantidade de
atividades e projetos realizados, ou em empobrecedor quietismo, fechado em si
mesmos, assustados pelos contextos nos quais inseridos.
Na graça da missão, o
fogo da caridade pastoral garanta o equilíbrio e a unificação da vida de todo presbítero,
concedendo o equilíbrio na vida cotidiana e a missão alcance todas as dimensões
da sociedade, em particular a cultura, a economia e a política, para que tudo
seja recapitulado em Cristo (cf. Ef 1,10).
Dai-nos sabedoria para
vivermos a harmonia entre a contemplação e a ação, afastando toda a tentação do
individualismo e a celebração de si mesmo, em empobrecedora autorreferencialidade;
e com João Batista, aprendamos a nos fazer pequenos para que Ele, Jesus, cresça
e seja conhecido e glorificado (cf. Jo 3,30).
Na necessária presença
no mundo midiático, que o uso das redes sociais e todos seus instrumentos à
disposição sejam sempre avaliados e usados com sabedoria, sem perder o
paradigma do discernimento para ver o que de fato contribui para a sadia
evangelização, lembrando as palavras do Apóstolo Paulo – “Tudo me é lítico!
Sim, mas nem tudo convém.” (1 Cor 6,12).
Que a cada dia, a fidelidade
e futuro se façam presentes em nossa vida Ministerial, empenhados num
renovado Pentecostes vocacional dentro da Igreja, cuidando das pastorais e
dentre elas a pastoral familiar e juvenil, sem jamais nos esquecermos que “não
há futuro sem cuidar de todas as vocações!”.
Contamos e confiamos na
intercessão da Virgem Imaculada, Mãe do Bom Conselho, e de São João Maria Vianey,
padroeiro dos párocos, para que vivamos “um amor tão forte que dissipa as
nuvens da rotina, do desânimo e da solidão: um amor total que nos é dado em
plenitude na Eucaristia. Amor Eucarístico, amor sacerdotal.” Amém.
PS: Oração para os Presbíteros inspirada na Carta Apostólica “Uma fidelidade que gera futuro” – Papa Leão XIV -8/12/25 – Solenidade da Imaculada Conceição da Bem-Aventurada Virgem Maria.
Comunidades Eclesiais missionárias e fecundas
Comunidades Eclesiais missionárias e fecundas
Nossas comunidades eclesiais missionárias são espaços sagrados em que se procura viver autenticamente a Palavra de Deus, como herdeiros da bênção que o Senhor nos agraciou.
Neste sentido, as Palavras do Apóstolo Pedro são iluminadoras:
“Sede todos unânimes, compassivos, fraternos, misericordiosos e humildes. Não pagueis o mal com o mal, nem ofensa com ofensa. Ao contrário, abençoai, porque para isto fostes chamados: para serdes herdeiros da bênção.” (1)
Oportunas as palavras atribuídas a diferentes autores, como nos falou o Papa São João XXIII:
“Mas é preciso manter também a norma comum que, expressa com palavras diversas, se atribui a diferentes autores: nas coisas necessárias, unidade; nas duvidosas, liberdade; em todas, caridade.” (2)
Supliquemos a Deus para que nos conceda a graça de assim vivermos, como discípulos missionários do Senhor, com o coração ardente e os pés sempre a caminho.
(1) Primeira Carta de São Pedro (1 Pd 3,8-9)
(2) Sobre o conhecimento da verdade, restauração da unidade e da paz na caridade – Papa São João XXIII – 29/06/1959
Os frutos da boa obediência
Os frutos da boa obediência
“Um
ancião tinha seu escravo como discípulo e, desejando
dominá-lo, convenceu-o a manter completa obediência.
Por
isso, o ancião lhe disse: ‘Vai, acende o fogo no forno, toma
o livro que é lido na ‘synaxis’ e lança-o no forno’.
Ele
foi e fez sem questionar.
E,
quando o livro foi lançado, o forno se apagou.
Isto
ocorreu para entendermos que a obediência é boa, porque
é uma escada para o Reino dos Céus.” (1)
Somos
todos eternos aprendizes da obediência,
Com
Maria, José, santos e santas, quanto a aprender!
Aquela
que coloca a vontade divina acima de tudo,
Acompanhada
de renúncia dos projetos e vontades próprias.
Que
os Pais do deserto viveram e ensinaram,
A
escada para que adentremos no Reino dos Céus.
Não
a obediência com gosto de subserviência,
Mas
como expressão de sagrada liberdade.
Não
com a miopia para outras possibilidades,
Mas
docilidade aos acenos do Espírito.
Não
como a resignação estéril e , fria,
Mas
com a chama do amor que crepita e impulsiona.
Obediência
como expressão de mansuetude,
Que
floresce e frutifica com a resiliência.
Suas
marcas indeléveis de prontidão e solicitude,
Colocando
nas mãos divinas nossa finitude.
Obediência
que garante sagrados frutos,
Porque
vivida com todas as veras do coração.
Acompanhada
da necessária oração,
Na
graça da simplicidade e da humildade.
Alimentado
pelo Pão da Palavra e da Eucaristia,
Na
Mesa Sagrada nutrido, porque peregrinar é preciso!
(1) Ditos anônimos dos Pais do deserto –
Editora Vozes – 2023 – pp.66-67
“As bem-aventuranças do político”
Em poucas palavras... (IVDTCA)
Bem-Aventuranças: “bilhete de identidade do cristão”
“Jesus explicou, com toda a simplicidade, o que é ser santo (Mt 5,3-12; Lc 6,20-23). Estas são como o bilhete de identidade do cristão. Assim, se um de nós se questionar sobre ‘como fazer para chegar a ser um bom cristão’, a resposta é simples: é necessário fazer – cada qual a seu modo – aquilo que Jesus disse no Sermão das Bem-Aventuranças. Nelas está delineado o rosto do Mestre, que somos chamados a deixar transparecer no dia a dia da nossa vida.” (1)
(1) Exortação Apostólica Gaudete et exsultate do Santo Pade Francisco – sobre a chamada à santidade no mundo atual – (Março de 2018) n. 63
Peregrinos da esperança, testemunhas das Bem-Aventuranças (IVDTCA)
Peregrinos
da esperança, testemunhas das Bem-Aventuranças
Senhor
Jesus, firmai nossos passos, para que, peregrinos da esperança, sejamos homens
e mulheres das bem-aventuranças, de tal modo que:
- Nada
esperemos do mundo, mas de Vosso Amado Pai;
- Olhemos
de alto a baixo o mundo, e sem rancor, abertos completamente a Deus, cuja face misericordiosa
nos revelastes;
- Tenhamos uma existência marcada pela atitude de serviço e de amorosa
disponibilidade, que Vós assumistes no momento do batismo;
- Vivamos como Vós vivestes, em total abertura para o Reino de Deus, recebendo-o,
desde já, como uma profunda alegria em sua existência terrena, muitas vezes
pouco atraente;
- Sejamos confortados e saciados, porque amados filhos de Deus e discípulos
Vossos;.
- Jamais
seremos desapontados nas promessas, pois sabemos em quem colocamos nossa
confiança e esperança. Amém.
PS: Fonte – Comentário do Missal Cotidiano – Editora Paulus –
passagem do Evangelho (Lc 6,20-26) – pág. 1255
Oportuno para a passagem do Evangelho de Mateus (Mt 5,1-12a)
As Bem-Aventuranças e o discipulado (IVDTCA)
Bem-Aventuranças: único caminho para a felicidade (IVDTCA)
“Bem-Aventurados os pobres em espírito” (IVDTCA)
Em poucas palavras...(IVDTCA)
Jesus, o homem perfeito
“Em toda a sua vida, Jesus mostra-Se como nosso modelo (Rm 15,5; Fl 2,5): é «o homem perfeito» (Gaudium et spes n.38), que nos convida a tornarmo-nos seus discípulos e a segui-Lo; com a sua humilhação, deu-nos um exemplo a imitar (Jo 13,15); com a sua oração, convida-nos à oração (Lc 11,1); com a sua pobreza, incita-nos a aceitar livremente o despojamento e as perseguições (Mt 5,11-12).” (1)
(1) Catecismo da Igreja Católica – parágrafo n.520
Em poucas palavras... (IVDTCA)
“O povo dos pobres”
“O povo dos «pobres» (Cf. Sf 2, 3; Sl 22, 27; 34, 3; Is 49, 13; 61. 1;), dos humildes e dos mansos, totalmente entregues aos desígnios misteriosos do seu Deus, o povo dos que esperam a justiça, não dos homens mas do Messias, tal é, afinal, a grande obra da missão oculta do Espírito Santo, durante o tempo das promessas, para preparar a vinda de Cristo.
É a qualidade do seu coração, purificado e iluminado pelo Espírito, que se exprime nos salmos. Nestes pobres, o Espírito prepara para o Senhor «um povo bem disposto» (Lc 1,17).” (1)
(1) Catecismo da Igreja Católica – parágrafo n. 716
Em poucas palavras... (IVDTCA)
Santidade: revelar a Face de Cristo
Jamais Santidade poderá ser sinônimo de “beatice”, medo de viver, fuga, evasão, alienação.
O mundo precisa de Santos e Santas que nos revelem a Face de Cristo, que nos comuniquem o Amor do Pai e nos iluminem com a Luz do Espírito.
A Santidade desejável por Deus (IVDTCA)
Vocacionados para as Bem-Aventuranças (IVDTCA)

“Só Deus sacia'.




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