sábado, 8 de março de 2025

Dia Internacional da Mulher (08/03)

                                                       

Dia Internacional da Mulher

Dia de homenagearmos todas as mulheres
Que tecem a rede da história com fios de confiança,
Ternura, ousada profecia e esperança.

É também uma possibilidade de nós, homens, repensarmos
Caminhos a serem trilhados, para que homens e mulheres
Tenham reconhecidos os mesmos valores e dignidade.

Dia Internacional da Mulher: o mundo precisa aprender com
As “mulheres da montanha que enfrentam o desafio da planície”,
Que o Filho Amado contemplam, escutam e seguem.

Que com seu compromisso, dedicação, por amor se consumindo,
As veias da história fazendo circular a linfa mais do que necessária:
A linfa vital do Filho Amado e Glorioso, a linfa do amor.

Dia Internacional da mulher, aprendizado enriquecedor
Com as intrépidas discípulas missionárias do Senhor,
Que, incansáveis, se comprometem com a Divina Fonte do Amor.

Contemplemos neste dia a Mulher de todas as mulheres,
para que ela nos cubra com seu manto de amor e ternura: Maria.
Não há criatura que com ela não tenha algo a aprender e reaprender... 


PS: Postado com vistas ao Dia 8 de março - "Dia Internacional da Mulher"

“Bendita sois vós entre as mulheres...” (08/03)


“Bendita sois vós entre as mulheres...”

No Dia Internacional da mulher, e sempre, volto meu olhar e pensamento àquela que tenho como a mulher de todas as mulheres que o mundo conheceu: Maria, a Mãe de Jesus, pois, como afirmou Santo Amadeu:

“Maria está assentada no mais alto cume das virtudes,
repleta do oceano dos carismas divinos,
do abismo das graças, ultrapassando a todos,
derramava largas torrentes ao povo fiel e sedento...

Maria, como toda mulher, e mais que todas, nutriu sua fé em Deus, desde criança, tornou-se fecunda de esperança, porque o coração invadido pelo amor divino.

Maria cresceu com os pés no chão e com o olhar sempre voltado para Deus, sua alma ininterruptamente glorificava a Deus, não somente com palavras, mas com toda a sua vida.

Nela, o Espírito pode fazer maravilhas, fecundando-a para gerar o Autor da Vida.

Contemplo tantas “Marias” que voltam sempre seu olhar para Maria, a mulher virtuosa, carismática e cheia de graça, porque sabem que se não aprenderem com ela suas belas lições de amor e fidelidade, tornam-se pobre de tudo, em todos os sentidos.

De fato, todos nós, mulheres e homens, precisamos com Maria belas lições e gestos aprender, do contrário, teremos tudo a perder.

A Ela, que soube viver alegrias e dores, na fidelidade a Deus, irradiando por sua singela existência a luminosidade divina, e hoje está junto do Filho, coroada nos céus, como Mãe e Rainha nossa, elevamos orações por todas as mulheres do mundo, que fazem parte de nossa história, e que fazem renascer o sonho e a esperança de um mundo novo, como ela tão bem expressou no seu Canto do Magnificat:

“Minha alma glorifica o Senhor, exulta meu espírito em meu Deus meu Salvador, porque Ele olhou para a humildade de sua Serva...” (Lc 1, 46-56).


PS: Postado com vistas ao Dia 8 de março - Dia Internacional da Mulher

Mulher, não sei o teu nome...(08/03)

                                                         

Mulher, não sei o teu nome...

“Mas Jesus disse à mulher:
Tua fé te salvou. Vai em paz!”
(Lc 7, 50)

Mulher, não sei o teu nome, mas sei que te prostraste por detrás dos pés do Senhor;
Banhando Seus pés com as próprias lágrimas de arrependimento, abundantemente vertentes;
Secando-os com teus cabelos, cobrindo-os de beijos, com perfumada unção.

Mulher, não sei o teu nome...
Mas sei que és a própria humanidade, que aos pés do Senhor se prostra;
És capaz de reconhecer e chorar teus pecados diante de quem pode perdoá-los,
Jesus, verdadeiramente Homem, verdadeiramente Deus.

Mulher, não sei o teu nome...
Mas, como não reconhecer tua coragem entrando na casa de Simão?
Sem mesmo ser convidada, corajosamente, ironias e comentários, sem compaixão,
Por ti escutados, na ânsia tão intensa de ser amada, suportaste.

Mulher, não sei o teu nome...
Sei que casa entraste, e audaciosa foste,  “manchando” com teus pecados casa “tão pura”,
Bem sabias que pureza somente encontrarias se pelo Senhor fosses perdoada,
Por isto lavaste, com tuas lágrimas, os pés de quem poderia lavar tua alma e coração.

Mulher, não sei o teu nome...
Sei que foste acolhida por Aquele que te olhou com ternura,
Que te viu além do que eras, olhando para além de tua miséria,
Comunicou-te a misericórdia. No perdão dado, a paz comunicada.

Mulher, não sei o teu nome...
Sei que te aventuraste na mais corajosa aventura indo ao encontro do Senhor,
Pois tinhas o desejo mais puro que se possa ter: ser acolhida por Deus, por amor,
Para, amada e perdoada, espalhar pelo mundo o suave perfume de Amor do Senhor.

Mulher, não sei o teu nome...
Sei que creste num Deus que é maior que o nosso coração, indubitavelmente,
Cuja benevolência tem entranhas maternas, e mais forte que nosso pecado;
Um Deus que nos ama como pecadores, destruindo em nós tão apenas o pecado que abomina.

Mulher, não sei o teu nome...
Sei tão apenas que foste ao encontro não de alguém para apagar teu passado,
Mas de alguém que pudesse renovar teu coração, comunicando um dom novo,
Que fizesse desencadear um amor indizível, jamais sentido.

Mulher, não sei o teu nome...
Mas, que aprendamos de ti a mesma atitude diante do Senhor tomar,
Aprendendo que a vida vale a pena quando por Ele nos deixamos amar,
E, por Ele amados e perdoados, o outro também amar e perdoar.

A Misericórdia divina nos acolhe e nos perdoa (23/03)

                                                           

A Misericórdia divina nos acolhe e nos perdoa

Reflexão à luz da passagem do Evangelho de São João (Jo 8,1-11), sobre a adúltera perdoada por Jesus.

Somos convidados a nos colocarmos de pé, vivendo de maneira diferente, acolhendo a Palavra de Jesus que foi dirigida à pecadora surpreendida em adultério: “vai e não tornes a pecar”.

É sempre tempo de nos colocarmos num dinamismo de conversão, voltando-nos para um Deus que nos ama e nos desafia a romper as escravidões que nos afastem de Seu Amor e nos colocando a caminho numa vida nova, até que alcancemos a Ressurreição. 

Temos com este acontecimento narrado pela passagem do Evangelho, a revelação de um Deus de Misericórdia que age por meio do Filho, Jesus.

O cenário de fundo nos coloca frente a uma mulher apanhada em adultério, e de acordo com o Levítico (Lv 20,10) e o Livro do Deuteronômio (Dt 22,22-24), a mulher devia ser morta (lapidada). 

Aplicar a Lei ou não, eis a questão colocada para Jesus. Jesus é posto em face à Lei e, ao mesmo tempo, em face de uma mulher adúltera. 

Jesus não rejeita a Lei, pede tão apenas que escribas e fariseus se voltem para sua própria vida antes de olhar a mulher e de sentenciar a condenação.       

Que se vejam “no espelho” e também vejam quão pecadores também o são. E, assim, a partir dos mais velhos retiram-se.

A ação de Jesus diante da questão posta revela que a Misericórdia Divina não condena, não elimina, não julga e não mata. 

A lógica divina é sempre a possibilidade de uma vida nova. De fato, o amor liberta, renova e gera esta vida nova que tanto ansiamos. 

Embora nossa vida pareça, por vezes, um deserto árido, Deus se apresenta como a Fonte de Água Viva, por Seu Amor faz surgir um rio de Água Viva. A aridez do deserto é vitalizada pela intervenção divina, que nos acompanha e nunca desiste de nós, apesar de nossas infidelidades.

Somos interpelados a rever a lógica sobre a qual se organiza a sociedade, passando da eliminação sumária à reeducação e a reintegração daquele que pecou, ainda que o caminho pareça mais difícil, mais longo.

Somos desafiados a viver a lógica da misericórdia que é criativa. É preciso superar a lógica simplista - “errou, pagou...”. A lógica divina é infinitamente superior: “errou, dê conta do erro e não peques mais, e entre num caminho comunitário de conversão”.

É sempre tempo de revisão de nossa caminhada de fé, reconhecer nossos pecados, e confessá-los diante da Misericórdia de Deus, sobretudo, através do Sacramento da Penitência.

Vigilantes cuidemos melhor de nossos “telhados de vidro”, sem conivência com o pecado do outro, mas crendo que a Misericórdia Divina é a possibilidade de vida reconciliada, de vida nova para todos. 

A alegria de Deus é a conversão do pecador. Deus abomina o pecado e ama o pecador. Ele não quer que ninguém se perca e naufrague no mar imenso de pecado. 

É preciso que esvaziemos nossas mãos das pedras, sempre prontas para as lapidações sumárias do outro. Por vezes estas pedras se encontram em nossa língua e em nossos gestos, se nosso coração estiver cheio de rancores, ressentimentos, autossuficiência, soberba...

Libertemo-nos das pedras, revistamo-nos da Misericórdia Divina que em Cristo nos reconciliou e nos fez novas criaturas.

Mulheres que escrevem uma nova história (08/03)

Mulheres que escrevem uma nova história

Uma homenagem à todas mulheres, lembrando Díogenes de Sinope, filósofo da Grécia antiga, que perambulava pelas ruas carregando uma lamparina, durante o dia, alegando estar procurando por um homem honesto.

Com lamparina nas mãos, andei por vilas, ruas e praças, e entrei em vários lugares a procura de mulheres virtuosas que constroem com valentia e sabedoria uma nova história.

Encontrei-as em lares, escolas, hospitais, comunidades de fé, e em tantos outros lugares...

Mulheres movidas pelas virtudes cardeais, da prudência, da justiça, da fortaleza e da temperança.

Mulheres que amam a justiça, cujo fruto do trabalho são as virtudes, porque ensinam a temperança e a prudência, a justiça e a fortaleza (Sb 8, 7).

Mulheres prudentes, que dispõem da razão prática para discernir, em qualquer circunstância, o verdadeiro bem e para escolher os justos meios para atingi-lo.

Mulheres que não confundem prudência com a timidez ou o medo, a duplicidade ou dissimulação.

Mulheres sedentas de justiça, movidas e comprometidas pela virtude moral da constante e firme vontade de dar a Deus e ao próximo o que lhes é devido.

Mulheres que desejam e lutam pelos direitos de todos estabelecendo harmonia nas relações humanas, objetivando a promoção do bem comum, vivendo com retidão de pensamentos e conduta.

Mulheres fortes, que no meio das dificuldades e as enfrentando com coragem e ousadia, asseguram a firmeza e a constância na realização do bem.

Mulheres que resistem às tentações de desistir e evadir do mundo, mas que se põem cotidianamente de pé na superação dos obstáculos, vencendo os medos, mesmo da morte, enfrentando provações e por vezes perseguições e discriminações.

Inúmeras que vivem a renúncia de si mesmas, com o sacrifício da  própria vida, na defesa de uma causa justa porque creem no Senhor e em sua Palavra, e assim rezam – “O Senhor é a minha fortaleza e a minha glória” (Sl 118, 14); “No mundo haveis de sofrer tribulações: mas tende coragem! Eu venci o mundo!” (Jo 16, 33).

Mulheres que agem com Temperança, que sabem moderar a atração dos prazeres e encontram equilíbrio no uso dos bens criados.

Mulheres que sabem viver o domínio da vontade sobre os instintos e mantém os desejos nos limites da honestidade, guardando sã discrição e não se deixando arrastar pelas paixões do coração.

Mulheres que vivem com moderação, justiça e piedade no mundo presente (Tt 2, 12).

Às mulheres que encontrei, e não são poucas, movidas pelas virtudes cardeais, dedico estas palavras de Santo Agostinho, pois as vivem de fato:

“Viver bem é amar a Deus de todo o coração, com toda a alma e com todo o proceder [...], de tal modo que se lhe dedica um amor incorrupto e íntegro (pela temperança), que mal algum poderá abalar (fortaleza), que a ninguém mais serve (justiça), que cuida de discernir todas as coisas para não se deixar surpreender pela astúcia e pela mentira (prudência)” .

Parabéns pelo Dia Internacional da Mulher!


PS: Postado com vistas ao Dia 8 de março - Dia Internacional da Mulher

O protagonismo feminino na Igreja e no Mundo (08/03)

                                                           


O protagonismo feminino na Igreja e no Mundo

“... nosso obrigado à mulher,
pelo simples fato de ser mulher...”

Retomo uma da nota da CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – pelo Dia Internacional da Mulher (2012), com alguns pontos essenciais. 

“Saudamos todas as mulheres pela celebração do Dia Internacional da Mulher. Alegra-nos perceber que, cada dia mais, cresce a consciência da dignidade da mulher e de sua específica contribuição na construção de uma sociedade justa, fraterna e solidária.

Esta data histórica nos convida, antes de tudo, a agradecer às mulheres por sua vocação e missão na Igreja e no mundo.”

Servindo-se da Carta às Mulheres do Beato João Paulo II (1995), afirma:

“... nosso obrigado à mulher-mãe, que se faz ventre do ser humano na alegria e no sofrimento de uma experiência única e que se torna o sorriso de Deus pela criatura que é dada à luz; à mulher-esposa, que une o seu destino ao de um homem, numa relação de recíproco dom, ao serviço da comunhão e da vida; à mulher-filha e mulher-irmã, que levam ao núcleo familiar, e depois à inteira vida social, as riquezas da sua sensibilidade, intuição, generosidade e constância; à mulher-trabalhadora, empenhada em todos os âmbitos da vida social, econômica, cultural, artística, política, pela contribuição indispensável que dá à elaboração de uma cultura capaz de conjugar razão e sentimento, à edificação de estruturas econômicas e políticas mais ricas de humanidade; à mulher-consagrada, que se abre com docilidade e fidelidade ao amor de Deus; à mulher, pelo simples fato de ser mulher que, com a percepção que é própria da sua feminilidade, enriquece a compreensão do mundo e contribui para a verdade plena das relações humanas”.

Acompanha o agradecimento às mulheres cuja presença e atuação marcam fortemente a vida da Igreja – “Sua vocação evangelizadora, vivida no exercício dos vários ministérios, é fundamental à Igreja no desempenho de sua missão de tornar presente entre nós o Reino de Deus.”

Enaltece-se as mulheres por suas conquistas ao longo de uma história marcada pela discriminação e pelo preconceito. Reconhecem que é cada vez mais forte sua presença na família, no mundo do trabalho, na ciência, na educação, na política, na Igreja e na sociedade:

Somos testemunhas do papel decisivo da mulher no processo da redemocratização do País. Não sem razão, comemoramos em 2012 os 80 anos do voto feminino, uma conquista histórica.”

Reconhece, recorda e denuncia as inúmeras situações de violação de seus direitos e de sua dignidade: 

“Milhares delas são vitimas da discriminação, do desrespeito étnico-cultural, do tráfico para exploração sexual e laboral e de inúmeras outras formas de violência. Para muitas, o lar, lugar sagrado de proteção, converteu-se em espaço de dor e sofrimento. A Lei Maria da Penha é outra vitória das mulheres, que vem combater esta violência doméstica de que são vítimas.”

Com uma citação do Documento de Aparecida (n. 454) conclui:

"É urgente escutar o clamor, muitas vezes silenciado, de mulheres que são submetidas a muitas maneiras de exclusão e violências em todas as suas formas e em todas as etapas de suas vidas”.

Finalmente, Maria é apresentada como modelo de mulher e inspiração para todas as mulheres na vivência de sua vocação ao amor e ao cuidado da vida, em todas as suas dimensões, na luta por uma sociedade igualitária, de fraternidade e de paz.

Ave Maria, cheia de graça... 

PS: Postado com vistas ao dia 08 de março - Dia Internacional da Mulher

As mulheres e as virtudes cardeais (08/03)

As mulheres e as virtudes cardeais

Em nossas comunidades, encontramos inúmeras mulheres discípulas missionárias do Senhor que, como Maria Madalena, a “Apóstola dos Apóstolos”, segundo Santo Tomás de Aquino, testemunham a fé no Cristo Ressuscitado, fazendo renascer, a cada dia, a esperança, porque inflamadas pela caridade.

Também, as encontramos em lares, escolas, hospitais, universidades, meios de comunicação, e em tantos outros lugares...

São elas movidas pelas virtudes cardeais (prudência, justiça, fortaleza e temperança); amantes da justiça, cujo fruto do trabalho são as virtudes, porque ensinam a temperança e a prudência, a justiça e a fortaleza (Sb 8, 7).

Mulheres prudentes, que dispõem da razão prática para discernir, em qualquer circunstância, o verdadeiro bem e para escolher os justos meios para atingi-lo; sem jamais confundir prudência com a timidez ou o medo, a duplicidade ou dissimulação.

Mulheres sedentas de justiça, movidas e comprometidas pela virtude moral da constante e firme vontade de dar a Deus e ao próximo o que lhes é devido.

Deste modo, desejam e lutam pelos direitos de todos estabelecendo harmonia nas relações humanas, objetivando a promoção do bem comum, vivendo com retidão de pensamentos e conduta.

Mulheres fortes, que em meio às dificuldades, enfrentando-as com coragem e ousadia, asseguram a firmeza e a constância na realização do bem; resistem às tentações de desistir e evadir do mundo, pondo-se cotidianamente de pé na superação dos obstáculos, vencendo os medos, mesmo da morte, enfrentando provações e, por vezes, perseguições e discriminações.

Vivem a renúncia de si mesmas, com o sacrifício da  própria vida, na defesa de uma causa justa, porque creem no Senhor e em Sua Palavra, e assim rezam – “O Senhor é a minha fortaleza e a minha glória” (Sl 118, 14); “No mundo haveis de sofrer tribulações: mas tende coragem! Eu venci o mundo!” (Jo 16, 33).

Mulheres que agem com Temperança, moderando a atração dos prazeres, encontram equilíbrio no uso dos bens criados; vivendo o domínio da vontade sobre os instintos, mantêm os desejos nos limites da honestidade, guardando sã discrição e não se deixando arrastar pelas paixões do coração.

São verdadeiramente Pascais, testemunhas corajosas do Ressuscitado, a quem dedico estas palavras do Bispo Santo Agostinho: “Viver bem é amar a Deus de todo o coração, com toda a alma e com todo o proceder [...], de tal modo que se lhe dedica um amor incorrupto e íntegro (pela temperança), que mal algum poderá abalar (fortaleza), que a ninguém mais serve (justiça), que cuida de discernir todas as coisas para não se deixar surpreender pela astúcia e pela mentira (prudência)” .



PS: Publicado no jornal Folha Diocesana – Diocese de Guarulhos - Ed. n.264

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