sábado, 23 de maio de 2026

Vinde, Espírito Santo! (Pentecostes)

                                            

Vinde, Espírito Santo!

Vinde, Espírito de Amor e de Paz!
Vinde, Espírito de Vida e de Luz!
Vinde, Espírito Santo Paráclito!

Dai-nos o dom da Sabedoria,
Para aprendermos e ensinarmos
O sabor da Vida de Deus na vida da humanidade.

Dai-nos o dom do Entendimento,
Para que tenhamos o conhecimento íntimo
De Jesus, n’Ele, d’Ele, e para Ele vivendo.

Dai-nos o dom do Conselho,
Para que saibamos discernir sem equívoco
A vontade amorosa de Deus em nossa vida.

Dai-nos o dom da Fortaleza,
Para darmos testemunho, todos os dias,
Com fidelidade e firmeza na opção por Jesus Cristo.

Dai-nos o dom da Ciência,
Para alcançarmos o conhecimento pleno
Da verdade de Deus, revelada por Jesus.

Dai-nos o dom da Piedade,
Para uma relação filial com Deus,
E fraterna entre nós, suas criaturas.

Dai-nos o dom do Temor,
Para uma relação mais sincera com Deus,
Tendo em nós os mesmos sentimentos de Jesus.

Contigo, temos grandeza de alma cristalina,
Generosidade de coração em todo viver,
Com o Deus Uno e Trino, plena comunhão. Amém.

Senhor, dai-nos o Vosso Espírito (Pentecostes)


Senhor, dai-nos o Vosso Espírito

Reflexão à luz da passagem da Primeira Carta de São Pedro (1Pd 4, 7-13), em que somos exortados a sermos bons administradores da multiforme graça de Deus.

Para que assim sejamos, façamos uma súplica:

Oremos:

Senhor, dai-nos o Vosso Espírito em todos os momentos, mas, sobretudo na  hora da provação.

Senhor, dai-nos o Vosso Espírito, para que vivamos a fidelidade a Vós e ao Vosso Projeto a nós confiado.

Senhor, dai-nos o Vosso Espírito, para que sejamos sóbrios, vigilantes, ativos e alegres, mesmo nas adversidades, unidos ao Vosso sofrimento.

Senhor, dai-nos o Vosso Espírito, para que não sejamos perturbados, inconstantes, inertes, desanimados, murmuradores sem esperança.

Senhor, dai-nos o Vosso Espírito, para que sejamos edificadores da Igreja, com os dons que nos foram concedidos.

Senhor, dai-nos o Vosso Espírito, para que os carismas sejam exercidos para o bem de todos e também para a edificação de Vossa Igreja.

Senhor, dai-nos o Vosso Espírito, que jamais seja por nós extinguido, e assim saibamos provar tudo e reter o que for bom. Amém.


Fonte: Missal Cotidiano – Editora Paulus - 1997 p.837

“Creio na Santa Igreja Católica...” (Pentecostes)

 

 


 

“Creio na Santa Igreja Católica...”

Cremos que ser una é a própria essência da Igreja: «Que admirável mistério! Há um só Pai do universo, um só Logos do universo e, também, um só Espírito Santo, idêntico em toda a parte; e há também uma só mãe Virgem, à qual me apraz chamar Igreja» (São Clemente de Alexandria).

Cremos que a Igreja é una, graças à sua fonte: «O supremo modelo e princípio deste mistério é a unidade na Trindade das pessoas, dum só Deus, Pai e Filho no Espírito Santo».

Cremos que a Igreja é una graças ao seu fundador: «O próprio Filho encarnado [...] reconciliou todos os homens com Deus pela sua Cruz, restabelecendo a unidade de todos num só povo e num só Corpo».

Cremos que a Igreja é una graças à sua «alma»: «O Espírito Santo que habita nos crentes e que enche e rege toda a Igreja, realiza esta admirável comunhão dos fiéis e une-os todos tão intimamente em Cristo que é o princípio da unidade da Igreja».

 

Fonte: Livre adaptação do parágrafo n.813 do Catecismo da Igreja Católica


“Vinde, Espírito Santo Consolador” (Pentecostes)

                                                                 

“Vinde, Espírito Santo Consolador”

Com a Celebração da Solenidade de Pentecostes, celebramos a vinda do Espírito Santo sobre a Igreja, retomamos os parágrafos 2670-2672 do Catecismo da Igreja Católica, em que nos fala da necessária invocação do Espírito Santo sobretudo no início e no fim de toda ação importante.

Embora sejam muitos os caminhos de oração, quanto os orantes, mas um só é o mesmo Espírito que atua em todos e com todos, e é Ele o artífice e Mestre interior da oração cristã, e sua Unção impregna todo o nosso ser.

A forma tradicional para pedir a vinda do Espírito Santo é a invocação ao Pai por Cristo, Nosso Senhor, a fim de que nos envie o Espírito Consolador, o Paráclito, o Defensor.

Podemos invocar conforme a oração litúrgica mais conhecida, que nos vem da Tradição:

“Vinde Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do Vosso Amor. Enviai o Vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra.

Oremos: Ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis, com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos da Sua consolação. Por Cristo Senhor Nosso. Amém”.

O Catecismo também nos apresenta uma segunda fórmula que podemos também rezar invocando o Espírito Santo:

“Rei celeste, Espírito Consolador, Espírito de Verdade, presente em toda parte e a tudo cumulando, tesouro de todo bem e fonte da Vida, vinde, habitai em nós, purificai-nos e salvai-nos, ó Vós, que sois bom!” (1).

Sejam nossas reuniões, encontros de reflexão, catequese ou quaisquer outros de nossa Igreja precedidos pela invocação do Espírito Santo, cientes de que “Ninguém pode dizer ‘Jesus é o Senhor’ a não ser no Espírito Santo” (1 Cor 12,3).

Sempre oportuno lembrar as palavras do Bispo São Cirilo de Alexandria (séc. V): 

“Ele (O Espírito Santo) vem com o amor entranhado de um irmão mais velho: Vem para salvar, curar, ensinar, aconselhar, fortalecer, consolar, iluminar a alma de quem O recebe, e, depois por meio desse, a alma dos outros".

Sejamos assistidos sempre pelo Espírito Santo que nos cumula com os sete dons: sabedoria, discernimento, conselho, fortaleza, ciência, temor e piedade.


Cf. Catecismo da Igreja Católica – n. 2677 – Oração da Liturgia Bizantina, Tropário das Vésperas de Pentecostes.

Enviai, Senhor, o Vosso Espírito (Pentecostes)

                                                          

Enviai, Senhor, o Vosso Espírito

Sejamos enriquecidos pelo “Tratado contra as heresias”, escrito pelo Bispo Santo Irineu (Séc. II), para bem celebrarmos a Solenidade de Pentecostes.

“Ao dar a Seus discípulos poder para que fizessem os homens renascer em Deus, o Senhor lhes disse: Ide e fazei discípulos meus todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo (Mt 28,19).

Deus prometera, por meio dos Profetas, que nos últimos tempos derramaria o Seu Espírito sobre os Seus servos e servas para que recebessem o dom da profecia. Por isso, o Espírito Santo desceu sobre o Filho de Deus, que Se fez Filho do Homem, habituando-Se com Ele a conviver com o gênero humano, a repousar sobre os homens e a morar na criatura de Deus. Assim renovava os homens segundo a vontade do Pai, fazendo-os passar da sua antiga condição para a vida nova em Cristo.

São Lucas nos diz que esse Espírito, depois da ascensão do Senhor, desceu sobre os discípulos no dia de Pentecostes, com o poder de dar a vida nova a todos os povos e de fazê-los participar da Nova Aliança. Eis por que, naquele dia, todas as línguas se uniram no mesmo louvor de Deus, enquanto o Espírito congregava na unidade as raças mais diferentes e oferecia ao Pai as primícias de todas as nações.

Foi por isso que o Senhor prometeu enviar o Paráclito, que os tornaria capazes de receber a Deus. Assim como a farinha seca não pode, sem água, tornar-se uma só massa nem um só pão, nós também, que somos muitos, não poderíamos transformar-nos num só corpo, em Cristo Jesus, sem a água que vem do céu. E assim como a terra árida não produz fruto se não for regada, também nós, que éramos antes como uma árvore ressequida, jamais daríamos frutos de vida, sem a chuva da graça enviada do alto.

Com efeito, nossos corpos receberam, pela água do Batismo, aquela unidade que os torna incorruptíveis; nossas almas, porém, a receberam pelo Espírito.
O Espírito de Deus desceu sobre o Senhor como Espírito de sabedoria e discernimento, Espírito de conselho e fortaleza, Espírito de ciência e de temor de Deus (Is 11,2). É este mesmo Espírito que o Senhor por Sua vez deu à Igreja, enviando do céu o Paráclito sobre toda a terra, daquele céu de onde também Satanás caiu como um relâmpago (cf. Lc 10,18).

Por esse motivo, temos necessidade deste orvalho da graça de Deus para darmos fruto e não sermos lançados ao fogo, e para que também tenhamos um Defensor onde temos um acusador. Pois o Senhor confiou ao Espírito Santo o cuidado da Sua criatura, daquele homem que caíra nas mãos dos ladrões e a quem Ele, cheio de compaixão, enfaixou as feridas e deu dois denários reais. Tendo assim recebido pelo Espírito a imagem e a inscrição do Pai e do Filho, façamos frutificar os dons que nos foram confiados e os restituamos multiplicados ao Senhor”.

Em todo instante, é sempre necessário invocarmos a assistência do Espírito Santo para nos conduzir, iluminar, assistir, fortalecer... 

Bem afirmou o Bispo sobre Sua presença, pois sem Ele, seríamos como farinha seca, e jamais nos tornaríamos pão; ou como terra árida, jamais produziríamos frutos.

Supliquemos, portanto, a vinda do Espírito Santo.

Oremos:

“Deus eterno e todo-poderoso, quisestes que o Mistério Pascal se completasse durante cinquenta dias, até à vinda do Espírito Santo. Fazei que todas as nações dispersas pela terra, na diversidade de suas línguas, se unam no louvor do Vosso nome. Por N.S.J.C. Amém”.

O Espírito Santo age e faz (Pentecostes)

O Espírito Santo age e faz

Sejamos enriquecidos com estas palavras do Bispo São Basílio Magno (séc. IV) sobre o Espírito Santo, na preparação da Festa de Pentecostes, e com ela o nascimento da Igreja, com o envio do Espírito Santo para conduzi-la e animá-la:

“Pensas na ‘criação’? Pergunta São Basílio;
Ela foi obra do Espírito Santo que consolidava e enfeitava os céus.

Pensas na ‘vinda de Cristo’?
O Espírito Santo a preparou e depois, na plenitude dos tempos, a realizou descendo em Maria.

Pensas na ‘formação da Igreja’?
Ela é obra do Espírito Santo.

Pensas na ‘parusia’?
O Espírito Santo não estará ausente nem então, quando os mortos surgirem da terra e revelar-se-á do céu o nosso Salvador.”   (1)

Contemplemos a ação do Espírito Santo:

Desde a criação, quando nada existia, o Espírito sempre existiu na mais perfeita e bela comunhão com o Pai e o Filho, pelo qual tudo foi criado.

Também o Espírito Santo conduziu nossos pais na fé, os patriarcas, reis e Profetas, que prepararam a vida do Redentor da Humanidade.

É este mesmo Espírito Santo, que agindo em Maria, a fez gerar e formar Cristo em si, para que Ele Se fizesse presente no meio da humanidade. Nela o Verbo Se fez Carne, pela ação do Espírito Santo, como nos falam os Evangelhos, e assim cremos.

O Espírito Santo que sempre esteve presente na missão de Jesus, como Ele mesmo nos revelou dizendo:

O Espírito do Senhor está sobre mim, porque Ele me consagrou pela unção para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar  a libertação aos presos e aos cegos a recuperação da vista, para restituir a liberdade aos oprimidos e para proclamar um ano de graça do Senhor” (Lc 4,16-21).

E assim agiu o Espírito Santo, sempre presente na vida do Filho, para que, na mais perfeita comunhão com o Pai, realizasse o Plano de Salvação da humanidade.

O Espírito com Jesus também estava no momento ápice da missão, seja no ápice da agonia da alma, vivido no Horto das Oliveiras, seja no flagelo, no ápice da agonia do corpo, chagado, torturado por amor de nós, até o fim, quando na Cruz diz – “Pai em Tuas mãos entrego o meu Espírito” (Lc 23,46).

E o Pai enviou em Seu nome o Espírito da Verdade prometido, o Paráclito, o Defensor, para assistir a Igreja em sua missão de anunciar o Evangelho a toda humanidade e a todo o mundo.

Uma Igreja que nasce com a missão do “envio” não poderia levar adiante esta missão, se não lhe fosse enviado o Espírito Santo, como celebramos em Pentecostes, comunicando a ela a riquezas dos sete dons: Sabedoria, Entendimento, Conselho, Fortaleza, Ciência, Piedade e Temor.

E assim, conduzidos pelo Espírito Santo, caminhamos rumo à eternidade, sempre suplicando que Ele venha iluminar as veredas por onde caminhamos, sobretudo quando elas se tornam escuras, para que não nos percamos da meta a ser alcançada; que não esmoreçamos na fé, para que como Igreja, continuemos a serviço do Reino.

Que movidos e conduzidos pelo Espírito, as obras de caridade nos acompanhem; que como eternos aprendizes de Sua linguagem do Amor, nos capacitemos para o diálogo de amor na eternidade: céu. Amém.


(1) São Basílio, De Spiritu Sancto, 16-19. 

Ação do Espírito Santo: “Não vos deixarei órfãos” (Pentecostes) (Parte I)

                                                  

Ação do Espírito Santo: “Não vos deixarei órfãos”

Reflitamos à luz das palavras do Patriarca Atenágoras (1886-1972), acerca do Espírito Santo:

“Sem o Espírito Santo, Deus está distante, o Cristo permanece no passado, o Evangelho é uma letra morta, a Igreja uma simples organização, a autoridade um poder, a missão uma propaganda, o culto um arcaísmo, e a ação moral uma ação de escravos.

Mas no Espírito Santo o cosmos é enobrecido pela geração do Reino, o Cristo Ressuscitado está presente, o Evangelho se faz força do Reino, a Igreja realiza a Comunhão Trinitária, a autoridade se transforma em serviço, a Liturgia é memorial e antecipação, a ação humana se diviniza”.

Reflitamos sobre a presença e a ação do Espírito Santo.

Como Deus nos seria distante sem Ele! Não sentiríamos Sua presença nas situações mais adversas.

Falar em Sua presença, proximidade, intimidade necessária, seria discurso não convincente. Sua distância seria a autodistância e, sobretudo a distância irredutível do outro. Não saberíamos o que é comunhão. Sua proximidade é certeza de comunhão.

Jesus Cristo seria apenas alguém que viveu num tempo marcado, determinado, remoto, um personagem invejável, heróico, abnegado, que nos tocaria apenas o coração, mas não nos asseguraria a eternidade e não nos alcançaria a Salvação. Seria uma memória apenas, prescindindo de toda presença Pascal. Não teríamos a presença do Ressuscitado!

O Evangelho seria um conjunto de palavras e textos, mas não seria a Palavra que Se fez Carne. Letras mortas que mal nos comunicaria um quê de alegria e esperança. Não portaria o conteúdo da Boa Nova que é. Seria lido, quando muito, como um livro entre tantos, com “l” minúsculo, e não teríamos mais que algumas poucas edições, se é que ele seria conhecido, se é que valeria a pena sua impressão. Seriam apenas papiros do passado, se ainda assim houvessem sido escritos.

A Igreja nada seria porque não existiria. Quando muito uma ONG, com bons propósitos, mas movida por outras motivações, diferentes das que a move: A fé no Ressuscitado, a missão de ser valioso instrumento do Reino inaugurado por Jesus. Instituída, enviada e assistida pela presença do Espírito, nutrida e revigorada em cada mesa de altar, em cada Celebração da Eucaristia. Sua autoridade marcada por relações hierárquicas, portadoras de desejos comuns de ascensão ao poder, prestígio, glamour.

O topo seria a meta, talvez nem tantos escrúpulos para alcançá-los. A capacitação com anseios impronunciáveis, a livre concorrência legitimada, “sacralizada e abençoada” (com aspas propositalmente). A missão valer-se-ia de todos os recursos de marketing, merchandising.

Carregar a cruz seria discurso ultrapassado, pouco convincente, sem nenhum atrativo e razão de ser. Na verdade ela seria extinta, apagada da memória, porque o que haveria de contar seriam as facilidades, alcançadas pela lei do menor esforço, ou do nenhum compromisso, do nenhum sacrifício.

Doação, amor fiel, entrega seriam discursos não comoventes, pouco atraentes… inócuos, puramente inócuos, sem efeito algum para o bem.

Procurar-se-ia uma propaganda com pretensões de não ser enganosa, com promessas de felicidade, que não seriam as Bem Aventuranças de Mateus (Mt 5).             

Técnicos, especialistas seriam convocados, contratados, para que a palavra convencesse, o consumo acontecesse. Consequentemente aceitabilidade e lucro.

O culto tal como celebramos, seus ritos, sua beleza seriam outras. A espetacularização seria inevitável: valeria o que atraísse audiência, intimismos, descomprometimentos maiores.

Rubricas, disciplina litúrgica seriam desnecessárias. Contaria a criatividade, ou mais ainda, o criativismo de seus sacerdortes.

Mudanças aconteceriam ao sabor de cada comunidade, de cada realidade. Mistério e Mistagógico seriam palavras que não contariam.

A ação moral, uma ação de escravos: seríamos tidos como loucos, sem O Espírito, porque abraçaríamos e concretizaríamos propósitos além de nossas forças e possibilidades humanas. Eclipsar-se-ia a presença do Espírito e Sua luz radiante e revitalizante.

Se há muitas coisas inexplicáveis que realizamos, só o são pela força e presença do Espírito Santo. Ah, se não fosse O Espírito!

Seríamos escravos entristecidos, fazendo coisas boas, talvez, apenas por fazer. Por não ter encontrado Aquele que faz arder nosso coração com Sua Palavra, abre nossos olhos com Seu Corpo, Pão Partilhado.

Teríamos boas ações, mas não movidas pela paixão do Reino, pelo Evangelho. Teríamos boas obras para contar. Voluntarismo sem perspectivas de utopia do Reino. Boas Obras num sadio filantropismo. Alquimia, pura alquimia!

Concluo, se é que é possível concluir, esta reflexão não deixa dúvida alguma de que é o Espírito Santo que garante à Igreja a vida e a eficácia na missão.

O Espírito enriquece a Igreja com todos os dons necessários, porque Ele é o Dom de Deus, Dom dos dons. Fonte inexaurível de todos os dons.

Ausência de Deus? Nunca! Prescindir de Sua presença e ação? Jamais!

Enviai, Senhor, sobre nós, Vosso Espírito:
De sabedoria, inteligência, ciência, conselho,
fortaleza, temor e piedade. Amém!

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4º Bispo da Diocese de Guanhães - MG