domingo, 27 de abril de 2025
A Fé no Ressuscitado é missão de paz! (IIDTPC) (12/04)
A Fé no Ressuscitado é missão de paz!
A Liturgia do 2º Domingo da Páscoa (ano C), também chamado de Domingo da Misericórdia, nos convida a refletir sobre o papel da comunidade cristã como lugar privilegiado do encontro com Jesus Cristo Ressuscitado (na Palavra proclamada, no amor vivido, no pão partilhado e no corajoso testemunho dado).
Na passagem da primeira leitura (At 5,12-16), temos a confirmação da missão salvadora continuada pela comunidade, apresentando a proposta redentora da humanidade a partir de Jesus Cristo.
A pequena passagem enfatiza a atividade miraculosa dos Apóstolos, pois ela é continuadora da missão do Ressuscitado com o mesmo poder – “pelas mãos dos Apóstolos realizavam-se muitos milagres e prodígios entre o povo”.
Os sinais feitos pela comunidade revelam a presença libertadora e salvadora de Deus, que deseja vida plena para todos. Os gestos de amor, de partilha e de reconciliação são os maiores e belos sinais que uma comunidade que crê pode realizar.
Reflitamos:
- Como testemunhamos a força do Ressuscitado dentro e fora da Igreja?
- Quais são os sinais do Ressuscitado em nossa comunidade?
A segunda leitura (Ap 1,9-11a.12-13.17-19), escrita num contexto de dramática perseguição aos cristãos pelo Império romano, é um convite à perseverança na fé.
Do Ressuscitado, o Vencedor, vem a força para a comunidade continuar o seu caminho e testemunho.
Jesus é o “Filho do Homem”, o Senhor da história. Ele esteve morto, voltou à vida, e agora é o Senhor da vida que derrotou a morte (Ap 1,18), de modo que os cristãos não têm nada a temer.
A comunidade testemunhando o Ressuscitado vencerá todo medo e perseguição, e esta é a grande mensagem de João em seu livro, que não foi escrito para intimidar aquele que crê, muito ao contrário, escrito para encorajar no bom combate da fé. Um livro para ser lido e compreendido somente por quem tem fé e deseja testemunhar o Ressuscitado até o fim.
Na realização da missão evangelizadora, é preciso passar do pessimismo à esperança. O mundo precisa de mensagem de esperança e de compromisso com uma nova realidade, um novo céu e uma nova terra.
Reflitamos:
- Quais são as dificuldades que encontramos no testemunho da fé?
- Quais são as mensagens de esperança que temos a oferecer para o mundo?
- Onde e quando renovamos nossas forças para não sucumbirmos diante das dificuldades que possamos encontrar na vivência da fé?
Na passagem do Evangelho (Jo 20,19-31), Jesus Se manifesta vivo e ressuscitado, e Se apresenta como o centro da comunidade cristã, comunicando a paz (plenitude de bens), comunicando o Espírito para que os Apóstolos continuem a Sua missão.
A mensagem explicita a centralidade de Cristo na comunidade e esta por sua vez, é a testemunha credível da vida do Ressuscitado no encontro com o amor fraterno, com o perdão dos irmãos, com a Palavra proclamada, com o Pão de Jesus partilhado e os compromissos com a justiça e a vida nova renovados.
O Ressuscitado rompendo as portas fechadas, onde os Apóstolos se encontram por medo dos judeus, disse-lhes: “A paz esteja convosco”. Nada mais pode impedir a ação do Ressuscitado.
É o primeiro dia da semana, é o tempo da nova criação alcançada pelo Ressuscitado, por isto guardamos o domingo como o Dia do Senhor, para adorá-Lo e encontrá-Lo, de modo especial na comunidade, quando a Palavra é proclamada e o Pão é partilhado: Cristo presente na comunidade de modo especialíssimo na Palavra e na Eucaristia.
Na primeira parte, Jesus saúda com o “shalom”: harmonia, serenidade, tranquilidade, confiança, plenitude dos dons à comunidade, de modo que a ela nada falta, pois o Ressuscitado Se faz presente.
E, a comunidade será portadora desta Boa Nova, empenhada na tríplice harmonia dos seres humanos com o Criador, com a própria criatura e com o cosmos.
Os Apóstolos são instrumentos da paz, da vida nova, da comunhão a ser vivida com Deus e com o próximo: shalom!
Quando reaprende a amar, a comunidade capacita-se para a missão de paz, e então se torna sal da terra, luz do mundo e fermento na massa.
A não vivência ou a recusa do amor impede que a paz aconteça... Paz que nos é dada como dom divino, compromisso humano inadiável...
Acolhendo o “sopro da misericórdia divina”, a comunidade não terá o que temer, porque não é enviada sozinha, mas com a força e a vida nova que nos vem do Santo Espírito – “E Jesus soprou sobre eles e disse-lhes: recebei o Espírito Santo”.
A segunda parte é o itinerário da profissão de fé feito por Tomé, ausente na primeira vez em que Jesus apareceu aos Apóstolos, e depois, quando presente, faz a grande profissão de fé: ”Meu Senhor e meu Deus”.
Tomé é proclamado bem-aventurado porque viu e tocou as Chagas gloriosas do Ressuscitado, e Jesus nos diz que felizes são aqueles que creram sem nunca terem visto, nem tocado (Jo, 20-29).
Tomé toca exatamente onde nascemos e nos nutrimos: no coração de Jesus, do qual jorrou Sangue e Água: Batismo e Eucaristia.
Esta é uma mensagem essencialmente catequética que nos convida a renovar hoje e sempre a nossa fé: somos felizes porque cremos sem nunca ter visto nem tocado.
A experiência vivida por Tomé não foi exclusiva das primeiras testemunhas do Ressuscitado, e pode ser vivida por todos os cristãos de todos os tempos.
Hoje, somos convidados a fazer esta mesma experiência.
Reflitamos:
- Creio na presença de Jesus Ressuscitado na vida da Igreja?
- Sinto a presença e ação do Ressuscitado em minha vida?
- Jesus Ressuscitado possui centralidade em minha vida?
- Jesus Ressuscitado ocupa o lugar central em minha comunidade?
- Como vivo a missão, por Ele, a mim confiada?
- Tenho acolhido o sopro do Espírito na missão vivida?
- O que tenho feito para que a paz, mais que sonho e desejo, se torne realidade?
- O Domingo é, de fato, para mim o Dia do Senhor, do encontro com o Ressuscitado, para escutá-Lo na comunidade, reconhecê-Lo e comungá-Lo quando Ele Se dá no Pão partilhado, na Eucaristia?
- Como tenho prolongado, em minha vida cotidiana, a ação e vida do Ressuscitado, a Eucaristia celebrada?
Com a Ressurreição do Senhor, nosso coração transborda de alegria.
Oremos:
“Ó Pai, que no Dia do Senhor
Reunis o Vosso Povo para celebrar
Aquele que é o Primeiro e o Último,
O Vivente que venceu a morte,
Dai-nos a força do Vosso Espírito,
Para que, quebrados os vínculos do mal,
Vos tributemos o livre serviço
Da nossa obediência e do nosso amor,
Para reinarmos com Cristo na glória eterna.
Amém".
“A paz esteja convosco”. Aleluia!
Ninguém pode impedir a ação do Ressuscitado:
Alegremo-nos! Aleluia!
Fonte de pesquisa: www.Dehonianos.org/portal
“Recebei o Espírito Santo” (IIDTPC) (12/04)
“Recebei o Espírito Santo”
"Não tenhas medo. Eu sou o Primeiro
e o Último, Aquele que vive.” (Ap 1,17-18)
A Ressurreição do Senhor é o fundamento de nossa fé e, ao mesmo tempo, a verdade que nos impulsiona no anúncio e testemunho da Boa Notícia do Reino inaugurado por Jesus Cristo; Aquele que morreu e Ressuscitou e está sentado à direita de Deus, na plena comunhão com o Pai e o Espírito.
Desde os primeiros dias da Morte de Jesus, foi a verdade da Ressurreição que fez os discípulos recobrarem as forças, porque sentiram a Sua presença vitoriosa. Uma verdade tão presente nas Sagradas Escrituras que retomo três passagens, para nos orientar, iluminar e conduzir nesta reflexão.
A primeira refere-se àquele primeiro dia da semana, em que os discípulos estavam com as portas fechadas por medo dos judeus. Eles estavam sem a presença d'Aquele no qual depositaram toda a confiança e a esperança. Parecia que os sonhos e as promessas foram sepultados juntamente com o corpo de Jesus, e não se vislumbrava um caminho e uma continuidade (Jo 20, 19-31).
A segunda passagem, temos a presença do Senhor Ressuscitado, entrando, ainda que as portas estivessem fechadas, pois nada pode impedir Sua ação e presença, é a comunicação da verdadeira paz - "Shalom". Ocupando o centro da comunidade, Ele, com o sopro, comunica o Espírito Santo, para que os discípulos saíssem em missão para perdoar ou reter os pecados. Numa palavra, ser presença e instrumento em nome d'Aquele que vive e Reina para sempre: Jesus Ressuscitado (At 5,12-16), para que as maravilhas de Deus jamais cessassem.
A terceira remete-nos à visão que o Evangelista teve na prisão, escrevendo as primeiras páginas do Livro do Apocalipse. João viu alguém semelhante ao "Filho do Homem" entre sete candelabros de ouro, vestindo uma túnica comprida e com uma faixa de ouro em volta do peito. É para nós o Cristo Glorioso, Ressuscitado e Suas palavras ressoam em nós: "Não tenhas medo. Eu
sou o Primeiro e o Último, Aquele que vive. Estive morto, mas agora estou vivo para sempre. Eu tenho a chave da morte e da região dos mortos" (Ap 1,17-19).
sou o Primeiro e o Último, Aquele que vive. Estive morto, mas agora estou vivo para sempre. Eu tenho a chave da morte e da região dos mortos" (Ap 1,17-19).
Num mundo em mudança de época, vivemos momentos dificílimos, em âmbitos internacional, nacional (e que também constatamos em nossa cidade), marcados pela corrupção, descrédito com a política ou naqueles que a exercem, medo, insegurança, violência, degradação ambiental, assassinatos, violação da dignidade e sacralidade da vida, banalização da sexualidade e quanto mais possamos mencionar.
A História do Povo de Deus, conforme a Sagrada Escritura, é marcada por momentos também de extrema dificuldade, mas jamais a perda da esperança, da confiança em Deus.
Maiores são os motivos para que não deixemos que o medo, o desânimo, a tristeza tenham a última palavra, pois cremos na Ressurreição do Senhor; cremos que Ele vive e nos conduz pelos caminhos sombrios que trilhamos. Temos a presença do Ressuscitado, assim como do Seu Espírito que não nos desampara, por mais difícil que seja a missão, para que continuemos com alegria, coragem e ardor, a missão de sermos sal da terra, luz do mundo, fermento da massa, fazendo germinar a semente do Reino em todo lugar.
Maiores são os motivos para que não deixemos que o medo, o desânimo, a tristeza tenham a última palavra, pois cremos na Ressurreição do Senhor; cremos que Ele vive e nos conduz pelos caminhos sombrios que trilhamos. Temos a presença do Ressuscitado, assim como do Seu Espírito que não nos desampara, por mais difícil que seja a missão, para que continuemos com alegria, coragem e ardor, a missão de sermos sal da terra, luz do mundo, fermento da massa, fazendo germinar a semente do Reino em todo lugar.
Não tenhamos medo! Creiamos na vida nova que nos vem do Cristo Ressuscitado, revigoremos nossa fé, renovemos nossa esperança e solidifiquemos nossa caridade no Banquete da Eucaristia, em que a Palavra proclamada nos ilumina e somos nutridos pelo Diviníssimo Sacramento, Alimento salutar, que jamais podemos dispensar no bom combate da fé.
Não tenhamos medo! Temos o sopro do Espírito para comunicação e construção da autêntica paz, que nos garante uma vida plena e feliz. A fé no Ressuscitado é a luz que ilumina e nos conduz sempre. Continuemos trilhando nossos caminhos, com os pés fortalecidos, as mãos abertas, e solidários, porque Ele nos dá sempre o colírio da fé, e não permite que a chama da caridade se apague em nosso coração.
Páscoa haverá de ser todos os dias. Haveremos de fazer permanentes passagens: da escuridão à luz, do ódio ao amor, da morte à vida. Afinal, somos pascais, cremos no Deus Vivo e verdadeiro, que Ressuscitou Seu Filho, e nos comunicou o Seu Espírito.
Como batizados, fomos marcados por este selo para continuar a divina missão do Senhor. Alegremo-nos e exultemos! Aleluia!
A comunidade do Ressuscitado (IIDTPB) (12/04)
A comunidade do Ressuscitado
Com a Liturgia do 2º Domingo da Páscoa (ano B), também chamado de “Domingo da Misericórdia”, à luz da Palavra de Deus, refletimos sobre o papel da comunidade cristã como o lugar privilegiado do encontro com Jesus Cristo Ressuscitado: na Palavra proclamada, no pão partilhado, no amor vivido e no corajoso testemunho dado.
A comunidade de homens novos, que nasce da Cruz e da Ressurreição de Jesus, a Igreja, continuará a missão do Senhor: comunicar a vida nova que brota de Sua Ressurreição.
Na primeira leitura, ouvimos a passagem do Livro dos Atos dos Apóstolos (At 4,32-35), na qual encontramos um retrato da comunidade no início da Igreja, na fidelidade da missão confiada pelo Ressuscitado.
A comunidade é marcada, portanto, pela diversidade, unidade e caridade, tendo como centro o próprio Jesus Cristo Ressuscitado.
A comunidade é formada por diversas pessoas, mas tem uma só fé e vive num só coração e numa só alma, assim manifestado em gestos concretos de partilha.
Deve, portanto, superar todo tipo de egoísmo, autossuficiência, fechamento em si mesma, para que possa dar testemunho da vida e presença do Ressuscitado.
A segunda leitura é uma passagem da Carta de São João (1Jo 5,1-6), em que exorta a comunidade que crê, a amar a Deus e aderir totalmente a Jesus Cristo, para ser realmente uma família de Deus.
A comunidade deve ficar atenta, para não se desviar pelos profetas da mentira, a fim de que tenham autenticidade na vida cristã.
Deste modo, a comunidade formada pelos verdadeiros crentes, é aquela que ama a Deus e ama a Jesus Cristo, que nasceu de Deus; cumpre os seus mandamentos e vive nesta dinâmica de amor, a fim de derrotar toda forma de egoísmo, ódio e injustiça, que marcam a dinâmica do mundo.
Nisto consiste a vida nova que ela deve viver, crendo no Ressuscitado:
“Esta vida nova que permite aos crentes vencer o mundo é oferecida através de Jesus Cristo. A vida nova que Jesus veio oferecer chega aos homens pela ‘água’ (Batismo – isto é, pela adesão a Cristo e à Sua proposta) e pelo seu ‘sangue’ (alusão à vida de Jesus, feita dom na cruz por amor). O Espírito Santo atesta a validade e a verdade dessa proposta trazida por Jesus Cristo, por mandato de Deus Pai.
Quando o homem responde positivamente ao desafio que Deus lhe faz (Batismo) oferece a sua vida como um dom de amor para os irmãos (a exemplo de Cristo) e cumpre os mandamentos de Deus, vence o mundo, torna-se filho de Deus e membro da família de Deus” (1).
Na passagem do Evangelho (Jo 20,19-31), Jesus Se manifesta, vivo e Ressuscitado, e Se apresenta como o centro da comunidade cristã, comunicando: a paz (plenitude de bens) e o Espírito, para que os Apóstolos continuem a Sua missão.
A mensagem explicita a centralidade de Cristo na comunidade e esta, por sua vez, é a testemunha credível da vida do Ressuscitado no encontro com o amor fraterno, com o perdão dos irmãos, com a Palavra proclamada, com o Pão de Jesus partilhado e os compromissos com a justiça e a vida nova.
O Ressuscitado, rompendo as portas fechadas, onde os Apóstolos se encontravam por medo dos judeus, disse-lhes: “A paz esteja convosco”. Nada mais pode impedir a ação do Ressuscitado.
É o primeiro dia da semana, é o tempo da nova criação alcançada pelo Ressuscitado, por isto guardamos o Domingo como o Dia do Senhor, para adorá-Lo e encontrá-Lo, de modo especial na comunidade: Cristo presente na comunidade de modo especialíssimo na Palavra e na Eucaristia.
Na primeira parte, Jesus saúda com o “shalom”: harmonia, serenidade, tranquilidade, confiança, plenitude dos dons à comunidade, de modo que a ela nada falta, pois o Ressuscitado Se faz presente.
E a comunidade será portadora desta Boa-Nova, empenhada na tríplice harmonia dos seres humanos com o Criador, com a própria criatura e com o cosmos.
Os Apóstolos são instrumentos da paz, da vida nova, da comunhão a ser vivida com Deus e com o próximo: shalom!
Quando reaprende a amar, a comunidade capacita-se para a missão de paz, e então se torna sal da terra, luz do mundo e fermento na massa.
A não vivência ou a recusa do amor impede que a paz aconteça... Paz que nos é dada como dom divino, compromisso humano inadiável.
Acolhendo o “sopro da misericórdia divina”, a comunidade não terá o que temer, porque não é enviada sozinha, mas com a força e a vida nova que nos vem do Santo Espírito – “E Jesus soprou sobre eles e disse-lhes: recebei o Espírito Santo”.
A segunda parte, é o itinerário feito por Tomé, ausente na primeira vez em que Jesus apareceu aos Apóstolos, e depois, quando presente, fez a grande profissão de fé: ”Meu Senhor e meu Deus”.
Tomé é proclamado bem-aventurado porque viu e tocou as Chagas gloriosas do Ressuscitado, e Jesus nos diz que felizes são aqueles que creram sem nunca terem visto, nem tocado.
Tomé toca exatamente onde nascemos e nos nutrimos: no coração transpassado de Jesus, do qual jorrou Água e Sangue: Batismo e Eucaristia.
Esta é uma mensagem essencialmente catequética, que nos convida a renovar hoje e sempre a nossa fé: somos felizes porque cremos sem nunca termos visto nem tocado.
A experiência vivida por Tomé não foi exclusiva das primeiras testemunhas do Ressuscitado, e pode ser vivida por todos os cristãos de todos os tempos. Hoje, somos convidados a fazer esta mesma experiência.
Reflitamos:
- Creio na presença de Jesus Ressuscitado na vida da Igreja?
- Sinto a presença e ação do Ressuscitado em minha vida?
- Jesus Ressuscitado possui centralidade em minha vida?
- Jesus Ressuscitado ocupa o lugar central em minha comunidade?
- Como vivo a missão, por Ele, a mim confiada?
- Tenho acolhido o sopro do Espírito na missão vivida?
- O que tenho feito para que a paz, mais que sonho e desejo, se torne realidade?
- O Domingo é, de fato, para mim o Dia do Senhor, do encontro com o Ressuscitado, para escutá-Lo na comunidade, reconhecê-Lo e comungá-Lo quando Ele Se dá no Pão partilhado, na Eucaristia?
- Como tenho prolongado, em minha vida cotidiana, a ação e vida do Ressuscitado, a Eucaristia celebrada?
Urge que a fé na Ressurreição do Senhor faça transbordar de alegria nosso coração.
Oremos:
“Ó Pai, que no Dia do Senhor reunis o Vosso Povo para celebrar
Aquele que é o Primeiro e o Último, o Vivente que venceu a morte,
Dai-nos a força do Vosso Espírito, para que, quebrados os vínculos do mal, Vos tributemos o livre serviço da nossa obediência e do nosso amor, para reinarmos com Cristo na glória eterna.
Amém. Aleluia!”
“A paz esteja convosco!”
Ninguém pode impedir a ação do Ressuscitado!
Alegremo-nos! Aleluia!
(1) www.dehonianos.org/portal
sábado, 26 de abril de 2025
Acolher e comunicar a graça divina (11/04)
No sábado da oitava da Páscoa, ouvimos a passagem do Evangelho (Mc 16, 9-15), em que Jesus aparece aos onze discípulos, Ressuscitado, e os envia em missão: “Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura” (Mc 16,15).
Eis a nossa missão: cumprir o mando do Senhor, sendo uma Igreja em estado permanente de missão, na fidelidade a Jesus, vivo e Ressuscitado, em plena comunhão com o Pai e o Espírito que nos conduz, pois é Ele o grande protagonista da missão.
Oremos:
Senhor, concedei-nos a Sabedoria do vosso Espírito para que, cumpramos a vontade de Deus e realizemos nossa missão de evangelizadores, discípulos missionários Vossos, que é a mais bela essência da nossa missão, num mundo onde os sinais de contradições e mortes persistem, e neste ser instrumento de vida, amor, paz e luz.
Senhor, movidos pelo Vosso Espírito Santo, ensinai-nos a ser canais de graça divina na vida das pessoas e, ao mesmo tempo, a preparar os nossos corações, e de todos a quem comuniquemos a Semente de Vossa Palavra, para que sejam terrenos férteis, produzindo os frutos que Vosso Pai de nós tanto espera.
Senhor, ajudai-nos, para que nos abramos à graça e ao amor, que é derramado em nossos corações pelo Vosso Espírito, de modo que conheçamos quem sois, sentindo Vossa presença, por Vós chamados, acolhidos, amados e enviados em missão.
Senhor, uma vez abertos a esta graça, que tudo façamos para que Ela aja em nós, e para tantos quantos precisarem, sejamos canais comunicadores desta graça, fazendo de nossa vida doação e serviço, amor e entrega, como assim Vós fizestes, em ato extremo na morte de Cruz, amando-nos até o fim, por isto, o Pai O Glorificou.
Que assim também sejamos.
Amém. Aleluia! Aleluia!
Amém. Aleluia! Aleluia!
Anunciemos a Alegre Notícia do Ressuscitado (11/04)
Anunciemos a Alegre Notícia do Ressuscitado
“Ide pelo mundo inteiro
e anunciai o Evangelho a toda criatura!”
Na Liturgia do Sábado da Oitava da Páscoa refletimos sobre a passagem do Evangelho que nos apresenta mais uma manifestação do Ressuscitado aos discípulos, ainda marcados pela incredulidade do acontecimento da Ressurreição (Mc 16, 9-15).
A dificuldade desta incredulidade deve-se a duas coisas necessárias:
- A atuação da graça divina, que nos revela quem é Jesus na Sua divindade e na sua atuação messiânica;
- A nossa abertura a essa graça, para que possamos acolher a atuação divina em nós.
É o Ressuscitado quem toma a iniciativa de manifestar Sua presença e cabe a nós acolher esta presença e, consequentemente, a Sua graça comunicada para que possa agir frutuosamente em nós, tornando-nos evangelizadores, traduzindo a nossa fé em missão do alegre e corajoso anúncio da Boa Notícia do Ressuscitado a todos os povos, a todas as nações.
Evidentemente, tudo isto somente será possível com a presença e ação do Espírito Santo, que nos foi enviado do Pai, por meio do Filho, com Sua Morte e Ressurreição, como Ele prometera aos Seus discípulos antes de partir.
Ser discípulo missionário do Ressuscitado é ser canal de graça na vida das pessoas, semeando no coração delas, e no próprio, a Semente do Verbo, em fértil terreno para que produza os frutos por Deus esperado, ainda que algumas sementes caiam à beira do caminho, em terreno pedregoso ou espinhoso.
De fato, não obstante a reação dos ouvintes, todo aquele que experimentou a presença do Ressuscitado é impelido a anunciar ao mundo esta experiência transformadora, assim como aconteceu a Maria Madalena, aos onze, conforme a passagem, e a tantos outros ao longo da História.
Renovemos em cada Banquete que participamos a graça do nosso Batismo, sempre iluminados pela Palavra proclamada, ouvida, acolhida para ser anunciada e vivida, bem como nutridos e fortalecidos pelo Pão Salutar da Eucaristia, e inebriados pelo Diviníssimo Sangue do Senhor, que nos redime no Cálice Sagrado, como sinal da Nova e Eterna Aliança de Amor de Deus por nós. Aleluia! Aleluia!
sexta-feira, 25 de abril de 2025
A terceira aparição do Ressuscitado (continuação) (10/04)
A terceira aparição do Ressuscitado
Aprofundando a riquíssima linguagem simbólica do Evangelho (Jo 21, 1-19), vemos que João nos apresenta a terceira aparição do Ressuscitado em três grandes partes: a pesca, a refeição e a investidura de Pedro.
Os sete Apóstolos voltam à sua atividade cotidiana:
Sete indica totalidade – uma Igreja toda em missão.
Pescar revela a missão da Igreja – pescar aqueles que se encontram mergulhados no mar do sofrimento e da escravidão.
Noite sem nada pescar – noite como tempo das trevas, da escuridão, da ausência de Jesus. Sem Jesus tudo é um fracasso irremediável - “Sem mim, nada podeis fazer” (Jo, 15,5).
Êxito da pesca – garantida pela presença do Ressuscitado e confiança em Sua Palavra.
Rede com 153 peixes – número marcado pelo simbolismo – resultado da soma dos 17 primeiros algarismos – 10 + 7 = totalidade, todos os peixes conhecidos. Significa a plenitude e a universalidade da Salvação.
O discípulo amado reconhece Jesus, o Ressuscitado – amar é condição para reconhecer Sua presença.
Comer com os discípulos – prefigura-se a Eucaristia – “Os pães com que Jesus acolhe os discípulos em terra são um sinal do Amor, do serviço, da solicitude de Jesus pela Sua comunidade em missão no mundo: deve haver aqui uma alusão à Eucaristia, ao Pão que Jesus oferece, à vida com que Ele continua a alimentar a comunidade em missão” (1)
Concluindo, somos enviados ao mundo para o resgate de humanidade, do mar do sofrimento e da escravidão. Nisto consiste “sermos pescadores de homens”.
É Páscoa!
Pelo Senhor fomos escolhidos, amados, enviados.
Por Ele assistidos, acompanhados, nutridos.
A Ele toda fidelidade, entrega, amor e doação.
Com Ele, servir, testemunhar, nossa missão.
Amar e seguir, seguir e amar.
Amar e servir, Servir e Amar.
Amar o Amado sempre, em fidelidade ao Pai,
que nos enviou o Santo Espírito de Amor.
Amém. Aleluia! Aleluia!
(1) Fonte: www.dehonianos.org
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