sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

“Curai, Senhor, nossa cegueira”

                                                            

“Curai, Senhor, nossa cegueira”

Na sexta-feira da 1ª semana do Tempo do Advento, ouvimos a passagem do Evangelho de Mateus (Mt 9,27-31) em que Jesus cura dois cegos.

Estes cegos podem ser cada um de nós, pois de um modo ou de outro, também somos passíveis de cegueira, e a maior de todas: a cegueira espiritual”.

Deste modo, precisamos todos da cura do Senhor, e para que isto ocorra, temos que  reconhecer Jesus como Aquele que pode nos curar, desejando no mais profundo de nós a luz, para caminhar na Luz que é Ele mesmo.

Jesus não age em nós contra nossa vontade, mas espera que abramos uma fresta, para que faça em nós maravilhas, com Sua indispensável presença e ação.

Não podemos ser como os fariseus, que pensavam ter os olhos abertos, e por Jesus são proclamados cegos, dada sua presunção e autossuficiência.

Urge que tenhamos a humildade de pôr-se na estrada, como fizeram os cegos mencionados no Evangelho e suplicar ao Senhor que passa – “Tem piedade de nós, Filho de Davi” (Mt 9, 27).

Para nos curar, é preciso que tenhamos fé: – Faça-se conforme a vossa fé” (Mt 9, 29),  para que a vida divina nos seja comunicada e cresça por meio desta fé e pelos Sacramentos celebrados e vividos.

Jesus ao curá-los, fez com que os olhos dos cegos se abrissem (Mt 9,30). Supliquemos ao Senhor que nos cure de nossa cegueira e que nossos olhos se abram, vivendo intensamente este Tempo do Advento.

Oremos:

Curai, Senhor, nossa cegueira, “Tem piedade de nós”, como os cegos vos pedimos: abri nossos olhos, para que renovemos a graça de vos seguir, como fiéis discípulos missionários.

Curai, Senhor, nossa cegueira, para que guiados por vossa Luz que não apenas tendes, mas que sois, também possamos irradiar Vossa luz, a tantos quantos dela precisar.

Curai, Senhor, nossa cegueira, para que nos empenhemos com sagrados compromissos  na transformação da cultura da morte, numa cultura de vida e paz, como desejais e de nós esperais.

Curai, Senhor, nossa cegueira,  para que edifiquemos lares em que a luz divina resplandeça em atitudes de acolhida, paciência, mansidão, perdão e comunhão.

Curai, Senhor, nossa cegueira, para que construamos comunidades, como casas edificadas na solidez da Palavra e Pão da Eucaristia que sois, caridade vivida em permanente missão.

Curai, Senhor, nossa cegueira, para que a Festa do Natal que se aproxima seja verdadeiramente a Festa do Nascimento da Luz que veio, vem e virá iluminar nossa história. Amém.

Continuando a rezar a partir da matemática...

                                                           

Continuando a rezar a partir da matemática...
 
Matemática! Para alguns um sofrimento, para outros um deleite...
 
Quantos rezaram, rezam e continuarão rezando para fazer uma prova de matemática... 
 
Lembro-me das noções elementares aprendidas há muitos anos... Das primeiras lições de tabuada, para muitos, que tormento a memorização.
 
Lembro-me do “lapiz” que não apontava (confesso que tive mais dificuldade de escrever lápis com s e não com z, sem esquecer-me do acento...), pois trazia a tabuada (se era para usar, por que vinha neles). Mas tinha o memorável lápis preto sem nada escrito que consumíamos interminavelmente com os apontadores. Depois vieram as lapiseiras...
 
Mas antes que continue, tive professoras que apaixonadas pela matemática, vocacionadas para tal me levaram ao mesmo sentimento...
 
Lembro-me das operações que nos acompanhariam por toda a vida (adição, subtração, multiplicação e divisão); daquelas enormes expressões algébricas com chave, colchetes, parênteses e o imperativo da ordem a ser obedecida, sem a qual jamais chegaríamos ao pretendido resultado; da raiz quadrada; das equações de primeiro grau e segundo graus, a procura do valor de “x”. Ah, também das equações biquadradas (será isto mesmo? já nem me lembro)...
 
As aulas sobre Conjuntos, que talvez não lembremos tanto quanto deveríamos, mas que estão mais que presentes em nosso cotidiano.
 
Recordar tudo isto, nos possibilita rezar a partir da matemática:

“Conjunto: Coleção de elementos bem definidos...”
 
Lembramos a criação: a Ação Divina que fez tudo e viu que era muito bom! A perfeita harmonia da criação. A beleza da criação, a biodiversidade, o equilíbrio do sistema; a mais que atualíssima questão da sustentabilidade em que um elemento (ser/organismo) depende do outro... A procura do equilíbrio, do respeito às diferenças.
 
A beleza divina manifesta-se na diversidade, multiplicidade, na possibilidade de nos surpreender com elementos novos, traduzidos como conteúdos e enredos novos.
 
Somos os elementos por Deus bem definidos, antes pensados, criados, reconciliados porque, por Ele, sempre amados.
 
“O Conjunto dos números Naturais”, que tem por natureza o infinito, leva-me a refletir sobre a infinitude do Amor de Deus, que tende a nos lançar para o futuro, plantando em nós a semente da eternidade quando de nosso Batismo.
 
Infinitude e imensurabilidade do Amor Divino... 

Há amores finitos são como as ervas da manhã que murcham ao entardecer e orvalhos que secam com os primeiros raios do sol como muito bem expressou o salmista sobre a finitude.
 
“Pertinência: Característica associada a um elemento que faz parte de um Conjunto. Um elemento pode ‘pertencer’ ou ‘não pertencer’ a um determinado Conjunto.”
 
Com a “pertinência” reconhecer que a Deus pertencemos, e por isto diante d'Ele devemos nos submeter: diante do Senhor todo joelho se dobre e toda língua proclame Jesus é o Senhor (Fl 2,1-11).
 
A Deus, que não Se deixa apropriar por mãos humanas, sintamo-nos pertencentes.
 
Quanto maior for este sentimento, maior nossa relação filial de confiança e amor, disponibilidade e serviço.
 
“Relação entre Conjuntos - Contém, não contém, está contido, não está contido...”
 
Como é bom saber que o coração trespassado de Jesus contém a nossa existência.
 
Dilatado foi para que nele coubéssemos. Estamos contidos no coração de Jesus, e quanto mais o amarmos, mais sentiremos Sua presença em nós, e mais em Seu coração desejaremos estar contidos.
 
Contém” - A Sagrada Escritura contém a história da Salvação, e com isto, nela está contida a história do Amor de Deus e todos aqueles que escreveram esta história.
 
Importa vivermos também sentindo-nos nesta história envolvidos, contidos. Quanto mais assumir a Sagrada Escritura como nossa história de salvação, mais nela nos sentiremos contidos.
 
“Operações entre dois Conjuntos - união, intersecção...”
Reflito sobre a União Matrimonial – “O que Deus uniu o homem não separe...” Unidade e indissolubilidade matrimonial a serem vividas cotidianamente como Mistério Pascal.
 
A unidade desejada e rezada por Jesus (Jo 17); exortada por Paulo  em Efésios ( Ef 4); a unidade vivida pelas primeiras comunidades (At 2,42-45).
 
A unidade: a relação dos povos e suas diferenças étnicas, culturais; a unidade no respeito à diversidade tão frágil e tão bela...
 
A matemática muito mais do que nos livros, como martírio ou encanto, como sofrimento ou prazeroso aprendizado está mais do que presente em nossa vida.
 
Urge a  religação dos saberes... O saber da matemática também pode ser e é indispensável para descobrirmos caminhos novos para uma nova humanidade. Rezar a partir da matemática é possível, mais que isto: necessário!
 

Senhor, renovai as nossas forças!

                                                                

Senhor, renovai as nossas forças!

Senhor, a Vós recorremos fadigados, exauridos fisicamente,
Depois de um dia marcado por um número sem fim 
de atividades:
Missas, reuniões, estudos, unções, velórios, administração.

Há dias que outras coisas se somam: 
aconselhamentos, contatos diários,
Atendimento a alguém em busca de sentido para a vida,
Em busca da sobriedade, do equilíbrio e da paz perdida.

Muitos também nos procuraram para uma direção espiritual,
E a santa busca do perdão, 
que costura as feridas da alma, e as cicatriza,
Com a graça do Sacramento, sinal de Vossa misericórdia.

Ainda tem aqueles que nos procuram com seus sonhos,
Por vezes maculados, pisoteados, 
e em pesadelos transformados,
Querendo uma Palavra que os refaçam, os renovem,
Como que desejando remover alguma ferrugem da alma.

Sim, Senhor, a Vós recorremos fadigados fisicamente,
Mas com o espírito renovado, porque pelo Vosso Espírito,
Em todos os momentos, ininterruptamente, assistidos.

Com o espírito renovado, porque iluminados e conduzidos
Por Vossa Palavra, que comunicamos e na Homilia pregamos,
Revigorados pelo Vosso Corpo e Sangue que comungamos,
Sem o que nos renderíamos diante de tantos problemas,
De incontáveis desafios, e das chagas de tantos crucificados.
Porém, recolhidos diante de Vossa Presença,
Na “Oração das Completas”, ao findar de mais um dia,
Reconhecemos nossos pecados e limitações,
E Vos pedimos, ao romper da aurora,
Como foi na madrugada da Vossa Ressurreição,
A graça de nos pormos de pé e escrevermos novas linhas,
Para sermos sinais de Vossa presença, servos do Bom Pastor,
Que nos refaz com a força revitalizante do Divino Amor. 

A Vós, Senhor, entregamos nossos cansaços, bons e maus:
O cansaço bom ao cuidar do rebanho a nós confiado,
O cansaço ruim, por ficar vigilante contra a ação dos inimigos,
Do tentador, que de mil formas deseja nos desvirtuar
Do bom Caminho, que Sois Vós, garantia de plenitude de Vida.
E ainda, o cansaço mais perigoso, o cansaço de nós próprios,
Quando não zelamos pelo encantamento, fascínio e
Apaixonamento incondicional por Vós.

Quando não cuidamos da chama do primeiro Amor,
Ou até o abandonamos, fazendo de nós mesmos
Autorreferenciais, revestidos de um mundanismo
Que maculam as sagradas vestes do Batismo 
E da tão desejada e recebida no Sacramento da Ordem.

A Vós, Senhor, nos entregamos e suplicamos:
Refazei-nos, renovai-nos, revigorai-nos.

Queremos rezar e viver o que tão belo aprendemos:
“Quero ser Padre, somente Padre e totalmente Padre”,
Com o Vosso Espírito, na fidelidade ao Pai,
Amparado e protegido pela Vossa mãe tão gloriosa,
Aquela que está sempre presente, a amável Mãe Maria.
Amém. Aleluia! Aleluia!

Tempo do Advento: alegria renovada na missão

                                                    

Tempo do Advento: alegria renovada na missão

A Carta aos Hebreus foi escrita pouco antes do ano 70, por um autor anônimo, destina-se a uma comunidade constituída, em sua maioria, por cristãos vindos do judaísmo.

Retomemos a passagem para reflexão neste Tempo do Advento (Hb 10,5-10),

A marca desta comunidade, que tem fundação de maior tempo, é a perda do entusiasmo inicial, dando lugar a uma fé morna e pouco comprometida, e as dificuldades fazem instaurar o desânimo, o cansaço e o desvio da verdadeira doutrina.

O autor escreve para que esta retome a fé, reacenda o compromisso, num contínuo sacrifício de louvor, tendo o sacerdócio de Cristo como paradigma de toda a comunidade.

Jesus, que Se encarnou e Se entregou e foi fiel ao Projeto de Deus totalmente, é quem deve ser seguido, amado, adorado e imitado. Estas têm que ser as mesmas atitudes daqueles que O seguem.

Afinal, com Jesus inaugurou-se o Reino de amor e paz, e somos participantes desta construção, vivendo como Ele na obediência, fidelidade e disponibilidade, sendo um sacrifício agradável ao Pai, como Ele o foi, vivendo um “sim total a Deus”.

É preciso, portanto, despojar-se da acomodação, desesperança, apatia, indiferença e desânimo, vivendo a fé que professamos, pois ela é, um dom divino, mas que nos compromete, e cada um de nós tem um dever insubstituível e uma missão específica.

Vivamos intensamente este Tempo do Advento, renovando a alegria de sermos discípulos missionários do Senhor na ação evangelizadora que Ele nos confiou, e deste modo estaremos melhor nos preparando para a Festa do Natal do Senhor que se aproxima.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Brincar com elas, um precioso deleite...

                                                    

Brincar com elas, um precioso deleite...


Brinco com as palavras para falar da Palavra; brinco com os verbos para falar do Verbo, deleito-me com o espiritual para falar do Espírito, comunico porque a essência de Deus é a comunicação.


Procuro fortalecer laços de fraternidade
Inspirado na bela e Santíssima Trindade!
Crendo e aprofundando a amizade com Deus,
Fonte e alimento da profunda comunhão,
Rompo, com os textos, as correntes
Porque Sua Palavra é fonte de libertação!
Magia das palavras portadoras de encantos, 
efeitos inesperados, corações fortalecidos...


Ora corações alegrados, 
esperança revigorada e vitais sonhos refeitos... 
Ora nem tanto assim.


Ora, ora! Como digo,
Importa a palavra ter comunicado
E, o melhor de mim, ter dado
Na ânsia de algo ter semeado...

Vigilantes, orantes e firmes na fé

                                                      


Vigilantes, orantes e firmes na fé

Reflexão à luz da passagem do Livro de Tiago:

“Irmãos, ficai firmes até à vinda do Senhor. Vede o agricultor: ele espera o precioso fruto da terra e fica firme até cair a chuva do outono ou da primavera. Também vós, ficai firmes e fortalecei vossos corações, porque a vinda do Senhor está próxima. Eis que o juiz está às portas.” (Tg 5,7-8.9b)

Dando os primeiros passos neste Tempo do Advento, tempo fecundo de vigilância e oração, nos preparamos para celebrar o nascimento do Salvador, e renovar sagrados compromissos na espera de Sua vinda gloriosa.

Deste modo, somos exortados pelo Apóstolo para que fiquemos firmes até a vinda do Senhor, fortalecendo nossos corações, porque a Sua vinda está próxima.

Mas como nos mantermos firmes e fortalecermos nossos corações, quando enfrentamos não poucas dificuldades, agravadas pela pandemia que ainda persiste, bem como outras situações adversas, como a violência, violação da vida, tanto da pessoa como de todo o planeta?

De fato, como nos fala o Cardeal José Tolentino de Mendonça, vimos o início de uma crise “poliédrica”, que nos desafia à conversão e reorientação dos rumos de nossa história: 

“Que tempo é este que estamos a viver? A que o havemos de comparar? Podemos, efetivamente, olhar apenas para o assédio devastador desta crise que começa por ser sanitária, mas que depressa contaminou tantos outros âmbitos, tornando-se uma crise poliédrica: econômica, social, política, eclesial, civilizacional... Este não é o momento para fazer cair os braços em desânimo, mas é um tempo para apostas de confiança... Não é só um tempo para fechar a semente no celeiro enquanto se aguardam as condições que considerarmos propícias: este é um tempo bom para os semeadores saírem para o campo, para os pescadores se aventurarem ao lago. Não é só uma estação para gerir aflições crescentes: é também a ocasião em que Deus nos ordena que arrisquemos como Igreja e que compremos um campo novo.” 

Iluminados pela palavra do Apóstolo, na oração desta tarde, caminhemos sem jamais vacilar na fé, esmorecer na esperança e esfriar na caridade. 

Oremos:

“Despertai, ó Deus, o Vosso poder e socorrei-nos com a Vossa força, para que Vossa misericórdia apresse a Salvação que nossos pecados retardam. Por N. S. J. C. Amém.” (1)

 

 

(1) Oração das Vésperas – quinta-feira da 1ª Semana do Advento.

Escrito em dezembro de 2022.

 

A solidez da Palavra Divina e a vida cristã

                                                   

A solidez da Palavra Divina e a vida cristã

"Quem ouve estas minhas palavras e as põe em prática,
é como um homem prudente, que construiu
sua casa sobre a rocha" (Mt 7,24)

Ouvimos na quinta-feira da 1ª Semana do Tempo do Advento a passagem do Evangelho de Mateus (Mt 7,21.24-27) que nos ajuda a refletir sobre a edificação da vida cristã, na espera do Senhor que vem.

Tempo do Advento bem vivido, permitirá que o Natal seja para renovar nossos compromissos com o Verbo de Deus que vem ao nosso encontro, e somente O acolherá verdadeiramente quem o fizer no presépio montado no coração; quem não se deixar seduzir pela aparência do natal do consumo, das luzes artificiais tão provisórias e ilusórias.

A vida cristã é edificação de nossa vida sobre o fundamento que é o próprio Jesus, Sua Palavra e Projeto do Reino, do qual somos instrumentos.

Precisamos refletir e avaliar sobre o modo como edificamos a nossa vida; sobre a base em que construímos nossos projetos, que alavancam sonhos cultivados no mais profundo de nós, sempre regados pela graça da vigilância ativa e Oração.

Sonhos, utopias, desejos, metas, conquistas, novos horizontes... O Reino de Deus presente já em nosso meio, e ainda não plenamente. O novo céu e nova terra, a Jerusalém Celeste, sempre haverão de nos acompanhar, e se renovar.

É preciso pensar no juízo de Deus, que será como uma tempestade violenta que só deixará em pé as construções sólidas, as que estiverem fundadas, diz Jesus, sobre a Sua Palavra, sobre os valores por Ele propostos, sobre as Suas Bem-Aventuranças, um Projeto de vida e felicidade.

Não ficar submerso num verbalismo religioso, individual, comunitário ou até mesmo litúrgico, profundamente lamentável e abominável pelo Senhor, porque seria uma piedosa ilusão, sem visibilidade e concretização numa vida operosa e comprometida com a Boa Nova.

Construir nossa vida sobre a Rocha Consistente, que jamais será abalada, a Palavra de Deus que ouvimos, lemos, meditamos; Palavra que se faz Pão, Vida, Luz, Libertação, se vivida, garantia de salvação.  Ele a Rocha Consistente, nós uma pedra viva e preciosa aos Seus olhos.

Venham os ventos, as adversidades, as provações, as inquietações, as seduções, que aparentemente nos roubam forças e nos aniquilam, mas, Se com fé enfrentadas, com o Esplendor e Vigor da Palavra e da Eucaristia, nada ruirá, nada sucumbirá, porque Deus fala, promete e cumpre.

Somente n’Ele uma vida solidificada, as tramas da existência entrelaçadas; páginas do cotidiano com a Tinta do Amor do Santo Espírito escrita, é que alcançaremos o desejo universal inerente a todo ser humano: a felicidade, que somente na Divina Fonte da Felicidade encontraremos. 

Quem sou eu

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4º Bispo da Diocese de Guanhães - MG