A necessária fraternidade presbiteral
“Nós nos
designamos co-irmãos. Por isso, os padres devem reunir-se, visitar-se,
compartilhar suas experiências pastorais boas e más, consolar-se mutuamente,
fortalecer e apoiar solidariamente uns aos outros.
Deveria
haver genuínas amizades entre os padres. Que o moderno individualismo burguês também
tenha entrado no sacerdócio não é uma boa-evolução.” (1)
(1)Servidores
da alegria – existência sacerdotal – Cardeal Walter Kasper – Edições Loyola –
p.51
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