quinta-feira, 1 de janeiro de 2026
Mensagem para o 46º Dia Mundial da Paz (Papa Bento XVI) (segunda parte) (2013)
Mensagem para o 46º Dia Mundial da Paz (Papa Bento XVI) (parte final) (2013)
Diálogo, Educação e Trabalho (Dia Mundial da Paz - 2022)
“Que formosos são sobre os montes
os pés do mensageiro que anuncia a paz!” (Is 52, 7)
Ó Deus,
fazei-nos partícipes da arquitetura da paz necessária, a fim de que tenhamos um
mundo mais pacífico para toda a humanidade, e que nossos pés sejam como de
mensageiros que anunciam e edificam a paz, por mais desafiador que seja o
momento por que passamos.
Ajudai-nos a
trilhar os caminhos para a construção de uma paz duradoura, na expressão de um
pacto social com vida plena sem o peso e dor da exclusão, violação e degradação
da vida, sobretudo neste tempo de incertezas e complexidades pela devastação
pandêmica de qualquer ordem.
Com Vosso
Espírito, aprendizes de Vosso Filho, o Verbo que Se fez Carne e habitou entre
nós, ajudai-nos a promover o diálogo entre as gerações, como base para a realização de
projetos compartilhados de fraternidade, compaixão e solidariedade.
Com Vosso
Espírito, aprendizes de Vosso Filho, luz e Salvação para todos os povos, favorecer uma educação, como fator de liberdade, responsabilidade e
desenvolvimento humano e integral, em favor da vida de cada pessoa e de nossa Casa Comum, em uma necessária ecologia integral.
Com Vosso
Espírito, aprendizes de Vosso Filho amado, no qual colocastes toda a Vossa
afeição, assegurar o trabalho para todos, para uma plena realização da
dignidade humana, de modo que jamais falte o pão de cada dia em todas as mesas,
acompanhados de saúde, cultura, lazer e que fizer a vida mais bela. Amém.
PS: Uma súplica à luz da
Mensagem do Papa Francisco para o 55º Dia Mundial da paz (01/01/2022), “Diálogo
entre as gerações, educação e trabalho: instrumentos para construir uma paz
duradora”, tendo como lema – “Que formosos são sobre os montes os pés do
mensageiro que anuncia a paz!” (Is 52, 7).
Paróquia Santo Antônio do Gopoúva: 40 anos sob a ação do Espírito Santo (2017)
A permanente urgência de conversão
A permanente urgência de conversão
À luz da passagem do Livro de Jonas (Jn 3, 1-5.10), refletimos sobre a vocação e missão de Jonas que foi chamado por Deus para a pregação da conversão de Nínive, porque a Salvação que Deus oferece se destina a todos os povos (período provável entre 440 e 410 a.C.).
Através desta “ficção didática” da vocação de Jonas, que reluta em aceitar a missão, num primeiro momento, aprendemos sobre o imediato caminho de conversão de Nínive (capital do Império Assírio), que se tornou um modelo de resposta ao chamado e ao apelo de conversão que Deus nos faz em todo o tempo.
Duas lições desta conversão: embora considerados como maus, prepotentes, injustos e opressores, os ninivitas foram mais atentos aos desafios de Deus do que o próprio Povo eleito; e, também, que é preciso superar a visão nacionalista, particularista, exclusivista e xenófoba, que estava em moda e que ainda pode persistir ainda hoje. É preciso que aprendamos sobre a lógica de Deus, que é de bondade, misericórdia, perdão e amor sem limites.
Não é próprio da lógica divina ver os outros como inimigos que merecem ser destruídos, mas irmãos que precisam ser amados.
Urge que a humanidade aprenda a lógica de Deus; a lógica da misericórdia e bondade divina que ama os bons e os maus: os bons para que perseverem, os maus para que se convertam. Entretanto, é preciso disponibilidade e abertura para a conversão.
Deus não cristaliza o passado de pecado, não se fixa na história do pecado cometido, mas nos aponta um futuro de vida nova, desde que saibamos nos questionar no tempo presente, e nos colocarmos em atitude de conversão, de transformação de pensamentos, palavras e atitudes.
“Passou pelo mundo fazendo o bem”
Segredos para fortalecimento de nossa religião cristã...
Segredos para fortalecimento de nossa religião cristã...
Afirma o Cardeal:






