quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Mensagem para o 46º Dia Mundial da Paz (Papa Bento XVI) (segunda parte) (2013)

Mensagem do Papa para o Dia Mundial da Paz

“Bem aventurados os que promovem a paz ,
porque serão chamados filhos de Deus” (Mt 5,9)

Em vários parágrafos acentua a beleza e a dignidade da vida na sua integridade, exortando o respeito pela vida humana em todas as suas dimensões.

Transcrevo literalmente suas palavras:
Caminho para a consecução do bem comum e da paz é, antes de mais nada, o respeito pela vida humana, considerada na multiplicidade dos seus aspectos, a começar da concepção, passando pelo seu desenvolvimento até ao fim natural.

Assim, os verdadeiros obreiros da paz são aqueles que amam, defendem e promovem a vida humana em todas as suas dimensões: pessoal, comunitária e transcendente. A vida em plenitude é o ápice da paz. Quem deseja a paz não pode tolerar atentados e crimes contra a vida.

Aqueles que não apreciam suficientemente o valor da vida humana, chegando a defender, por exemplo, a liberalização do aborto, talvez não se deem conta de que assim estão a propor a prossecução duma paz ilusória.

A fuga das responsabilidades, que deprecia a pessoa humana, e mais ainda o assassinato de um ser humano indefeso e inocente nunca poderão gerar felicidade nem a paz...

Tão pouco é justo codificar ardilosamente falsos direitos ou opções que, baseados numa visão redutiva e relativista do ser humano e com o hábil recurso a expressões ambíguas tendentes a favorecer um suposto direito ao aborto e à eutanásia, ameaçam o direito fundamental à vida”.

Faz uma longa defesa para que se promova e estrutura natural do matrimônio, como união entre um homem e uma mulher, contra “... as tentativas de a tornar, juridicamente, equivalente a formas radicalmente diversas de união que, na realidade, a prejudicam e contribuem para a sua desestabilização, obscurecendo o seu carácter peculiar e a sua insubstituível função social.”

Não passa indiferente para o Papa a defesa da liberdade de expressão religiosa, o perigo das ideologias do liberalismo radical e da tecnocracia, fomentando uma mentalidade de que o crescimento econômico se deve conseguir mesmo à custa da erosão da função social do Estado e das redes de solidariedade da sociedade civil, bem como dos direitos e deveres sociais.

Aborda com propriedade sobre um dos direitos e deveres mais ameaçados, o trabalho; e tem plena convicção de que construir o bem da paz se dá através de um novo modelo de desenvolvimento e de uma nova visão da economia.

São animadoras e comprometedoras suas palavras, de modo que ninguém pode ser omisso:

“Para sair da crise financeira e econômica atual, que provoca um aumento das desigualdades, são necessárias pessoas, grupos, instituições que promovam a vida, favorecendo a criatividade humana para fazer da própria crise uma ocasião de discernimento e de um novo modelo econômico.

O modelo que prevaleceu nas últimas décadas apostava na busca da maximização do lucro e do consumo, numa óptica individualista e egoísta que pretendia avaliar as pessoas apenas pela sua capacidade de dar resposta às exigências da competitividade.

É preciso relações de lealdade e reciprocidade com os colaboradores e os colegas, com os clientes e os usuários, de modo que a pessoa que “... exerce a atividade econômica para o bem comum, vive o seu compromisso como algo que ultrapassa o interesse próprio, beneficiando as gerações presentes e futuras.

Deste modo sente-se a trabalhar não só para si mesmo, mas também para dar aos outros um futuro e um trabalho dignos.”

Mensagem para o 46º Dia Mundial da Paz (Papa Bento XVI) (parte final) (2013)


Mensagem do Papa para o Dia Mundial da Paz

“Bem aventurados os que promovem a paz ,
porque serão chamados filhos de Deus” (Mt 5,9)

Em relação à Educação para uma cultura da paz ressalta o papel imprescindível da família e das instituições, de modo que os obreiros da paz “... são chamados a cultivar a paixão pelo bem comum da família e pela justiça social, bem como o empenho por uma válida educação social.”

A família cristã, de modo muito especial, guarda em si o primordial projeto da educação das pessoas segundo a medida do amor divino.

Afirma: “A família é um dos sujeitos sociais indispensáveis para a realização duma cultura da paz. É preciso tutelar o direito dos pais e o seu papel primário na educação dos filhos, nomeadamente nos âmbitos moral e religioso. Na família, nascem e crescem os obreiros da paz, os futuros promotores duma cultura da vida e do amor”.

A Igreja tem papel fundamental nesta grande responsabilidade “... através da nova evangelização, que tem como pontos de apoio a conversão à verdade e ao amor de Cristo e, consequentemente, o renascimento espiritual e moral das pessoas e das sociedades.

O encontro com Jesus Cristo plasma os obreiros da paz, comprometendo-os na comunhão e na superação da injustiça.”

Papel também especial em favor da paz possuem as instituições culturais, escolásticas e universitárias – “Delas se requer uma notável contribuição não só para a formação de novas gerações de líderes, mas também para a renovação das instituições públicas, nacionais e internacionais...”

Acena para uma necessária pedagogia do obreiro da paz que “... requer uma vida interior rica, referências morais claras e válidas, atitudes e estilos de vida adequados... é necessário ensinar os homens a amarem-se e educarem-se para a paz, a viverem mais de benevolência que de mera tolerância... dizer não à vingança, reconhecer os próprios erros, aceitar as desculpas sem as buscar e, finalmente, perdoar, de modo que os erros e as ofensas possam ser verdadeiramente reconhecidos a fim de caminhar juntos para a reconciliação.

Isto requer a difusão duma pedagogia do perdão. Na realidade, o mal se vence com o bem, e a justiça deve ser procurada imitando a Deus Pai que ama todos os Seus filhos (cf. Mt 5, 21-48).

Em resumo, a pedagogia da paz implica serviço, compaixão, solidariedade, coragem e perseverança, tendo Jesus como a encarnação do conjunto destas atitudes na Sua vida até ao dom total de Si mesmo, até «perder a vida» (cf. Mt 10, 39; Lc 17, 33; Jo 12, 25).

Finaliza convidando a todos que se tornem autênticos obreiros e construtores da paz, para que a cidade do homem cresça em concórdia fraterna, na prosperidade e na paz.



Diálogo, Educação e Trabalho (Dia Mundial da Paz - 2022)

 



                         Diálogo, Educação e Trabalho


“Que formosos são sobre os montes

os pés do mensageiro que anuncia a paz!” (Is 52, 7)

 

Ó Deus, fazei-nos partícipes da arquitetura da paz necessária, a fim de que tenhamos um mundo mais pacífico para toda a humanidade, e que nossos pés sejam como de mensageiros que anunciam e edificam a paz, por mais desafiador que seja o momento por que passamos.

Ajudai-nos a trilhar os caminhos para a construção de uma paz duradoura, na expressão de um pacto social com vida plena sem o peso e dor da exclusão, violação e degradação da vida, sobretudo neste tempo de incertezas e complexidades pela devastação pandêmica de qualquer ordem.

Com Vosso Espírito, aprendizes de Vosso Filho, o Verbo que Se fez Carne e habitou entre nós, ajudai-nos a promover o diálogo entre as gerações, como base para a realização de projetos compartilhados de fraternidade, compaixão e solidariedade.

Com Vosso Espírito, aprendizes de Vosso Filho, luz e Salvação para todos os povos, favorecer uma educação, como fator de liberdade, responsabilidade e desenvolvimento humano e integral, em favor da vida de cada pessoa e de nossa Casa Comum, em uma necessária ecologia integral.

Com Vosso Espírito, aprendizes de Vosso Filho amado, no qual colocastes toda a Vossa afeição, assegurar o trabalho para todos, para uma plena realização da dignidade humana, de modo que jamais falte o pão de cada dia em todas as mesas, acompanhados de saúde, cultura, lazer e que fizer a vida mais bela. Amém.

 

PS: Uma súplica à luz da Mensagem do Papa Francisco para o 55º Dia Mundial da paz (01/01/2022), “Diálogo entre as gerações, educação e trabalho: instrumentos para construir uma paz duradora”, tendo como lema – “Que formosos são sobre os montes os pés do mensageiro que anuncia a paz!” (Is 52, 7). 

Paróquia Santo Antônio do Gopoúva: 40 anos sob a ação do Espírito Santo (2017)


Paróquia Santo Antônio do Gopoúva:
40 anos sob a ação do Espírito Santo

Muitos são os acontecimentos que nos motivarão e nos iluminarão em mais um ano de evangelização.

O primeiro deles, vivendo sob os efeitos da graça do Ano da Misericórdia, que embora encerrado e a Porta Santa fechada, não se fechou a porta da misericórdia do nosso coração, que permanece sempre aberta, como nos falou o Papa Francisco, temos o Ano Nacional Mariano em que celebramos 300 anos da aparição da imagem de Nossa Senhora da Conceição em Aparecida, a Padroeira do Brasil, e que nos acompanha em todos os momentos da história.

Importante também intensificarmos a acolhida e o estudo do Documento n. 105, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, sobre a missão dos cristãos leigos e leigas, na Igreja e na sociedade, a fim de que sejam sal da terra e luz do mundo (cf. Mt 5,13-14).

Urge a concretização das propostas da 10ª Assembleia Diocesana à luz das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora no Brasil - 2015-2019 (Doc. 102 - CNBB), a fim de que evangelizemos com zelo, amor e alegria.

- PRIMEIRA URGÊNCIA: Igreja em Estado Permanente de Missão. AÇÕES propostas: ação: fortalecer o Ministério da Visitação, assim como criar ou fortalecer os COMIPA(s) (Conselho Missionário Paroquial) e COMIDI (Comissão Missionária Diocesana).

- SEGUNDA URGÊNCIA: Igreja - Casa da Iniciação à Vida Cristã. AÇÕES propostas: implantação do RICA (Rito de Iniciação Cristã de Adultos); elaboração de um Diretório da Pastoral Catequética, bem como o fortalecimento da Escola Diocesana de Catequese.

- TERCEIRA URGÊNCIA: Igreja - Lugar de Animação Bíblica da Vida e da Pastoral. AÇÕES propostas: intensificar a prática da Lectio Divina; (Leitura Orante), criar ou fortalecer a Escola da Palavra nas Foranias; fortalecer a Escola de Ministério, já existente em nossa Diocese.

- QUARTA URGÊNCIA: Igreja - Comunidade De Comunidades. AÇÕES propostas: fortalecer a Pastoral de Conjunto, e seus Conselhos; avançar na setorização das Paróquias.

- QUINTA URGÊNCIA: Igreja - A Serviço da Vida Plena Para Todos. AÇÕES propostas: Formação e Aplicação da DSI - Doutrina Social da Igreja -; intensificar a participação social e política dos cristãos leigos na construção de Políticas Públicas justas.

Finalmente, celebraremos e exultaremos de alegria pelo aniversário da criação da Paróquia (06/01/1977), e de sua instalação (14/01/1977). São quarenta anos de história para celebrarmos no altar do Senhor, em comunhão com todos os que fazem parte desta história, inclusive os que já na glória da eternidade se encontram.
Iluminadoras são para nós as palavras do Presbítero Santo Hipólito (séc. III):“Creiamos no Pai como Ele quer ser acreditado; glorifiquemos o Filho como Ele quer ser glorificado; e recebamos o Espírito Santo como Ele quer Se dar a nós”.

Exortamos que, envolvidos pelo amor e comunhão da Santíssima Trindade, continuemos a trilhar nosso caminho, escrevendo novas linhas como Igreja a serviço do Reino de Deus, para que todos tenhamos vida plena e feliz.



PS: Apresentação para o Planejamento Paroquial 2017.

A permanente urgência de conversão

 


A permanente urgência de conversão 

À luz da passagem do Livro de Jonas (Jn 3, 1-5.10), refletimos sobre a vocação e missão de Jonas que foi chamado por Deus para a pregação da conversão de Nínive, porque a Salvação que Deus oferece se destina a todos os povos (período provável entre 440 e 410 a.C.). 

Através desta “ficção didática” da vocação de Jonas, que reluta em aceitar a missão, num primeiro momento, aprendemos sobre o imediato caminho de conversão de Nínive (capital do Império Assírio), que se tornou um modelo de resposta ao chamado e ao apelo de conversão que Deus nos faz em todo o tempo. 

Duas lições desta conversão: embora considerados como maus, prepotentes, injustos e opressores, os ninivitas foram mais atentos aos desafios de Deus do que o próprio Povo eleito; e, também, que é preciso superar a visão nacionalista, particularista, exclusivista e xenófoba, que estava em moda e que ainda pode persistir ainda hoje. É preciso que aprendamos sobre a lógica de Deus, que é de bondade, misericórdia, perdão e amor sem limites. 

Não é próprio da lógica divina ver os outros como inimigos que merecem ser destruídos, mas irmãos que precisam ser amados. 

Urge que a humanidade aprenda a lógica de Deus; a lógica da misericórdia e bondade divina que ama os bons e os maus: os bons para que perseverem, os maus para que se convertam. Entretanto, é preciso disponibilidade e abertura para a conversão. 

Deus não cristaliza o passado de pecado, não se fixa na história do pecado cometido, mas nos aponta um futuro de vida nova, desde que saibamos nos questionar no tempo presente, e nos colocarmos em atitude de conversão, de transformação de pensamentos, palavras e atitudes.

“Passou pelo mundo fazendo o bem”

                                                        

 “Passou pelo mundo fazendo o bem”

Retomemos a passagem do Livro dos Atos dos Apóstolos (At 10,34-38), que se refere à parte inicial do Querigma, em que Jesus Cristo é apresentado como Aquele que passou pelo mundo fazendo o bem”, trazendo a libertação aos oprimidos.

Jesus passou pelo mundo fazendo o bem e curando todos os que se encontravam oprimidos pelo demônio, através de Seus gestos de bondade, de misericórdia, de perdão, de solidariedade e de amor, na realização do Projeto libertador de Deus para toda a humanidade.

Na segunda parte, a passagem nos fala da salvação que se destina a todos os povos da terra, com o Batismo de Cornélio, pois se trata do primeiro pagão admitido ao cristianismo por um dos Doze Apóstolos, revelando, assim, que Deus não faz acepção de pessoas, de modo que não há como disseminar discriminações por qualquer motivo.

Como discípulos missionários do Senhor, desde o dia do nosso Batismo, também somos chamados ao mesmo fazer. E neste sentido, somos remetidos à Segunda Carta do Apóstolo Paulo aos Tessalonicenses, que nos exorta a duas atitudes: trabalho e a prática do bem:

“Quem não quer trabalhar, também não deve comer. Ora, ouvimos dizer que entre vós há alguns que vivem à toa, muito ocupados em não fazer nada. Em nome do Senhor Jesus Cristo, ordenamos e exortamos a estas pessoas que, trabalhando, comam na tranquilidade o seu próprio pão. E vós mesmos, irmãos, não vos canseis de fazer o bem.” (2Ts 3,10b-13).

Reflitamos:

- Em que consiste hoje, para nós, como discípulos missionários, esta “prática do bem” em todos os âmbitos de nossa vida?

- Como a ação de Jesus, Sua Palavra e Boa-Nova, fundamentam nossos pensamentos e ações?

- De que modo estamos aguardando a vinda gloriosa do Senhor?

- Temos sido sinal do amor e da bondade divina para todos quantos convivemos?

Iniciando um ano novo, façamos nossos planos e projetos, à luz da prática de Jesus, para que vivendo a graça do batismo recebido, como discípulos missionários do Senhor, intensifiquemos e cresçamos na prática do bem, irradiando a Sua luz, a fim de que Deus por todos seja glorificado, em razão de nossas obras.

Segredos para fortalecimento de nossa religião cristã...

Segredos para fortalecimento de nossa religião cristã...

Retomo a mensagem escrita pelo então Cardeal Arcebispo de Salvador-BA, Geraldo Majella Agnelo, sobre o enfraquecimento da prática religiosa nos dias atuais.

Aborda sobre o que falta aos cristãos de hoje e o porquê do declínio das práticas religiosas, o porquê do tédio, cansaço e fadiga, de quem tem fé, em cumprir os próprios deveres, sobre a falta de alegria dos que acreditam em Cristo.

Afirma o Cardeal:

"Nosso cristianismo é sem Cristo, impessoal,
longínquo, que não é visto de perto, estranho,
mesmo se tão conhecido. Não é uma pessoa
viva e verdadeira, um amigo que caminha conosco,
que está mais presente a nós do que o nosso eu,
como nos diz Santo Agostinho".

À luz da Transfiguração do Senhor, também afirma que, para que as coisas mudem para nós, como para os três discípulos sobre o Tabor, é preciso um maravilhamento, um enamorar-se da pessoa de Cristo, participando de Sua Transfiguração:

"Cristo que Se transfigura para iluminar com a
percepção de Sua divindade, revelação do Amor de
Deus que envolve o coração da pessoa.
É a atração de Cristo, não o constrangimento".

Conclui dizendo que o cristianismo não pode ser vivido por constrangimento, como uma taxa ou um imposto que se obriga a qualquer um pagar:

"Talvez demos pouco espaço à ação de Deus
que atrai a Si por Seu Espírito Santo. Cristo
Se toca com os olhos do coração”.

Bem se diz que o cristianismo não é um conjunto de ideias, mas o encontro pessoal com Jesus Cristo, que transforma a vida de quem o encontra, em inevitável apaixonamento e maravilhamento.

Concluo apresentando dez características do discípulo/a  de Jesus Cristo, como ressonância da reflexão acima:

- Acolhe o Mensageiro e Sua Mensagem, como amigo querido: Jesus e o Evangelho;

- Assenta-se aos pés do Senhor para escutá-Lo e opta pelo essencial: Jesus e Sua Palavra para fazer diferente todas as coisas;

- Não se entrega nem mesmo na prisão e não se faz de vítima por causa das perseguições e dificuldades, mas lê tudo isso à luz dos sofrimentos de Cristo, completando em sua carne o que a falta a Paixão de Cristo;

- Acredita profundamente na pessoa de Jesus Cristo enquanto “esperança da glória”, ou seja, a proposta de um mundo novo;

- Não busca interesses particulares, mas a construção da comunidade cristã;

- Põe todos os recursos a serviço da Palavra de Deus;
- Preocupa-se com todos, porque o Projeto de Deus, que é liberdade e vida, se destina a todos;

- Faz a síntese entre a ação e a contemplação – trabalho e oração, pois sabe que ação sem a escuta da Palavra de Deus a torna vazia e uma oração sem ação é estéril e alienante;

- Acolhe Deus na pessoa do outro, acolhendo-o, escutando-o;

- Confiante em Deus, sabe que é por Ele imensamente recompensado, em Sua infinita bondade.

Roguemos a Deus que tenhamos nossa fé mais nutrida, esperança mais fortalecida, caridade mais inflamada, a fim de que o mundo veja Cristo Vivo em nós, e que possamos repetir como Paulo aos Gálatas:

“Já não sou eu que vivo, mas é
Cristo que vive em mim.
Minha vida presente na carne vivo-a pela fé no
Filho de Deus que me amou e Se entregou a
Si mesmo por mim” (Gl 2,20).

Quem sou eu

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