sexta-feira, 19 de junho de 2026
Dai-nos, Senhor o Divino remédio e proteção (1) (Bom Jesus)
Nós Vos pedimos, Ó Deus, dai-nos firmeza, coragem, graça
Súplica ao Senhor Bom Jesus do Matosinhos (Bom Jesus)
Súplica ao Senhor Bom Jesus do Matosinhos
Óh! Senhor Bom Jesus, que estais neste Santuário de braços abertos para acolher com paternal bondade os vossos devotos e derramar sobre todos a plenitude de misericórdia, eis-me aqui para oferecer-Vos, com o tributo de minhas homenagens e adoração, o meu mais profundo sentimento de dor e arrependimento pelos meus pecados que tantas vezes Vos ofenderam.
Óh! Senhor, tudo neste Santuário atesta a Vossa infinita bondade em ouvir as súplicas daqueles que se dirigem à Vós com fé e confiança, tudo neste lugar proclama a Vossa incomensurável compaixão nunca desmentida, mas sempre eficaz, sempre ativa. Animada por tantas provas de ternura paternal e compaixão extrema, venho lançar-me a Vossos pés implorando a graça que ardentemente desejo (pede-se a graça). E Vós, Virgem Santíssima, Mãe de Deus e também Mãe Nossa, a quem o Bom Jesus nada recusa, alcançai-me estas graças pela Vossa intercessão. Amém.
Reze: 5 “Pai-Nossos”, 5 “Ave-Marias”, 5 Glória ao Pai.
PS: Oração exposta na Capela do Santuário Bom Jesus do Matosinhos - Conceição de Mato Dentro - MG. - Autoria desconhecida.
Dai-nos, Senhor, o Divino remédio e proteção (2) (Bom Jesus)
Dai-nos, Senhor, o Divino remédio e proteção “O Sangue do Bom Jesus derramado por todosnós na Cruz seja nosso remédio e proteção”“Se queres, podes me curar” (cf. Mt 8,2).
A Diocese de Guanhães foi agraciada com a realização do 234º Jubileu do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos – Conceição do Mato Dentro – MG, de 13 a 24 de junho de 2021, com o tema: “O Sangue do Bom Jesus derramado por todos nós na Cruz, seja nosso remédio e proteção”; e com o lema: “Se queres, podes me curar” (cf. Mt 8,2).
Como fruto deste grande retiro espiritual que foi o Jubileu, ofereço esta singela oração:
Ó Deus, aos pés do Vosso Filho, o Bom Jesus,
Contemplamos o infinito amor que tendes por nós,
E porque nos amais, nos destes o Vosso Filho,
Para que todo aquele que n’Ele viver e crer não morra, mas tenha a vida eterna.
Cremos, Ó Deus, que o Sangue derramado do Vosso Filho por amor de nós,
É a verdadeira expressão da Vossa misericórdia para a redenção da humanidade;
Um amor invencível e imensurável que nos faz novas criaturas,
A fim de que morramos para o pecado e vivamos para Deus.
Nós Vos pedimos, Ó Deus, dai-nos firmeza, coragem, graça
E força, para que, em nossa fraqueza e miséria,
Acolhidos e envolvidos pelo Vosso abraço misericordioso,
Firmemos os passos com a presença do Bom Jesus e o Santo Espírito.
Que o Sangue do Vosso Filho nos lave, nos purifique plenamente,
E o fogo abrasador do Vosso Amor faça arder nosso coração,
para que sejamos curados e protegidos de toda enfermidade,
e de modo especial, livrai-nos do vírus da covid ou de qualquer outro que gere sofrimento, luto, dor e morte.
Ó Deus, nutridos pelo Pão da Palavra e da Eucaristia,
Suplicamos por todos os falecidos nesta pandemia, e fortalecei seus familiares que sofrem a dor de suas ausências,
e que a Boa Nova da Ressurreição dê a todos coragem e perseverança no bom combate da fé. Amém.
São Romualdo, exemplar na fidelidade ao Senhor
São Romualdo, exemplar na fidelidade ao Senhor
São Romualdo nasceu em Ravena (Itália), em meados do século X, e morreu por volta de 1027.
Tendo abraçado a vida eremítica, por muitos anos percorreu vários lugares em busca de solidão, edificando pequeninos mosteiros.
Sua vida foi marcada pela valorosa luta contra o relaxamento de costumes dos monges de seu tempo, enquanto, por sua parte, progredia com empenho no caminho da santidade pelo perfeito exercício das virtudes.
Conheçamos a história e o testemunho de vida do Abade São Romualdo (séc. XI), descritos por São Pedro Damião.
“Romualdo passou três anos nas vizinhanças da cidade de Parenzo. No primeiro ano, construiu um mosteiro e colocou nele uma comunidade de irmãos com seu abade; nos dois anos seguintes, aí permaneceu enclausurado.
Nesse lugar, a vontade divina o elevou a tão alto grau de perfeição que, inspirado pelo Espírito Santo, previu acontecimentos futuros e, com a luz da inteligência, pôde compreender muitos mistérios ocultos do Antigo e do Novo Testamento.
Era frequentemente tão arrebatado pela contemplação da divindade que se desfazia em lágrimas e, ardendo no fogo do amor divino, tinha expressões como esta: ‘Jesus, meu amado Jesus, para mim mais doce do que o mel, desejo inefável, doçura dos santos, suavidade dos anjos’.
Estes e outros sentimentos de alegria profunda a que era movido pela ação do Espírito Santo, nós não somos capazes de exprimir com palavras humanas.
Em qualquer lugar que o santo varão decidisse morar, sua primeira providência era fazer uma cela com um altar. Em seguida, fechando-se nela, isolava-se de toda a gente.
Depois de ter vivido em vários lugares, sentindo que se aproximava o fim de sua vida, voltou ao mosteiro que construíra em Val di Castro. Aí, esperando como certa a morte iminente, mandou construir uma cela com oratório, para nela se recolher e guardar silêncio até o fim.
Acabada a construção dessa ermida, com mente lúcida, dispôs-se imediatamente para nela se recolher. No entanto, seu estado começou a se agravar não tanto pela doença, mas devido ao peso dos anos.
E assim, certo dia, sentiu que lhe faltavam as forças e aumentava a fadiga causada pelas enfermidades. Ao pôr do sol, ordenou aos dois irmãos que ali se achavam que saíssem e fechassem a porta da cela; e que voltassem de madrugada, a fim de cantarem juntos o ofício das Laudes. Preocupados com seu estado de saúde, os irmãos saíram a contragosto, mas não foram descansar; ficaram junto da cela, observando aquele tesouro de valor inestimável, temendo que, de um momento para outro, seu mestre pudesse morrer. Permanecendo por ali e passando algum tempo, escutando com atenção, deram-se conta de que não havia qualquer movimento do corpo nem o menor ressonar.
Convencidos do que havia acontecido, empurraram a porta, entraram depressa e acenderam a luz. Encontraram o corpo santo de Romualdo caído no chão e deitado de costas; a alma santa já tinha partido para o céu. Ali jazia ele, como pedra preciosa caída do céu e abandonada, para ser novamente colocada, com todas as honras, no tesouro do rei supremo.”
Também nós, em nosso tempo e realidade, somos chamados às renúncias cotidianas necessárias, para maior fidelidade no seguimento de Jesus Cristo (Lc 9,23).
Meditemos suas palavras e a Oração do Dia, quando se celebra sua memória:
“Jesus, meu amado Jesus, para mim mais doce do que o mel, desejo inefável, doçura dos santos, suavidade dos anjos”.
Oremos:
“Ó Deus, que por São Romualdo renovastes na Vossa Igreja a vida eremítica, concedei-nos renunciar a nós mesmos e, seguindo o Cristo, chegar com alegria ao Reino Celeste. Por N.S.J.C. Amém.”
Vejo-Vos... (Bom Jesus)
Senhor Bom Jesus de Matosinhos, mais uma vez venho aqui (Bom Jesus)
Senhor Bom Jesus de Matosinhos, mais uma vez venho aqui
Senhor Bom Jesus de Matosinhos, mais uma vez venho aqui.
E ao celebrar o último dia do Santo Jubileu com Vosso Povo,
Fazei-me peregrino da misericórdia e da esperança.
Senhor Bom Jesus de Matosinhos, mais uma vez venho aqui.
Contemplo Tuas santas chagas por amor suportadas.
Quem poderia nos amar, até o fim, tanto assim?
Senhor Bom Jesus de Matosinhos, mais uma vez venho aqui.
Contemplo Teu coração pela lança dos soldados trespassado,
Água e sangue prefigurando o santo Batismo e a Eucaristia.
Senhor Bom Jesus de Matosinhos, mais uma vez venho aqui.
Apresento-Te minhas dores, angústias, clamores, cansaços,
Mas também minhas alegrias, vitórias, e esperanças renovadas.
Senhor Bom Jesus de Matosinhos, mais uma vez venho aqui,
Subo ao cume da colina, e me recolho em Teu santuário.
No silêncio mergulhado, por vosso abraço e amor envolvido.
Senhor Bom Jesus de Matosinhos, mais uma vez venho aqui,
Para que volte à planície do cotidiano com seus desafios,
Forças renovadas, batismo revigorado, missão a cumprir.
Senhor Bom Jesus de Matosinhos, mais uma vez venho aqui
Para dizer que quero contigo caminhar, a cruz carregar,
Renúncias necessárias fazer, para sempre Te seguir.
Senhor Bom Jesus de Matosinhos, mais uma vez venho aqui.
E Te peço que, a exemplo do Teu precursor, João,
Também tenha coragem, fidelidade e humildade na missão.
Senhor Bom Jesus de Matosinhos, mais uma vez venho aqui.
Enviai junto do Pai, Teu Santo Espírito, em nosso necessário socorro,
Para salvar, curar, ensinar, aconselhar, fortalecer, consolar, iluminar. Amém.
Carta ao Povo de Deus: Diocese de Guanhães - MG







