sexta-feira, 27 de junho de 2025

Súplica ao Senhor Bom Jesus do Matosinhos

 


Súplica ao Senhor Bom Jesus do Matosinhos

Óh! Senhor Bom Jesus, que estais neste Santuário de braços abertos para acolher com paternal bondade os vossos devotos e derramar sobre todos a plenitude de misericórdia, eis-me aqui para oferecer-Vos, com o tributo de minhas homenagens e adoração, o meu mais profundo sentimento de dor e arrependimento pelos meus pecados que tantas vezes Vos ofenderam.

Óh! Senhor, tudo neste Santuário atesta a Vossa infinita bondade em ouvir as súplicas daqueles que se dirigem à Vós com fé e confiança, tudo neste lugar proclama a Vossa incomensurável compaixão nunca desmentida, mas sempre eficaz, sempre ativa. Animada por tantas provas de ternura paternal e compaixão extrema, venho lançar-me a Vossos pés implorando a graça que ardentemente desejo (pede-se a graça). E Vós, Virgem Santíssima, Mãe de Deus e também Mãe Nossa, a quem o Bom Jesus nada recusa, alcançai-me estas graças pela Vossa intercessão. Amém.

Reze: 5 “Pai-Nossos”, 5 “Ave-Marias”, 5 Glória ao Pai.

 

PS: Oração exposta na Capela do Santuário Bom Jesus do Matosinhos - Conceição de Mato Dentro - MG. - Autoria desconhecida.

 

Crer, esperar e amar (corpus Christi)

                                                         

Crer, esperar e amar

Eucaristia é o Mistério maior de nossa fé, pois dela vivemos, nos alimentamos e nos refazemos de nossos cansaços, renovamos nossas forças para avançar adiante nos sagrados compromissos que dela emanam:

'A Eucaristia é ‘fonte e ápice de toda a vida cristã'. 'Os demais Sacramentos, assim como todos os ministérios eclesiásticos e tarefas apostólicas, se ligam à sagrada Eucaristia e a ela se ordenam. Pois a santíssima Eucaristia contém todo o bem espiritual da Igreja, a saber, o próprio Cristo, nossa Páscoa’’’ (1)

A Eucaristia bem celebrada redimensiona as virtudes divinas que nos movem:

“Antes de agirmos, a Eucaristia convida-nos a viver as três dimensões mais pessoais e íntimas da experiência cristã, ou seja, crer, esperar e amar. É uma questão de sangue, de corpo, de vida e de morte.

A Eucaristia abrange o homem todo, não é apenas um rito ou uma aspiração, mas sim um sinal que recorda e exige a realidade: Um Sacramento” (2)

Crer, esperar e amar:

Crer num novo mundo possível, sem jamais perder a esperança. Manter viva a fé, dando razão de nossa esperança vivendo a essência do ser cristão, amar;

Amar a Deus e ao próximo, inseparavelmente, como nos ensinou e o Mandamento o Senhor nos deu;

Crer como mais bela expressão de fé em Deus e em Sua onipotência;

Esperar no Senhor, mas não nos omitirmos do que a nós for próprio.

Amar sempre; amor intenso e profundo, amor de Cruz, como o Senhor viveu.

Crer, esperar e amar, somente possível, quando da Eucaristia partícipes e nutridos, e sagrados compromissos com o Reino, mais do que renovados, assumidos e fortalecidos.



(1)        Catecismo da Igreja Católica §1324
(2)        Lecionário Comentado – Editora Paulus – 2011 – p.881
Passagem do Evangelho de Marcos (Mc 14,12-16.22-26)

Dai-nos, Senhor o Divino remédio e proteção (1)

 


Dai-nos, Senhor o Divino remédio e proteção

“O Sangue do Bom Jesus derramado por todos nós na Cruz 
seja nosso remédio e proteção”
“Se queres, podes me curar” (cf. Mt 8,2).

Oremos:
 
Ó Deus, aos pés do Vosso Filho, o Bom Jesus,
Contemplamos o infinito amor que tendes por nós,
e porque nos amais, nos destes o Vosso Filho,
para que todo aquele que n’Ele viver e crer não morra, mas tenha a vida eterna.
 
Cremos, Ó Deus, que o Sangue derramado do Vosso Filho por amor de nós,
é a verdadeira expressão da Vossa misericórdia para a Redenção da humanidade;
um amor invencível e imensurável que nos faz novas criaturas,
a fim de que morramos para o pecado e vivamos para Vós.
 
Que o Sangue do Vosso Filho nos lave, nos purifique plenamente,
e o fogo abrasador do Vosso Amor faça arder nosso coração,
para que sejamos curados e protegidos de toda enfermidade,
e  de modo especial, livrai-nos do vírus da covid-19 ou de qualquer outro que gere sofrimento, dor, luto e morte.

Nós Vos pedimos, Ó Deus, dai-nos firmeza, coragem, graça
e força, para que, em nossa fraqueza e miséria, 
acolhidos e envolvidos pelo Vosso abraço misericordioso,
firmemos os passos com a presença do Bom Jesus e o Santo Espírito.
 
Ó Deus, nutridos pelo Pão da Palavra e da Eucaristia,
suplicamos por todos os falecidos nesta pandemia,
e fortalecei seus familiares que sofrem a dor de suas  ausências,
e por tantas pessoas solidárias, sinais de esperança
neste momento tão difícil que vivemos,
e que a Boa Nova da Ressurreição dê a todos coragem e
perseverança no bom combate da fé. Amém.

Dai-nos, Senhor, o Divino remédio e proteção (2)

                                                    


Dai-nos, Senhor, o Divino remédio e proteção
 
“O Sangue do Bom Jesus derramado por todos
nós na Cruz seja nosso remédio e proteção”
“Se queres, podes me curar” (cf. Mt 8,2).


A Diocese de Guanhães foi agraciada com a realização do 234º Jubileu do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos – Conceição do Mato Dentro – MG, de 13 a 24 de junho de 2021, com o tema: “O Sangue do Bom Jesus derramado por todos nós na Cruz, seja nosso remédio e proteção”; e com o lema: “Se queres, podes me curar” (cf. Mt 8,2).


Como fruto deste grande retiro espiritual que foi o Jubileu, ofereço esta singela oração:

Ó Deus, aos pés do Vosso Filho, o Bom Jesus,
Contemplamos o infinito amor que tendes por nós,
E porque nos amais, nos destes o Vosso Filho,
Para que todo aquele que n’Ele viver e crer não morra, mas tenha a vida eterna.
 
Cremos, Ó Deus, que o Sangue derramado do Vosso Filho por amor de nós,
É a verdadeira expressão da Vossa misericórdia para a redenção da humanidade;
Um amor invencível e imensurável que nos faz novas criaturas,
A fim de que morramos para o pecado e vivamos para Deus.
 
Nós Vos pedimos, Ó Deus, dai-nos firmeza, coragem, graça
E força, para que, em nossa fraqueza e miséria, 
Acolhidos e envolvidos pelo Vosso abraço misericordioso,
Firmemos os passos com a presença do Bom Jesus e o Santo Espírito. 

Que o Sangue do Vosso Filho nos lave, nos purifique plenamente,
E o fogo abrasador do Vosso Amor faça arder nosso coração,
para que sejamos curados e protegidos de toda enfermidade,
e  de modo especial, livrai-nos do vírus da covid ou de qualquer outro que gere sofrimento, luto, dor e morte.

Ó Deus, nutridos pelo Pão da Palavra e da Eucaristia,
Suplicamos por todos os falecidos nesta pandemia, e fortalecei seus familiares que sofrem a dor de suas ausências,
e que a Boa Nova da Ressurreição dê a todos coragem e perseverança no bom combate da fé. Amém.



PS: Escrito em junho de 2021 

Neste Coração manso e humilde...(SCJ)

                                                       

Neste Coração manso e humilde...

"Vinde, pois, e aprendei de mim,
que sou manso e humilde de coração!"

Reflitamos sobre o Sagrado Coração de Jesus, à luz da passagem do Evangelho de Mateus (Mt 11,25-30).

Retomemos o  Sermão do Bispo São João Crisóstomo (séc. IV), que nos fala sobre a humildade e mansidão de coração de Nosso Senhor.

“Vês, amante de Cristo, quanta seja a misericórdia do Criador para conosco?

Vês como nas mesmas ameaças brilha a benignidade? Vês como Sua misericórdia se antecede a Sua indignação? Vês como o castigo é superado pela bondade?

Isto não é maravilhoso! Porque Ele mesmo é manso e benigno Senhor nosso, e solícito, como é de Seu costume, de nossa salvação, que claramente nos fala no Evangelho, como a pouco nos fazia quando nos lia:

Vinde a mim e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração! Quanto Se abaixa o Criador, e, apesar disso, a criatura não O reverencia!

Vinde e aprendei de mim!, disse o Senhor quando veio aos Seus servos para consolá-los em suas quedas. Assim Cristo Se porta conosco, e assim nos demonstra a Sua misericórdia.

Quando convinha castigar os pecadores e acabar com sua espécie que O irritou, justamente então Se dirige aos réus com Palavras brandas e lhes diz:

Vinde e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração! Deus Se humilha e o homem se ensoberbece!

Manso é o juiz e soberbo o réu! Humilde voz lança o artífice, e o barro fala como se fosse algum rei! Ó, vinde e aprendei de mim, que Sou manso e humilde de coração!

Não vos curvaram os acontecimentos anteriores; não vos amansaram os que logo se seguiram; nem finalmente os que ao pouco sobrevieram!

Porém Ele, como então, também agora, uma vez que fez tremer as criaturas, logo as pacificou com a Sua misericórdia. Vinde, pois, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração!

Ele não vem com chicote para açoitar, mas com nossa natureza para curar! Vinde e vede Sua inefável bondade!

Quem não ama ao amo que não açoita? Quem não se admira do juiz que suplica ao réu? Te enches completamente de admiração a humildade de Suas Palavras?

Sou Artífice e amo a minha obra! Eu sou Obreiro e perdoo aquele que Eu mesmo inventei! Se eu uso do supremo direito que me dá minha dignidade, não levantarei a humanidade caída; e como ela padece de uma enfermidade incurável, se não uso de remédios suaves, ela não poderá se curar!

Se não trato a humanidade e a pessoa humana com benignidade, perece! Se somente uso de ameaças, perde-se! Por isto, aplico, como a quem está caído, medicamentos de suavidade. Abaixo-me ao máximo na comiseração para levantá-la de sua queda!

Aquele que está em pé não consegue levantar ao caído se não abaixar sua mão. Pois vinde e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração! Não falo para ostentação: pelos fatos vos dei experiência. Que Eu seja manso e humilde de coração, podes deduzir do estado em que me vês e ao qual Eu vim.

Analisa minha forma e qual seja minha dignidade: medita-o e adora-me! Por ti me humilhei! Pensa de que lugar desci e em que lugar falo contigo.

Sendo o céu meu trono, agora falo contigo na terra. Nas alturas sou glorificado, porém, como magnânimo, não me encolerizo, porque sou manso e humilde de coração!

Se Eu não fosse um manso Filho do Rei, não teria escolhido por mãe uma serva. 

Se Eu não fosse manso, o Artífice das substâncias visíveis e invisíveis, não teria me desterrado aqui convosco.

Se não fosse manso, não teria estado Eu, o Pai do século futuro, envolto em pano.

Se não fosse manso, não teria suportado a pobreza do presépio, Eu que possuo todas as riquezas de todas as criaturas.

Se não fosse manso, não me teria encontrado entre animais, Eu a quem os querubins não ousam olhar.

Se Eu não fosse manso, que com minha saliva dou vista aos cegos, jamais teria sido cuspido pela boca de homens maus.

Se não fosse manso, nunca teria tolerado a bofetada de um servo, Eu que sou quem dá liberdade aos servos.

Se não fosse manso, jamais teria apresentado minhas costas aos açoites em benefício dos escravos.

Mas por que não digo o que é ainda maior?

Se eu não fosse manso, nunca teria carregado a dívida de morte, Eu que nada devia, em lugar daqueles que deviam padecê-la.” (1)

Concluindo, a mansidão do Senhor e o Seu Amor dão “vertigem”, porque ultrapassam todas as medidas, parâmetros, lógicas humanas.

Neste Coração manso e humilde, o discípulo amado recostou sua cabeça, e também nós, podemos fazer quantas vezes quisermos, para que nos sintamos amados, perdoados, e renovados para carregar, com fidelidade e coragem, nossa cruz.

Neste Coração manso e humilde encontramos espaço, porque dilatado na Cruz, para que nele coubéssemos.

Neste Coração manso e humilde, encontramos forças para alcançarmos a vida plena e digna já, nesta travessia por que passamos, até que um dia possamos na glória dos céus, entrar, e a face do Pai contemplar, na plena comunhão do Espírito, vivendo e crendo em Jesus, que Se fez o Caminho, a Verdade e a Vida.

Neste Coração manso e humilde, enfermos renovam forças; desesperados reencontram a esperança; os fracassos superados seguidos de vitórias; entristecidos reencontram a alegria; aflitos reencontram a paz; pecadores, a pureza de alma; ansiosos, a serenidade; dependentes, a sobriedade; os apáticos e indiferentes se libertam destas amarras em sadios compromissos com a Boa Nova do Reino.

Neste Coração manso e humilde...



(1) Lecionário Patrístico Dominical – Editora Vozes – 2013 – pp. 267-268.

O Sacratíssimo Coração e o Santíssimo Sacramento (SCJ)

                                                   

O Sacratíssimo Coração e o Santíssimo Sacramento

Celebraremos a Festa do Sagrado Coração de Jesus, fornalha ardente de caridade; um coração trespassado do qual jorrou Sangue e Água, prefigurando nosso Batismo e a Eucaristia, nosso salutar Alimento de eternidade.

Retomemos a reflexão de Dom Murilo, muito oportuna para esta Festa:

“1ª pergunta: O que Jesus Eucarístico nos oferece?
Ele nos oferece um caminho de vida e de espiritualidade.

Lemos no livro do Deuteronômio: “Lembra-te de todo o caminho por onde o Senhor teu Deus te conduziu” (Dt 8,2).

Para Moisés, a peregrinação dos hebreus pelo deserto, ao longo de quarenta anos, serviu para o Senhor por Seu povo à prova, saber o que tinha no coração e se observaria ou não os Mandamentos Divinos.

Essa longa travessia tornou-se uma referência para todos que viveram no Antigo Testamento. Pouco a pouco, o povo escolhido foi tomando consciência de que a causa de sua desgastante e a cansativa peregrinação foi o esquecimento de Deus.

Quando o Senhor é esquecido, multiplicam-se, imediatamente, bezerros de ouro, que passam a ser adorados.

Séculos depois, Jesus se apresentaria como “caminho” (“Eu sou o caminho...”).

Nos Atos dos Apóstolos, por cinco vezes aparece essa palavra para expressar a Projeto de vida apresentado por Jesus. Ser Seu discípulo é seguir o Caminho.

Atualmente, somos convidados a nos lembrar de que nas estradas que percorremos há “Alguém” que nos acompanha, mesmo que, como aconteceu com os discípulos de Emaús, Sua presença não seja logo percebida.

Na Eucaristia, Jesus nos convida a nos unirmos a Ele. Porque sabe que sozinhos não iremos longe, Ele nos oferece “o Pão descido do céu” (Jo 6,5). Ele próprio é esse Pão.

É um privilégio receber como Alimento o próprio Filho de Deus – privilégio e graça. Afinal, só Ele pode nos dar o perdão dos pecados, a salvação e a vida eterna. Desgraça suprema é viver eternamente longe de Deus.

2ª pergunta: O que Jesus Eucarístico espera de nós?
“Não te esqueças do Senhor teu Deus que te fez sair do Egito!”, lemos no Deuteronômio (8,14).

Pecar é esquecer-se de Deus; é construir uma vida sem referência a Ele; é ignorar Seus Mandamentos; é seguir um caminho próprio. Em nossa época, mais e mais secularizada, pretende-se justamente isto: construir um mundo sem referência ao Criador.

A participação na Eucaristia exige de nós uma abertura para o outro: não podemos amar a Deus, que não vemos, se não amamos o irmão que está ao nosso lado.

Somos chamados a buscar a unidade entre nós, pois o mesmo Cristo que nos alimenta e nos transforma, alimenta e transforma nossos irmãos:

“Porque há um só Pão, nós todos somos um só corpo” (1Cor 10,17). Não podemos ficar indiferentes às divisões em nossa família e em nossas comunidades. Tais divisões nascem do egoísmo, do ciúme e do ódio ciosamente guardado nos corações.

Quem recebe o Senhor deve viver segundo Seus Ensinamentos, acolher quem é amado por Ele e ter sentimentos que Ele possa ter em nós.

3ª pergunta: O que podemos oferecer a Jesus Sacramentado?
Podemos lhe oferecer nossa acolhida: Jesus, esta cidade é Tua. Entra na casa de cada filho e filha desta cidade; também na casa daqueles que não Te conhecem e, por isso, não Te amam!

Somos chamados a lhe oferecer nosso coração: Jesus, meu coração é Teu. É inconstante, é pobre, mas é o que tenho. Toma conta dele e transforma-o segundo o Teu coração, manso e humilde!

Mais do que tudo, devemos adorá-Lo no Santíssimo Sacramento, unindo-nos a todos aqueles que, ao longo dos 465 anos da história desta cidade, O adoraram.” (1)

Como estabelecer a relação da Eucaristia com o Sagrado Coração de Jesus, a partir das três questões apresentadas:

- O que Jesus Eucarístico nos oferece?
- O que Jesus Eucarístico espera de nós?
- O que podemos oferecer a Jesus Sacramentado?

Celebrando a Festa do Sagrado Coração de Jesus, reflitamos:

- O que O Sagrado Coração de Jesus nos oferece?
- O que O Sagrado Coração de Jesus espera de nós?
- O que podemos oferecer ao Coração de Jesus?

Ao concluir, repitamos com o coração sintonizado com o mais belo Coração:

- “Jesus, manso e humilde de coração, fazei nosso coração semelhante ao Vosso”; e ainda:

- “Sagrado Coração de Jesus, fazei o nosso coração semelhante ao Vosso”.

  

(1) Reflexão feita pelo Arcebispo de Salvador, Dom Murilo S. R. Krieger,  quando da realização da Festa de Corpus Christi - (2014).

Meditemos sobre o mais Belo Coração (SCJ)


Meditemos sobre o mais Belo Coração

Em silêncio orante, meditemos:

 “[...] Nosso Senhor permitiu este golpe de lança para chamar a nossa atenção para o Seu Coração, para nos fazer pensar no Seu Amor que é a fonte de todos os Mistérios da Salvação: as promessas do Éden, as profecias e as figuras da antiga lei, a ação providencial sobre o povo de Deus, a encarnação, a vida, os ensinamentos e a morte do Salvador.

A abertura do lado de Jesus é como a fonte que regava o paraíso terrestre, é como a fenda do rochedo que deu a água para saciar o povo de Israel.” (1)

Água e Sangue jorrados do lado aberto do Senhor: Vida e Alimento.



(1) Leão Dehon, OSP 3, p. 367ss. Tradução do Pe. José Jacinto Ferreira de Farias, SCJ - O Coração de Jesus aberto pela lança- Sexta–feira Santa - (Jo 19, 34- 36).

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